
Saiba qual é o consumo máximo de açúcar por dia aqui!
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O açúcar está presente em muitos dos alimentos que consumimos diariamente, seja em sua forma natural ou adicionado durante o processamento. Embora ele possa adicionar sabor e prazer às refeições, é importante monitorar a quantidade de açúcar que ingerimos para evitar problemas de saúde como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. Mas qual é o limite recomendado? E como podemos manter nosso consumo dentro desse limite?
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, no máximo, 10% das calorias diárias sejam provenientes do consumo de açúcar. Para uma dieta de 2000 calorias, isso equivale a cerca de 50 gramas de açúcar por dia. No entanto, a OMS sugere que reduzir essa quantidade para 5%, ou aproximadamente 25 gramas (cerca de 5 colheres de chá de açúcar), traria benefícios adicionais à saúde.
Essa orientação abrange tanto o açúcar de mesa, que adicionamos ao café ou ao suco, quanto o açúcar presente em alimentos processados, como biscoitos, iogurtes e bolos, além do açúcar natural encontrado em frutas e verduras.


“Já está provado que a elevada ingestão de açúcares aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e cáries dentárias”, afirma o nutricionista Vinicius Ribeiro, do Hospital Santa Lúcia Norte, em Brasília.
O consumo excessivo de açúcar pode levar a um aumento rápido dos níveis de glicose no sangue, resultando em picos de energia seguidos por quedas bruscas, o que pode causar fadiga e fome excessiva. Além disso, o açúcar em excesso contribui para o ganho de peso, uma vez que muitas vezes é consumido em alimentos ricos em calorias e pobres em nutrientes.
Os açúcares naturais são aqueles que ocorrem naturalmente em alimentos como frutas, legumes e leite. Eles são acompanhados por nutrientes essenciais como fibras, vitaminas e minerais, que ajudam a moderar os efeitos do açúcar no organismo. Por outro lado, os açúcares adicionados são aqueles que são incorporados aos alimentos durante o processamento ou preparo. Exemplos incluem açúcar branco, glicose, frutose e xarope de milho.


“O consumo de açúcares naturais, dentro de uma dieta equilibrada, não possui os mesmos efeitos adversos à saúde que o consumo de açúcares adicionados”, explica Ribeiro. Portanto, é importante focar na ingestão de alimentos integrais e minimamente processados para manter uma dieta saudável.


Manter o consumo de açúcar dentro do limite recomendado pela OMS pode parecer desafiador, mas é possível com algumas estratégias simples e eficazes. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a controlar sua ingestão de açúcar:
Ribeiro ressalta que consumir cinco porções de frutas por dia geralmente não ultrapassará o limite recomendado de açúcar, especialmente se você escolher frutas com menor teor de açúcar e controlar a ingestão de alimentos com açúcar adicionado.
A chave para uma alimentação saudável é a moderação e a escolha consciente dos alimentos. Reduzir a ingestão de açúcares adicionados e focar em alimentos integrais pode melhorar significativamente sua saúde e bem-estar. Lembre-se de que pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença e ajudar a manter uma dieta equilibrada e nutritiva.
Adotar essas práticas pode ajudar a controlar o consumo de açúcar, promovendo uma vida mais saudável e reduzindo o risco de doenças relacionadas ao excesso de açúcar. Faça escolhas inteligentes e cuide bem da sua saúde!
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CUIDADO: Coca-Cola Zero pode causar câncer. OMS deve divulgar documentos sobre essa situação agora em julho
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Como assim que a Coca-Cola Zero pode causar câncer?
Segundo estudos recentes, o aspartame (adoçante não calórico) dos refrigerantes zero e light podem ser declarados como cancerígenos pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Bora entender melhor toda essa situação.
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A Coca-Cola está na mira da OMS, mais especificamente ao adoçante artificial utilizado na Coca-Cola Zero pode ser 1 ingrediente cancerígeno.
De acordo com cientistas e especialistas, o ingrediente pode causar risco à saúde dos consumidores. Além da Coca-Cola Zero outros produtos também utilizam tal aspartame na composição.
