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Conheça os top 10 do varejo brasileiro, campeões de vendas com bilhões de vendas
Carrefour é a maior varejista do país, com mais de R$ 100 bilhões em vendas; veja top 10
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Novo ranking da SBVC coloca o Carrefour como a principal varejista do país, enquanto explora a diversidade e inclusão nas empresas do setor
O cenário do varejo brasileiro, mesmo em meio a um período de reestruturação pós-pandemia, continua a demonstrar resiliência e crescimento notável. A nona edição do ranking das 300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro, elaborado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), traz à luz o avanço robusto do setor, com um crescimento nominal de 20% nas maiores varejistas no último ano.
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Movimentos previamente identificados, como a expansão dos marketplaces, a mudança no comportamento digital dos consumidores e a ênfase na governança corporativa, consolidaram-se como pilares estratégicos dos negócios. Eduardo Terra, presidente da SBVC, declara que esses movimentos têm sido impulsionadores do progresso contínuo do setor.
O ranking é liderado por cinco gigantes que mantiveram suas posições do ano anterior: Carrefour, Assaí, Magazine Luiza, Via e Americanas. Destes, o Carrefour se destaca ao atingir um recorde impressionante de R$ 108 bilhões em faturamento, tornando-se a primeira varejista a ultrapassar a marca dos R$ 100 bilhões.
A composição dessas cinco empresas resultou em um faturamento combinado de R$ 285,9 bilhões, representando 27,33% do total apurado pelas 300 empresas do ranking, que somou R$ 1,046 trilhão. Ao avaliar as 207 empresas que divulgaram seus faturamentos brutos em 2021 e 2022, observou-se um crescimento anual de 20%.
| Posição | Empresa | Vendas 2022 |
|---|---|---|
| 1 | Grupo Carrefour | R$ 108 bilhões |
| 2 | Assaí | R$ 59,7 bilhões |
| 3 | Magazine Luiza | R$ 44,7 bilhões |
| 4 | Via | R$ 39 bilhões |
| 5 | Americanas | R$ 34,4 bilhões |
| 6 | Raia Drogasil | R$ 30,9 bilhões |
| 7 | Grupo Boticário | R$ 23,6 bilhões |
| 8 | Natura & Co | R$ 20,7 bilhões |
| 9 | Grupo Mateus | R$ 20,4 bilhões |
| 10 | GPA Alimentar | R$ 18,4 bilhões |
Fonte: SBVC
Enquanto o top 5 permaneceu estável em relação ao ano anterior, as cinco empresas que experimentaram o maior crescimento entre 2021 e 2022 foram a Bagaggio (104%), Grupo Soma (71%), Bauducco (67%), Usaflex (57%) e Mart Minas (56%). Dentre as 50 listadas, 10 representam supermercados e 11 pertencem ao setor de moda.
A presença no e-commerce destacou-se como um elemento fundamental nas empresas do ranking. De 162 empresas com e-commerce no ranking anterior, agora são 222. Alberto Serrentino, fundador da Varese Retail e vice-presidente da SBVC, ressalta que 74% das empresas da lista vendem online, um número que aumenta para 91% entre as empresas não relacionadas a alimentos. A diversificação das vias de venda também solidificou-se, com 85 das 300 empresas adotando vendas via WhatsApp e 27 operando marketplaces próprios.
O ranking ressalta que 173 empresas conquistaram um faturamento superior a R$ 1 bilhão em 2022, um aumento de 17 em relação ao ano anterior. Entre elas, 84 são redes supermercadistas, representando 48,5% do total. A lista também apresenta empresas que operam predominantemente no e-commerce, como Amazon, Dafiti, Privalia, Petlove e Estrela 10. Entre os novatos estão nomes como Petlove e Usaflex.

Enquanto supermercados e grandes lojas de departamento lideram em vendas e faturamento, as redes de franquias destacam-se em número de lojas. O estudo destaca que 51% das 300 varejistas utilizam o modelo de franquias para expandir seus negócios. As cinco maiores varejistas em termos de número de lojas são Grupo Boticário, Cacau Show, Raia Drogasil, Ortobom e Americanas.
O estudo da SBVC também explorou a diversidade dentro das empresas de varejo. Com foco em participação de mulheres e pessoas pretas e pardas, os dados mostram que as mulheres representam 56% dos colaboradores, enquanto pessoas pretas e pardas representam 54%. O desafio persiste em elevar a diversidade aos cargos de liderança, com apenas 44% das empresas possuindo mais de 50% de cargos de liderança ocupados por mulheres.
No que diz respeito a conselhos, somente 6% das empresas possuem mais de 50% das posições ocupadas por mulheres. No caso de pessoas pretas e pardas, 24% das empresas têm mais de 50% dos cargos de liderança ocupados por elas.
Considerações Finais: Uma Jornada de Crescimento e Inclusão
Em um panorama onde debates sobre diversidade, equidade e inclusão ganham destaque, a pesquisa da SBVC não apenas identifica os líderes do mercado nacional, mas também traz à tona o progresso e os desafios do setor varejista. Como Eduardo Terra ressalta, essa contribuição não apenas reconhece aqueles que estão moldando o mercado, mas também reforça a importância da diversidade e inclusão em meio à evolução do setor.
