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varejista – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Mon, 02 Oct 2023 20:48:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png varejista – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 ESTES são os varejistas MAIS RICOS do Brasil, segundo ranking da Forbes em 2023, com fortuna de R$ 16 bilhões https://sejacriativo.com.br/varejistas-mais-ricos-do-brasil/ https://sejacriativo.com.br/varejistas-mais-ricos-do-brasil/#respond Mon, 02 Oct 2023 21:00:49 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=34551 ESTES são os varejistas mais RICOS do Brasil, segundo ranking da Forbes em 2023

Mais de R$ 16 bilhões: estes são os varejistas mais ricos do Brasil atualmente, veja

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ESTES são os varejistas mais RICOS do Brasil, segundo ranking da Forbes em 2023ESTES são os varejistas mais RICOS do Brasil, segundo ranking da Forbes em 2023

Os Varejistas mais Ricos do Brasil: Um Olhar Detalhado

O varejo no Brasil tem enfrentado desafios significativos nos últimos tempos, com empresas tradicionais, como a Magazine Luiza e as Casas Bahia, lidando com quedas nas ações e vendas. Esse cenário é motivo de preocupação, uma vez que o comércio varejista é responsável por uma parcela significativa dos empregos formais no país, de acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

No entanto, um levantamento recente da revista Forbes revelou que os proprietários das principais empresas de varejo do Brasil não parecem estar passando por apuros financeiros. Na verdade, 22 brasileiros que lideram empresas do setor estão entre as pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna combinada de aproximadamente R$ 62 bilhões. Neste artigo, exploraremos quem são os varejistas mais ricos do Brasil e como eles alcançaram esse sucesso.

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Os varejistas mais ricos do Brasil estão aqui!

Os Magnatas do Varejo Brasileiro

Uma das figuras proeminentes no cenário do varejo brasileiro é Luiza Trajano, da Magazine Luiza. No entanto, a empresária experimentou uma queda acentuada de 90% no valor das ações de sua empresa em 2022, o que a fez perder seu título como a mulher mais rica do Brasil. Apesar disso, Luiza ainda está entre as cinco pessoas mais ricas do varejo no país e é a única mulher no ranking. Isso demonstra sua influência e destaque no setor.

Liderando o Ranking: Luciano Hang

Luciano Hang
Divulgação

De acordo com a Forbes, a pessoa mais rica no varejo brasileiro é Luciano Hang, o proprietário da Havan. Hang acumulou uma fortuna estimada em incríveis R$ 16,3 bilhões. Sua história de sucesso é inspiradora e demonstra como o varejo pode ser um trampolim para a riqueza.

Ilson Rodrigues: O Império do Grupo Mateus

Ilson Rodrigues
Reprodução

Em segundo lugar na lista dos varejistas mais ricos do Brasil está Ilson Rodrigues, que lidera o Grupo Mateus. Sua fortuna impressionante soma aproximadamente R$ 7,2 bilhões. A ascensão meteórica do Grupo Mateus como um dos principais varejistas do país é um testemunho do espírito empreendedor de Rodrigues.

Michael Klein: Casas Bahia em Terceiro

Michael Klein
reprodução

Na terceira posição do ranking, temos Michael Klein, das Casas Bahia. Com uma fortuna de cerca de R$ 6,5 bilhões, Klein é um dos gigantes do varejo brasileiro. Sua contribuição para o setor é inegável, e seu império continua a prosperar.

Luiza Trajano: Ainda no Top 5

Luiza Trajano
Pinterest

Mesmo após a queda nas ações da Magazine Luiza, Luiza Trajano mantém sua posição no top 5 dos varejistas mais ricos do Brasil. Sua fortuna atual é estimada em cerca de R$ 3,5 bilhões. Sua resiliência diante dos desafios demonstra sua determinação em permanecer uma figura influente no varejo.

Nelson Kaufman e Vivara: Completando o Top 5

Nelson Kalfman

Nelson Kaufman, da Vivara, fecha o grupo das cinco pessoas mais ricas do varejo brasileiro, com uma fortuna de aproximadamente R$ 3,4 bilhões. A Vivara é uma das principais joalherias do país, e Kaufman desempenhou um papel fundamental em seu sucesso contínuo.

Considerações Finais

Os varejistas mais ricos do Brasil são exemplos notáveis de como o setor de varejo pode ser um trampolim para a riqueza. Suas histórias de sucesso, resiliência e inovação inspiram outros empreendedores e destacam a importância do comércio varejista na economia do Brasil.

Apesar dos desafios enfrentados pelo setor, esses líderes continuam a prosperar e a contribuir para o desenvolvimento econômico do país. Suas trajetórias também destacam a diversidade e a influência das mulheres no mundo dos negócios, como no caso de Luiza Trajano. O futuro do varejo no Brasil continua a ser moldado por esses visionários e empreendedores de sucesso.

