
Entenda como o Ozempic vem causando desigualdade no tratamento para emagrecer dos brasileiros
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O Peso da Desigualdade
Imagine um mundo onde o acesso à saúde não é determinado pela condição financeira. Infelizmente, esse não é o caso quando se trata do tratamento da obesidade no Brasil.
Uma frase do endocrinologista Walmir Coutinho, da PUC-Rio, ecoa esse paradoxo: “Conheço vários casos de patroas com 24 de IMC que tomam o Ozempic toda semana, enquanto as empregadas domésticas delas têm 45 de IMC e seguem sem acesso aos remédios contra a obesidade.” Este relato, por mais chocante que seja, revela uma realidade amarga: quem realmente tem acesso aos recursos terapêuticos para alcançar um peso saudável?
Veja também: Remédios para emagrecer como Ozempic e Wegovy causam depressão?


A Matemática do Peso: IMC Explícito
Antes de mergulharmos mais fundo, vamos entender o contexto. O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma métrica simples que classifica se uma pessoa está dentro dos parâmetros considerados saudáveis, com base em seu peso e altura. Uma conta entre 18 e 24,9 indica valores esperados, entre 25 e 29,9 aponta sobrepeso, e acima de 30 indica obesidade.
O Poder da Medicina Moderna na Luta Contra a Obesidade
Por um lado, a Medicina testemunha uma “era de ouro” com o surgimento de medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, capazes de reduzir o peso em até 25%.
No entanto, o alto custo dessas opções farmacêuticas as torna inacessíveis para muitos, especialmente os mais pobres. Enquanto isso, a obesidade já afeta um em cada cinco brasileiros, com uma tendência preocupante de aumento, especialmente entre os menos privilegiados.
Transição de Peso: Uma Questão Socioeconômica


Leia também: Energético: Bomba de Energia ou de Problemas? Descubra os impactos nocivos na saúde mental
O nutricionista Rafael Claro, da UFMG, destaca como as doenças crônicas e a obesidade historicamente afetam grupos socioeconômicos mais elevados. Ele aponta uma transição nos hábitos de consumo, trabalho e comportamento, onde o acesso à alimentação saudável tornou-se privilégio dos mais ricos.
A Era Dourada dos Tratamentos Contra a Obesidade
Com o surgimento de medicamentos como liraglutida e semaglutida, uma nova esperança surge para os pacientes com obesidade. No entanto, o alto custo desses tratamentos e a necessidade de uso contínuo criam uma barreira para aqueles que mais precisam.
O Desafio do Custo: Quem Pode Pagar o Preço?


Os altos custos dos medicamentos antiobesidade criam uma disparidade no acesso ao tratamento. Enquanto os mais ricos podem arcar com os custos, os mais pobres são deixados de lado. O governo, por sua vez, enfrenta desafios orçamentários para incorporar esses tratamentos ao SUS.
Caminhos para a Equidade: Luz no Fim do Túnel?
Para resolver essa questão complexa, é necessário um diálogo constante entre governos, empresas, profissionais de saúde e pacientes. A queda das patentes e o aumento da concorrência podem ajudar a reduzir os custos dos medicamentos.
No entanto, uma abordagem holística que aborde as raízes socioeconômicas do problema é essencial para garantir um tratamento equitativo para todos.
Conclusão: Rumo a um Futuro Mais Saudável e Justo
A desigualdade no tratamento da obesidade é um desafio que exige uma resposta urgente e coordenada. Enquanto celebramos os avanços da medicina moderna, devemos também nos comprometer a garantir que esses avanços estejam ao alcance de todos, não apenas dos privilegiados.
Somente assim poderemos construir um futuro mais saudável e justo para todos os brasileiros.
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Fonte: BBC
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Cuidado com Ozempic falso no Brasil, saiba tudo aqui!
