
Apple Vision Pro: Aguardado lançamento foi realizado no WWDC 2023 - Worldwide Developers Conference, evento anual da Apple
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O Vision Pro conta com um display 4K de tecnologia microLED, que traz 23 milhões de pixels no total. Ele é equipado com o chip M2 e o novo R2, ambos de fabricação própria da maçã. O dispositivo pode ser controlado com os olhos, as mãos e a voz. O anúncio foi feito durante a WWDC 2023, evento da Apple para desenvolvedores, que também revelou outras novidades.
“Esse anúncio foi muito esperado. Não faltaram especulações sobre o Vision Pro. Sites como o Mac Rumours, que organiza os rumores e “vazamentos” sobre as novidades da Apple, ficaram movimentadíssimos nos últimos dias, tentando prever o que viria pela frente”, pontua o professor de MBA da FGV Kenneth Corrêa, especialista em novas tecnologias, inteligência artificial e metaverso.
Kenneth levantou com exclusividade três importantes pontos a serem considerados sobre o novo device da Apple, que, como todos os lançamentos da marca, vem para revolucionar o mercado de tecnologia. Confira!
A Apple acaba de criar um novo “andar”, um novo degrau no já alto nível das tecnologias que desenvolve. O Apple Vision Pro vai trabalhar com realidade aumentada, trará mais de 12 câmeras para que você possa ver o “mundo lá fora”, e ao mesmo tempo vai gerar objetos digitais e um mundo virtual para interação.
O lançamento traz de volta para o centro da conversa o metaverso – sim, de volta, pois, apesar de ser um tema ainda relativamente fresco, nem todo mundo teve acesso e conhece a fundo a tecnologia. Muita gente já andou matando o metaverso por aí dizendo que ele acabou.
A maior empresa do planeta está investindo em um dispositivo de altíssimo nível para essa experiência, mostrando que ele está vivo e tem muito a ser desenvolvido nesse sentido. Daqui a um tempo é possível que não se fale mais sobre TVs de dezenas ou até centenas de polegadas, considerando que podemos ter quantas telas a gente quiser grudadinhas nos nossos olhos, e cada um com o seu dispositivo pessoal.
Claro que se falou sobre os usos comerciais e para negócios, mas a conversa se pautou muito mais no uso pessoal do device. Basta ver a linha do tempo dos lançamentos da Apple: um tocador de MP3, um smartphone altamente tecnológico, um tablet, um relógio, e agora eles estão indo para um novo jeito de interagirmos com o mundo, que são esses óculos de realidade mista.
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Sobre a Apple
A Apple é uma das empresas mais icônicas e inovadoras do setor de tecnologia. Fundada por Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne em 1976, a empresa conquistou um lugar de destaque no mercado global ao longo dos anos. Com uma abordagem centrada no design elegante e na usabilidade intuitiva, a Apple revolucionou a indústria de eletrônicos de consumo, lançando produtos emblemáticos como o iPhone, o iPad e o MacBook. Além disso, o ecossistema da Apple, que inclui o sistema operacional iOS, a loja de aplicativos App Store e o serviço de streaming Apple Music, criou uma experiência integrada para os usuários em diversos dispositivos. Com uma dedicação incessante à qualidade e à inovação, a Apple continua a surpreender e inspirar pessoas em todo o mundo com seus produtos e serviços que combinam tecnologia avançada com um design elegante.
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Kenneth Corrêa – especialista em inovação, negócios digitais, novas tecnologias, inteligência artificial e metaverso. Professor de MBA da FGV. Há mais de 15 anos desenvolve e monitora projetos de marketing e tecnologia, atendendo empresas como Suzano, Mosaic Fertilizantes, Leica Microsystems, entre outras. Diretor de Estratégia da agência 80 20 Marketing.
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Treinamentos em Realidade Virtual estão cada vez mais comuns em empresas que pretendem melhorar os resultados, confira!
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Imagine oferecer treinamentos virtuais para seus colaboradores e conseguir acompanhar os resultados de desempenho de cada um, em tempo real, por meio de gráficos e planilhas. Com os treinamentos em Realidade Virtual desenvolvidos pela Agência Casa Mais, isso agora é possível.
