
Ao promover notícias falsas, as empresas de mídia social estão prejudicando-se porque a prática pode levar a um envolvimento muito mais fraco do usuário ao longo do tempo, de acordo com as descobertas de Ozan Candogan, da Chicago Booth, e Kimon Drakopoulos, da Universidade do Sul da Califórnia. Muitos sites de mídia social lutam para […]
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Ao promover notícias falsas, as empresas de mídia social estão prejudicando-se porque a prática pode levar a um envolvimento muito mais fraco do usuário ao longo do tempo, de acordo com as descobertas de Ozan Candogan, da Chicago Booth, e Kimon Drakopoulos, da Universidade do Sul da Califórnia.
Muitos sites de mídia social lutam para maximizar o envolvimento do usuário, ao mesmo tempo em que minimizam a quantidade de desinformação compartilhada e reenviada.
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Candogan e Drakopoulos usaram modelos para testar estratégias de equilíbrio entre esses objetivos conflitantes. Seus resultados sugerem que espalhar informações erradas representa um risco de negócio para as plataformas de mídia social, já que os usuários podem começar a acreditar que não podem confiar nas informações que veem.
Nos modelos dos pesquisadores, os cliques caíram mais do que a metade quando as plataformas tinham uma política de “não intervenção”. No entanto, as plataformas que agem com o objetivo principal de minimizar a desinformação podem considerar benéfico direcionar os dois tipos de usuários para longe de conteúdos imprecisos.
Uma limitação da pesquisa é a suposição dos modelos de que as pessoas que usam as redes sociais e os algoritmos que as executam sabem se as publicações são verdadeiras, falsas ou algum lugar entre os dois.
“Essa suposição é uma aproximação à realidade, onde uma plataforma potencialmente tem uma estimativa de erro mais precisa do que os agentes”, escrevem Candogan e Drakopoulos.
Os pesquisadores sugerem que estudos adicionais possam analisar os compromissos entre promover a verdade e promover o envolvimento em um cenário distópico, onde nem as redes nem os usuários sabem quais notícias são falsas e quais são reais.
É fundamental que as plataformas de mídia social ajudem os usuários a identificar notícias falsas, pois ignorar esse problema pode levar a um envolvimento significativamente mais fraco do usuário.
O envolvimento dos usuários é uma importante fonte de receita para empresas como o Facebook e o Twitter, que faturam a maior parte de seus lucros com publicidade.
No entanto, algoritmos de gerenciamento de conteúdo projetados para maximizar o envolvimento do usuário podem promover involuntariamente conteúdo de qualidade duvidosa, incluindo notícias falsas.
Portanto, é crucial que as empresas de mídia social encontrem um equilíbrio entre o engajamento do usuário e a minimização de notícias falsas, a fim de proteger sua reputação e sustentar suas receitas de publicidade.
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Será que existe um botão destinado a fazer os vídeos viralizarem no TikTok? Provavelmente, nessa semana, você já deve ter escutado ou lido algo em relação a esse questionamento. De fato, o rumor acerca da existência desse botão surgiu depois de uma matéria que foi publicada na Forbes fazer a revelação de que os conteúdos […]
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Será que existe um botão destinado a fazer os vídeos viralizarem no TikTok? Provavelmente, nessa semana, você já deve ter escutado ou lido algo em relação a esse questionamento. De fato, o rumor acerca da existência desse botão surgiu depois de uma matéria que foi publicada na Forbes fazer a revelação de que os conteúdos da plataforma de vídeos curtos seriam impulsionados por meio de critérios diferentes dos até então conhecidos pelos usuários da plataforma que produzem conteúdo nela.
Nesse sentido, de acordo com de acordo com a reportagem da Forbes, é alegado que existe um “botão viralizador” de conteúdos que seria utilizado para poder fazer a promoção de marcas e influenciadores que trabalham diretamente com a plataforma e possui, portanto, relações comerciais com a empresa que mais cresceu no ano passado em relações econômicas.
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Além disso, de acordo com o que está circulando na internet, esse recurso também estaria sendo utilizado de forma aleatória por funcionários do TikTok para poder fazer a promoção de suas próprias contas e de conhecidos. No entanto, embora esses boatos estejam circulando na internet, o TikTok não negou a existência de um recurso desse tipo, mas também não confirmou a existência.
