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mercado brasileiro – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Thu, 13 Jul 2023 13:32:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png mercado brasileiro – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 Fazenda Futuro invade o mercado de laticínios vegetais, confira https://sejacriativo.com.br/fazenda-futuro-vegetais/ https://sejacriativo.com.br/fazenda-futuro-vegetais/#respond Thu, 13 Jul 2023 13:32:14 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=28420 Fazenda Futuro invade o mercado de laticínios vegetais, confira

A Fazenda Futuro não para de inovar trazendo nova linha de produtos laticínios vegetais

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Fazenda Futuro invade o mercado de laticínios vegetais, confiraFazenda Futuro invade o mercado de laticínios vegetais, confira

Fazenda Futuro expande linha de produtos e entra no mercado de laticínios vegetais
Futuro Aveia chega ao mercado a partir de junho em cinco versões; lançamento marca importante passo da empresa para tornar-se “one stop shop”, onde o consumidor encontrará os diversos tipos de alimentos, todos à base de plantas

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Fazenda Futuro invade o mercado de laticínios vegetais, confira

A Fazenda Futuro, primeira foodtech da América Latina voltada à produção de carne à base de plantas sem nada de origem animal, acaba de anunciar o lançamento da sua primeira bebida à base de aveia, o Futuro Aveia. A novidade marca a entrada da startup no mercado de laticínios vegetais, e dá sequência aos investimentos em desenvolvimento de novos produtos, com o objetivo de tornar-se uma “one stop shop”, onde em breve será possível encontrar tudo o que uma fazenda oferece, mas em versão 100% vegetal.

O Futuro Aveia utiliza uma tecnologia diferenciada na enzima, que garante o melhor sabor, trazendo uma bebida mais neutra, branca e cremosa, se aproximando do leite de vaca. Além de ser fonte de cálcio e fibras, a bebida é sem lactose, livre de glúten e possui menor potencial alergênico do que o leite de vaca e até mesmo de outras bebidas vegetais, como as feitas à base de castanhas e oleaginosas. A bebida de aveia ainda tem a vantagem de ser a mais sustentável com um menor gasto de água em sua produção versus as demais bebidas vegetais.

A linha conta com cinco versões: Original, Baunilha, Chocolate, Barista e Receitas. A versão Original é a mais neutra e próxima do leite de vaca. Ideal para ser consumida pura, ou com cereais e granola. A Baunilha possui um aroma suave que fica excelente batida com frutas. Quem não lembra do chocolate gelado da padaria? Se tem saudades deste sabor, o Futuro Chocolate chegou para te lembrar.

A cremosidade na espuma do café fica por conta do Futuro Barista. E a versão Receitas, um dos grandes diferenciais, possui apenas dois ingredientes (água e aveia), com sabor neutro e zero gordura, é para ser utilizada tanto em receitas doces quanto salgadas, sendo ideal para criar molhos, cremes, pudins, bolos e/ou qualquer preparação como substituto 100% vegetal para o leite de vaca.

Três lançamentos da linha (Original, Baunilha e Receitas) já estão sendo disponibilizados em mercados que a Fazenda Futuro tem atuação com um valor médio de R$ 15,75. Já a versão Chocolate e a Barista, devem chegar às gôndolas em agosto.

Mercado Brasileiro

Líder no mercado brasileiro na categoria plant-based com 44% de marketshare, segundo levantamento da Scanntech, a Fazenda Futuro entra no promissor mercado de laticínios vegetais, que deve crescer pelo menos 130% até 2025 (Tetrapack).

“Estamos entrando em um novo ciclo de vida na empresa, Fazenda Futuro 2.0, e o nosso objetivo é nos tornar a fazenda do futuro. Seguindo nosso propósito de mudar a maneira que o mundo come, queremos revolucionar o setor fornecendo produtos no setor alimentício, de qualidade. A Fazenda Futuro está se transformando em um balcão único onde os consumidores podem encontrar tudo o que encontrariam em uma fazenda real, mas à base de plantas”, aponta Marcos Leta, fundador da startup.

A ideia, segundo Leta, é continuar trabalhando mais inovações em produtos como mel, queijo, manteiga e iogurte, todos pensados com a mais recente tecnologia de ponta para produzir alimentos inovadores em textura e sabor.