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A evolução ao longo dos anos das maquininhas mostra a transformação dos aparelhos e a forma como as pessoas realizam pagamentos
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SumUp, empresa global de tecnologias e soluções financeiras, traçou linha tempo com as principais transformações do aparelho
Apesar de o mundo já utilizar cartões com tarja magnética desde 1971, no Brasil, os primeiros leitores manuais, ou seja, que imprimiam em carbono as informações do cartão e não liam faixas magnéticas, só viriam no ano seguinte, em 1972. Enquanto a tecnologia se aperfeiçoava no globo, no País, o primeiro terminal de pagamento eletrônico próximo ao que conhecemos só chegaria às lojas apenas em 1995.
De lá para cá, muito mudou, e hoje, com tecnologias totalmente diferentes e avanços sendo feitos diariamente – como, por exemplo, o pagamento por aproximação –, comprar com cartão passou a ser considerado mais do que uma relação de consumo, e sim uma experiência para o cliente.
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Pensando em revisitar os aparelhos que fizeram parte dessa história e da vida dos empreendedores brasileiros, a SumUp traçou uma linha do tempo para mostrar as principais mudanças no aparelho e apresentar todas as maquininhas de cartão que já lançou.
Em 2013, a SumUp lançou sua primeira maquininha, a Chip. Com funcionamento acoplado ao celular, o aparelho utilizava a entrada do fone de ouvido para se conectar. A máquina permitia pagamentos de cartões com chip e o cliente autorizava as transações por meio de uma assinatura, que era feita na tela do celular do empreendedor.
Já em 2015, chegou a Top. Com conexão via Bluetooth, o aparelho era pareado ao telefone celular do empreendedor. Mas, diferente do modelo anterior, a Top tinha um teclado, para que o consumidor pudesse inserir sua senha e autorizar o pagamento.
Desde 2015, a Top passou por atualizações e seguiu no portfólio da SumUp. O primeiro modelo funcionava a pilha e permitia também pagamentos por tarja magnética, deslizando o cartão. Já na em sua atualização, em 2017, o modelo manteve o funcionamento a pilha, mas passou a não aceitar mais pagamentos por tarja magnética.
A mudança diminuiu as chances de fraude, tornou o dispositivo mais barato e democratizou ainda mais o acesso a máquinas de cartão. O terceiro upgrade, realizado no ano 2021, alterou o funcionamento para o uso de bateria, com carregamento na tomada, e incluiu a possibilidade de pagamentos por aproximação.
A Mais surgiu em 2016 como uma evolução do modelo Chip. Com um formato mais robusto, o aparelho permitia que os clientes aprovassem a transação por senha. Ela carregava o nome da Payleven, marca que se fundiu com a SumUp em 2016.
Em 2018, a SumUp lançou a Super. Diferente dos modelos anteriores, foi a primeira maquininha da fintech que funcionava sem a necessidade de um celular pareado. O aparelho foi também uma evolução da Mais, realizando transações com mais rapidez e bateria otimizada.
Ainda em 2018, a SumUp começou a venda da sua primeira maquininha com impressora embutida, a Total. Pela primeira vez entre os produtos da SumUp, o modelo tinha conexão 3G. Com uma estrutura resistente e uma bateria que dura o dia todo para o empreendedor que trabalha na rua, o aparelho foi criado para ser rápido e confiável. Também aceitava pagamentos por aproximação.
A On chegou em 2019, com um formato similar ao da Super. Mais veloz no processamento, o aparelho conta com mais autonomia de bateria. Assim como os modelos lançados pela fintech anteriormente (Total e Top), a On também já aceitava pagamentos por aproximação. O modelo continua fazendo parte do portfólio da SumUp.
Em 2022, chegou a Solo, a maquininha mais moderna da SumUp. Com tecnologia 100% proprietária, o modelo atende totalmente às necessidades dos micro e pequenos negócios, com uma interface muito intuitiva. Seu design inovador rendeu à SumUp a vitória no iF Design Awards, um dos principais prêmios de design da Europa.
Como é um produto totalmente desenvolvido pela SumUp, a fintech controla ainda mais de perto a qualidade de todos os componentes do produto, o que torna a experiência de compra mais rápida e fluida.
A Solo pode se acoplar a diversos dispositivos. O primeiro deles, lançado recentemente no Brasil, é a Printer, que permite a emissão de comprovantes de compra impressos.
Outro diferencial da Solo é o uso de um eSIM, um chip virtual que permite aos clientes usar mais de uma operadora – com isso, será possível usar a melhor conexão disponível nas transações.
“Nesses últimos dez anos, a SumUp trabalhou ativamente para empoderar negócios, pesquisando e trazendo para os clientes as melhores atualizações. Incrível notar que, em um curto período de tempo, diversas tecnologias foram atualizadas. Nossa prioridade, no entanto, continua a mesma: atender as necessidades dos micro e pequenos negócios com uma experiência sensacional, por meio de produtos de tecnologia 100% proprietária desenvolvidos sob medida para os empreendedores que atendemos”, conta José Titonel, gerente de produto da SumUp.
A SumUp é uma companhia global de serviços financeiros que oferece um ecossistema de soluções para microempreendedores, como maquininhas de cartão, conta digital pelo SumUp Bank, empréstimos, links de pagamento e educação financeira, entre outros produtos.
Há 10 anos empoderando empreendedores ao redor do mundo, a SumUp atende mais de 4 milhões de donos de micro e pequenos negócios em mais de 35 mercados na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. No Brasil, está presente desde 2013, empregando 800 pessoas, sendo 59% mulheres e 28% LGBTQIAP+. Em junho de 2022, a fintech anunciou seu aporte mais recente, de 590 milhões de euros (R$ 3,2 bilhões). Deste total, até 70 milhões de euros (R$ 390 milhões) serão destinados à operação brasileira.