Essa movimentação está fazendo o público pirar. De acordo com o TiKTok, um dos objetivos da função seria, em tese, fazer com que os conteúdos virais não sejam padronizados, diversificando-os. Porém, até o momento, pouco se sabe acerca desse suposto orçamento viralizador.
Conforme aponta reportagem feita pela Forbes, esse botão que supostamente consegue impulsionar os vídeos na plataforma seria utilizado para conteúdos específicos de forma manual, assim, seria possível fazer um vídeo de preferência da pessoa que possui acesso ao botão viralizar.
Desse modo, pensando na prática, isso significa que nem todos os conteúdos produzidos na plataforma e que aparecem no feed dos usuários estão relacionados com o algoritmo de entrega desses conteúdos. Na realidade, de acordo com os dados que foram disponibilizados pela Forbes, somente 2% dos conteúdos de vídeos diários da plataforma seriam impulsionados por meio desse suposto botão, de maneira que a própria plataforma decidiu potencializá-los.
Por conseguinte, é importante destacar que essa polêmica estaria ligada ao fato de que esse recurso poderia ser utilizado somente para o benefício próprio do próprio TikTok, não para agradar o usuário da plataforma. De acordo com a reportagem que foi feita pela Forbes, a revista também alega que os próprios funcionários da plataforma teriam utilizado o recurso da empresa para impulsionar os vídeos da família e de amigos, bem como suas contas pessoais.
Além disso, outro ponto que está em debate, também, é que esses impulsionamentos feitos por meio dessa suposta votação estava sendo feito por uma quantidade significativa de pessoas, desde funcionários do TiKTOk até funcionários da ByteDance bem como empresas parceiras vinculadas a plataforma.
Em suma, é importante deixar claro que o impulsionamento de conteúdo nas redes sociais não é uma novidade para ninguém. Na realidade, as gigantes do ramo da tecnologia que operam diretamente a internet já fizeram isso, gigantes como a Meta e o Google. Ambas as empresas fazem uso desse tipo de ferramenta.
No entanto, existe uma diferença no modo de operar, visto que as empresas deixam claro que o conteúdo em questão trata-se de um impulsionamento. Ou seja, um conteúdo que foi pago a mais para aparecer em destaque em relação aos demais que são expostos pelo algoritmo de preferência do usuário.
Podemos citar como exemplos recentes dessa prática de impulsionamento as próprias campanhas voltadas para divulgar informações acerca da Covid-19. Além disso, também, a propagação de notícias com a finalidade de evitar a propagação da desinformação.
Inicialmente, é importante destacar que existe um documento que se chama TikTok Heating Policy. Em vista disso, é nesse documento que constam as diretrizes desse tipo de impulsionamento.
Nesse sentido, de acordo com o documento em questão, os funcionários da plataforma estariam autorizados a usar essa ferramenta para fazer a promoção de conteúdos diversificados, bem como qualquer tipo de conteúdo importante que tenha sido deixado de lado pelo algoritmo da plataforma.
No entanto, conforme apontam as duas fontes que foram consultadas pela Forbes na reportagem, os funcionários do TikTok em nenhum momento recebiam informações para auxiliar na decisão acerca de qual conteúdo deveria ser impulsionado pela ferramenta ou não.
Dessa maneira, como faltou definir especificamente quais conteúdos deveriam ser impulsionados, a confusão correu. A falta de definição deumargem para que os funcionários utilizassem o recurso de maneira que viola as diretrizes da plataforma. Uma das maiores preocupações em relação a esse tipo de ferramenta é a falta de barreiras em sua utilização e a propagação de notícias falsas. Informações que possam beneficiar determinados grupos políticos e narrativas.
Até o vazamento feito pela Forbes, a plataforma de vídeos curtos não teria se pronunciado sobre algum tipo de ferramenta desse tipo. No entanto, com a divulgação das notícias, Jamie Favazza, porta-voz do TikTok, acabou se pronunciando e falando sobre o ocorrido. No seu pronunciamento, disse:
“Promovemos alguns vídeos para ajudar a diversificar a experiência de conteúdo e apresentar celebridades e criadores emergentes à comunidade TikTok. Apenas algumas pessoas, com sede nos Estados Unidos, têm a capacidade de aprovar conteúdo para promoção nos Estados Unidos. Esse conteúdo representa aproximadamente 0,002% dos vídeos no feed For You”.