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A tecnologia de Realidade Virtual permite a simulação de situações cotidianas de trabalho. Dessa forma, é possível fornecer aos avaliadores uma visão completa das etapas de desenvolvimento de cada participante. Além disso, é possível auxiliar na identificação dos pontos de melhoria de cada profissional, seja em desempenho, segurança ou qualquer outra característica. Qualquer pessoa pode criar seu próprio treinamento em Realidade Virtual, ou até mesmo no metaverso, utilizando a plataforma REUNI, que oferece diversas ferramentas eficazes para treinamentos remotos e a distância. Com ambientes 3D customizados da empresa, avatares dos colaboradores e elementos virtuais interativos, a assimilação do conteúdo virtual se torna ainda melhor.
Um treinamento realizado pela Casa Mais foi desenvolvido para o Itaú Personnalité, com o intuito de implementar um processo para que o treinamento dos gerentes das agências físicas e digitais em todo o território nacional pudesse ser feito remotamente. Assim, com a ajuda da tecnologia VR, foi construído um treinamento em Realidade Virtual com uma narrativa imersiva que mostrasse a rotina de um gerente do banco. Dessa maneira, por meio de uma simulação de uma conversa com um cliente, o gerente em questão precisava escolher a melhor alternativa para oferecer a melhor linha crédito de investimentos, isto é, de acordo com as informações passadas pelo cliente sobre expectativas e necessidades.
“Os treinamentos corporativos são práticas comuns em grandes empresas, não apenas para melhorar o desempenho dos colaboradores, mas também para promover a cultura organizacional. Além disso, eles são ótimos aliados na prevenção de riscos para profissionais de determinadas áreas. Com o objetivo de otimizar esses treinamentos, a Realidade Virtual da Agência Casa Mais tem sido adotada como a mais nova ferramenta de Recursos Humanos para a capacitação de novos e antigos”, reforça Fábio Costa, CEO da Agência Casa Mais.
Outro case é o da Centauro que possui uma imensa estrutura com diversas lojas espalhadas por todo o Brasil. Sendo assim, para suportar tudo isso, são mantidos grandes centros de distribuição situados na capital e no interior do Estado de São Paulo, além do interior de Minas Gerais, na cidade de Extrema. Com isso, surgiu a necessidade de desenvolver um método que conseguisse mostrar todo esse funcionamento a todos os novos integrantes da equipe Centauro, sem que haja a necessidade de que eles se deslocarem até todos as diferentes instalações da empresa.
A solução encontrada foi por meio da ação de Realidade Virtual como uma excelente ferramenta na criação de um guia virtual de boas-vindas, de forma eficiente e interativa. Sem precisar sair do lugar, cada novo funcionário da Centauro consegue conhecer todas as diferentes estruturas da empresa, assim como suas funcionalidades, com o uso dos óculos de Realidade Virtual. Além disso, eles são introduzidos no espírito criativo e colaborativo, através de uma narrativa bem fluida e dinâmica.
Outro exemplo foi com a equipe de RH da Accor Hotels que precisava de uma maneira fácil e interativa capacitar todos os seus colaboradores espalhados pelo Brasil. Contudo, era preciso considerar que tais colaboradores estão em mais de 330 hotéis pelo país. Era preciso otimizar o uso do tempo e a logística, bem como instruir cada profissional de forma homogeneizada, para que todos finalizassem o treinamento virtual dominando a mesma abordagem dos hóspedes, por meio do aprendizado sobre as regras e as vantagens do programa de benefícios dos membros “Le Club”.
Foi desenvolvida a criação de um treinamento em Realidade Virtual para a Accor Hotels, por meio de uma simulação de hospedagem. Em primeiro lugar, foi feita uma narrativa imersiva na qual uma cliente utiliza o seu cartão de fidelidade “LeClub” para se hospedar em uma das unidades da rede. Depois, para mostrar a situação da mesma forma que aconteceria em um procedimento real, acompanhando todo o processo, que vai desde o agendamento realizado pela internet até seu check in, passando, igualmente, pela estadia completa e, por fim, pelo check out.
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Futurismo estratégico aos negócios e produtos? Nos tempos de hoje, presenciando os acontecimentos dos últimos anos, prever e estar preparado para possibilidades se tornaram tão relevantes e vitais para a criar um mercado, quanto para sobreviver e tornar-se líder de um negócio já existente através de um diferencial de valor agregado. A análise de tendências […]
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Futurismo estratégico aos negócios e produtos?