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Em meio a crise, após fechar 29 lojas, importante rede varejista emite nota sobre a sua situação empresarial. Clique e confira atual estado da rede!
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Em um comunicado recente, a renomada rede varejista Lojas Schumann revelou que enfrenta uma difícil crise econômica e, como resultado, tomará a decisão de fechar 29 de suas lojas ainda neste mês de junho. Presente no sul do país desde 1997, a empresa tem sido impactada pelos problemas no cenário econômico nacional, resultando em uma queda no volume de consumo por parte do público que busca produtos duráveis no varejo.
A situação econômica adversa tem afetado consideravelmente o setor varejista, e a Lojas Schumann não está imune a esses desafios. Além disso, o crescimento dos índices de inadimplência tem contribuído para a dificuldade enfrentada pelo mercado atualmente.

Por meio de um comunicado oficial, a direção da Lojas Schumann anunciou o fechamento das 29 unidades que enfrentam um cenário menos favorável, e estima-se que essas lojas encerrem suas atividades nas próximas semanas. No entanto, a rede varejista assegura que não se trata do fim da companhia e expressa gratidão aos colaboradores pelo empenho e dedicação demonstrados ao longo do tempo. A empresa também se compromete a realocar os funcionários, na medida do possível, uma vez que outras filiais continuarão operando normalmente.
“A Schumann agradece imensamente o apoio de seus colaboradores, os quais foram essenciais para a expansão da empresa nesses 26 anos de crescimento e informa que está trabalhando para realocar, conforme as possibilidades, os recursos humanos nas filiais que continuarão operando, de modo a minimizar os custos sociais da reestruturação anunciada”, disse nota oficial.
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Apesar do anúncio do fechamento das 29 unidades, a Lojas Schumann, que ainda tem seu fundador como presidente, permanecerá ativa no mercado. A empresa buscará se adaptar ao cenário econômico desafiador, implementando estratégias para manter sua presença e continuar atendendo às demandas dos consumidores.
É importante destacar que a decisão de fechar as lojas não foi fácil, e a empresa está ciente do impacto que isso terá sobre os colaboradores afetados. No entanto, a Lojas Schumann está comprometida em buscar alternativas e soluções que possam minimizar os impactos para seus funcionários, considerando a possibilidade de realocação em outras unidades.
Fundada em 1997 como Schumann Móveis e Eletrodomésticos, na cidade de Seara, Santa Catarina, as Lojas Schumann tiveram seu início sob a administração de André Schumann. Com o passar dos anos, a empresa expandiu suas operações para outros estados do Sul do país. Atualmente, a rede varejista conta com mais de 80 lojas distribuídas nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
Nesse contexto desafiador, a rede varejista enfrenta uma nova fase de ajustes e adaptações, buscando superar as dificuldades econômicas e manter sua posição no mercado. A empresa continua acreditando no potencial do varejo e no trabalho conjunto de sua equipe para enfrentar os desafios que se apresentam.
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Amor e economia no Dia dos namorados: como o cashback no varejo pode conquistar consumidores
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Amor e economia: como o cashback no varejo pode conquistar consumidores no Dia dos Namorados
A tática auxilia no aumento do ticket médio das vendas, especialmente em datas comemorativas, e ainda fideliza consumidores
Com o Dia dos Namorados se aproximando, os varejistas iniciam as movimentações para ações estratégicas para a data. Nada mais justo do que aproveitar para conquistar – e manter – os clientes no varejo físico e digital. O cashback pode ser uma ótima opção, por se tratar de uma modalidade de recompensa que cria uma sensação de valorização e estímulo.
Nela, os clientes recebem um valor de volta por cada compra realizada. Funciona da seguinte forma: ao efetuar uma compra, o cliente acumula uma porcentagem do valor gasto, que é creditada em sua conta. Esse valor acumulado pode ser utilizado em futuras compras ou até mesmo resgatado em dinheiro.
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Ao implementar um programa de cashback em sua loja, é possível atrair novos clientes e incentivar a fidelização daqueles que já compram de você. Essa recompensa acaba incentivando o consumidor a retornar em busca de mais produtos ou serviços. No caso do Dia dos Namorados, é a oportunidade de implicar a compra de mais produtos para o parceiro, ou até mesmo uma compra não esperada para si.
Para William Santos, diretor comercial da VarejOnline, empresa especializada em tecnologia para gestão de lojas, franquias e pontos de venda (PDV), o programa de cashback ajuda a aumentar a visibilidade e o ticket médio das vendas. “Quando os clientes sabem que receberão uma porcentagem de volta, eles tendem a gastar mais, buscando aproveitar ao máximo o benefício. Isso resulta em um aumento do valor médio gasto por compra, impulsionando o faturamento da loja”, explica o diretor comercial.
Uma das formas mais eficientes de aplicar o cashback em seu negócio é por meio de um sistema ERP (sigla para Enterprise Resource Planning, ou sistema integrado de gestão empresarial). O ERP permite a integração do programa de cashback diretamente com o sistema de vendas da sua loja, facilitando o gerenciamento e acompanhamento dos resultados.