Além de Favazza, outro porta-voz da empresa também se pronunciou. Maureen Shanahan também resolveu falar sobre o assunto. No seu pronunciamento disse:
“Segundo o acordo de segurança nacional atualmente sendo considerado pelo CFIUS (Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos), todos os protocolos e processos para promover vídeos nos Estados Unidos seriam auditáveis pelo CFIUS e monitores de terceiros; apenas o pessoal autorizado do TikTok USDS teria a capacidade de “aquecer” vídeos nos EUA. Além disso, a revisão do código-fonte pela Oracle verificará se não há meios alternativos de promover o conteúdo”.
Por fim, vale mencionar que o algoritmo da plataforma funciona de fato na aba “For You”. Em específico, o algoritmo começa a entender o tipo de conteúdo que você consome. Por consequência, indica aqueles que ele acredita se encaixar melhor nos seus padrões de consumo na plataforma. No caso, o suposto botão seria utilizado teoricamente para promover conteúdos que o algoritmo descartou por alguma razão.
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Atualmente, o profissional de social tem sido grande aliado para as empresas dentro das redes sociais. Isso acontece, pois ele é responsável por auxiliar na aproximação do empreendedor com o seu cliente através de publicações e interações nos perfis comerciais. No entanto, nem tudo são flores para um profissional de social media, assim como para […]
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Atualmente, o profissional de social tem sido grande aliado para as empresas dentro das redes sociais. Isso acontece, pois ele é responsável por auxiliar na aproximação do empreendedor com o seu cliente através de publicações e interações nos perfis comerciais.
No entanto, nem tudo são flores para um profissional de social media, assim como para as demais profissões. Por sua vez, esse profissional possui uma necessidade constante de desenvolver e usar a criatividade. Com isso, eles conseguem buscar as estratégias necessárias para fornecer os resultados desejados pelo cliente.
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Como o intuito de aumentar mais seu conhecimento sobre a área, trouxemos aqui alguns hábitos que auxiliam os profissionais de sucesso dentro do marketing. Veja abaixo:
Antes de mais nada, os profissionais que tem sucesso dentro deste ramo sabem que necessitam agradar o público alvo. Afinal, sem eles qualquer ideia ou projeto que tentarem realizar irá por água abaixo.
Com isso em mente, os profissionais de sucesso buscam ouvir o que os consumidores de cada área estão dizendo. Bem como quais são seus interesses e quais conteúdos conseguem chamar sua atenção. Ou seja, se aproximar e ouvir seu público é essencial.
Cada rede social possui suas particularidades. Pois bem, isso é uma verdade inegável. No entanto, ao invés de criar um perfil em todas as redes disponíveis, o profissional de sucesso irá analisar dentre quais redes conseguirão fornecer a ele o resultado esperado.
Outro ponto que é levado em consideração são os horários que mais rendem engajamento para a postagem. Resumindo, não basta estar na rede social certa e não saber utilizá-la da maneira correta.
Andar com os pés no chão não está se referindo a andar descalço, mas sim ser realista. Sabemos que profissionais de sucesso necessitam estabelecer metas para evoluir no seu trabalho. Contudo, é preciso conhecer as limitações e o tamanho do passo que podemos dar. Dessa maneira, ao aplicar tal hábito não haverá espaço para a frustração ou desânimo.
Juntamente com os hábitos já citados, esse é muito importante. Para obter mais ideias e traçar novas estratégias é necessário que o social media saiba analisar os resultados que obtém nas plataformas. Todavia, quais são os dados que devem ser olhados? Pois bem, isso dependerá do objetivo.
De qualquer forma, olhar para os números e compará-los ao longo do tempo pode dar uma ideia para traçar uma estratégia. Assim como será possível fazer ajustes para algo que não está performando tão bem. Entre outras palavras, cuidar desses dados vão fazer o trabalho do social media melhorar a cada dia.