Segundo as classificações do IARC (Centro Internacional de Pesquisas sobre Câncer) e outros comitês sobre aditivos alimentares relacionados à OMS, FAO das Nações Unidas para assuntos de Alimentação e Agricultura, a composição dos refrigerantes dietéticos da marca possuem gradações como possível substância cancerígena.
É interessante lembrar que desde 1981, especialistas da OMS e da FAO sinalizaram perigo sobre consumo dos produtos com adoçante dentro de limites e quantidades pré-determinados. Vale dizer que o aspartame vem sendo utilizado em larga escala pela indústria desde o início da década de 1980.
Ao que tudo indica, documentos ainda confidenciais serão divulgados até a próxima quinzena de julho, no site da OMS e em revistas científicas como The Lancet Oncology.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), até o momento não existe uma conclusão sobre a segurança do aspartame, mas está nas pautas constantes de trabalho e vigilância.
O adoçante e o aspartame são frequentemente utilizados em refrigerantes de zero caloria como substitutos do açúcar. O adoçante é uma substância que possui um sabor doce, mas com um teor calórico muito baixo ou até mesmo zero. O aspartame é um tipo específico de adoçante artificial que é altamente utilizado na indústria de alimentos e bebidas.
Ele tem um poder adoçante cerca de 200 vezes maior que o açúcar, permitindo que seja utilizado em pequenas quantidades para adoçar os refrigerantes sem adicionar calorias significativas. No entanto, é importante destacar que o consumo excessivo de aspartame pode ter efeitos adversos para algumas pessoas, como dores de cabeça ou distúrbios gastrointestinais. Portanto, é recomendado consumir com moderação e estar ciente das possíveis reações individuais.
Na página oficial da marca Coca-Cola Brasil a descrição técnica da bebida diz: “não contém açucar, mas edulcorantes que fornecem sabor doce”. Segundo a empresa, 200 ml do produto não tem calorias e nenhuma adição de açúcar.
O fabricante destaca que os adoçantes não calóricos são substitutos do tradicional açúcar, utilizado no lugar da sacarose. A empresa ainda ressalta que os ingredientes utilizados são devidamente testados e aprovados por diversos órgãos, incluindo a OMS.
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A polêmica está no ar! Estudo revela a pureza do chocolate fabricado aqui no Brasil. Será que ele contém muita gordura? Será que temos um produto de qualidade? Bora conferir tudinho sobre o assunto! Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos […]
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A polêmica está no ar! Estudo revela a pureza do chocolate fabricado aqui no Brasil.
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Estudo revela que 98,1% dos chocolates industrializados não têm conservantes e 95,2% não possuem corantes
Levantamentodo Ital, com apoio da Abicab, integra publicação da série Alimentos Industrializados 2030, dedicada a análises sobre diversas categorias de produtos consumidos pelos brasileiros
Com objetivo de traçar um panorama geral sobre os chocolates industrializados comercializados no Brasil, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, lançou nesta sexta-feira (24) estudo em que analisou as composições e valores nutricionais de 483 produtos de chocolate. Intitulada Chocolates Industrializados: alimentos para socialização e nutrição, a publicação gratuita contou com apoio da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab).
As informações contidas nos rótulos de cada chocolate foram avaliadas levando em consideração características como saudabilidade e bem-estar, matérias-primas e aditivos. Nas formulações dos produtos estudados, foi possível identificar que 99,6% não incluem antioxidantes, 98,1% não possuem conservantes e 95,2% são isentas de corantes. Também ficou comprovada a presença de teores de proteínas, fibras e polifenóis.
“Esse é o décimo estudo da série Alimentos Industrializados 2030, que visa disponibilizar informações de interesse do consumidor brasileiro com clareza e embasamento técnico-científico. Detalhamos os conteúdos nutricionais dos produtos que comumente são tachados genericamente como não saudáveis, contrapondo mitos e preconceitos”, afirma Luis Madi, diretor de Assuntos Institucionais do Ital e coordenador do projeto. “Está na missão do Instituto contribuir para a evolução da área de alimentos em benefício do consumidor, assim como está na missão da Secretaria de Agricultura promover a oferta de alimentos saudáveis com agregação de valor e melhoria da qualidade de vida da população”, destaca.