Nos tempos de hoje, presenciando os acontecimentos dos últimos anos, prever e estar preparado para possibilidades se tornaram tão relevantes e vitais para a criar um mercado, quanto para sobreviver e tornar-se líder de um negócio já existente através de um diferencial de valor agregado.
A análise de tendências para o futuro de uma empresa, técnica conhecida como futurismo ou foresight, permite detectar mais facilmente os gargalos corporativos e as oportunidades de um modelo de negócio, seja identificando e ou cruzando os sinais de mudanças tanto sociais, quanto econômicas, políticas ou socioambientais que estejam no upstream e tenham grande propensão para serem adotadas massivamente.
É importante considerarmos, também, as novas tecnologias que aparecem e podem mudar os negócios do dia para a noite, pois, assim, é possível traçar cenários e avaliar quais as melhores ações em cada caso específico.
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O uso desse conceito para avaliar as características e as perspectivas do negócio é um diferencial importante no mercado, afinal, empresas que conseguem antever os problemas e traçar estratégias para contornar eventuais dificuldades se tornam mais competitivas e conquistam diferenciais significativos para liderança.
O futurismo estratégico entrega tendências, visões e levanta cenários de oportunidades e riscos baseados em estudos científicos, do micro ao macro, para que empresas, investidores e tomadores de decisões possam evitar riscos e aproveitar oportunidades, sejam elas conjunturais (com impacto de micro e médio prazo) ou estruturais (de longo prazo).
A capacidade corporativa de prever oportunidades e riscos é um item crucial para os negócios que desejam manter-se competitivos e relevantes, e apoia o crescimento, a credibilidade e o posicionamento de valor no mercado. A aplicação dessa técnica resulta em maior satisfação do consumidor, pois, aborda a melhoria em sua experiência no serviço proposto. Hoje, evidenciada por empresas de sucesso, é clara a importância de adotar estratégias que permitam antecipar as tendências e os desejos de clientes, oferecendo soluções adequadas quando a necessidade surgir. Contudo, transformar isso em algo concreto e estruturado nem sempre é fácil. Pois, como disse Chris Andersen: “Não vivemos numa era de mudanças… vivemos uma mudança de era”.
Empresas que não se aproveitam disso, não se colocam num posicionamento desejável para o público consumidor e para o investidor, não inovando, tendem a perder força no mercado. Devem posicionar-se à frente do seu próprio negócio e estarem aptas para dominar novos mercados e, se preciso, recriar seu negócio. É vital notar se a sua solução atual está ficando obsoleta e identificar novas oportunidades, implementando melhorias e a evolução de seus serviços.
Desde o futurismo estratégico até a formatação da solução, este processo está relacionado à jornada e à satisfação do cliente (interno ou externo). Ou seja, com essa abordagem a empresa tem mais potencial de se consolidar, conquistar novos mercados e agregar valor para os clientes. Pois, a marca, o produto ou o serviço estão guiados por uma melhoria contínua, direcionada às necessidades do público, conquistando clientes com serviços e produtos aderentes a suas necessidades e expectativas, com tecnologias que servem exatamente a este propósito.
Claro que após identificada a oportunidade, há o processo de desenho do produto ou serviço, definição dos detalhes de como ele será e como deverá ser desenvolvido. Para isso, há metodologias e processos técnicos como Design Sprint, Discovery, Lean Startup e Inception que agregam e permitem promover a otimização de processos e de rotinas do trabalho, serviço ou produto, eficiência e produtividade, redução de custos e riscos na sua concepção, auxiliando a aprovação dos projetos para uma entrega com baixo tempo de equipe e custo, uma visão de esforço para implementação, de time necessário, retorno ao negócio e premissas. Algo que já é feito para impulsionar cada vez mais os negócios de pequenos ou grades players de vários setores, como financeiro, varejo, insurance e indústria, em temas como wearables, metaverso, phygital e web 3.0.
Ou seja, não é uma fórmula mágica, mas a combinação de um direcionamento utilizando o futurismo estratégico com técnicas ágeis para desenvolver o modelo, a implementação e o serviço, que ampliam as chances de o produto gerar ótimos resultados.
