
Com a experiência emocional aplicada pela neuroarquitetura você pode conseguir resultados impressionantes em vendas. Essa ciência pode influenciar positivamente no interesse pelos produtos e nas decisões dos consumidores. Bora aprender um pouco mais sobre como estimular consumidores e comportamentos de compra. Talvez você goste de ler também: Domino’s Pizza no Carnaval 2023! Shopee com novo […]
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Com a experiência emocional aplicada pela neuroarquitetura você pode conseguir resultados impressionantes em vendas. Essa ciência pode influenciar positivamente no interesse pelos produtos e nas decisões dos consumidores.
Bora aprender um pouco mais sobre como estimular consumidores e comportamentos de compra.
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Arquiteto e urbanista, Lorí Crízel explica como essa ciência pode influenciar no interesse pelos produtos e nas decisões dos consumidores
Em um universo de alta concorrência, no qual o uso do marketing de forma eficiente é essencial, um velho elemento faz a diferença na decisão do cliente: a vitrine. E a neuroarquitetura, ciência que analisa os impactos do ambiente físico no comportamento humano, tem sido cada vez mais utilizada nos projetos de grandes grifes, promovendo uma “experiência emocional” e influenciando na tomada de decisões dos consumidores.
“Com o advento das redes sociais, nesta época em que são cada vez menores os períodos que temos para a realização das atividades, estamos vivendo em um cenário de processamento informacional com um tempo muito reduzido. O impacto visual deve acontecer em menos de dois segundos para o consumidor. Assim, a gente começa a entender que a vitrine, seja por meio de uma promoção, das cores dos elementos ou dos materiais usados, é o convite e a primeira parte da comunicação para trazer as pessoas para dentro da loja”, ressalta o arquiteto e urbanista Lorí Crízel (foto), especialista em neuroarquitetura.
Presidente da ANFA (Academy of Neuroscience for Architecture) no Brasil e autor do primeiro livro do país sobre neurociência aplicada à arquitetura, design e iluminação, o especialista lembra que, há cerca de duas décadas, começou a ser trabalhado um conceito no retail design (design de varejo) chamado Design Emocional. Trata-se de uma prática adotada no varejo para promover uma organização espacial, comunicativa e experiencial, com a meta de impulsionar as vendas de bens e serviços ao consumidor. “O design emocional utiliza aspectos de determinados elementos para despertar sensações no público-alvo, que foi estudado e é impactado por este conceito trabalhado dentro do mundo físico”, diz.
Como exemplo, ele cita a compra de um dado produto por um consumidor. “A junção de várias características físicas deste produto fará com que o consumidor escolha por um modelo específico. Essa decisão não está apenas ligada ao preço, mas também ao conceito emocional dessa experiência”, explica Crízel.
O especialista ressalta que o marketing, diante de uma avalanche de informações, começou a valorizar o significado da experiência de a pessoa procurar um produto em uma loja física, que é bem diferente do que ocorre quando o consumidor opta por adquiri-lo na internet e está sujeito a se decepcionar quando o recebe. “Pessoalmente, a visita ao local pode oferecer uma grande carga emocional. E, hoje, tirou-se da mente aquela ideia de cliente fidelizado, mas, sim, a do cliente satisfeito nesta relação entre as partes. Pois, a partir do momento em que você se sentir insatisfeito, vai parar de consumir um determinado produto. Enquanto estiver satisfeito, você continuará tendo uma relação com aquela marca”, explica.
Muito mais do que apenas expor os produtos, as vitrines das lojas podem ficar em evidência por meio de recursos tecnológicos, que proporcionam uma interação completa com os consumidores. Crízel explica que vivemos a era do “phygital”, ou seja, a união dos universos físico e digital em uma única experiência aos clientes, que passam a desfrutar de um processo de compra mais atrativo e personalizado para atender às suas preferências. Como exemplo, ele cita vitrines com recursos que filmam o cliente, espelham a sua imagem em uma tela e permitem que o consumidor, mesmo fora da loja, possa simular de forma virtual a ação de experimentar uma roupa.
“No vitrinismo, começa a ser usado esse mesmo nível experiencial, com lojas que são expositoras de uma experiência e trabalham com uma interação com o público. Estamos na era do ‘phygital’, e uma das características deste conceito é a valoração que se dá a uma relação interativa. E quem trabalha com vitrinismo tenta traduzir, a partir da vitrine, os valores de uma marca ao consumidor. Nesta interação, existe a busca por gerar uma ‘relação dopaminérgica’, na qual busca-se promover uma sensação de satisfação, de retorno, de recompensa”, explica o arquiteto.