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Ozempic em Risco: Novo Alerta sobre Lote falsificado Atinge Pacientes com Diabetes
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu uma notificação crucial da Novo Nordisk, uma renomada farmacêutica, sobre a circulação de um lote falsificado de Ozempic, medicamento destinado ao tratamento de diabetes tipo 2.
O lote LP6F832 foi oficialmente declarado como não reconhecido pela empresa, marcando a segunda vez este ano em que a Novo Nordisk alerta sobre falsificações. A Anvisa agiu rapidamente, suspendendo a comercialização do produto e alertando os pacientes sobre os riscos associados à utilização desses lotes adulterados.
A questão dos lotes falsificados de Ozempic não é nova. Em junho deste ano, a Novo Nordisk emitiu um alerta semelhante para o lote MP5C960, resultando na suspensão da comercialização pela Anvisa. Agora, com o lote LP6F832, a farmacêutica destaca mais uma vez a seriedade dessa ameaça à saúde pública. É crucial que os pacientes que já adquiriram o medicamento verifiquem seus lotes antes de utilizá-los, a fim de evitar possíveis complicações.
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A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) recentemente emitiu um alerta sobre lotes adulterados das canetas de semaglutida 1mg, ingrediente ativo do Ozempic. Relatos da Áustria indicam problemas graves para pacientes que utilizaram o produto falsificado, cujos rótulos estavam em alemão e originários da Áustria e Alemanha.
Pacientes desses lotes falsos apresentaram convulsões e hipoglicemia, resultando em hospitalizações. Esse trágico episódio sugere que, em vez do ingrediente ativo, os lotes continham falsamente insulina, ressaltando os riscos significativos associados à utilização desses produtos adulterados.

Diante dessa situação crítica, a Novo Nordisk reitera seu compromisso com a segurança dos pacientes e afirma estar investigando e denunciando todos os casos de falsificação às autoridades competentes, em conformidade com as legislações aplicáveis. Esse comprometimento busca não apenas conter a circulação desses lotes adulterados, mas também garantir a confiabilidade e a integridade dos medicamentos que fabrica. Pacientes e profissionais de saúde são incentivados a colaborar, verificando os lotes de Ozempic e relatando qualquer informação suspeita às autoridades competentes.
Conclusão: Um Alerta para a Saúde Pública e a Importância da Vigilância
O surgimento recorrente de lotes falsificados de Ozempic destaca a vulnerabilidade do sistema de distribuição e a necessidade urgente de medidas preventivas mais rigorosas. A Anvisa, em parceria com as empresas farmacêuticas, desempenha um papel crucial na proteção da saúde pública. Pacientes devem permanecer vigilantes, verificando cuidadosamente os lotes de medicamentos antes do uso e relatar qualquer atividade suspeita.
A segurança do paciente deve ser prioridade máxima, e é imperativo que se promova uma maior conscientização sobre os riscos associados ao consumo de medicamentos falsificados.
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Especialista explica sobre os medicamentos Ozempic e Wegovy
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Médico da Liti Saúde explica sobre esses medicamentos que têm gerado dúvidas e despertado a curiosidade dos brasileiros
No início do ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do medicamento Wegovy, nome comercial da Semaglutida na dose de 2,4mg, para o tratamento da obesidade e do sobrepeso associado a outras doenças, como o diabetes e a hipertensão arterial.
Além dessa nova aprovação, o Ozempic (Semaglutida nas doses de 0,25, 0,5 e 1mg) que é aprovado no Brasil para o tratamento do diabetes, vem sendo usado também o-label (sem indicação formal em bula) para o tratamento da obesidade, já que o princípio ativo é a mesma substância do Wegovy, a Semaglutida.
Ambos são fabricados pela empresa, Novo Nordisk e a substância dos medicamentos é um análogo do hormônio GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1). Apesar de já ter sido aprovado pelos órgãos regulatórios, o Wegovy só deve chegar ao Brasil em 2024. Já o medicamento Ozempic pode ser utilizado pelos brasileiros desde 2018.
