
Conheça a Coleção Incrível do Boticário e Disney que Está Transformando a Rotina Infantil! (Wish: O Poder dos Desejos)
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Em um encontro mágico entre beleza e imaginação, O Boticário e Disney unem forças novamente para lançar uma coleção encantadora inspirada na nova animação “Wish: O Poder dos Desejos”. Descubra o universo fascinante desses produtos exclusivos que transportam as crianças para uma jornada cheia de magia, autoexpressão e diversidade.
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Janeiro de 2024 marca a estreia de “Wish: O Poder dos Desejos” nos cinemas, uma animação que promete capturar corações com sua história envolvente. O Boticário, reconhecido como a marca de beleza mais amada pelos brasileiros, se destaca como o único player de cuidados infantis do país a lançar uma coleção inspirada nesta mágica narrativa.
A linha Sophie, dedicada a crianças de 7 a 12 anos, ganha vida com cinco produtos que não apenas refletem o espírito da protagonista, Sophie, mas também incentivam a ludicidade, o empoderamento e a diversidade. Camila Arruda, gerente sênior de Growth do Grupo Boticário, destaca a importância de atender às expectativas da geração alpha, trazendo diferenciação ao mercado infantil.


1. Colônia Sophie Disney Wish 100 ml (R$ 89,90)
Uma fragrância inspirada na magia e energia do filme, com um toque de carambola, a “fruta-estrela”. Dermatologicamente testada, vegana e com uma cartela de figurinhas para completar a diversão.
2. Loção Glitter Sophie Disney Wish 200 ml (R$ 46,90)
Com o mesmo aroma da colônia, esta loção glitter proporciona um toque de poeira estelar da Estrela, deixando a pele iluminada. Dermatologicamente testada, vegana e refrescante.
3. Palette Sophie Disney Wish (R$ 79,90)
Em formato da adorável Estrela, esta paleta multifuncional oferece sombras, batons e iluminador. Acompanha uma latinha exclusiva, perfeita para usar como porta-trecos. Dermatologicamente testada, sem lágrimas, hipoalergênica e vegana.
4. Gloss Labial Sophie Disney Wish 6 ml (R$ 19,90)
Um brilho labial especialmente desenvolvido para crianças, com um aroma delicioso e cheio de glitter inspirado no brilho das estrelas. Dermatologicamente testado e vegano.
5. Kit de Pincéis Disney Wish (R$ 49,90)
Desenhado para crianças, este kit de pincéis possui design exclusivo, cerdas sintéticas e é o complemento perfeito para a paleta. Dermatologicamente testado e vegano.
Todos os produtos são dermatologicamente e pediatricamente testados, veganos, sem lágrimas, hipoalergênicos e contêm ecoglíter, garantindo segurança para crianças a partir de 7 anos.
Pela primeira vez, a coleção chega às lojas simultaneamente à estreia do filme nos cinemas brasileiros em janeiro de 2024. Com uma ação promocional de lançamento oferecendo 20% de desconto, os itens estão disponíveis em todas as lojas físicas, no e-commerce da marca e no aplicativo Boticário.
Prepare-se para uma jornada mágica com a Sophie Disney Wish, uma coleção que não apenas adiciona um toque de encanto ao cuidado infantil, mas também celebra a magia, a diversidade e a imaginação.
Descubra a coleção nas lojas físicas, no e-commerce ou através do aplicativo, e deixe-se levar pela magia de “Wish: O Poder dos Desejos”.
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Especialistas Explicam: Como Funcionam os Impostos nas Compras Internacionais Acima de US$ 50
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Recentemente, um suposto comunicado do AliExpress gerou um alvoroço nas redes sociais ao mencionar um imposto de 92% em compras internacionais acima de US$ 50 (cerca de R$ 245 na cotação atual). Segundo o texto, pessoas físicas que realizarem compras abaixo desse valor em dólares serão tributadas em apenas 17% de ICMS.