 

Sobre a Fazenda Futuro

Fundada em maio de 2019, por Marcos Leta e Alfredo Strechinsky, a Fazenda Futuro é a primeira foodtech e lifestyle brand da América Latina que utiliza tecnologia de ponta para criar a melhor carne de origem vegetal do mercado. Sua abordagem inovadora lhes permite criar alimentos com o mesmo sabor, textura e suculência de carne bovina, suína e de frango – sem prejudicar os animais nem o planeta. Os dois fundadores se uniram na preocupação com o índice de consumo de carne da população mundial e lançaram a marca com um propósito ambicioso: mudar a forma como o mundo come de uma maneira que seja boa para as pessoas, para o planeta e para seu prato. Por conta de seus diferenciais,

Criado através de um processo tão único quanto às causas que existem para apoiar, envolvendo tecnologia e engenharia, Leta & Strechinsky colocam pesquisa e desenvolvimento no centro do negócio. Quase um terço da receita bruta é reinvestida em P&D, pois o foco é sofisticar a tecnologia a ponto das pessoas não reconhecerem o que é animal e vegetal. O portfólio conta com o Futuro Burger – primeiro produto da marca que hoje já é líder na categoria- Futuro Burger Defumado, Carne Moída do Futuro, Almôndega do Futuro outra líder, Futuro Frango, Linguiça do Futuro, Futuro Atum, Kikikibe, Mini Burger e Franguito, cada um com sua própria fórmula sem transgênicos e, claro, sem boi, porco ou galinha. Entre os ingredientes mais usados estão proteína isolada de soja, de grão de bico, além de beterraba, óleo de coco e alga marinha.

Com quase 4 anos de existência e como Future Farm, a marca já está presente em 30 países como Inglaterra, Holanda, Suécia, Emirados Árabes, Chile, Uruguai e Estados Unidos.

 

Prêmios Fazenda Futuro

A Fazenda Futuro foi premiada World Changing Ideas 2020 pela Fast Company; Foi premiada como “Branding” no Latin American Design Awards; Conquistou o melhor design de embalagem pela The Dieline; O Futuro Burger ganhou na categoria de melhor vegano e plant burger do The Grocer, Reino Unido, país onde a marca esteve entre os 10 melhores anúncios ao ar livre de campanha em 2021;

Também garantiu o prêmio de melhor novo produto pela Vegnews, no Expo West Trade Show e, além disso, o recente lançamento da marca, Futuro Atum, recebeu o título de melhor produto internacional pela Alimentaria. Já este ano, 2022, Fazenda Futuro conquistou o “Progressive Grocer Impact Awards”, que tem como objetivo homenagear empresas que estão focadas no bem maior, e foi reconhecida como vencedora na categoria de conservação de recursos e sustentabilidade.

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Mercado pet com lançamento exclusivo de acessórios fashion em collab https://sejacriativo.com.br/mercado-pet-com-lancamento-de-acessorios/ https://sejacriativo.com.br/mercado-pet-com-lancamento-de-acessorios/#respond Mon, 19 Jun 2023 19:00:16 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=26126 Mercado pet com lançamento exclusivo de acessórios fashion em collab

O mercado pet com foco na ampliação de consumidores, parceria conta com acessórios para cães e gatos, entregando tecnologia para maior conforto e segurança

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Mercado pet com lançamento exclusivo de acessórios fashion em collabMercado pet com lançamento exclusivo de acessórios fashion em collab

Em meio à expansão do mercado pet, FreeFaro se une à Sanrio para lançamento exclusivo de acessórios

Mercado pet com lançamento exclusivo de acessórios em collab

A Sanrio, licenciadora da personagem Hello Kitty, anuncia parceria com a FreeFaro, marca especializada em acessórios para pet. A união prevê a ampliação da base de consumidores, atingindo os donos de animais de estimação, que buscam itens de qualidade e com design diferenciado.

Para a Freefaro, o objetivo também é atingir novos públicos, já consolidados pela Sanrio e Hello Kitty, além de fortalecer a marca em relação a portfólios e as empresas aliadas. Entre os itens que farão parte da coleção, estão coleiras, guias, peitorais, camas e bandanas, entregando, em sua identidade visual, cores vivas e estampas com o universo Hello Kitty. O lançamento conta também com uma tecnologia totalmente exclusiva nas fitas e ganchos, o que torna as peças ainda mais seguras e confortáveis.