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fonte: *Ygor Pelicer, Head of Customer Insights & Experience Brazil do Group GFT
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Com o intuito de levar cada vez mais tecnologia para o Brasil, a Agência Casa Mais, empresa pioneira em Metaverso, Realidade Virtual e Aumentada. Reúne cases inéditos de projetos exclusivos de Metaverso para empresas que já alcançaram mais de 20 mil acessos. No mercado corporativo, cada vez mais empresas estão presentes nesse novo ambiente, com […]
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Com o intuito de levar cada vez mais tecnologia para o Brasil, a Agência Casa Mais, empresa pioneira em Metaverso, Realidade Virtual e Aumentada. Reúne cases inéditos de projetos exclusivos de Metaverso para empresas que já alcançaram mais de 20 mil acessos. No mercado corporativo, cada vez mais empresas estão presentes nesse novo ambiente, com a finalidade não só de aproximar as pessoas das suas marcas de forma interativa. Mas também de se fazer presente na vida virtual de cada um dos seus consumidores, visto que dentro do metaverso. Por exemplo, a empresa pode adotar uma economia virtual totalmente funcional, muitas vezes baseada em criptomoedas e bens e ativos digitais. Incluindo tokens não fungíveis (NFTs).
O Metaverso pode ser definido como um espaço virtual que tem por objetivo criar um “mundo paralelo” no qual a maior parte das tarefas do dia a dia possam ser realizadas. Assim possa atendar muitas necessidades de forma simplificada. Mas essa é apenas uma breve explicação, pois dentro desse conceito do Metaverso existem diversas possibilidades, como por exemplo, a interação com outras pessoas através de avatares e objetos 3D no cenário imersivo, e em muitos dos casos utilizando a tecnologia de Realidade Virtual e Realidade Aumentada, por exemplo.
Uma dessas empresas é a Zurich Seguros, uma das companhias de seguros mais relevante no mercado, e que foi criada uma experiência tecnológica no metaverso para aproximar os funcionários da realidade dos clientes, mostrando o quão importante e necessário são os seguros para eles, e o quanto o atendimento precisa ser bem executado e preciso, criando um vínculo direto e emocional entre eles, equipe de atendimento e assegurado. Mais de 500 colaboradores da Zurich Seguros foram impactados nessa ação que durou uma semana.
Outro case é o da a TAP Air Portugal, maior empresa de tráfego aéreo portuguesa, no qual para muitos dos seus passageiros. O local em que vai sentar durante a viagem é um fator decisivo para que ele se sinta seguro e confortável em sua viagem aérea. Pensando nisso encontrou junto com a Casa Mais soluções tecnológicas que auxiliassem nesse processo de escolha dos passageiros. Todos os mais de 1.500 clientes puderam ter a experiência gamificada e com um clique durante a compra das passagens, o passageiro tem acesso em seu navegador web a um jogo ambientado em um Check-in do voo no aeroporto, podendo andar pelo ambiente e interagir com algumas atividades que ajudam ele a tirar dúvida e fazer algumas escolhas sobre seu voo com maior clareza e segurança.
Outras empresas relevantes como a Bunge, criou seu game imersivo em Realidade Virtual totalmente interativo no metaverso para ser utilizado em uma ativação na FIPAN 2022; a GE Healthcare com a criação de plataforma gamificada como um Showroom Virtual com os mesmos atributos, funcionalidades e resultados de um espaço físico; a Porto Seguro expôs toda sua infraestrutura em um show room virtual que tinha um estande 3D com arquitetura refinada e transmitiu toda a amplitude e a segurança dos projetos sociais oferecidos pelo grupo.

Uma outra opção caso a empresa queira entrar no metaverso é estar em um jogo já existente. Nesse caso, todo o planejamento desde da compra dos terrenos virtuais, até a construção de todo o cenário 3D com os elementos e objetos virtuais são feitos seguindo a identidade visual e a configuração personalizada. Atualmente os games mais conceituados no mercado do metaverso já são parceiros, entre eles: Altspace VR, Decentraland, Roblox, Sandbox, Fortnite, Avakin, entre outros.
“Acredito que o mais interessante no universo do metaverso, é a conexão entre pessoas que estão em lugares diferentes. Em horários diferentes e realizando suas respectivas tarefas e atividades, ou seja, o metaverso está “sempre ligado” e existe em tempo real. Ao longo do tempo, teremos uma “cópia” do mundo real, com a criação de avatares 3D mais realistas, ambientes customizados mais interativos e lúdicos. Além de uma navegação simples e didática para trazer uma boa experiência para as pessoas ao entrarem nesse novo mundo”, destaca Fábio Costa, CEO da Agência Casa Mais.