A opinião é compartilhada pelo vitrinista Leonardo D’Avila, brasileiro que atualmente trabalha na área comercial da Givenchy, grife de produtos de luxo e joias, em Miami, nos Estados Unidos, onde também já prestou serviço para a Giorgio Armani, outra gigante deste setor da economia. “A vitrine, muito mais do que vender uma roupa específica, quer passar uma sensação para quem está a vendo. E é essa sensação que vai fazer a pessoa decidir entre entrar na loja ou não. Isso é, com certeza, muito mais evidente nos dias de hoje, após a criação do omnichannel (estratégia que visa centralizar os canais de comunicação de uma empresa para vender produtos), com a possibilidade de o cliente comprar on-line e ter mercadoria entregue na sua casa”, destaca.
“A loja física, além de ser superimportante para quem prefere consumir dentro dela, tem de conseguir uma conexão entre a marca e o cliente, que precisa ter um sentimento não só por meio da vitrine, mas pelo ambiente todo. É por isso que o visual merchandising (prática que valoriza produtos, marcas e o ponto de venda para atrair e estimular compradores) tem causado essas sensações de olfato, visão, tato etc. É a construção de um ambiente”, reforça D’Avila.
Em meio a esse panorama, Crízel lembra que as vitrines projetadas com as ferramentas da neuroarquitetura ajudam uma empresa a vender mais também para um perfil de cliente conhecido no mercado como shopper, que realiza a compra, mas não é um consumidor final daquele determinado produto. “A pessoa, muitas vezes, busca algo que não é para si própria e faz parte de um universo que ela não conhece. E a boa vitrine identifica muito nitidamente como aquela marca conversa com o público-alvo que pretende atingir. Assim, mesmo enquanto shopper, um comprador consegue perceber características que estão ligadas às preferências da pessoa para a qual está adquirindo um produto”, diz.
Tipologias de cor e de iluminação, a diagramação das proporcionalidades do espaço exposto através da vitrine, além de questões como a cultura e a geografia de um lugar, são citadas por Crízel como fatores que influenciam os conceitos da neuroarquitetura e que serão aplicados em um projeto. E ele destaca que a procura por esse tipo de ferramenta da neurociência é crescente neste setor da economia. “O aumento dessa demanda é significativo no varejo, pois, hoje, se entendeu que não adianta ser só bonito, é preciso ter uma estética funcional para atender ao propósito daquele projeto. Em alguns casos, uma loja é simples, mas exerce uma atração ao seu público-alvo, e é melhor que seja simples”, finaliza.
Ao comentar essa realidade, D’Avila enfatiza que diversas campanhas de marketing, como as criadas para datas como o Dia dos Namorados e o Dia das Mães, hoje, são muito direcionadas para as pessoas que consumirão um produto como compradoras, e não em quem será presenteado. “Normalmente, são voltadas para causar uma sensação, por exemplo, no filho que se sentirá próximo da mãe de alguma maneira. Sempre as campanhas mostram alguma coisa relacionada ao amor, como o que é sentido em relação ao seus pais. Então, a vitrine é como uma comunicadora, que vai tentar capturar o sentimento dessa pessoa, que é a consumidora, e não o da mãe, que ganhará o presente”, explica.
Lorí Crízel é arquiteto e urbanista, presidente da ANFA (Academy of Neuroscience for Architecture) no Brasil e membro da ANFA Center for Education Latin America. Professor no Master Degree em Design for Architecture no POLI. Design do Instituto Politécnico de Milão e mestre em conforto ambiental, o profissional é o autor do primeiro livro do país sobre neurociência aplicada à arquitetura, design e iluminação. Especialista em neurociências e comportamento humano, ele também coordena cursos e programas internacionais do IPOG (Instituto de Pós-Graduação e Graduação) no Brasil, é CEO do escritório Lorí Crízel + Partners, além de mentor do programa Design Tank Brasil e membro fundador do projeto Neuro in Lab, além de possuir uma vasta bagagem internacional por meio de imersões em alguns dos mais renomados escritórios de arquitetura do mundo.
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fonte: wgocomunicacao
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Ontem no BBB22 Tiago Abravanel puxou uma conversa com um participante onde a o ponto alto foi: generalizar o sobrepeso como fator de risco é gordofobia. Enfim, precisamos falar um pouco sobre gordofobia. O que é Gordofobia? Antes de mais nada vale conceituarmos que o preconceito contra pessoas gordas é conhecido como gordofobia. Isso acontece […]
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Ontem no BBB22 Tiago Abravanel puxou uma conversa com um participante onde a o ponto alto foi: generalizar o sobrepeso como fator de risco é gordofobia. Enfim, precisamos falar um pouco sobre gordofobia.