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Empresas do varejo estão se digitalizando? https://sejacriativo.com.br/empresas-do-varejo-estao-se-digitalizando/ https://sejacriativo.com.br/empresas-do-varejo-estao-se-digitalizando/#respond Tue, 21 Mar 2023 18:37:08 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=19333 Empresas do varejo estão se digitalizando

No mundo todo alguns fenômenos acontecem de forma diferente. Contudo, as empresas do varejo estão se digitalizando ou não? Bora conferir tudo sobre as tendências de compras e o comportamento do consumidor. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos […]

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Empresas do varejo estão se digitalizandoEmpresas do varejo estão se digitalizando

No mundo todo alguns fenômenos acontecem de forma diferente. Contudo, as empresas do varejo estão se digitalizando ou não?

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Empresas varejistas ainda estão aderindo ao e-commerce?

Especialista em programas de fidelidade comenta sobre o setor no Brasil e diz que ainda há tendência de compras em lojas físicas

Empresas do varejo estão se digitalizando?

O e-commerce está passando por uma mudança de cenário global. Segundo pesquisa realizada pela eMarketer em julho de 2022, o setor atingiu 17,2% de crescimento no Brasil em um ano, a menor taxa desde 2011. Mesmo com a desaceleração da área, conforme o relatório divulgado pela Nuvemshop em janeiro 2023, 59% das lojas no Brasil já se dedicam 100% ao comércio online. Além disso, entre as que possuem faturamento maior do que R$ 50 mil por mês, 90% se dedicam completamente à atividade.

De acordo com Eduardo Esparza, VP da Tenerity no Brasil e na Espanha, empresa especialista em fidelidade lucrativa e detentora da plataforma de cashback Compra e Volta, ainda existe uma tendência de compras em lojas físicas. “Os dados da Nuvemshop indicam que entre os segmentos que mais vendem via web, o que mais se destaca é o de moda e vestuário, que lidera com 38% do volume comercializado. Muitas pessoas ainda possuem o hábito de experimentar roupas antes de comprar, o que reforça a importância das lojas físicas ainda”, diz. Logo após, vemos assessórios (9,9%), saúde e beleza (8,3%) e empatados joias e artesanato (3,9%).

“O compromisso com a digitalização é uma das garantias do futuro para o e-commerce, por conceder segurança cibernética eficiente e uma experiência personalizada para o consumidor”, comenta Esparza.

Um movimento comum entre os consumidores é aproveitar as datas comemorativas para usufruir de descontos e promoções, por exemplo. A data mais utilizada pelo e-commerce são Black Friday (53%), Dia do Consumidor (32%) e Dia das Mães (31%). Vale lembrar que 20% dos lojistas não realizam campanhas em datas comerciais, ainda de acordo com Esparza.

Entretanto, segundo ele, existem contrapontos importantes que precisam ser considerados entre os varejistas: 55% das lojas online são administradas por apenas uma pessoa. Em adição, alguns problemas relatados por vendedores são a baixa taxa de conversão (71%), alto custo do frete (33%) e abandono de carrinhos (27%).

Redes sociais

Atualmente é de extrema importância o investimento em redes sociais por parte dos lojistas. As estratégias mais utilizadas pelas lojas de e-commerce são tráfego pago (26%), artes para redes sociais (19%) e banners (17%). Para este primeiro item, existem algumas faixas de preço para injeção de dinheiro: 39% dos varejistas pagam até R$ 300, já 14% investem entre R$ 1.000 e R$ 5.000.

Para as mídias sociais, existem três grandes favoritos do setor para atuar. Instagram (97%), Facebook (71%) e TikTok (33%) são as mais escolhidas pelos lojistas para criarem seus perfis, pois além de serem grandes fontes de investimentos em anúncios, têm grande taxa de conversão de clientes, com 67%, 61% e 6%, respectivamente.

Sobre a Tenerity

A Tenerity é líder mundial na criação e gerenciamento de soluções de fidelidade econômicas por meio de tecnologia proprietária, conteúdo inteligente e plataformas modulares. Desenvolve soluções de fidelidade para marcas em todo o mundo que se conectam com os usuários e ajudam a aumentar o tempo de vida de seus consumidores.

Com sede em Stamford, Connecticut, EUA, a Tenerity oferece seus serviços a milhões de consumidores, por meio de mais de 2.000 clientes e 1.300 funcionários, em 18 países.

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Consumidores e lojas cada vez mais “figital” https://sejacriativo.com.br/consumidores-e-lojas-cada-vez-mais-figital/ https://sejacriativo.com.br/consumidores-e-lojas-cada-vez-mais-figital/#respond Thu, 16 Mar 2023 14:05:31 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=18984 Consumidores e lojas cada vez mais "figital"

Consumidores e lojas estão cada vez mais “figital”. A conectividade de consumidores com apps de lojas é cada vez mais “figital”, bora entender o que exatamente significa isso. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários para […]

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Consumidores e lojas cada vez mais "figital"Consumidores e lojas cada vez mais "figital"

Consumidores e lojas estão cada vez mais “figital”.

A conectividade de consumidores com apps de lojas é cada vez mais “figital”, bora entender o que exatamente significa isso.
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Consumidores e lojas cada vez mais “figital”

Quem nunca passou pelo caixa do supermercado ou de uma loja de departamentos e não ouviu: você já baixou nosso aplicativo? Para muitos consumidores a sugestão é bem atrativa. No primeiro uso do app, descontos ou vantagens são alguns dos benefícios, mas e depois? Este é o desafio dos varejistas: manter o engajamento e atividades do consumidor no app, tendo como retorno as conversões.

