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Evolução dos meios de pagamentos: as maquininhas ao longo do tempo

A evolução ao longo dos anos das maquininhas mostra a transformação dos aparelhos e a forma como as pessoas realizam pagamentos

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Evolução dos meios de pagamentos: como as maquininhas mudaram ao longo dos anos

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SumUp, empresa global de tecnologias e soluções financeiras, traçou linha tempo com as principais transformações do aparelho

Apesar de o mundo já utilizar cartões com tarja magnética desde 1971, no Brasil, os primeiros leitores manuais, ou seja, que imprimiam em carbono as informações do cartão e não liam faixas magnéticas, só viriam no ano seguinte, em 1972. Enquanto a tecnologia se aperfeiçoava no globo, no País, o primeiro terminal de pagamento eletrônico próximo ao que conhecemos só chegaria às lojas apenas em 1995.

Evolução continua das maquininhas de pagamentos

De lá para cá, muito mudou, e hoje, com tecnologias totalmente diferentes e avanços sendo feitos diariamente – como, por exemplo, o pagamento por aproximação –, comprar com cartão passou a ser considerado mais do que uma relação de consumo, e sim uma experiência para o cliente.

 

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Pensando em revisitar os aparelhos que fizeram parte dessa história e da vida dos empreendedores brasileiros, a SumUp traçou uma linha do tempo para mostrar as principais mudanças no aparelho e apresentar todas as maquininhas de cartão que já lançou.

Em 2013, a SumUp lançou sua primeira maquininha, a Chip. Com funcionamento acoplado ao celular, o aparelho utilizava a entrada do fone de ouvido para se conectar. A máquina permitia pagamentos de cartões com chip e o cliente autorizava as transações por meio de uma assinatura, que era feita na tela do celular do empreendedor.

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Tecnologia Bluetooth

Já em 2015, chegou a Top. Com conexão via Bluetooth, o aparelho era pareado ao telefone celular do empreendedor. Mas, diferente do modelo anterior, a Top tinha um teclado, para que o consumidor pudesse inserir sua senha e autorizar o pagamento.


Desde 2015, a Top passou por atualizações e seguiu no portfólio da SumUp. O primeiro modelo funcionava a pilha e permitia também pagamentos por tarja magnética, deslizando o cartão. Já na em sua atualização, em 2017, o modelo manteve o funcionamento a pilha, mas passou a não aceitar mais pagamentos por tarja magnética.

A mudança diminuiu as chances de fraude, tornou o dispositivo mais barato e democratizou ainda mais o acesso a máquinas de cartão. O terceiro upgrade, realizado no ano 2021, alterou o funcionamento para o uso de bateria, com carregamento na tomada, e incluiu a possibilidade de pagamentos por aproximação.

Mais surgiu em 2016 como uma evolução do modelo Chip. Com um formato mais robusto, o aparelho permitia que os clientes aprovassem a transação por senha. Ela carregava o nome da Payleven, marca que se fundiu com a SumUp em 2016.

Modelo de chip

Em 2018, a SumUp lançou a Super. Diferente dos modelos anteriores, foi a primeira maquininha da fintech que funcionava sem a necessidade de um celular pareado. O aparelho foi também uma evolução da Mais, realizando transações com mais rapidez e bateria otimizada.

Maquininha com impressora

Ainda em 2018, a SumUp começou a venda da sua primeira maquininha com impressora embutida, a Total. Pela primeira vez entre os produtos da SumUp, o modelo tinha conexão 3G. Com uma estrutura resistente e uma bateria que dura o dia todo para o empreendedor que trabalha na rua, o aparelho foi criado para ser rápido e confiável. Também aceitava pagamentos por aproximação.

 

On chegou em 2019, com um formato similar ao da Super. Mais veloz no processamento, o aparelho conta com mais autonomia de bateria. Assim como os modelos lançados pela fintech anteriormente (Total e Top), a On também já aceitava pagamentos por aproximação. O modelo continua fazendo parte do portfólio da SumUp.


Em 2022, chegou a Solo, a maquininha mais moderna da SumUp. Com tecnologia 100% proprietária, o modelo atende totalmente às necessidades dos micro e pequenos negócios, com uma interface muito intuitiva. Seu design inovador rendeu à SumUp a vitória no iF Design Awards, um dos principais prêmios de design da Europa.

Como é um produto totalmente desenvolvido pela SumUp, a fintech controla ainda mais de perto a qualidade de todos os componentes do produto, o que torna a experiência de compra mais rápida e fluida.

Considerações finais

A Solo pode se acoplar a diversos dispositivos. O primeiro deles, lançado recentemente no Brasil, é a Printer, que permite a emissão de comprovantes de compra impressos.

Outro diferencial da Solo é o uso de um eSIM, um chip virtual que permite aos clientes usar mais de uma operadora – com isso, será possível usar a melhor conexão disponível nas transações.

“Nesses últimos dez anos, a SumUp trabalhou ativamente para empoderar negócios, pesquisando e trazendo para os clientes as melhores atualizações. Incrível notar que, em um curto período de tempo, diversas tecnologias foram atualizadas. Nossa prioridade, no entanto, continua a mesma: atender as necessidades dos micro e pequenos negócios com uma experiência sensacional, por meio de produtos de tecnologia 100% proprietária desenvolvidos sob medida para os empreendedores que atendemos”, conta José Titonel, gerente de produto da SumUp.

Sobre a SumUp  

A SumUp é uma companhia global de serviços financeiros que oferece um ecossistema de soluções para microempreendedores, como maquininhas de cartão, conta digital pelo SumUp Bank, empréstimos, links de pagamento e educação financeira, entre outros produtos.

Há 10 anos empoderando empreendedores ao redor do mundo, a SumUp atende mais de 4 milhões de donos de micro e pequenos negócios em mais de 35 mercados na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. No Brasil, está presente desde 2013, empregando 800 pessoas, sendo 59% mulheres e 28% LGBTQIAP+. Em junho de 2022, a fintech anunciou seu aporte mais recente, de 590 milhões de euros (R$ 3,2 bilhões). Deste total, até 70 milhões de euros (R$ 390 milhões) serão destinados à operação brasileira.

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