Para a Sanrio, o segmento pet é um importante nicho por apresentar um grande potencial de crescimento, o que torna esse mercado estratégico para a empresa, já que, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde (Sindan), é um setor que tem expectativa de 15% de crescimento entre 2023 e 2024.

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Collab de sucesso no mercado pet

“A parceria com a FreeFaro é uma oportunidade para nos consolidarmos ainda mais dentro do mercado pet. É uma marca influente no mercado e preocupada em levar produtos de qualidade e exclusivos para os consumidores, além de que a Sanrio tem a versatilidade necessária para se adequar e penetrar em diferentes eixos”, conta Monica Joseph, Gerente Comercial e Marketing da Sanrio.

Por ser tratar de uma indústria nacional, a FreeFaro produz e vende peças fabricadas para diversos canais de consumo, sendo eles B2C ou B2B, por isso a coleção tem duração prevista de um ano no mercado. Os preços variam de R$49,90 até R$289,00 e os produtos podem ser encontrados no site da FreeFaro (freefaro.com.br), nos quiosques oficiais da marca localizados em shoppings e em petshops espalhados pelo Brasil.

Para encontrar a FreeFaro mais próxima, clique aqui.

Sobre o mercado pet

O mercado pet no Brasil tem experimentado um crescimento exponencial nos últimos anos. Com uma população cada vez mais engajada no bem-estar e cuidado de seus animais de estimação, o setor tem se mostrado extremamente promissor. Desde a alimentação e saúde até os serviços de estética e entretenimento, uma ampla gama de produtos e serviços pet está disponível para atender às necessidades dos tutores e seus queridos pets.

O aumento do poder aquisitivo da população e o crescente interesse por estilo de vida saudável também impulsionam o setor, resultando em uma demanda constante por produtos naturais, orgânicos e ecologicamente corretos. Além disso, a digitalização e o comércio eletrônico têm desempenhado um papel fundamental no acesso facilitado a produtos e serviços pet, proporcionando maior conveniência aos consumidores.

Com esse panorama positivo, o mercado pet no Brasil continua a expandir-se, oferecendo oportunidades significativas para empresas do setor e impulsionando a economia do país.

Sobre a Sanrio

Criada por Shintaro Tsuji, em 1960, a Sanrio é a empresa japonesa responsável pela criação e licenciamento de personagens como a Hello Kitty. Reconhecida como uma das maiores licenciadoras do mundo, a marca apresenta um portfólio com mais de 400 personagens, dentre eles, Chococat™, Keroppi™, Badtz-Maru™, MyMelody™, Gudetama e Aggretsuko.

A marca possui cerca de 50 mil produtos que são comercializados em mais de 100 países. Presente na América do Sul desde 1999, conta com mais de 80 empresas licenciadas no Brasil nos mais diversos segmentos de produtos.

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O impacto da decisão do governo nas compras da Shein no Brasil https://sejacriativo.com.br/o-impacto-da-decisao-do-governo-nas-compras-da-shein-no-brasil/ https://sejacriativo.com.br/o-impacto-da-decisao-do-governo-nas-compras-da-shein-no-brasil/#respond Mon, 08 May 2023 12:18:22 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=22783 O impacto da decisão do governo na compra das suas roupas favoritas na Shein

Afinal de contas, como ficou as compras da Shein no Brasil? Nos últimos tempos, uma decisão do governo tem despertado a atenção e levantado questionamentos entre os amantes da moda e consumidores online. A nova regulamentação governamental tem como alvo direto as compras realizadas em plataformas de e-commerce internacionais, como a popular loja de moda […]

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O impacto da decisão do governo na compra das suas roupas favoritas na SheinO impacto da decisão do governo na compra das suas roupas favoritas na Shein

Afinal de contas, como ficou as compras da Shein no Brasil?

Nos últimos tempos, uma decisão do governo tem despertado a atenção e levantado questionamentos entre os amantes da moda e consumidores online.

