
Descubra os Mistérios por Trás do Ciclo Ovulatório: Saiba por que o 14º dia da menstruação é tão Significativo para as Mulheres
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O ciclo ovulatório faz parte da vida mulher e está presente desde a menarca, primeira menstruação, até a menopausa, data que marca a última menstruação. O ciclo ovulatório está diretamente ligado ao período menstrual e acontece no 14º dia da menstruação.
Dizemos que a mulher está ovulando quando há o aumento da produção de LH (hormônio luteinizante), onde ocorre o amadurecimento do óvulo, que aproximadamente acontece 36 horas depois, sendo liberado e encaminhado para as tubas uterinas à espera do espermatozoide. Esse ciclo acontece repetidamente ao longo da vida da mulher.
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Segundo o ginecologista da Plenapausa, femtech que ajuda mulheres na menopausa, Dr. Wagner Hermandez, a mulher começa a ovular logo depois que ela menstrua, então, tecnicamente, ela tem uma janela até esse período de ovular, que vai do período da menarca até a menopausa.
“Durante esse processo vários hormônios estão envolvidos como o FSH, que é um hormônio folículo estimulante, fazendo com que os óvulos que ela tem no ovário sejam recrutados, geralmente um por mês, o que culmina no crescimento dos folículos. Há também o hormônio chamado LH que vai entrar em pico no organismo da mulher e liberar esse óvulo, justamente para que possa acontecer a fecundação”, explica.
Geralmente, o ciclo ovulatório acontece no meio do ciclo menstrual, por volta do 14º dia, quando pensamos em uma mulher com um ciclo de 28 dias. Dentro deste ciclo temos o período fértil da mulher. O período fértil é justamente a janela onde a mulher tem maior chance de gravidez e está diretamente relacionado à ovulação. Vale lembrar que quando o óvulo é liberado, o ideal é que o espermatozoide já esteja lá, pois existe um tempo entre a relação sexual e a chegada do espermatozoide até a região onde acontece a fecundação.
O ginecologista reforça que existe uma duração dos óvulos e dos espermatozóides durante o período fértil. “Podemos dizer que o período fértil é uma janela ao redor da fase ovulatória, que engloba de três a quatro dias. Um óvulo, geralmente, tem vida útil de 12 a 24 horas, já o espermatozoide consegue ficar viável por até cinco dias. Por isso, consideramos o período fértil cinco dias antes da ovulação e mais um ou dois dias depois”, pontua.
Normalmente o que impede uma ovulação são problemas hormonais, dificilmente estando associado a outra causa. As dificuldades hormonais podem estar relacionadas a muitos fatores, como o uso de medicamentos que interferem no ciclo menstrual, alterações psicológicas, emocionais ou estresse elevado que cause alteração no curso do ciclo.
Existem também algumas doenças ou patologias que podem afetar a ovulação, a exemplo da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), que fará com que a mulher tenha ciclos anovulatórios, ou seja, sem ovulação. Infelizmente, não ovular é sinônimo de infertilidade, sim. Uma mulher que não ovula, não possui chance de engravidar.
Quando se trata da saúde da mulher, é fundamental conhecer os órgãos e estabelecimentos no Brasil que oferecem atendimento especializado. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza uma ampla rede de atenção à saúde da mulher, com Unidades Básicas de Saúde (UBS) espalhadas por todo o país, além é claro da rede privada de atendimentos.
Nessas unidades, é possível realizar consultas médicas, exames preventivos, como o Papanicolau e a mamografia, além de receber orientações sobre planejamento familiar, pré-natal, cuidados com a saúde sexual e reprodutiva, entre outros serviços essenciais. Além disso, existem também clínicas particulares e instituições especializadas que oferecem atendimento ginecológico, obstétrico e de outras áreas da saúde feminina, proporcionando um suporte mais personalizado e abrangente.
No Brasil, diversos órgãos governamentais também se dedicam à saúde da mulher. O Ministério da Saúde é responsável por formular políticas públicas e programas voltados para a promoção da saúde feminina, como o Programa de Saúde da Mulher. Além disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamenta e fiscaliza os planos de saúde, garantindo que as operadoras ofereçam cobertura para consultas, exames e procedimentos relacionados à saúde da mulher.
É importante estar informada sobre os direitos e os serviços disponíveis, tanto no âmbito público quanto privado, para garantir o acesso a uma assistência médica adequada e de qualidade. Buscar informações sobre os órgãos e estabelecimentos que atendem a saúde da mulher é fundamental para cuidar do bem-estar e da qualidade de vida feminina de forma abrangente e eficaz.