Na prática, para a implementação do cashback em sua rede de varejo, é necessário um sistema ERP para rastrear as compras realizadas pelos clientes e calcular os valores de cashback a serem creditados em suas contas. Dessa forma, é possível criar campanhas personalizadas, enviando notificações aos clientes com o valor acumulado e incentivando-os a utilizá-lo em suas próximas visitas.
Na data comemorativa, o cashback pode se tornar um diferencial competitivo para sua loja. Os consumidores estarão em busca de presentes especiais e, ao oferecer a possibilidade de acumular créditos, você estará proporcionando uma experiência positiva e atraente.
Sobre a VarejOnline
A VarejOnline foi criada com o propósito de oferecer uma ferramenta simples e completa, preparada para tornar a operação de cada cliente muito mais eficiente e lucrativa. A empresa desenvolveu uma ferramenta de ERP completa para gestão de lojas próprias, redes de franquias e pontos de venda (PDV) dos mais variados segmentos.
Especialista em tecnologia para o varejo, a empresa atende as principais demandas administrativas e operacionais de seus clientes, além de oferecer soluções integradas via API. Entre os clientes estão: Grupo L’occitane, Sestini, Petland, entre outros.
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No mundo do varejo, a competição é acirrada e cada detalhe conta na hora de atrair a atenção dos consumidores. Nesse contexto, as cores se revelam uma ferramenta poderosa para destacar produtos e criar uma atmosfera agradável e convidativa nas lojas. O uso adequado das cores pode influenciar o humor, o comportamento e as decisões […]
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No mundo do varejo, a competição é acirrada e cada detalhe conta na hora de atrair a atenção dos consumidores. Nesse contexto, as cores se revelam uma ferramenta poderosa para destacar produtos e criar uma atmosfera agradável e convidativa nas lojas.
O uso adequado das cores pode influenciar o humor, o comportamento e as decisões de compra dos clientes, tornando-se uma estratégia valiosa para impulsionar as vendas. Neste texto, abordaremos a importância das cores no varejo e como elas podem ser utilizadas de forma eficaz para conquistar e fidelizar consumidores.
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Varejo hiperfísico e Design de Interiores: A importância das cores para atrair consumidores e fidelizar clientes
O varejo hiperfísico é capaz de criar um impacto sensorial, provocando os sentidos e despertando emoções nos consumidores; As cores dos ambientes são fundamentais nesse processo
O varejo hiperfísico está cada vez mais presente no futuro do setor. Hoje, – muito devido à pandemia – as lojas físicas se tornaram um ponto crucial de conexão entre as marcas e pessoas, por isso, é essencial o planejamento das estratégias para atrair o público a partir de experiências únicas e memoráveis, capazes de fidelizar os clientes e gerar engajamento.
De acordo com Camila Salek, fundadora e diretora de Inovação da Vimer Retail Experience e especialista em futuro do varejo, o hiperfísico é capaz de criar um impacto sensorial, provocando os sentidos e despertando emoções nos clientes, além da sensação de pertencimento. “Para isso, as lojas físicas devem investir em estratégias criativas e diferenciadas para tornar as visitas às lojas uma experiência memorável e única”, avalia.
Tais tendências inovadoras envolvem toda a estratégia de criação da loja, inclusive as cores dos ambientes – fundamentais nesse processo, pois é capaz de transformar um espaço comum em um ambiente convidativo e acolhedor.
O tema foi abordado na palestra da especialista na Haus Decor, a mais recente feira de decoração do mercado, realizada simultaneamente à Expo Revestir 2023. A convite da Tintas Coral, Camila apontou durante o evento que os desafios do uso da cor na arquitetura não são exclusivos do mercado residencial, já que há diversos projetos em lojas com tons neutros, deixando de lado a autoralidade e a memorabilidade que um projeto colorido pode criar.
“Sabemos que os profissionais de arquitetura e design, com algumas excelentes exceções, tendem a ficar na zona de conforto dos beges, cinzas e off whites, que é o famoso ‘não tem erro’, mas a verdade é que aqueles profissionais e marcas que vão na contramão desse movimento tem conquistado cada vez mais espaço na mente das pessoas. Cor diferencia. Cor cria experiência. Cor transforma. A Coral acredita muito nisso. E um dos assuntos que pouco falamos no evento é o retail experience ou a arquitetura de experiência, um tema tão em voga no mundo todo e que caminha de mãos dadas com a arquitetura e com a cor”, afirma Salek.
Além da Expo Revestir 2023, a NRF 2023, maior evento de varejo do mundo, confirmou a tendência do hiperfísico como norteadora das grandes transformações nas lojas físicas. “Chega de regra, neutralidade, monotonia e excesso de padronização: o mercado exige experiências únicas e personalizadas para conquistar e manter a fidelidade dos consumidores, criando relacionamentos tangíveis e de longo prazo”, finaliza a especialista.
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A regra é clara: Não perca mais vendas! Descubra agora as estratégias infalíveis para dominar o varejo omnichannel. Nos últimos anos, o varejo vem passando por uma grande transformação, impulsionada principalmente pelo crescimento do comércio eletrônico e pela mudança de comportamento dos consumidores. Nesse cenário, o conceito de omnichannel vem ganhando cada vez mais destaque […]
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A regra é clara: Não perca mais vendas! Descubra agora as estratégias infalíveis para dominar o varejo omnichannel.