A nova regulamentação governamental tem como alvo direto as compras realizadas em plataformas de e-commerce internacionais, como a popular loja de moda Shein. Essa decisão tem gerado incertezas sobre como isso afetará a forma como os consumidores adquirem suas roupas favoritas e, mais especificamente, como isso impactará suas experiências de compra na Shein.

Neste artigo, vamos explorar em detalhes as possíveis consequências dessa decisão governamental e fornecer insights valiosos para ajudá-lo a entender melhor o cenário e as alternativas disponíveis para continuar renovando seu guarda-roupa com estilo.

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O impacto da decisão do governo nas compras da Shein no Brasil

Nos últimos tempos, uma decisão do governo tem chamado a atenção de milhares de pessoas ao redor do mundo. Trata-se da nova regulamentação que visa impactar as compras realizadas em plataformas de e-commerce internacionais, como a popular loja de moda Shein.

Essa medida tem gerado preocupações e questionamentos entre os consumidores sobre como isso afetará a forma como eles adquirem suas blusinhas, vestidos e acessórios da moda.

Neste artigo, exploraremos as possíveis consequências dessa decisão governamental e discutiremos o que você precisa saber para continuar atualizando seu guarda-roupa com estilo.

1) Entendendo a nova regulamentação:

A nova regulamentação imposta pelo governo tem como objetivo principal controlar as importações de produtos e garantir que as empresas de e-commerce paguem impostos adequados em seus respectivos países.

No caso da Shein, uma loja online de moda conhecida por suas roupas acessíveis e tendências atuais, a nova medida pode impactar diretamente as compras feitas pelos consumidores brasileiros.

2) Possíveis consequências para as compras na Shein:

Uma das principais preocupações dos consumidores é que essa nova regulamentação possa resultar em um aumento nos preços das roupas e acessórios oferecidos pela Shein. Com a possível inclusão de taxas adicionais, impostos de importação e custos alfandegários, a experiência de compra na plataforma pode se tornar mais onerosa.

Além disso, é provável que os prazos de entrega sejam afetados. Com a necessidade de passar por processos aduaneiros mais rigorosos, a chegada dos pacotes pode levar mais tempo, o que pode causar certa frustração para aqueles acostumados com a rapidez e praticidade da Shein.

3) Alternativas e adaptações:

Diante dessas mudanças, é importante estar ciente das alternativas disponíveis para continuar comprando suas peças favoritas com tranquilidade. Uma opção é explorar as lojas online nacionais, que oferecem uma ampla variedade de produtos de moda, muitas vezes com preços competitivos.

Outra alternativa é buscar marcas locais e apoiar a indústria da moda nacional. Ao optar por empresas brasileiras, você não apenas estará contribuindo para a economia do país, mas também poderá encontrar produtos exclusivos e com identidade cultural.

Ademais, vale a pena ficar atento às mudanças e atualizações sobre essa nova regulamentação. À medida que o governo e as empresas se adaptam às novas diretrizes, pode ser que as compras na Shein e em outras plataformas internacionais voltem a ser mais acessíveis e ágeis.

Considerações finais

A decisão do governo de regular as compras em plataformas de e-commerce internacionais, como a Shein, certamente terá impacto na forma como os consumidores brasileiros adquirem suas roupas favoritas.

É importante estar ciente das possíveis consequências, como o aumento de preços e atrasos na entrega, e buscar alternativas viáveis para continuar mantendo o estilo e atualizando o guarda-roupa. No final das contas, essa mudança pode ser uma oportunidade para explorar novas opções e descobrir marcas locais que refletem a identidade e a moda brasileira.

Apesar dos possíveis desafios que podem surgir com essa regulamentação, é importante manter-se informado e adaptar-se às mudanças. Acompanhar as atualizações sobre as diretrizes governamentais e as políticas da Shein pode ajudar a entender melhor como essas medidas afetam suas compras.

Além disso, é fundamental lembrar que a moda vai além das roupas que usamos. Ela é uma forma de expressão, de contar nossa história e de refletir nossa personalidade. Nesse sentido, explorar opções sustentáveis e éticas também pode ser uma maneira de se adaptar a essa nova realidade.