Um aplicativo não deve ser apenas bonito, legal, com design diferenciado. Ele deve ser construído e atualizado com o apoio de insights e percepções relacionados aos interesses dos compradores. Ele deve ser uma ferramenta para fortalecer o foco no consumidor, deixando-o sempre em primeiro lugar.

E é interessante notar que os compradores estão abertos às experiências omnichannel. Eles têm cedido sua atenção – e importantes dados e informações pessoais – para as marcas. Esse é um grande trunfo para as empresas darem início e perpetuar a relação, tão desejada por estes usuários.

Porém, quando usam um aplicativo e não recebem informações personalizadas no momento certo ou são “esquecidos”, o consumidor se frustra. Evitar essa frustração é a grande questão das marcas que se renderam à conectividade. Afinal, elas também se frustram ao notarem a inatividade e falta de engajamento no app, além do lucro que não é contabilizado.

A lição de casa dos varejistas vai além de oferecer um app com design moderno, um brinde ou um cupom de descontos. As decisões de marketing devem ser embasadas olhando para o big data e para o analytics. Manter estratégias guiadas por instinto ou intuição não pode estar nos planos de um varejo conectado com visão estratégica. Cada consumidor deixa “pegadas” importantíssimas para as marcas em cada etapa da jornada de compra. É preciso valorizar estes dados e aumentar a vida útil do consumidor, para garantir a retenção e a fidelização.

O que fazer para o varejo ser beneficiado com a conectividade?

1. Aplicativo de compras “figital” (do termo phygital, união de físico e digital)

Unir os universos on e offline é uma tendência. O varejo pode usar seu próprio Wi-Fi ou WLAN para permitir que os consumidores utilizem seus dispositivos móveis para fazer compras via aplicativo enquanto estão na loja. Permitir pagamentos, navegação em catálogos de produtos e outros serviços diferenciados por meio de apps podem ser estratégias de atração e fidelização.

Entre as estratégias, as marcas podem aproveitar os dados obtidos em tempo real para identificar as intenções do consumidor e definir a tomada de decisões. Isso requer um novo nível de segmentação em marketing, que é possibilitado pela análise de dados.

 

2. Segmentar os públicos e perfis

Quando os dados são reunidos da maneira certa, eles direcionam o profissional de marketing para diferentes segmentos. O canal de preferência, o local e os interesses bem analisados e segmentados, tendem a ampliar as oportunidades e impactos de comunicação. Assim, há maior possibilidade de atração e retenção de um determinado conjunto de consumidores.

Segundo pesquisa da Bain & Company, as organizações que aplicam estratégias para aumentar as taxas de retenção de consumidores em 5%, podem obter aumento nos lucros na margem de 25% a 95%. Considerando que a aquisição de novos consumidores pode custar cinco vezes a mais do que fidelizar aquele que já está na base, é importante que o varejo use essa oportunidade para manter o relacionamento com seu consumidor, conhecer seus interesses e fidelizá-lo.

3. Engajar os consumidores com abordagem omnichannel

De acordo com a pesquisa Market Research, Connected Retail Solution, 9 em cada 10 consumidores preferem a abordagem omnichannel. Portanto, uma das estratégias de varejo deve ser tornar as compras simples e convenientes, adicionando e integrando mais pontos de contato.

Após a segmentação, deve-se criar conteúdo adequado em todos os canais, como notificações push, e-mails personalizados e campanhas de mídia social. Embora os consumidores também estejam mudando de canal a todo tempo, gerar uma experiência consistente e personalizada só será possível sendo onipresente. Na pesquisa “Customer Engagement Benchmarks – 2022”, da MoEngage, o Whatsapp se mostrou como o meio preferido por 26% dos brasileiros para receber lembretes de renovações de assinatura, por exemplo. Ou seja, preparar mensagens certeiras para este canal é uma forma de fidelizar e ganhar este consumidor.

 

4. Não deixe o consumidor de lado

Ele pode mudar a rota e ir direto para seu concorrente. Um problema na falta de interação é de o consumidor mudar o trajeto de suas compras futuras e se unir ao concorrente. Tal comportamento pode ser evitado ao implementar uma cultura de engajamento do consumidor orientada por dados e insights.

 

Sobre o autor

*Daniel Simões é General Manager da MoEngage para LatAm. Anteriormente em atuação como Country Manager Brasil da AppsFlyer, o executivo tem passagem por empresas como McKinsey & Co, Grupo Estado e Internet Securities. Além de realizar o reposicionamento e turn around do Estadão OESP Mídia para PME, liderando o processo de transformação das “Páginas Amarelas” em um negócio 100%, Daniel também foi o responsável pelo início das operações de startups estrangeiras no Brasil.

O executivo possui MBA em Administração com ênfase em Marketing pela FAAP e é graduado em Administração. Possui mais de 15 anos de experiência nos segmentos de tecnologia, digital, editorial, publicidade, financeiro e serviços.

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fonte: fresh

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