Nos últimos anos, o varejo vem passando por uma grande transformação, impulsionada principalmente pelo crescimento do comércio eletrônico e pela mudança de comportamento dos consumidores. Nesse cenário, o conceito de omnichannel vem ganhando cada vez mais destaque como uma estratégia essencial para o sucesso das grandes operações varejistas. O omnichannel se trata da integração de todos os canais de venda em uma única plataforma, criando uma experiência de compra mais fluida e conveniente para o cliente.
Neste contexto, especialistas destacam que as empresas que não adotarem uma estratégia omnichannel correm o risco de perder vendas e deixar de competir em um mercado cada vez mais acirrado. Neste artigo, exploraremos algumas das estratégias essenciais para se destacar no mercado atual e futuro do varejo omnichannel.
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O futuro (e o presente) do varejo são omnichannel: Especialista destaca as estratégias essenciais para o sucesso de grandes operações varejistas
Abraçar a omnicanalidade, tornar a loja física protagonista e se atentar às demandas das novas gerações de clientes são a chave de um futuro promissor no segmento
Inovar é uma das palavras-chave para o sucesso em diversas áreas e, claro, no varejo não é diferente. Passando por diversas transformações, o setor experiência uma forte tendência ao digital desde 2020, com a pandemia, que intensificou hábitos de compras online e despertou novas necessidades. Para se ter uma noção, espera-se que o e-commerce atinja R$ 185,7 bilhões em 2023, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), número que vai subir ano após ano e atingir o valor de R$ 273 bilhões em 2027.
Os dados mostram a importância de sempre recorrer às tecnologias mais avançadas e preparar os negócios para o mundo digital em constante atualização. “Com a ascendência de inteligências artificiais, hábitos de consumo das novas gerações e uma forte tendência ao omnichannel, profissionais do varejo devem estar atentos a todas as movimentações de mercado e pensando cada vez mais em integrar canais, dados e informações”, diz Juliano Ricardo Regis, gerente comercial do Myrp Enterprise, sistema de gestão empresarial voltado às grandes operações franqueadoras do varejo de moda.
Para ilustrar melhor essa nova realidade do mercado, Juliano listou 7 estratégias essenciais para alavancar os negócios em 2023. Confira a seguir:
Também chamada de estratégia omnichannel, a omnicanalidade consiste na convergência de canais físicos e digitais para um processo de compra integrado e contínuo, uma estratégia que pode ajudar a entender melhor as preferências e comportamentos de compra dos consumidores. Ao captar dados de todos os canais de compra, tanto presencialmente quanto pela internet, a operação franqueadora é capaz de entender as necessidades de seus clientes e definir planos de ação mais claros e eficazes, com foco no resultado.
A convergência também permite que o cliente escolha a maneira mais conveniente de começar e finalizar sua compra, escolhendo quando e onde vai concluir cada uma das etapas da jornada. Ele pode ver um produto na loja física, por exemplo, e finalizar a compra online — e vice-versa. Essa flexibilidade permite que o consumidor fique livre para trocar de formato durante a escolha e teste dos produtos ou serviços. A estratégia ajuda, ainda, a evitar a ruptura na jornada de compra, uma vez que os estoques também ficam interligados com a união dos diferentes canais de venda.
A omnicanalidade pode ser aplicada de diversas formas dinâmicas, que colocam o cliente no foco da experiência de compra. No setor varejista, mais da metade dos lojistas já aderiram à estratégia, segundo o Future of Commerce da Shopify. “Com cada vez mais destaque, a omnicanalidade está no futuro e no presente do varejo, e sua implementação se torna cada vez mais essencial aos negócios. Com um investimento num bom software que integre os canais de venda e uma boa estratégia de marketing, é possível aplicá-la e colher os resultados”, diz Juliano.
A presença da marca no online e no varejo físico já é considerada uma estratégia básica para empresas, uma vez que elas precisam estar nos canais digitais para conseguir alcançar o público de forma efetiva. No entanto, é importante que os dois universos estejam integrados e alinhados. “O varejo físico tem muita relevância para a experiência de compra. Poder ver ao vivo um produto anteriormente visto no online, experimentá-lo, analisar a sua qualidade, são fatores decisivos na hora de comprar. Da mesma forma, quando ocorre o caminho com o cliente vendo primeiro na loja física, e depois comprando no online. Aderindo ao phygital, empresas oferecem experiências de compra fluidas e mais completas, marcando presença onde o cliente estiver, seja no e-commerce ou na loja do shopping, por exemplo”, explica Juliano.
Segundo dados da Adyen, empresa com serviços voltados a pagamentos, o varejo mundial perde cerca de US$ 4,1 bilhões por ano devido à ruptura na jornada de compra. O número mostra a importância dos negócios entenderem e aderirem à estratégia de prateleira infinita, que interliga estoques de fábricas, centros de distribuição, lojas virtuais e físicas, que acabam se tornando “hubs de distribuição” também. Assim, se um item estiver em falta em determinado ponto de venda, a prateleira infinita localiza onde está o produto disponível mais próximo e disponibiliza-o. “Para aplicar essa estratégia, é necessário investir em tecnologia e sistemas que possibilitem a integração do estoque e informações sobre vendas em tempo real”, pontua o especialista.
A loja física tem se tornado cada vez mais importante no processo de vendas online. Muitos clientes pesquisam na internet, mas querem ver o produto na vida real antes de comprá-lo. Muitas vezes, preferem realizar a compra de forma virtual e retirá-la no espaço físico da marca, evitando a espera pela entrega. Por isso, é importante investir na experiência do consumidor na loja física, oferecendo um ambiente agradável, com bom atendimento e produtos disponíveis para visualização e experimentação.