Antes de mais nada vale conceituarmos que o preconceito contra pessoas gordas é conhecido como gordofobia. Isso acontece quando alguém avalia outra pessoa como inferior, desprezível ou repugnante pelo simples fato de ser gorda.
Muita gente não vê problema em fazer comentários sobre a forma física do outro, ou “brincar” com os amigos sobre aquela gordurinha extra de alguém. Tem gente que diz que são apenas “toques de amigo”. Mas não podemos ter certeza que isso seja assim tão simples para todo mundo.
Conversando com um participante médico, Tiago Abravanel exemplificou alguns perrengues sociais que pessoas gordas passam diariamente.
Segundo a fala do artista, a gordofobia vai além do lado estético, uma vez que trouxe exemplos como: não conseguir passar em catracas, cinto da poltrona do avião que não cabe, em lojas tem que procurar um departamento pluz size. Segundo ele, “as pessoas gordas são excluídas da sociedade”.
Na conversa com outros brothers da casa, Tiago se posicionou deixando claro que não está incentivando a obesidade, pois a saúde vai além da forma física.
Mas quem disse que uma pessoa acima do peso não tem saúde? Conforme dito pelo neto do Silvio Santos, os exames dele estão em dia, ele gosta de se exercitar, comer alimentos saudáveis, sair com os amigos e viver uma vida plena. Isso não seria cuidar da própria saúde e vida? Afinal de contas, os olhos das pessoas estão treinados para perceber quem tem saúde e quem não tem?
Nosso Tiago falando o que precisa ser dito! Saúde vai além da forma física.
#BBB #BBB22 #BigBrotherBrasil #TeamAbrava #TiagoAbravanel
Vídeo: Reprodução/Globoplay pic.twitter.com/g4uI3JZK1Q
— Tiago Abravanel
(@TiagoAbravanel) January 20, 2022
O “clima esquentou” quando um dos brothers apontou que a obesidade é um dos três fatores de risco para várias doenças (obesidade, alcoolismo e tabagismo).
Aí que veio resposta de Tiago para todas as pessoas que acreditam que toda pessoa gorda tem problema de saúde ou é doente: “Generalizar o sobrepeso como fator de risco é gordofobia”. E o papo seguiu com Tiago exemplificando ter saúde para passar 5 horas sobre um trio elétrico fazendo show.
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Você conhece os 12 arquétipos da psicologia? Nesta sexta-feira (18), o Seja Criativo realizou mais uma live, um bate-papo sobre os psicologia, marketing e comunicação. Dessa forma, é interessante percebermos que os arquétipos podem ajudar na construção de marcas extraordinárias usando o poder desses. É provável que você goste de ouvir: Você já tomou um […]
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Nesta sexta-feira (18), o Seja Criativo realizou mais uma live, um bate-papo sobre os psicologia, marketing e comunicação. Dessa forma, é interessante percebermos que os arquétipos podem ajudar na construção de marcas extraordinárias usando o poder desses.
É provável que você goste de ouvir:
Arquétipos: como podemos trabalhar isso em nossas marcas e projetos
E para falar sobre o assunto, nada melhor do que uma live do Seja Criativo. Por isso, nesta sexta-feira (18), reunimos dois especialistas no assunto, o professor Misael Montaña e o profissional Maurício Deon, para falar sobre como os arquétipos podem nos ajudar com as marcas e projetos de comunicação e marketing.
Além disso, também falamos sobre cases e exemplos de arquétipos aplicados no nosso dia-a-dia. Então, para não perder a conversa e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto, não esqueça: das nossas lives todas as sextas às 16h, diretamente do nosso Instagram, Facebook e YouTube. Bora conferir esse conteúdo? 
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Antes de mais nada, qual é o seu propósito? Você já parou para pensar nisso? Em algum momento, seja na carreira profissional ou mesmo na vida pessoal normalmente as pessoas param para pensar: o que eu estou fazendo? por que estou fazendo isso? aonde vou parar assim?. À primeira vista questionamentos são considerados “ok” ainda […]
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Antes de mais nada, qual é o seu propósito? Você já parou para pensar nisso? Em algum momento, seja na carreira profissional ou mesmo na vida pessoal normalmente as pessoas param para pensar: o que eu estou fazendo? por que estou fazendo isso? aonde vou parar assim?. À primeira vista questionamentos são considerados “ok” ainda mais para quem está procurando um sentido para o que faz. Veja como definir o seu propósito criativamente lendo esse artigo.
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Golden Circle: como usar 3 perguntas para definir o seu propósito?