Redefinindo a moda online: Como as novas diretrizes governamentais afetam a experiência de compra na Shein

Considere a possibilidade de fazer uma curadoria mais consciente do seu guarda-roupa, investindo em peças de qualidade que transcendam tendências passageiras. Comprar menos, mas escolher melhor, pode ser uma abordagem valiosa para garantir que seu estilo pessoal continue sendo uma expressão autêntica de quem você é.

Por fim, lembre-se de que a moda está em constante evolução e adaptação. Embora as mudanças possam trazer alguns obstáculos, também trazem a oportunidade de explorar novas marcas, tendências locais e opções que valorizam a sustentabilidade e o comércio justo.

Portanto, encare essa nova realidade como uma oportunidade de crescimento, aprendizado e descoberta. A moda está sempre se reinventando, e você também pode fazer parte desse movimento, trazendo seu estilo único e contribuindo para uma indústria da moda mais consciente e inclusiva.

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Empresas do varejo estão se digitalizando? https://sejacriativo.com.br/empresas-do-varejo-estao-se-digitalizando/ https://sejacriativo.com.br/empresas-do-varejo-estao-se-digitalizando/#respond Tue, 21 Mar 2023 18:37:08 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=19333 Empresas do varejo estão se digitalizando

No mundo todo alguns fenômenos acontecem de forma diferente. Contudo, as empresas do varejo estão se digitalizando ou não? Bora conferir tudo sobre as tendências de compras e o comportamento do consumidor. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos […]

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Empresas do varejo estão se digitalizandoEmpresas do varejo estão se digitalizando

No mundo todo alguns fenômenos acontecem de forma diferente. Contudo, as empresas do varejo estão se digitalizando ou não?

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Empresas varejistas ainda estão aderindo ao e-commerce?

Especialista em programas de fidelidade comenta sobre o setor no Brasil e diz que ainda há tendência de compras em lojas físicas

Empresas do varejo estão se digitalizando?

O e-commerce está passando por uma mudança de cenário global. Segundo pesquisa realizada pela eMarketer em julho de 2022, o setor atingiu 17,2% de crescimento no Brasil em um ano, a menor taxa desde 2011. Mesmo com a desaceleração da área, conforme o relatório divulgado pela Nuvemshop em janeiro 2023, 59% das lojas no Brasil já se dedicam 100% ao comércio online. Além disso, entre as que possuem faturamento maior do que R$ 50 mil por mês, 90% se dedicam completamente à atividade.

De acordo com Eduardo Esparza, VP da Tenerity no Brasil e na Espanha, empresa especialista em fidelidade lucrativa e detentora da plataforma de cashback Compra e Volta, ainda existe uma tendência de compras em lojas físicas. “Os dados da Nuvemshop indicam que entre os segmentos que mais vendem via web, o que mais se destaca é o de moda e vestuário, que lidera com 38% do volume comercializado. Muitas pessoas ainda possuem o hábito de experimentar roupas antes de comprar, o que reforça a importância das lojas físicas ainda”, diz. Logo após, vemos assessórios (9,9%), saúde e beleza (8,3%) e empatados joias e artesanato (3,9%).

“O compromisso com a digitalização é uma das garantias do futuro para o e-commerce, por conceder segurança cibernética eficiente e uma experiência personalizada para o consumidor”, comenta Esparza.

Um movimento comum entre os consumidores é aproveitar as datas comemorativas para usufruir de descontos e promoções, por exemplo. A data mais utilizada pelo e-commerce são Black Friday (53%), Dia do Consumidor (32%) e Dia das Mães (31%). Vale lembrar que 20% dos lojistas não realizam campanhas em datas comerciais, ainda de acordo com Esparza.

Entretanto, segundo ele, existem contrapontos importantes que precisam ser considerados entre os varejistas: 55% das lojas online são administradas por apenas uma pessoa. Em adição, alguns problemas relatados por vendedores são a baixa taxa de conversão (71%), alto custo do frete (33%) e abandono de carrinhos (27%).

Redes sociais

Atualmente é de extrema importância o investimento em redes sociais por parte dos lojistas. As estratégias mais utilizadas pelas lojas de e-commerce são tráfego pago (26%), artes para redes sociais (19%) e banners (17%). Para este primeiro item, existem algumas faixas de preço para injeção de dinheiro: 39% dos varejistas pagam até R$ 300, já 14% investem entre R$ 1.000 e R$ 5.000.

