
WhatsApp dá cadeia? Aprenda a usar prints como prova de um crime
Para usar os prints como prova, é preciso ficar atento para garantir mais peso à evidência.
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No mundo atual, as redes sociais, dispositivos móveis e a internet se tornaram partes inseparáveis de nossa vida cotidiana. Através desses canais, realizamos desde tarefas simples até as mais complexas. Uma das formas mais comuns de comunicação é através de aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, onde trocamos mensagens que variam desde acordos amigáveis até discussões acaloradas, e até mesmo ameaças. E o que muitos não sabem é que essas conversas podem ser cruciais em processos judiciais.
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Recentemente, o caso envolvendo a influencer e DJ Gabriela Cavallin e o jogador de futebol Antony trouxe à tona a importância das capturas de tela como evidências em casos judiciais. Gabriela utilizou prints das conversas para demonstrar possíveis intimidações, ameaças e agressões verbais nas mensagens trocadas durante o relacionamento.
Gabriela também relatou à polícia que perdeu um bebê devido às agressões sofridas, o que levanta questões importantes sobre o papel dessas mensagens na justiça. Mas afinal, os prints podem realmente ser usados como prova de um crime?
A utilização de capturas de tela como prova em processos judiciais é um tema que gera debate. Embora essas evidências possam ser consideradas, há diversos fatores a serem levados em conta, tornando-as potencialmente insuficientes. Um caso de 2021 envolvendo acusações de corrupção exemplifica essa complexidade. A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) alegou que as provas poderiam ter sido editadas, levantando dúvidas sobre sua autenticidade.
No entanto, no mundo digital, existem maneiras de fortalecer a validade das capturas de tela como provas. Alexandre Munhoz, fundador da Verifact, uma empresa especializada em registros de provas digitais com validade jurídica, argumenta que as capturas podem ser consideradas válidas quando seguem técnicas periciais forenses adequadas.
Existem algumas opções para garantir a integridade das capturas de tela. A primeira é a “ata notarial,” um serviço prestado por um tabelião em cartório de notas. Embora seja eficaz, seu custo elevado pode torná-lo inacessível para muitos, com a primeira página custando R$ 531,54.
Uma alternativa mais acessível é o uso de ferramentas de coleta de provas digitais. Essas ferramentas garantem que as evidências não foram alteradas, utilizando meios legais de autenticação. Isso torna as capturas de tela mais sólidas e confiáveis quando apresentadas em tribunal.
Em resumo, os prints de tela podem ser usados como provas em processos judiciais, mas sua validade depende de vários fatores, incluindo a possibilidade de edição. No entanto, ao seguir técnicas forenses adequadas e usar ferramentas de coleta de provas digitais confiáveis, é possível garantir a integridade dessas evidências.
Portanto, se você se encontra em uma situação onde precisa usar prints como prova, certifique-se de fazê-lo da maneira certa para proteger seus direitos e interesses. Não perca tempo, aprenda a utilizar essa poderosa ferramenta para garantir justiça e segurança em sua vida digital!
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Desvendando Mitos e Verdades sobre a Revolucionária Lei Maria da Penha Um Marco de 17 Anos na Luta contra a Violência Doméstica No mês de agosto deste ano, celebramos um marco significativo na legislação brasileira: os 17 anos de existência da Lei Maria da Penha. Esta lei pioneira trouxe consigo a qualificadora de “violência doméstica” […]
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Um Marco de 17 Anos na Luta contra a Violência Doméstica
No mês de agosto deste ano, celebramos um marco significativo na legislação brasileira: os 17 anos de existência da Lei Maria da Penha. Esta lei pioneira trouxe consigo a qualificadora de “violência doméstica” para os casos de lesões corporais, uma mudança crucial no Código Penal que tem se mostrado mais relevante do que nunca nos tempos atuais.
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O cenário não poderia ser mais alarmante: em 2022, o Brasil registrou 1,4 mil casos de feminicídio, evidenciando a persistente necessidade da política promovida pela Lei Maria da Penha. De acordo com o Monitor da Violência, uma morte ocorre a cada seis horas, em média. Este número, o mais alto desde a entrada em vigor da lei de feminicídio em 2015, chama a atenção para a urgência da manutenção e fortalecimento dessa legislação.
Mayra Cardozo, dedicada a casos pró bono no Instituto Maria da Penha, destaca a importância de compreender que essa lei não criou um novo crime, mas sim aprimorou as penalidades relacionadas à violência doméstica.