O presidente da Abicab, Ubiracy Fonsêca, destaca a importância da desmitificação de conceitos. “Nenhum alimento pode ser analisado de forma isolada. O chocolate é um produto de indulgência que pode ser inserido no contexto de uma dieta equilibrada e associado à prática regular de atividade física. É fundamental que esses aspectos sejam trazidos para o âmbito científico”, pontua.
O estudo faz parte do projeto Alimentos Industrializados 2030, que busca consolidar bases de um sistema alimentar saudável e sustentável, informando com dados técnicos e científicos e contrapondo mitos e preconceitos sobre alguns alimentos.
A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), fundada em 1957, representa os principais fabricantes nacionais junto às esferas pública e privada no Brasil, onde esses setores geram cerca de 34 mil empregos diretos e exporta para mais de 169 países.
Representando atualmente 92% do mercado de chocolates, 68% de balas e gomas e 62% de amendoim, a Abicab tem como objetivo desenvolver e promover as indústrias associadas, estimulando ações para o fomento dos mercados interno e externo, consumo responsável dos produtos, promoção da cadeia sustentável e segurança do alimento.
O Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), localizado em Campinas/SP, é uma instituição líder em pesquisa aplicada na América Latina. O Ital tem um papel central na inovação do setor de alimentos, realizando pesquisa, desenvolvimento e serviços tecnológicos especializados nas áreas de alimentos e bebidas, ingredientes, processamento e embalagem.
Fundado em 1963 como uma instituição pioneira em tecnologia de alimentos no Brasil, o Ital é um dos institutos de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Atualmente o Instituto congrega centros tecnológicos especializados em produtos cárneos, laticínios, cereais, chocolate e confeitos, panificação, frutas e hortaliças, proteínas vegetais e embalagem. As atividades de PD&I são apoiadas por laboratórios de referência em microbiologia, química, análises físicas e sensoriais. Alianças e projetos estratégicos para inovação são direcionados pela Plataforma de Inovação Tecnológica do Ital (PITec).
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De fato, a partir do dia 9 de outubro de 2022, todas as embalagens de alimentos industrializados passaram a ter um novo rótulo. No entanto, é preciso deixar claro que esse novo rótulo nada tem a ver com marketing ou novas estratégias de captação de clientes. Esses novos rótulos, em síntese, irão ganhar um alerta […]
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De fato, a partir do dia 9 de outubro de 2022, todas as embalagens de alimentos industrializados passaram a ter um novo rótulo. No entanto, é preciso deixar claro que esse novo rótulo nada tem a ver com marketing ou novas estratégias de captação de clientes. Esses novos rótulos, em síntese, irão ganhar um alerta acerca dos altos índices de açúcar, gordura saturada e sódio que existem em tais produtos.
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Além disso, é importante deixar claro que toda essa movimentação está ocorrendo devido ao fato de que esses nutrientes se encontram diretamente ligados ao aumento de casos de obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como as cardiovasculares, o diabetes e diversos tipos de câncer. Dessa forma, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, percebe-se que 52% da população do país que possui idade acima dos 18 anos ou mais já possuía um diagnóstico de pelo menos uma DCNT no ano de 2019.
Não obstante, no mesmo ano, a prevalência de sobrepeso e obesidade entre os brasileiros era de 53,8%. A ideia é que, com informações mais claras e compreensíveis, as pessoas possam fazer escolhas mais saudáveis. Nesse sentido, ao que tudo indica, essas alterações irão correr de três maneiras. Na parte frontal do rótulo haverá um ícone de uma lupa quando a quantidade de açúcar adicionada, de gordura saturada e sódio presente no produto for de 100 g ou 100 ml superior à estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Por conseguinte, no que tange a tabela nutricional das embalagens, essa terá somente informações nutricionais e passará a ter somente letras pretas e o fundo rbanco para poder gerar contraste em relação às demais cores da embalagem. Além disso, também se tornou obrigatório a identificação de açúcares totais que são adicionados e a declaração do valor energético e nutricional por 100g ou 100 ml do produto. Todas essas medidas foram tomadas levando em consideração a realidade do consumidor, assim, evitando que o consumidor seja induzido ao erro ou a confusão como ocorre muito com as embalagens atuais.
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