Para as mídias sociais, existem três grandes favoritos do setor para atuar. Instagram (97%), Facebook (71%) e TikTok (33%) são as mais escolhidas pelos lojistas para criarem seus perfis, pois além de serem grandes fontes de investimentos em anúncios, têm grande taxa de conversão de clientes, com 67%, 61% e 6%, respectivamente.

Sobre a Tenerity

A Tenerity é líder mundial na criação e gerenciamento de soluções de fidelidade econômicas por meio de tecnologia proprietária, conteúdo inteligente e plataformas modulares. Desenvolve soluções de fidelidade para marcas em todo o mundo que se conectam com os usuários e ajudam a aumentar o tempo de vida de seus consumidores.

Com sede em Stamford, Connecticut, EUA, a Tenerity oferece seus serviços a milhões de consumidores, por meio de mais de 2.000 clientes e 1.300 funcionários, em 18 países.

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Falência do Silicon Valley Bank vai impactar economia do Brasil? https://sejacriativo.com.br/falencia-do-silicon-valley-bank-vai-impactar-economia-do-brasil/ https://sejacriativo.com.br/falencia-do-silicon-valley-bank-vai-impactar-economia-do-brasil/#respond Thu, 16 Mar 2023 21:39:54 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=19064 Falência do Silicon Valley Bank vai impactar economia do Brasil?

Falência do Silicon Valley Bank vai impactar economia do Brasil? através desse artigo com análise de especialista podemos tirar algumas conclusões. Bora conferir mais de perto tudo sobre essa situação. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e […]

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Falência do Silicon Valley Bank vai impactar economia do Brasil?Falência do Silicon Valley Bank vai impactar economia do Brasil?

Falência do Silicon Valley Bank vai impactar economia do Brasil? através desse artigo com análise de especialista podemos tirar algumas conclusões.

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Falência do Silicon Valley Bank

O que houve com o Silicon Valley Bank (SVB) e para onde vai todo esse dinheiro agora?
O Silicon Valley Bank (SVB) é uma instituição financeira consolidada no mercado, no entanto, existem rumores recentes de que o banco estaria passando por dificuldades financeiras. Vamos entender um pouco da sua história e por quais motivos ele se encontra nessa situação revelada na última semana.

A História

SVB foi fundada em 1983 por um grupo de empresários do Vale do Silício que viu a necessidade de uma instituição financeira especializada em atender às necessidades de empresas de tecnologia e inovação. Com mais de 2.500 startups e executivos como clientes, o SVB se tornou uma referência no setor bancário de tecnologia, oferecendo serviços financeiros personalizados para empresas de tecnologia, ciências da vida, mercados de capital e investimentos imobiliários como empréstimos, depósitos, serviços de gerenciamento de caixa, serviços de câmbio e vários outros.

O SVB tem uma longa história de apoio a empresas inovadoras em todas as fases de crescimento, desde startups até empresas de capital aberto, incluindo nomes conhecidos como Apple, Google, LinkedIn e Tesla. A instituição financeira também tem uma forte presença global, com operações em todo o mundo, incluindo escritórios na América do Norte, Europa, Ásia e América Latina.

Em resumo, a história do SVB é a história de uma instituição financeira que acreditou na inovação e no potencial das empresas de tecnologia para transformar o mundo. O SVB continua a ser uma das principais instituições financeiras do setor bancário de tecnologia, oferecendo serviços financeiros personalizados para empresas inovadoras em todo o mundo.

Os Por quês

A pandemia e a crise econômica advinda dela parecem ter influenciado negativamente o setor financeiro em todo o mundo, e isso afeta diretamente o desempenho do Silicon Valley Bank também. Na semana passada, os correntistas do banco tentaram sacar os seus saldos. O desafio é que, muitas vezes, o dinheiro não está disponível, já que os bancos o investem em outras atividades.

Vale lembrar que a situação atual do mercado financeiro é bastante delicada e incerta, e muitas empresas estão sendo afetadas por isso. No entanto, muitas coisas aconteceram antes disso.

Numa postagem muito interessante, meu mentor de finanças e contabilidade estratégica, Marcus Morelli, explica o principal motivo da crise da SVB.