Especialistas da Liti Saúde alertam sobre as medicações, dizendo como funcionam, o que é preciso entender, para que servem, quais os efeitos colaterais e não usar sem prescrição e acompanhamento médico.
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Quem nunca ouviu (ou mesmo disse) a frase: “Tomei remédio e emagreci. Mas quando parei, engordei tudo de novo”. Sim, isso é um fato que só corrobora o quanto uma medicação bem indicada pode ser efetiva no tratamento da obesidade.
Muitas medicações têm sido desenvolvidas nos últimos anos e com resultados realmente significativos. No entanto, como toda medicação para doença crônica, é importante salientar que seus efeitos só ocorrem enquanto você estiver em uso. O conceito de “remédio para emagrecer” precisa ser abandonado e substituído pelo conceito de “remédio para tratamento da obesidade”.
Dessa forma, o uso de forma contínua pode ser uma realidade para muitas pessoas ( e ainda bem que hoje temos medicações seguras com as quais podemos contar).
As medicações aprovadas para uso no Brasil que apresentam os melhores resultados são o Saxenda (liraglutida) e o Ozempic (semaglutida), ambas de aplicação subcutânea.
Enquanto usando Saxenda 63% dos pacientes perderam mais que 5% do peso corporal, e 33,1% mais que 10% do peso corporal no período de 12 meses, utilizando Ozempic observou-se uma perda média de 14,9% no mesmo período. Para se ter ideia do avanço, medicações mais antigas atingem em torno de 5% de perda de peso.
Um dos maiores limitantes para a difusão do uso do Ozempic em pacientes com indicação clínica é o seu alto custo. Enquanto a dose máxima recomendada para o tratamento do diabetes é de 1 mg, para o tratamento da obesidade a dose preconizada é 2,4 x maior. Devido ao preço e possíveis efeitos colaterais, grande parte dos pacientes não atinge a dose recomendada, o que ocasiona resultados inferiores aos descritos na literatura.
Além disso, o efeito da medicação se dá através da perda de apetite, o que faz com que as pessoas comam menos e que não necessariamente comam melhor. Dessa forma, embora na balança e nas roupas elas notem a diferença, nem sempre esses resultados se refletem em um metabolismo mais saudável.
Um dos fenômenos que tem acontecido recentemente é a falta de Ozempic nas farmácias. Por ser uma medicação que não necessita de prescrição médica para ser comercializada, muitas pessoas acabam se automedicando, o que fez com que ele sumisse das prateleiras. Esse fato é preocupante, não somente por prejudicar os pacientes que realmente tem indicação clínica, mas também pelo risco que essas pessoas têm de complicações decorrentes do seu uso sem supervisão.
Uma perda de peso não monitorada e não acompanhada de reeducação alimentar e mudança de estilo de vida acarreta em perda de massa muscular, sendo um atalho cujo ponto final já é bem conhecido: reganho de peso muitas vezes superior ao peso inicial.
Uma das promessas para os próximos meses é a chegada no Wegovy. O Wegovy contém o mesmo princípio ativo do Ozempic, a semaglutida. A única diferença é que a caneta do Wegovy já virá preparada para a dosagem preconizada para o tratamento da obesidade, que é de 2,4 mg. A caneta do Ozempic apresenta uma dose máxima de 1 mg, sendo que para atingir 2,4 mg o paciente precisa usar 2,4 doses.
Muito tem se falado sobre o lançamento de uma nova droga, o Mounjaro (tirzepartida). Enquanto que o Ozempic e o Saxenda são medicações conhecidas como análogos de GLP-1 por mimetizarem um hormônio que atua em áreas do cérebro humano importantes para a regulação do apetite, a tirzepatida atua não somente dessa forma mas também como análoga de GIP, uma outra molécula que também tem ação no controle da fome e saciedade no nosso sistema nervoso central. Assim como o Ozempic, ele também é de uso subcutâneo semanal.