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Pela primeira vez, Bianca Andrade vai ao South by SouthWest, um dos maiores festivais de inovação e tecnologia do mundo Evento acontece nos EUA e Boca Rosa marcará presença como maior influenciadora brasileira Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de […]
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Pela primeira vez, Bianca Andrade vai ao South by SouthWest, um dos maiores festivais de inovação e tecnologia do mundo
Evento acontece nos EUA e Boca Rosa marcará presença como maior influenciadora brasileira
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A empresária Bianca Andrade, referência em marketing digital e pioneira como influenciadora, é presença confirmada no festival South by Southwest, um principais eventos de inovação, tecnologia e cultura do mundo.
Sempre ligada em tendências e conhecida por suas estratégias de comunicação inovadoras — como a criação de sua avatar do metaverso, a Pink —, Bianca está no evento, que ocorre no Texas, nos Estados Unidos, pela primeira vez. Ela é um dos principais nomes brasileiros da nova geração presentes no evento.
Bianca Andrade começou na internet há 11 anos e se tornou uma das maiores influenciadoras e comunicadoras do país. Com 18,6 milhões de seguidores no Instagram e 5,7 milhões de inscritos no Youtube, ela iniciou sua carreira fazendo tutoriais de maquiagem e, desde então, já se reinventou diversas vezes.
Hoje, com 28 anos, ela é dona da holding Boca Rosa Company, que engloba a Boca Rosa Beauty. Sua marca de maquiagem se tornou uma das mais vendidas do mundo e faturou mais de R$160 milhões de reais em 2022. No mesmo ano, Bianca foi considerada uma das 20 mulheres de destaque do ano pela Forbes.
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Crédito: estar
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Em um mundo cada vez mais tecnológico e repleto de ferramentas para otimizarmos as vendas, o que podemos esperar do futuro do varejo e a experiência do cliente? Bora entender tudo isso na visão de um especialista em varejo e vendas, João Paulo Tavares, Presales Director Latam na Semantix. Talvez você goste de ler também: […]
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Em um mundo cada vez mais tecnológico e repleto de ferramentas para otimizarmos as vendas, o que podemos esperar do futuro do varejo e a experiência do cliente?
Bora entender tudo isso na visão de um especialista em varejo e vendas, João Paulo Tavares, Presales Director Latam na Semantix.
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O varejo está passando por muitas transformações, impulsionado por novas tecnologias e pelo comportamento do consumidor. Tudo indica que essas inovações tendem a acelerar a revolução latente no setor. Mas de que forma essas ferramentas disruptivas afetam o varejo? E como as empresas podem se adaptar para obter as melhores atuações diante desse cenário?
A cultura phygital é uma das tendências que vêm ganhando cada vez mais destaque. Trata-se de uma combinação entre os elementos do mundo físico e digital para criar uma experiência de compra integrada e inovadora. A ideia é oferecer o que há de melhor em cada um dos mundos — são proporcionadas ao consumidor a conveniência e a personalização do mundo digital, aliadas à interatividade e à experiência do mundo físico, eliminando possíveis barreiras e tornando o processo de compras cada vez mais frictionless.
Outra tendência que vem chamando atenção de muitos varejistas é o metaverso. O espaço virtual permite aos usuários a criação de suas próprias experiências de compra personalizadas, interagindo com outros clientes e marcas em um ambiente altamente imersivo. Nesse contexto, entra a gamificação — o uso de potencial de jogos para obter dados que objetivam a personalização da experiência do cliente. Com a coleta dessas informações em tempo real, as empresas podem criar games personalizados que ajudam a promover produtos e serviços, aprimorar os processos de fidelização do cliente e gerar mais vendas.
As Realidades Aumentada e Virtual também são tendências que estão ganhando cada vez mais espaço no varejo. Com essas tecnologias, os clientes podem experimentar produtos de maneiras mais imersivas e realistas, o que tende a melhorar significativamente a sua experiência.