A partir de 2008, as taxas de juros estavam muito baixas, principalmente nos países desenvolvidos, incluindo os próprios Estados Unidos da América: maior celeiro de startups do mundo, o que resultou em uma explosão de transações de capital de risco. Como resultado, houve um crescimento frenético nos depósitos bancários do SVB, originários de IPOs (Initial Public Offering – oferta pública inicial), SPACs (Special Purpose Acquisition Company – Sociedades de Aquisição de Propósito Específico), investimentos de VCs (Venture Capitals), entre outros.

Devido a esses eventos de liquidez, o volume de empréstimos no SVB diminuiu significativamente. Os empréstimos são uma maneira importante para um banco ganhar dinheiro. Então, para remunerar seu capital, o SVB decidiu comprar títulos do governo, cujo valor cai quando os juros sobem.

O banco tinha muitos ativos que passaram a valer menos à medida que as taxas de juros subiam. E elas subiram muito, como medida de controle da inflação.

Quando as taxas subiram, o dinheiro das VCs secou. Para pagar as contas, as startups começaram a sacar seus saldos bancários. Para honrar os saques, o SVB vendeu US$ 21 bilhões em títulos, resultando em uma perda de US$ 1,8 bilhão. Além disso, tentaram vender US$ 2,2 bilhões em ações para fortalecer seu balanço. A Moody’s rebaixou a classificação de crédito do banco.

Os clientes tentaram sacar um quarto de todos os depósitos do SVB, o valor de US$ 42 bilhões em um único dia, 9/03/23. O dinheiro saiu tão rápido que o banco se viu desamparado. A venda de ações foi cancelada. O SVB tentou se vender, e os reguladores intervieram.

Embora os depositantes não segurados acabem sendo socorridos pelo governo, eles não têm acesso ao dinheiro agora. O efeito imediato é no fluxo de caixa das startups que o utilizavam.

Um outro fator que pode ter contribuído para a ruína do SVB é o fato de ter clientes quase que exclusivamente do mercado das startups, o que aumentou consideravelmente o seu risco.

De fato, ter uma carteira de clientes concentrada em um único setor pode aumentar o risco de uma instituição financeira, especialmente em um setor altamente volátil como o das startups. É importante que as instituições financeiras diversifiquem suas carteiras de clientes e investimentos para minimizar esses riscos.

Por isso, é fundamental que as instituições financeiras implementem medidas de gestão de risco eficazes para garantir sua estabilidade financeira e a segurança de seus clientes e investidores.

Para onde vai todo o dinheiro que estava na SVB?

Em nossa última reunião de sócios da GoldStreet Venture Capital, Gustavo Ipolito Jr., Hélio Guilherme, Paulo Humaitá e eu, levantamos a hipótese do Brasil aproveitar a oportunidade para captar parte desse volume financeiro para investimentos em startups brasileiras, uma vez que o setor bancário brasileiro é bem regulado e sólido, oferecendo menor risco de mercado e liquidez.

E é essencial que as startups e fundos aproveitem de fato essa movimentação global de capital da forma correta para atrair esse investimento para o nosso país.

Sobre o autor

Dennis Nakamura ajudou startups a crescerem como o iFood, Westwing e outros. Atualmente é sócio da GoldStreet Venture Capital e mentor de negócios digitais.

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Empresas chinesas apavoram o varejo brasileiro! https://sejacriativo.com.br/empresas-chinesas-apavoram-o-varejo-brasileiro/ https://sejacriativo.com.br/empresas-chinesas-apavoram-o-varejo-brasileiro/#respond Thu, 16 Mar 2023 14:24:29 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=18988 Empresas chinesas apavoram varejistas brasileiros, confira!

Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]

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Empresas chinesas apavoram varejistas brasileiros, confira!Empresas chinesas apavoram varejistas brasileiros, confira!

Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais

Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional

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Empresas chinesas apavoram o varejo brasileiro

Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.

De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.

No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.

Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.

Consultor em importação da China Rodrigo Giraldelli

Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.

Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.

Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.

Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.

Sobre Rodrigo Giraldelli, da China Gate: @rodrigogiraldelli

Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.

Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.

Sobre Alex Moro:

Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.

Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.

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