Os resultados com o uso da tirzepatida são muito animadores e superiores a todas as medicações já em uso para o tratamento da obesidade. Com uma análise de 2.539 participantes adultos não diabéticos durante um ano e meio, a média de perda foi de 15% do peso, mas alcançou até 20,9% entre os voluntários que receberam doses maiores. Neste último grupo, a diferença representou até 23,6 kg a menos.
Os efeitos colaterais mais esperados são semelhantes aos demais medicamentos com mecanismo de ação semelhante (Saxenda e Ozempic) que incluem náuseas e alterações do trato gastrointestinal.
A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, e o seu tratamento envolve também múltiplos fatores que merecem ser bem conduzidos por uma equipe de saúde especializada e centrada em promover o emagrecimento preservando a saúde do indivíduo como um todo. Esse cuidado pode envolver o uso de medicamentos e com certeza contará com a inserção de novos hábitos e com as mudanças no estilo de vida.
A reeducação alimentar e outras mudanças do estilo de vida são objetivos indispensáveis na jornada por uma vida mais saudável e o uso de medicamentos, quando necessário, são bem vindos e têm o seu importante papel em ajudar o indivíduo nessa jornada.
Sobre a Liti
A Liti é a primeira healthtech que foca em resolver a dor do sobrepeso e da obesidade de um jeito humanizado e completo no Brasil. A jornada é 100% online e conta com o apoio de um time de saúde multidisciplinar (médico, nutricionista, cientista comportamental e educador físico). A empresa possui uma balança de bioimpedância com alto nível de precisão que é capaz de analisar a sua composição corporal (quantidades de gordura e de massa muscular).
Conectada ao aplicativo da Liti, possibilita um profundo entendimento sobre como você reage a diferentes combinações de nutrientes ao longo do dia (dietas com composições diferentes de grupos de alimentos). A Liti une o melhor da ciência para trazer facilidade às pessoas que já testaram outras alternativas ou que estão pela primeira vez nessa jornada e garante ser a última solução a ser testada.
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No primeiro semestre de 2023 o medicamento Ozempic e derivados com semaglutida deram um boom por buscas, mesmo com os alertas de efeitos colaterais, segundo maior marketplace de farmácias do Brasil
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Buscas por medicamentos com semaglutida no princípio ativo cresceram 91% no primeiro semestre de 2023
Apesar de alertas sobre efeitos colaterais, plataforma Consulta Remédios vem identificando aumento na busca por remédios como Ozempic
Apesar dos alertas de médicos e até mesmo de vídeos que viralizaram nas redes sociais sobre possíveis efeitos colaterais do Ozempic, medicamento utilizado no tratamento de diabetes do tipo 2 e que tem a semaglutida como princípio ativo, a busca pelo remédio vem aumentando. É o que diz a plataforma Consulta Remédios (CR), maior marketplace de farmácias do Brasil e que possui uma média de 1 milhão de visitas diárias.
Remédios com o princípio ativo, como é o caso do Ozempic, ganharam popularidade após a promessa de emagrecimento e muitas farmácias já vêm registrando falta do medicamento. Em diversos cenários levantados, a CR identificou um aumento expressivo. No primeiro semestre de 2023, se comparado com o último semestre de 2022, as buscas chegaram a apresentar um crescimento de 91%.
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“A gente percebe que o comportamento das pessoas também segue uma tendência muito relacionada às redes sociais, por exemplo. Após as trends que divulgaram efeitos do remédio, como ‘rosto Ozempic’ no início deste ano, a busca pelo medicamento apresentou uma queda de 30%. No entanto, de forma geral, ainda é possível observar que as pessoas vêm sim procurando o medicamento mais que o normal, e algumas farmácias até registram falta do medicamento”, explicou Rafaela Sarturi Sitiniki, farmacêutica responsável pela plataforma Consulta Remédios.