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Cerca de 60% das brasileiras já tiveram candidíase e/ou vaginose bacteriana, aponta estudo; Saiba como identificar e prevenir essas infecções
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59% das brasileiras relatam já ter tido vaginose bacteriana ou candidíase pelo menos uma vez na vida. O dado é da pesquisa conduzida pelo IPEC, encomendada pela marca Gino-Canesten®.
O estudo¹, que entrevistou 2 mil mulheres, apontou ainda que 13% das respondentes não sabem identificar um corrimento normal de um corrimento causado por uma infecção, dúvida mais frequente entre as mais jovens (19% das que afirmaram têm idade entre 16 e 25 anos).
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Apesar de terem origem no desequilíbrio do pH e flora vaginal, a vaginose bacteriana e a candidíase possuem sinais diferentes e contam com tratamentos totalmente distintos. E um dos sinais em que precisamos estar atentos é o corrimento, como explica a médica ginecologista e obstetra Dra. Ornella Minelli. “A vaginose é uma infecção vaginal causada pela proliferação de bactérias já existentes na vagina, principalmente a Gardnerella vaginalis, e é normalmente percebida a partir de mudanças no odor e na cor do corrimento vaginal. Já a candidíase é causada por um fungo chamado Candida albicans, que também já existe na vagina, e tem como principais sintomas um corrimento esbranquiçado e grumoso, e coceira vaginal”.
A médica alerta sobre a importância de termos pleno conhecimento do nosso corpo e da nossa saúde íntima, a fim de identificarmos quando algo está errado. Por isso, nos ajudou a esclarecer os principais sintomas dessas duas infecções, além de dicas de como preveni-las.
A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada por bactérias, principalmente pela Gardnerella vaginalis, que habita naturalmente a flora vaginal. Por conta de um desequilíbrio no pH dessa flora, o ambiente fica mais propício para a proliferação dessas bactérias. Seus principais sintomas são corrimento acinzentado, com um odor forte (que se assemelha a peixe podre), e incômodo na região. A vaginose também pode causar sangramentos após a relação sexual.
“É importante frisar que o mau cheiro causado pela vaginose não tem ligação com a higiene íntima. Por isso, evite lavar internamente com duchas íntimas, ou fazer uso de produtos íntimos perfumados, pois isso pode alterar ainda mais a flora vaginal, piorando a situação”, alerta a médica.
Ambas são infecções vaginais, mas, enquanto a vaginose é causada por uma bactéria, a candidíase é causada por um fungo: o Candida albicans. Seus sintomas mais comuns incluem coceira vaginal incômoda, corrimento branco e espesso, ardência na região da vulva (parte externa da vagina) e inchaço dos lábios vaginais. Há ainda casos em que ocorre ardência ao urinar e dor durante relações sexuais. A médica também reforça que pessoas com candidíase não costumam relatar mau cheiro na vagina.
Para prevenir ambas as infecções, é importante adotar alguns hábitos de autocuidado que ajudam a manter o equilíbrio da microbiota vaginal. Pequenas mudanças de comportamento, como diminuir o consumo de açúcar, praticar atividades físicas e ter uma boa qualidade de sono, além de evitar situações de estresse (principalmente durante a TPM), já contribuem muito para uma boa saúde íntima.
“Evitar o uso de produtos perfumados e de absorventes diários/internos na região íntima, além de dormir sem calcinha, mantendo a vagina arejada e confortável também são recomendações que podem fazer a diferença” recomenda Dra. Ornella.
Identificou algum dos sintomas mencionados acima? Para se certificar do diagnóstico, é importante checar com um médico ginecologista de confiança. Se estiver com candidíase, a Gino-Canesten® oferece diferentes formatos de soluções para tratar a infecção. Disponível em três diferentes níveis de dosagem, é possível escolher entre um tratamento de 1, 3 ou 6 dias, de acordo com a preferência da pessoa e do seu médico. Todos os produtos de Gino-Canesten® tratam a candidíase com eficácia e segurança.
Para casos de vaginose bacteriana, a marca lançou no último ano o Gino-Canesten® Balance, produto para saúde em gel que auxilia nos sintomas da vaginose, como o cheiro desconfortável, já nos primeiros dias de uso. O tratamento é composto por aplicadores convenientes e higiênicos já preenchidos com a dose certa para ser utilizado 1 vez por dia, preferencialmente à noite.