O comunicado destacou a adesão do AliExpress ao programa Remessa Conforme do governo federal, que zerou o Imposto de Importação para compras até US$ 50 de lojas internacionais que recolherem o ICMS corretamente. Essa iniciativa promete tornar o processo de compra mais rápido e transparente, com o imposto sendo pago diretamente no carrinho de compras.
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A pergunta que não quer calar é: de onde surgiu a informação de que compras acima de US$ 50 em lojas chinesas, como Shein, Shopee e AliExpress, serão tributadas em 92%? Fontes consultadas pelo G1 confirmam que a porcentagem é real, mas há nuances tributárias importantes a serem consideradas.
Mariana Sanches Maia, especialista em direito tributário e advogada no Galvão Villani, Navarro, Zangiácomo e Bardella Advogados, esclarece que compras acima de US$ 50 serão tributadas pelo Imposto de Importação, um imposto federal, com alíquota de 60%, além do ICMS, um imposto estadual, com alíquota de 17%.
No entanto, Maia destaca uma peculiaridade: o ICMS incide sobre ele mesmo, sendo chamado de “imposto por dentro”. Em contraste, outros impostos, como o IPI, são calculados com base no valor final de um produto ou serviço, sendo conhecidos como “imposto por fora”.

É crucial entender que, embora a alíquota total de 92% seja real, ela representa um teto máximo da cobrança e depende de diversas variáveis, incluindo o estado de destino da mercadoria e o tipo de produto. Além disso, a adesão das lojas ao programa Remessa Conforme visa simplificar o processo tributário, tornando-o mais transparente e evitando surpresas desagradáveis para os consumidores.
Nesse contexto, os consumidores brasileiros podem continuar aproveitando as vantagens das compras em plataformas internacionais, que oferecem uma ampla gama de produtos com bom custo-benefício e ótimas ofertas.
Em resumo, o suposto imposto de 92% em compras internacionais acima de US$ 50 é real, mas é importante compreender sua complexidade e as nuances tributárias envolvidas. A iniciativa do programa Remessa Conforme busca simplificar o processo e proporcionar uma experiência de compra mais transparente para os consumidores brasileiros.
Portanto, ao fazer compras em lojas chinesas e internacionais, esteja ciente das regras tributárias em vigor, aproveite as oportunidades e faça escolhas informadas. Afinal, o conhecimento é a melhor ferramenta para navegar pelas águas do comércio internacional e garantir boas compras.
O AliExpress, a Shein e a Shopee são três gigantes do comércio eletrônico que conquistaram o mundo com suas amplas variedades de produtos e preços competitivos. O AliExpress, sediado na China, é conhecido por sua vasta seleção de itens a preços acessíveis, tornando-se uma plataforma popular para compradores em busca de uma ampla gama de produtos, desde eletrônicos até moda e acessórios. Sua inclusão no programa “Remessa Conforme” no Brasil trouxe benefícios para os consumidores, com isenção de imposto de importação para compras de até US$ 50, tornando as compras internacionais mais previsíveis e convenientes.
Enquanto isso, a Shein, também originária da China, se destacou por sua moda acessível e rápida. Com uma abordagem ágil nas tendências de moda e uma experiência de compra amigável, a Shein atraiu uma base de clientes leais em todo o mundo. Por fim, a Shopee, com sede em Cingapura, se tornou uma das principais plataformas de comércio eletrônico do Sudeste Asiático. Sua abordagem inovadora, que inclui promoções frequentes e uma interface de usuário intuitiva, conquistou uma base de usuários em rápido crescimento em países como Tailândia, Indonésia e Filipinas. Juntas, essas três plataformas refletem a crescente influência do comércio eletrônico global e a forma como as compras online estão moldando o cenário do varejo em todo o mundo.
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais
Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional
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Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.
De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.
No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.
Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.
Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.
Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.
Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.
Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.
Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.
Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.
Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.
Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.
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