“A NBA é um exemplo de marca que investe em suas lojas físicas. Ano passado eles inauguraram uma loja conceito de 1.700 metros quadrados no Rio de Janeiro, a NBA Store Arena, que conta inclusive com uma quadra de basquete oficial, onde os clientes podem testar produtos. Outro exemplo é a Nike, que recentemente abriu uma loja, no Shopping Ibirapuera, em que oferece opções de produtos personalizados, experimentação de itens exclusivos de venda via e-commerce, serviço de logística reversa, transformando em novos produtos que seriam descartados, e serviço de styling exclusivo”, aponta Juliano.
A digitalização do varejo é fundamental para acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor. Não basta apenas criar uma loja virtual, é preciso tornar-se digital. Isso significa incluir tecnologias e sistemas que possibilitem experiências de compras digitais no ponto físico, por exemplo, telas interativas, realidade aumentada e outras tecnologias, que permitam um contato entre os consumidores e os produtos de forma inovadora.
Outro exemplo de aplicação seriam os pontos “instagramáveis”, em que consumidores unem o mundo físico com o digital através de fotos nas lojas físicas que vão para as redes sociais. “Um exemplo dessa aplicação são os provadores exclusivos para consultoras da C&A. Locais bonitos, com iluminação diferenciada e redução de ruído, em que consultoras podem produzir conteúdo e divulgar produtos.”
Lojas conectando consumidores com a indústria é uma tendência que ganha força. Os varejistas têm a possibilidade de entender melhor o seu consumidor por meio de dados integrados em todos os canais de vendas, da loja virtual à loja física, em qualquer lugar do país. As informações podem produzir inteligência para melhorar o relacionamento entre as partes.
“Utilizando tecnologias de Big Data e Inteligência Artificial, é possível analisar os dados de vendas e de comportamento do consumidor para criar produtos personalizados e atender melhor às necessidades dos clientes, melhorando a experiência e prevendo o que eles possam querer comprar”, afirma Regis.
Por último, mas não menos importante, os negócios devem se manter atentos às novas gerações e seus hábitos de compra. Até o ano de 2030, estima-se que a geração Z será detentora de uma renda de US$ 33 trilhões, segundo pesquisa do Bank of America, e que, junto à geração Alpha, será cerca de metade da população, demonstrando a relevância de, desde já, atentar-se a essas gerações, seus interesses e impeditivos antes de comprar.
“As empresas que conseguirem entender as preferências desses consumidores e oferecer experiências que atendam às suas expectativas terão uma vantagem competitiva no mercado. Segundo estudos da consultoria GoAkira e a Fecomércio, 97% dos jovens possuem mídias sociais como principal fonte de inspiração na hora de consumir, e é também um público sempre em busca de experiências imersivas”, finaliza Juliano.
O MYRP foi pioneiro como sistema de gestão empresarial em nuvem no país. Os empreendedores Tibério César Valcanaia, diretor técnico, e Reinaldo Pires de Oliveira, diretor comercial, idealizaram a tecnologia visando atender pequenas e médias empresas.
Hoje, a versão Standard já é utilizada por mais de 30 mil clientes para os controles fiscal, de estoque, de vendas e financeiro de seus negócios. Em 2022, a empresa lançou oficialmente seu segundo produto, o Myrp Enterprise, um PDV exclusivo para grandes operações no varejo de moda. O sistema é baseado em três pilares: cloud (100% online), mobile (acessível em qualquer dispositivo) e omnichannel (um elo entre o varejo físico e o digital).
O Enterprise já atende grandes corporações nos segmentos de logística, hotelaria e moda, que se tornou seu principal foco de atuação. A empresa é parte do Grupo Inventti, uma das maiores empresas de mensageria fiscal do país, que atende clientes de renome nacional e global como Riachuelo, Hugo Boss, Louis Vuitton, Prada, Swarovski, BMW, JBS, Carrefour, Accor e Ambev.
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Em uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Frente Parlamentar Mista do empreendedorismo, debateu sobre a comercialização de produtos asiáticos para o Brasil sem taxação. O assunto deve-se a empresas como AliExpress, Shein e Shopee e que apresentam valores mais baixos de mercadorias. Os parlamentares chamam essa negociação de contrabando digital, e […]
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Em uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Frente Parlamentar Mista do empreendedorismo, debateu sobre a comercialização de produtos asiáticos para o Brasil sem taxação. O assunto deve-se a empresas como AliExpress, Shein e Shopee e que apresentam valores mais baixos de mercadorias.
Os parlamentares chamam essa negociação de contrabando digital, e afirma que o comércio brasileiro sofre prejuízos devido à baixa procura dos consumidores. De acordo com o deputado Marco Bertaiolli, esse tipo de empresa utiliza táticas para evitar a taxação, como dividir a encomenda em diversas embalagens.
“Ela manda cinco pacotes, um com casa camiseta, para estar abaixo do valor que é taxado, de US$ 50. Mesmo assim, quando passa de US$ 50, o valor da nota fiscal vem subfaturado”, disse o deputado.
Os empresários reclamam sobre a entrada desenfreada de compras desse tipo no Brasil, que segundo os dados apresentados por Bertaiolli, são mais de 50 mil pacotes de produtos da China entrando todos os dias no país.