¹ Metodologia – Pesquisa IPEC
A pesquisa ouviu 2 mil mulheres com idades entre 16 e 60 anos, das classes A, B e C, em junho de 2022. A amostra contempla os 27 estados e a margem de erro é de 2 pontos percentuais (considerando nível de confiança a 95%)
Sobre Gino-Canesten®
A marca Gino-Canesten® possui uma linha completa de tratamento para a candidíase. Seus produtos são parceiros importantes das mulheres para o tratamento da infecção vaginal. O princípio-ativo de seu tratamento para candidíase é o clotrimazol, amplamente utilizado para o tratamento de fungos. Gino-Canesten® está disponível na apresentação de comprimido vaginal e cápsula vaginal, que resolve a candidíase com apenas uma aplicação, e no formato de creme vaginal com tratamentos de três ou seis dias, que proporcionam o alívio dos sintomas desde a primeira aplicação. Gino-Canesten® conta ainda com o novo Gino-Canesten® Balance, o primeiro produto para saúde com foco no tratamento dos sintomas da Vaginose sem necessidade de prescrição médica. Sua fórmula conta com glicogênio e ácido lático, que reequilibram o pH e a flora vaginal. Além dos tratamentos, Gino-Canesten® possui em sua linha o único sabonete íntimo calmante em gel, Gino-Canesten® Calm, que alivia a coceira vaginal por até 12 horas. Afinal, a coceira vaginal pode ter diversas causas, como: uso de calças apertadas, absorventes por longos períodos, depilação íntima ou até mesmo calcinha de tecido sintético.
Sobre a Bayer
A Bayer é uma empresa global com competências essenciais nas ciências da vida nos setores de agronegócios e saúde. Seus produtos e serviços são projetados para ajudar as pessoas e o planeta a prosperar, apoiando os esforços para superar os principais desafios apresentados por uma população global em crescimento e envelhecimento. A Bayer está comprometida em impulsionar o desenvolvimento sustentável e gerar um impacto positivo em seus negócios.
Ao mesmo tempo, o Grupo pretende aumentar o seu poder de ganho e criar valor através da inovação e do crescimento. A marca Bayer representa confiança, confiabilidade e qualidade. O Brasil é a terceira maior operação da companhia no mundo.
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Além do Dia Internacional da Mulher, o mês de março também chama atenção para a importância da conscientização e do combate ao câncer do colo de útero, por meio da campanha Março Lilás. Câncer de colo do útero: entenda o que é a doença e como prevenir. A especialista em saúde da mulher e coordenadora […]
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Além do Dia Internacional da Mulher, o mês de março também chama atenção para a importância da conscientização e do combate ao câncer do colo de útero, por meio da campanha Março Lilás. Câncer de colo do útero: entenda o que é a doença e como prevenir.
A especialista em saúde da mulher e coordenadora do curso de Enfermagem da UNINASSAU Rio de Janeiro explica sobre a importância de um diagnóstico precoce e como se prevenir da doença.
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O câncer de colo do útero, também chamado de câncer cervical, está frequentemente associado à infecção pelo HPV (vírus do Papiloma Humano) que é transmitido por meio de relações sexuais. Conforme o relatório anual do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais incidente em mulheres.
Além disso, neste tipo de câncer existe uma multiplicação celular desordenada que pode ocorrer de forma lenta. Por isso, é essencial que as mulheres realizem exames preventivos de modo anual.
De acordo com a coordenadora do curso de Enfermagem do Rio de Janeiro, Carla Shubert, a maioria das pessoas não costumam apresentar sintomas na fase inicial justamente por não se ter um desenvolvimento rápido da doença.
Porém, com a evolução do câncer, a mulher pode apresentar alguns sintomas como sangramento vaginal. Principalmente após a relação sexual – além de secreção vaginal ou até mesmo dores abdominais.
“A infecção causada por esse vírus (que é o HPV) nem sempre evolui para uma alteração celular maligna, mas em alguns casos sim. E a forma de identificar isso de maneira precoce é pelo exame preventivo, também conhecido como Papanicolau, e na maioria das vezes são condições curáveis, por isso é tão importante descobrir precocemente”, explicou.
Além disso, a enfermeira ainda orienta que é fundamental que as mulheres realizem o preventivo periodicamente. Ou seja, seguindo as diretrizes do Ministério da saúde, e busquem uma unidade de saúde sempre que perceberem alguma alteração.
“É fundamental que as mulheres se informem sobre os perigos do câncer de colo de útero, adotem hábitos de vida saudáveis e não deixem de realizar os exames. Essas medidas contribuem para a prevenção da doença”, finaliza Shubert
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