O aumento de 40% na busca de termos como “rosto Ozempic” e “bumbum Ozempic” registrado pela plataforma Google Trends é resultado dos relatos feitos por pessoas que perderam peso ao usar medicações à base de semaglutida, ocasionando flacidez em diversas partes do corpo. Além desse efeito colateral, outros também foram relatados, como diarreia, náuseas e vômitos, constipação, refluxo, entre outros.
Disponibilizado em formato de caneta de aplicação semanal em variadas dosagens, o uso do Ozempic para emagrecimento ainda não é liberado no Brasil. No mês de março, inclusive, a Associação Brasileira para o estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) divulgaram um documento alertando sobre o uso indiscriminado e os riscos a que as pessoas podem estar sujeitas.
“Todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e o uso sem acompanhamento médico é sempre um risco. No caso dos medicamentos com semaglutida, ainda existe o risco de uma busca exagerada causar problemas para as pessoas que precisam do medicamento para controlar a diabetes do tipo 2”, alerta a farmacêutica.
Além do aumento de buscas, a plataforma ainda encontra variação de preços. Na opção do Ozempic com dosagem 0,25 e 0,5 mg, por exemplo, a variação chega a quase 20%. Já o medicamento Rybelsus, que também possui a semaglutida em seu princípio ativo e é ofertado na forma de comprimidos a variação é ainda maior, chegando a 70%. “A opção de comprimido é mais recente, e isso vem trazendo novas possibilidades para os usuários e isso acaba impactando também na busca”, finaliza Rafaela.
Consulta Remédios é o maior marketplace do varejo farmacêutico no Brasil com uma média de 1 milhão de cliques diários cadastrados, o que a torna líder em resultados orgânicos relacionados a medicamentos e saúde. São mais de 2 mil farmácias cadastradas.
A plataforma ainda pode ser indicada pelo profissional para que seu paciente tenha acesso à bula e ao preço, e saiba onde comprar um medicamento prescrito. Uma simples busca na Consulta Remédios revela que ao utilizar a plataforma é possível economizar até 90% na hora da compra.
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Nessa semana o Youtuber PC Siqueira de 36 anos foi socorrido. Bora entender o que aconteceu com o ex-apresentador da MTV. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários para você conhecer O que aconteceu com pc […]
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Nessa semana o Youtuber PC Siqueira de 36 anos foi socorrido.
Bora entender o que aconteceu com o ex-apresentador da MTV.
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Nessa última quarta-feira o Youtuber PC Siqueira foi socorrido pelos bombeiros a UPA em Santo Amaro, no estado de São Paulo.
Ao que tudo indica o influencer já vem compartilhando a tempos problemas de saúde e bem-estar.
Segundo relato do portal Splash, PC Siqueira relatou dores no tórax e também marcas e hematomas na testa.
O youtuber publicou em suas redes sociais uma atualização sobre o seu estado de saúde:
“Queridos amigos e amigas: ontem tive um episódio de mania que saiu do controle, me expus e expus erroneamente minha parceira, e foi seguido de uma nova tentativa de suicídio. Fui resgatado pelo corpo de bombeiros e agradeço de coração a gentileza especial do Sargento que me acompanhou. Estou bem e seguro”.
O Youtuber recebeu doações via PIX e prontamente disse que iria comprar remédios que precisava, uma vez que este não estava usando medicação há 15 dias.
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fonte: Splash
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No mundo, em especial quando estamos falando do ramo farmacêutico, às vezes, alguns medicamentos são desenvolvidos a priori para uma determinada função. No entanto, nem sempre essa função é a única que um determinado medicamento pode desempenhar, visto que podem haver outros processos e ações que podem ser ocasionadas por um mesmo medicamento. Isso já […]
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No mundo, em especial quando estamos falando do ramo farmacêutico, às vezes, alguns medicamentos são desenvolvidos a priori para uma determinada função. No entanto, nem sempre essa função é a única que um determinado medicamento pode desempenhar, visto que podem haver outros processos e ações que podem ser ocasionadas por um mesmo medicamento. Isso já aconteceu outras vezes e dificilmente deixará de ocorrer e vem acontecendo com o Ozempic.