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Com isso, os empresários apontam que o governo tem pedido muito dinheiro em impostos na falta de taxação desse tipo de compra. No governo Bolsonaro o assunto já havia sido discutido, e em março do ano passado a Receita Federal chegou a tentar dificultar esse tipo de compra por meio de uma Medida Provisória.
Entre os empresários envolvidos na pressão para aumento da taxação em compras da China, estão Luciano Hang, da Havam, e Alexandre Ostrowiecki, da Multilaser.
Apesar da pressão dos empresários e da medida apresentada pela Receita Federal, ainda não há avanço para que ela seja aprovada. Se um dia for, o preço dos produtos online do exterior deve sofrer um aumento de até 60%.
Esse aumento equipararia o preço do mercado exterior com o nacional, e tiraria a vantagem destas plataformas sobre os produtos vendidos por aqui, obrigando os brasileiros a considerarem o mercado nacional.
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As marcas mais valiosas do Brasil em 2023 acabam de ser anunciadas pela Interbrand. Bora conferir esse ranking que serve de parâmetro econômico para analisar o desempenho dos negócios no Brasil. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]
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As marcas mais valiosas do Brasil em 2023 acabam de ser anunciadas pela Interbrand.
Bora conferir esse ranking que serve de parâmetro econômico para analisar o desempenho dos negócios no Brasil.
Definitivamente as 4 primeiras posições do ranking repetem as mesmas posições. Ao que tudo indica, isso reforça o potencial histórico de bancos e cervejas aqui no Brasil.
No top 5 da lista estão: Itaú com valor de aproximadamente R$ 44,3 bilhões, seguido de Bradesco com R$ 28,6 bilhões; Skol com R$ 18,8 bilhões; Brahma com R$ 13,3 bilhões e Banco do Brasil com R$ 10,3 bilhões.
Essas 5 primeiras marcas representam 75% do valor total da tabela e acabam por elucidar a presença constante na mente dos clientes. Serviços financeiros representam 58% da tabela, seguido de bebidas alcoólicas com 22% e varejo com 12%.

Somadas as 25 marcas apontadas no ranking da Interbrand somam o valor de R$ 153 bilhões, com leve crescimento de 6% em relação a edição anterior.
Uma marca que se destaca nesse ranking é o Nubank, ocupando a 7ª colocação e um valor estimado de R$ 3,8 bilhões.
Ainda sobre o ranking anterior, a marca com maior crescimento é a Renner, com 14%, subindo uma posição e chegando a R$ 1,9 bilhões. Vale destacar que além do crescimento do lucro líquido, a marca se solidificou como referência no segmento de varejo.
Em geral o varejo apresentou crescimento de 2 dígitos como por exemplo: Localiza (13%), PagSeguro (13%), Atacadão (13%), Hering (12%), Assaí (11%), Port Seguro (11%) e Drogasil (10%). As Lojas Americanas foi a única anomalia do ranking nesse setor, despencando 8 posições em relação ao período anterior.
Conforme o CEO da Interbrand: “As marcas de maior crescimento do estudo foram as que souberam se adaptar as rápidas alterações comportamentais de seu público nesta era onde a rapidez e certeza da mudança dão forma ao novo normal”.
No caso específico das Lojas Americanas após crise financeira aconteceu uma desvalorização de 53% do valor da marca, tendo essa um valor estimado de R$ 844 milhões.
Confira aqui o estudo completo das marcas da Interbrand e faça as suas próprias análises.
Interbrand é uma empresa global de consultoria de marcas que oferece serviços de estratégia, criação, avaliação e gestão de marcas para empresas em diversos setores.
A Interbrand foi fundada em 1974 e tem sede em Nova York, Estados Unidos.
A empresa é conhecida por seu ranking anual das marcas mais valiosas do mundo, o Best Global Brands, que avalia o valor financeiro das marcas com base em critérios como desempenho financeiro, influência de marca e força da marca junto aos consumidores. Em português, a empresa é chamada de “Interbrand”.
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Inteligência Artificial da Graymatics quer criar lojas e shoppings inteligentes Desenvolvida no Vale do Silício, a Graymatics é uma das principais empresas de processamento cognitivo multimídia do mundo e desenvolveu mais de 100 aplicações de software com IA, Machine Learning e Big Data Analytics em vídeo. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” […]
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Inteligência Artificial da Graymatics quer criar lojas e shoppings inteligentes
Desenvolvida no Vale do Silício, a Graymatics é uma das principais empresas de processamento cognitivo multimídia do mundo e desenvolveu mais de 100 aplicações de software com IA, Machine Learning e Big Data Analytics em vídeo.
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A Graymatics, uma das principais empresas de processamento cognitivo multimídia do mundo, diz que a cidade vai mudar consideravelmente com o uso de Inteligência Artificial. A empresa, que nasceu no Vale do Silício e chegou há pouco tempo no Brasil, possui uma solução que nasceu para transformar as operações de varejo por meio de tecnologias inteligentes.
Imagine usar Inteligência Artificial em uma câmera de segurança para monitorar dados de todos os consumidores dentro de um shopping ou uma loja varejista. A solução já existe e chama-se Vistamart, transforma as lojas físicas em comércios inteligentes. Fora do país é amplamente utilizada por grandes supermercadistas e, no Brasil, a aposta da Graymatics é que pode ser de grande utilidade para Shopping Centers também.