A influência da Lei Maria da Penha ultrapassou as fronteiras nacionais, colocando o Brasil em destaque internacionalmente como defensor das mulheres. A advogada Poliane Almeida realça os marcos significativos que essa lei trouxe para os direitos femininos, incluindo mecanismos para combater a violência doméstica e familiar, a criação de juizados especializados e alterações legislativas relevantes.
1. A Lei Maria da Penha não faz diferença
MITO. A lei desempenha um papel crucial na proteção das vítimas, estabelecendo penalidades mais rigorosas para agressores e providenciando medidas de proteção. Sua relevância permanece incontestável mesmo diante dos desafios contínuos.
2. A lei já passou por mudanças conforme os anos
VERDADE. Desde 2017, a Lei Maria da Penha passou por alterações relevantes, como a preferência de atendimento por profissionais do sexo feminino e a classificação do descumprimento das medidas protetivas como crime. Recentemente, uma mudança permitiu o afastamento do agressor do convívio da vítima, sem autorização judicial.
3. A Lei Maria da Penha não se aplica para mulheres trans
MITO. Em 2022, o STJ reconheceu a aplicabilidade da lei a mulheres trans, reforçando seus direitos e alinhando o Brasil a princípios internacionais dos direitos humanos.
4. A aplicação da lei ainda pode melhorar
VERDADE. Apesar de seu impacto histórico, a Lei Maria da Penha enfrenta desafios estruturais e culturais na luta contra a subnotificação. Medo, constrangimento e dependência econômica continuam a dificultar a denúncia das vítimas. A advogada Poliane Almeida enfatiza que, embora a lei seja potente, a mudança cultural é fundamental para sua eficácia completa.
Enquanto celebramos os 17 anos da Lei Maria da Penha, é imperativo reconhecer seus sucessos e desafios. A persistência da violência doméstica exige uma abordagem multifacetada, combinando legislação rigorosa com mudanças culturais profundas.
Em um país onde a igualdade de gênero é um ideal a ser alcançado, a Lei Maria da Penha permanece como uma bússola direcionando a sociedade rumo a um futuro mais justo e seguro para todas as mulheres.
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Hoje em dia temos uma noção maior do que é um relacionamento tóxico e os perigos que pode causar na vida das pessoas. No entanto, quem está dentro de um, pode muitas vezes não perceber. Isso porque a história do casal e os sentimentos podem mascarar alguns sinais. Mas é muito importante que estes sinais […]
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Hoje em dia temos uma noção maior do que é um relacionamento tóxico e os perigos que pode causar na vida das pessoas. No entanto, quem está dentro de um, pode muitas vezes não perceber. Isso porque a história do casal e os sentimentos podem mascarar alguns sinais.
Mas é muito importante que estes sinais sejam vistos, para que assim, uma ou as duas partes consiga dar o primeiro passo de mudança. Muitas vezes é preciso a separação, quando já não há mais respeito e carinho, e quando o relacionamento já virou sinônimo de abuso e violência.
Quando uma das partes para de falar com a outra após uma discussão ou briga, como forma de punição. Isso causa muita angústia, e geralmente faz com que a vítima mude seu comportamento para que isso cesse.
Se engana quem pensa que ciúme é normal ou um sinal de amor. Muitos casos ele é utilizado como forma de controle, e acaba impedindo a vítima de se comportar de maneira natural.
Nestes casos pode acontecer do abusador controlar as finanças da vítima para que ela não consiga ter independência, ou simplesmente aplicar um golpe roubando suas economias, fazendo empréstimos e até mesmo estourando seus cartões.
Mais do que críticas construtivas, o abusador faz ataques a pessoa, em absolutamente tudo que vítima faz, o que é capaz de tirar a paz e a autoestima de qualquer um.
O abusador acaba querendo controlar o que a vítima veste, come, onde ela vai, seus horários, e isso acaba a sufocando, fazendo com que sua identidade se perca, já que há muito medo envolvido.
Quando é difícil saber o que a pessoa diz é verdade ou não, ou quando ela age de forma incoerente, deixando a vítima confusa e angustiada por não confiar mais no parceiro.
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O abusador distorce acontecimentos, mente, e convence a vítima de que a situação não aconteceu da forma que ela pensa, para que ele saia como certo da história. Isso é muito comum e pode acontecer de outras formas.