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Mas por que estamos falando disso? Ocorre que recentemente um medicamento chamado de Ozempic, nos Estados Unidos, começou a ser utilizado para outros fins, sem ser aqueles que o medicamento efetivamente foi desenvolvido. Quer compreender tudo que está ocorrendo em torno desse medicamento? Continue lendo que não vamos te explicar tudo sobre. Confira aqui!
“Oh, oh, oh, Ozempic”, são as palavras que algumas vozes cantam em um comercial que está vinculado ao remédio que está sendo comercializado nos Estados Unidos da América para diabetes do tipo 2, fabricado pela empresa de saúde Novo Nordisk. Nesse sentido, esse trecho que foi apresentado inicialmente refere-se ao jingle que é cantando ao som de Magic, da banda Pilot dos anos de 1970.
Em vista disso, é importante destacar que essa canção faz apologia a rápida capacidade do remédio que foi relatado de causar a perda de peso com o efeito colateral do controle do açúcar no sangue nos sujeitos que possuem diabetes. No entanto, como foi dito anteriormente, a sua função principal não é essa.
De acordo com os especialistas, os pacientes consideram esse remédio uma maravilha devido a esse efeito de perda de peso que é proporcionado por ele. Em relação a esse medicamento específico, o cirurgião dermatológico de Nova York Paul Jarrod Frank disse: “Além do Viagra e do Botox, não vi nenhum outro medicamento se tornar tão rapidamente parte da cultura moderna.”
Não é nenhum tipo de brincadeira de Paul Jarrod Frank quando fala que os pacientes acham o remédio maravilhoso. Isso não é nenhum tipo de eufemismo. Na realidade, o termo “corpo pós-Olympic” virou uma tendência nas mídias sociais e na vida real dos sujeitos nos Estados Unidos da América. Na realidade, tornou-se extremamente comum ver relatos na internet de pessoas que passaram a tomar o medicamento para poder perder peso.
Inclusive, no mês passado, o bilionário Elon Musk creditou Wegovy, uma droga semelhante, como uma das principais razões pela sua perda de tempo, o outro motivo que foi atribuído pelo bilionário foi a prática de jejum. Além disso, outras personalidades publicadas também referenciam o remédio, como Andy Cohen e até mesmo Kim Kardashian no TikTok, visto que foi amplamente divulgado que ela teria utilizado o medicamento para poder perder peso e caber no famoso vestido de Marilyn Monroe no Met Gala deste ano.
Porém, mesmo que as celebridades não admitam que tenham utilizado esse medicamento destinado a diabetes do tipo 2 para poder perder peso, as pesquisas no Google mostram um grande empenho da população por procurar o medicamento e os efeitos dele no corpo.
De fato, podemos dizer que a estética do corpo humano, ou seja, os padrões estabelecidos socialmente alteram-se conforme os anos passaram. Num primeiro momento, o corpo mais robusto era compreendido como um padrão. No entanto, hoje, o polêmico corpo padrão magro está voltando a ser o cenário do mundo da moda, embora muitos afirmem que essa tendência e esse padrão estético nunca tenham realmente deixado de ser atuantes na sociedade.
Em suma podemos dizer que a estética pode ser fortemente influenciada pelas tendências que a moda dita em um determinado período da existência. Em vista disso, é preciso dizer que a ideia de que as pessoas achem normal ter que ter que se submeter a injeções de forma regular e submeter-se a potenciais efeitos colaterais em nome de encaixar-se no padrão é um um pouco preocupante.
De acordo com a dermatologista Ava Shamban, de Los Angeles, “a distorção corporal, a dismorfia e o exemplo que estamos dando para as mulheres jovens, já tão vulneráveis às versões irrealistas da beleza”. Além disso, a especialista em medicina da obesidade em Beverly Hills, Nancy Rahnama, concordou e disse: “Celebridades que usam, ou melhor, abusam destas drogas para perda de peso – não por motivos de saúde, mas simplesmente para alcançar um corpo magro – formam um cenário profundamente problemático, que contribui para aumentar a cultura tóxica da perda de peso”.