“O comportamento do consumidor é um aspecto primordial se o varejista quer entregar um serviço de qualidade. Atualmente, com IA, é possível identificar o humor do cliente, qual área da loja tem chamado mais a atenção do público em geral, qual área está totalmente sem visitação, a satisfação ou não do cliente. Além disso, é possível definir o tipo de público que frequenta o seu shopping, que idade e estilo são na maioria, que tipo de produto estão mais em busca. É deixar a teoria sobre quem são os clientes, para coletar dados concretos de como se comportam e quem são em sua maioria, nos diferentes horários e dias da semana”, comenta Eduardo Vargas, Business Development Manager da Graymatics para o Brasil.
Ainda tem uma solução, a de Edifícios Inteligentes, é mais focada em segurança, que no caso dos shoppings pode ser extremamente interessante. A solução é 24×7 e visa capacitar os gerentes de edifícios e as equipes de segurança para monitorar os ambientes dentro das instalações. Oferece controle de acesso e gestão de funcionários autorizados, entradas e saídas de estacionamentos, alertas de fumaça e/ou incêndios, além de enviar alertas de segurança contra ações suspeitas ou necessidade de auxílio para socorro de pessoas.
A Graymatics fornece mais de 100 parâmetros analíticos alimentados por IA em vídeo analytics, a maioria dos quais com capacidade de aprendizado ampla e coleta de dados. A empresa transforma o tradicional monitoramento de câmeras CCTV em um recurso inteligente para melhorar a segurança contra furtos, roubos e invasões; gerar insights e dados de comportamento da população; resolver problemas de trânsito; e colaborar ativamente na prevenção de acidentes.
A Graymatics é uma empresa líder em processamento de multimídia cognitiva. Por meio das melhores e mais completas tecnologias de IA, extrai insights aprofundados e permite soluções a partir da base instalada de câmeras CCTV. Fundada no Vale do Silício, com sede em Singapura, Graymatics está presente em 15 países, incluindo EUA, Reino Unido, Índia e Chile.
Fornece soluções baseadas em IA por vídeo para vários setores, incluindo segurança e vigilância, transporte inteligente, marketing digital, comércio eletrônico, telecomunicações e Internet das Coisas. Sua cartela de clientes é composta por grandes fábricas de infraestrutura, manufatura e setor público, dentre eles Development Bank of Singapore, Fujitsu, Samsung, Hitachi, LG, Dentsu, Flipkart e Globe.
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Em um mundo cada vez mais tecnológico e repleto de ferramentas para otimizarmos as vendas, o que podemos esperar do futuro do varejo e a experiência do cliente? Bora entender tudo isso na visão de um especialista em varejo e vendas, João Paulo Tavares, Presales Director Latam na Semantix. Talvez você goste de ler também: […]
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Em um mundo cada vez mais tecnológico e repleto de ferramentas para otimizarmos as vendas, o que podemos esperar do futuro do varejo e a experiência do cliente?
Bora entender tudo isso na visão de um especialista em varejo e vendas, João Paulo Tavares, Presales Director Latam na Semantix.
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Aplicativos de velhos ricos e milionários para você conhecer
O varejo está passando por muitas transformações, impulsionado por novas tecnologias e pelo comportamento do consumidor. Tudo indica que essas inovações tendem a acelerar a revolução latente no setor. Mas de que forma essas ferramentas disruptivas afetam o varejo? E como as empresas podem se adaptar para obter as melhores atuações diante desse cenário?
A cultura phygital é uma das tendências que vêm ganhando cada vez mais destaque. Trata-se de uma combinação entre os elementos do mundo físico e digital para criar uma experiência de compra integrada e inovadora. A ideia é oferecer o que há de melhor em cada um dos mundos — são proporcionadas ao consumidor a conveniência e a personalização do mundo digital, aliadas à interatividade e à experiência do mundo físico, eliminando possíveis barreiras e tornando o processo de compras cada vez mais frictionless.
Outra tendência que vem chamando atenção de muitos varejistas é o metaverso. O espaço virtual permite aos usuários a criação de suas próprias experiências de compra personalizadas, interagindo com outros clientes e marcas em um ambiente altamente imersivo. Nesse contexto, entra a gamificação — o uso de potencial de jogos para obter dados que objetivam a personalização da experiência do cliente. Com a coleta dessas informações em tempo real, as empresas podem criar games personalizados que ajudam a promover produtos e serviços, aprimorar os processos de fidelização do cliente e gerar mais vendas.
As Realidades Aumentada e Virtual também são tendências que estão ganhando cada vez mais espaço no varejo. Com essas tecnologias, os clientes podem experimentar produtos de maneiras mais imersivas e realistas, o que tende a melhorar significativamente a sua experiência.
Por último, mas não menos importante, o ChatGPT, um modelo de inteligência artificial que dá às empresas a oportunidade de interagir com os clientes de maneira ainda mais inteligente e personalizada, fornecendo informações e ofertas em tempo real.
Todas essas ferramentas e tendências apontam para um futuro no qual a tecnologia continuará a desempenhar um papel fundamental na transformação do varejo. A partir do uso de novas tecnologias, dados e inteligência artificial, as empresas serão capazes de personalizar ainda mais a experiência do cliente e fornecer soluções de compra cada vez mais eficazes e convenientes.
O futuro do varejo é emocionante e cheio de possibilidades, mas é importante que as empresas estejam preparadas para se adaptar a essas mudanças e investir em tecnologia, dados e inovação. A partir de uma visão centrada no cliente e focada em fornecer experiências de compra excepcionais e personalizadas, é possível conquistar a fidelidade do cliente e se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.
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