Por último, mas bem longe de ser menos importante, se conectar e engajar com os clientes da marca é fundamental. Ou seja, além de fazer o passo número 1 que é prestar atenção no público, também é necessário fazer eles falarem e se tornar quase que um ‘amigo’ deles.
Finalmente, os bons profissionais de social media tentam construir uma boa relação com os clientes. Afinal, sem os clientes não há negócios. Nesse sentido, eles comentam nas postagens dos cliente e fazem questão de deixar claro o quanto o cliente é importante para a marca.
Fonte: Miranda Nahmias
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Não, você não caiu aleatoriamente em um script de Black Mirror. Porém, uma nova rede social surgiu em março desse ano. O nome: BitClout. O que ela faz? Transforma pessoas em moedas (e você nem precisar estar lá para isso acontecer!). Enfim, vem saber como funciona o BitClout, a rede social que transforma pessoas em […]
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Não, você não caiu aleatoriamente em um script de Black Mirror. Porém, uma nova rede social surgiu em março desse ano. O nome: BitClout. O que ela faz? Transforma pessoas em moedas (e você nem precisar estar lá para isso acontecer!). Enfim, vem saber como funciona o BitClout, a rede social que transforma pessoas em criptomoedas.
Em um primeiro momento, podemos dizer que o BitClout parece o Twitter, onde pessoas postam texto, fotos, vídeos e links. Porém, se trata de algo que vai muito mais além. BitClout é uma mistura de especulação e mídias sociais. Ao criar um perfil, o usuário recebe sua própria moeda (chamada de ‘moeda do criador’). Se muitas pessoas comprarem essa moeda o valor dela sobe. Da mesma forma, se as pessoas começarem a vendê-la seu valor cairá. Por exemplo, se o Elon Musk lançar um ‘novo carro voador’, sua moeda irá subir. Agora, caso ele se envolva em algum escândalo de racismo, por exemplo, a tendência é que o valor de sua moeda baixe.
E, nesse caso a pessoa nem precisa ter criado um perfil na rede social para acumular dinheiro por lá. Uma moeda do próprio Elon Musk, por exemplo, já vale cerca de US$ 100 mil dólares e ele nem está na plataforma! Ou seja, no momento que ele decidir entrar, já terá bastante dinheiro a sua espera, graças as pessoas que negociam a sua moeda com base na sua influência.
Além dele outros famosos como Felipe Neto também aparecem lá, mesmo sem ter criado o seu perfil. Nesse caso, a moeda de Felipe Neto já está valendo US$ 177,00 e assim que ele entrar na plataforma, vai encontrar US$ 19mil para investir.
Ainda, é possível comprar suas próprias moedas apostando em si mesmo (!!?). Dessa forma, a sua moeda irá se valorizar e você passará a monetizar sua própria influência.
O BitClout possui sua própria moeda, nativa da plataforma. Para entrar no jogo e começar a investir nos perfis que estão lá é preciso comprar BitClouts, que custa, em média US$ 177 dólares cada uma.
Em poucos meses a nova rede social já recebeu 300mil novos perfis. Adolescentes que pretendem ficar ricos dentro da plataforma, artistas famosos e investidores compõem esse grupo usuários. Além disso, um mês após o lançamento, a rede social já estava avaliada em US$ 1 bilhão de dólares, pela New York Magazine.
De acordo com Ronaldo Lemos, estamos falando de algo perverso e genial. Perverso por que a plataforma meio que transforma cada pessoa em um produto a ser negociado. Por outro lado, se essa nova rede social for amplamente utilizada, vai ensinar as pessoas a lidarem com criptomoedas. Da mesma forma que o Orkut, lá em 2004, ensinou as pessoas sobre a internet: como fazer upload de foto, postar e outras atividades que não eram comuns à época.
Olhando por esse lado parece bom, né? No entanto, é importante ressaltar que até agora não existe uma maneira de retirar o dinheiro investido lá. Atualmente, a plataforma trabalhar para ser adicionada as bolsas oficiais de criptomoedas e esperam que isso aconteça no prazo de um mês.
Enfim, aos corajosos e destemidos, aqui está o link para acessar a nova rede social: bitclout.com
Fontes: Melissa Resch, VOZ Colab / Ronaldo Lemos, Folha de São Paulo
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