De fato, a resposta mais simples que pode ser concedida em relação a essa questão é: não. Esse remédio específico é comercializado para combater a diabetes tipo 2. Na realidade, existe um medicamento dessa mesma empresa farmacêutica que é aprovado para a perda de peso, o mesmo que Musk citou: Wegovy. Esse remédio, na realidade, é indicado para pessoas que possuem sobrepeso e idade acima de 18 anos de idade, índice de massa corporal (IMC) acima de 30 ou acima de 27 com alguma comorbidade associada, como pressão alta e colesterol alto.
“Wegovy marcou o início de uma nova geração de medicamentos antiobesidade altamente eficazes”, diz W. Scott Butsch, diretor de medicina da obesidade no Instituto Metabólico e Bariátrico da Cleveland Clinic.
“A perda de peso corporal de 12,4% causada por ele durante o seu estudo de eficácia, que durou 68 semanas com mais de 1.900 pessoas com um IMC médio de 37 participando, foi superior a todos os medicamentos anti-obesidade existentes. Além disso, uma parcela maior do que a metade do grupo de estudo (55%) perdeu mais de 15% do peso corporal e 35% perdeu mais de 20%”.
Porém, como o Ozempic é um remédio que possui o acesso mais facilitado em detrimento do Wegovy, as pessoas acabam comprando-o e utilizando para a perda de peso, mesmo que o médio não seja destinado a isso. Além disso, de acordo com muitos especialistas, o fato do medicamento ser auto administrado em casa e ser utilizado por meio de injeção no abdômen, braço ou coxa uma vez por semana, isso acabou contribuindo diretamente para a circulação do medicamento, ainda mais quando estava ocorrendo o isolamento social.
Em suma, falando de uma forma mais genérica e pouco técnica, o Ozempic faz com que o apetite do corpo seja reduzido, enganando-o para que você não sinta fome e, consequentemente, deixe de comer. “Quando produzido naturalmente, o hormônio que imita Ozempic só nos mantém com a sensação de estar satisfeitos por algumas horas, enquanto o medicamento pode fazer essa sensação durar até 24 horas”, aponta especialista. Em vista disso, podemos dizer que o medicamento possui sim alguns efeitos colaterais.
De acordo com a própria bula do medicamento, os efeitos colaterais que as pessoas podem sentir são: náuseas e vômitos, constipação e fezes moles são amplamente relatados e, para alguns, levam à descontinuação do medicamento. De acordo com a Dra. Chao, “os efeitos colaterais raros e graves com a semaglutida incluem inflamação do pâncreas, retinopatia diabética, problemas renais, problemas da vesícula biliar e reações alérgicas”.
Por conseguinte é importantíssimo deixar claro que como o medicamento foi desenvolvido para poder tratar uma doença que é crônica, por consequência, não foi desenvolvido para poder ter o seu uso interrompido. Na realidade, o medicamento trata pacientes que possuem diabetes, ou seja, deve ser tomado a longo prazo para que surta efeito desejado nos pacientes. “Se a medicação for interrompida e os pacientes voltarem aos seus hábitos alimentares anteriores devido ao aumento do apetite, eles voltarão aos seus níveis originais de açúcar no sangue”, aponta Dra. Rahnama.
Por fim, vale salientar que este medicamento é relativamente novo no mercado fármaco. Devido a isso, ainda não existem estudos robustos que digam quais são os efeitos desse medicamento ao longo prazo sendo utilizado pelas pessoas. No entanto, embora esses estudos ainda não existam, é válido enfatizar que o medicamento foi projetado para pessoas que possuem diabetes, e não sujeitos que querem somente perder peso. São necessários muitos estudos para tentar entender quais serão os efeitos do medicamento nos sujeitos que não portam a doença e mesmo assim fazem uso dele.
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