Quando o abusador faz ameaças a vítima, seja elas verbais ou físicas, para que ela faça sua vontade. Isso envolve muito medo da vítima, deixando-a sem saída.
O abusador começa a tratar a vítima como inferior, minimizando suas conquistas e levantando suas inseguranças para que ela não possa se sentir em paz e bem consigo mesma.
Xingamentos, uso de palavras de baixo calão, nomes pejorativos, gritos, dentre outros, podem machucar tanto quanto um ataque físico, deixando marcas psicológicas fortes.
Geralmente o abusador tenta afastar a vítima de seus familiares e amigos, para que eles não percebam as problemáticas. Por isso vive colocando a vítima contra a sua rede de apoio.
O abusador começa a aparecer em lugares onde a vítima está do nada, a obriga a mandar imagens ou vídeos ao vivo para a monitorar, invade suas redes sociais para verificar suas atividades.
Muitos sinais apresentam violência, e nestes casos, é preciso se afastar imediatamente do abusador, e se for preciso entrar em contato com a polícia ou com o 180, principalmente quando envolve violência física ou ameaças.
Se o comportamento for brando, e a outra parte está disposta a mudar, uma terapia de casal, acompanhamento psicológico individual e muita conversa pode ajudar a reestruturar a relação. Se não houver mais respeito e amor, o melhor é o afastamento.
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Em momentos de crise use a criatividade para enxergar oportunidades. Os episódios da última semana sobre trabalho análogo a escravidão nos trouxe uma bela oportunidade para refletir sobre o papel das empresas e marcas. Bora entender essa situação com a ajuda do Ricardo Dini, especialista em comunicação e marketing. Talvez você goste de ler também: […]
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Em momentos de crise use a criatividade para enxergar oportunidades.
Os episódios da última semana sobre trabalho análogo a escravidão nos trouxe uma bela oportunidade para refletir sobre o papel das empresas e marcas.
Bora entender essa situação com a ajuda do Ricardo Dini, especialista em comunicação e marketing.
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Se bem conduzidas, as crises podem ser grandes oportunidades para empresas amadurecerem, aprendendo com os próprios erros e promovendo mudanças relevantes para si, para o mercado e para a comunidade.
Nos últimos dias, a Serra Gaúcha ganhou projeção nacional após a descoberta de que trabalhadores terceirizados da colheita da uva estavam submetidos a condições análogas à escravidão.
A empresa que cometeu o crime prestava serviço para grandes vinícolas da região, que vieram a público prestar esclarecimentos. Em suas notas oficiais, disseram desconhecer as irregularidades.
Em uma gestão de crise, a primeira impressão é a que fica e é a que ganha maior repercussão. É necessário ter agilidade e assertividade na primeira manifestação pública. Submeter trabalhadores a essas condições é desumano, ilegal e de uma proporção avassaladora. Não é possível minimizar o fato ou se eximir do ocorrido.
O primeiro passo para as organizações envolvidas é reconhecer o erro e assumir sua participação no ocorrido. Este é o momento de se mostrar genuinamente preocupado com o que aconteceu e, sobretudo, agir para solucionar o problema.
O segundo passo é se propor a prestar assistência imediata às vítimas e se colocar ao lado delas ao apontar o que pode ser feito para auxiliar os trabalhadores prejudicados. Eles terão seus direitos assegurados? Terão o apoio psicológico necessário? Seus algozes serão responsabilizados? Terão alimentação, hospedagem ou transporte para retornar às suas casas?
O terceiro passo é comunicar a criação de um comitê de crise para estabelecer novas políticas e protocolos internos rigorosos, para que esse tipo de situação não se repita. Por fim, as empresas devem criar ações afirmativas de combate ao que lhes gerou a crise, com programasinternos de capacitação, de educação ao mercado e à comunidade, e a promoção de campanhas de repúdio e conscientização sobre o tema.
Os consumidores do século 21 querem conhecer o caráter e se identificar com o propósito das marcas que consomem. Um produto de qualidade não é mais o suficiente para manter a fidelidade dos clientes. O mercado tem a expectativa de conhecer com transparência qual o impacto das empresas e o seu papel na sociedade.
Ricardo Tonet Dini é CEO da Dinâmica Conteúdo Inteligente e Diretor de Comunicação da CIC Caxias.
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