Ô perguntinha capciosa essa, mas muito necessária para preencher o vazio que pode habitar a vida de quem não tem essa resposta ainda. Vamos apresentar uma metodologia capaz te ajudar você a conseguir definir isso. Usando o Golden Circle, do especialista em liderança e cenários competitivos, o inglês Simon Sinek, você poderá desenhar de forma simplificada o seu propósito, assim como “ligar os pontos”.
Assim, de forma resumida, o Golden Circle possui 3 esferas, sendo que a primeira a ser construída deve ser a esfera do WHY?. Consecutivamente você deve construir o HOW e o WHAT. Para você se aprofundar mais sobre o assunto, indicamos a leitura desse artigo também.

Contudo a primeira esfera está relacionada a questionarmos o POR QUE das coisas. Em síntese você precisa responder algumas questões para formular o seu real propósito.
O que move você todos os dias? O que te faz feliz? Qual é a sua missão na terra? Qual é a sua razão de existir? Você possui alguma causa? Se realiza fazendo o que? Qual o seu objetivo na vida?
Se você definiu por exemplo em ser mais saudável, você deve evitar hábitos e atitudes contra esse estilo de vida e investir em aspectos positivos para ter uma vida com mais saúde.
A segunda esfera do Golden Circle está relacionada a COMO você vai por em ação o seu WHY. Dessa forma o HOW representa um plano de ação no qual você irá planejar atitudes práticas para alcançar os seus objetivos. As questões a serem respondidas nessa esfera são:
Como você vai materializar o seu propósito? você vai atuar em uma causa ou em algo que gosta de fazer? Como você se diferencia das demais pessoas? Você vai mudar hábitos em prol do seus objetivos?
Se você almeja um lifestyle de boa saúde, vai ser necessário evitar cigarro, bebidas àlcoolicas, drogas e procurar por alimentação saudável, longe de produtos industriais por exemplo.
Por fim, a terceira esfera está relacionada com O QUE você faz.
O que você faz? Quais são os seus talentos? quais são as suas habilidades?
Seguindo o lifestyle de boa saúde você vai ter que fazer atividades físicas ou mesmo participar de um grupo de pessoas que possuam os mesmos interesses que você. Se você gosta de dançar, aulas de dança podem facilitar você nessa busca por um propósito. Se você gosta de cozinhar, use as suas habilidades para fazer alimentos mais saudáveis.
Seja como for, muitas vezes o trabalho e a vida pessoal se misturam, porém, todos devemos saber o quanto a pessoa jurídica pode ser diferente da pessoa física. Igualmente podemos perceber que o trabalho nos engrandece tendo em vista que nos tornamos úteis e ocupados com um ofício. Mas por vezes esse mesma atividade profissional pode em um determinado momento não fazer mais sentido nas nossas vidas. É aí que entra o tal do propósito e a revisão dele.

O que você está fazendo agora é algo que você realmente ama?
Esses simples questionamento parece conflitante se pensarmos nas gerações: Baby Boomers, Geração X, Millennials e mais recentemente a Geração Z. Mas ao mesmo tempo torna-se importante analisarmos o que o seu pai ou avô tinham como propósito para perceber se esses fazem ou não sentido para você.
A geração dos baby boomers por exemplo o sucesso estava atrelado a estabilidade na vida. Trabalhar muito, separar o trabalho da vida pessoal, cumprir horário, seguir uma carreira para o resto da vida, casar, comprar uma casa e constituir uma família eram algumas características dessa geração.

Porém ao longo do tempo essas aspirações foram sendo modificadas, a geração X entendia sucesso como sendo jovem e rico criando o que conhecemos pelo termo workaholic, viciados em trabalho, competitivos e extremamente consumistas.
Logo depois os Millennials tem na sua receita de sucesso baseada em prazer, ou seja, conseguem juntar oportunidades com paixões. E Posteriormente a todas essas gerações surge a geração Z, um upgrade de todas essas e totalmente conectada a internet e buscadores.
Uma perspectiva interessante para você analisar esses conflitos de geração pode ser visto no vídeo All work and all play criado pela empresa de pesquisa e tendências Box 1824.
Definitivamente entender qual o seu propósito na vida, seja ela profissional ou pessoal, ajuda você a se desenvolver como ser humano. Com certeza existe uma jornada reflexiva para se obter tais respostas as perguntas indicadas pelas esferas do Golden Circle. Igualmente vale algumas reflexões sobre o conflito de gerações, todavia essa metodologia pode ser a ferramenta que faltava para você definir o seu propósito.
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Conflito de Gerações: desafios e estratégias para gerenciar quatro gerações no ambiente de trabalho
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