Por último, mas não menos importante, o ChatGPT, um modelo de inteligência artificial que dá às empresas a oportunidade de interagir com os clientes de maneira ainda mais inteligente e personalizada, fornecendo informações e ofertas em tempo real.
Todas essas ferramentas e tendências apontam para um futuro no qual a tecnologia continuará a desempenhar um papel fundamental na transformação do varejo. A partir do uso de novas tecnologias, dados e inteligência artificial, as empresas serão capazes de personalizar ainda mais a experiência do cliente e fornecer soluções de compra cada vez mais eficazes e convenientes.
O futuro do varejo é emocionante e cheio de possibilidades, mas é importante que as empresas estejam preparadas para se adaptar a essas mudanças e investir em tecnologia, dados e inovação. A partir de uma visão centrada no cliente e focada em fornecer experiências de compra excepcionais e personalizadas, é possível conquistar a fidelidade do cliente e se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.
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Não é novidade para ninguém que as inteligências artificiais estão tomando conta do mercado. Nesse sentido, em uma aposta nova de inteligência artificial, acabou surgindo o grupo sul-coreano de K-pop MAVE. No entanto, esse grupo é formado por quatro garotas que foram materializadas no metaverso. Conheça MAVE, a banda de K-pop criada com inteligência artificial. […]
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Não é novidade para ninguém que as inteligências artificiais estão tomando conta do mercado. Nesse sentido, em uma aposta nova de inteligência artificial, acabou surgindo o grupo sul-coreano de K-pop MAVE. No entanto, esse grupo é formado por quatro garotas que foram materializadas no metaverso. Conheça MAVE, a banda de K-pop criada com inteligência artificial.
E, recentemente, no dia 25 de fevereiro, a MAVE lançou o seu primeiro álbum intitulado de ” Pandora ‘s Box”. O álbum encontra-se disponível nas plataformas de streaming mais conhecidas.
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Inicialmente, é importante destacar que ainda não se sabe se existe artistas anônimos por trás da voz da banda. Ou seja, se realmente o grupo foi criado completamente por IA. No entanto, o que se sabe até então é que a criadora da girlband é a Metaverse Entertainment, uma empresa que foca completamente na criação e gerenciamento de artistas virtuais.
A empresa ainda é subsidiária da Kakao Metaverse Entertainment, ambas empresas de games móveis localizada na Coréia do Sul. A banda de K-pop é composta por quatro integrantes. sendo essas: SIU (líder e vocalista principal); ZENA (ocupa o cargo de vocalista principal); MARTY (rapper e dançarina) e TYRA (rapper e dançarina principal).
Por fim, o nome da girl band surgiu de uma expressão conhecida, a “make new wave”. Em uma tradução livre seria algo como “faça uma nova onda”. Agora, resta-nos aguardar mais informações acerca do grupo e descobrir realmente se todo o processo, incluindo as vozes, foram realmente feitas por inteligência artificial. O que você achou de tudo isso?
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Quais são as tendências tecnológicas que moldaram o mundo nos próximos 12 meses? Para quais circunstâncias os líderes empresariais devem estar preparados para 2023? Em síntese, se você quer saber as respostas desses questionamentos, continue lendo que nós vamos abordar as principais tendências tecnológicas para o ano de 2023. Confira aqui e fique por dentro […]
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Quais são as tendências tecnológicas que moldaram o mundo nos próximos 12 meses? Para quais circunstâncias os líderes empresariais devem estar preparados para 2023? Em síntese, se você quer saber as respostas desses questionamentos, continue lendo que nós vamos abordar as principais tendências tecnológicas para o ano de 2023. Confira aqui e fique por dentro das 10 principais tendências de tecnologia para 2023!
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A questão ambiental vem sendo debatida por teóricos e cientistas, bem como pelas organizações internacionais há um tempo significativo. Nesse sentido, é quase impossível dissociar a sustentabilidade da tecnologia. Durante muito tempo, a sociedade não se importou com o impacto do lixo tecnológico na sociedade.
De fato, dificilmente as pessoas refletem acerca do descarte dos seus aparelhos eletrônicos obsoletos. Todos esses equipamentos não possuem a capacidade de se decomporem na natureza. Além disso, é inegável que a interferência antrópica no meio ambiente está acelerando o processo de interglaciação em escala planetária. Nesse sentido, acredita-se que a partir de 2023 a sociedade verá um impulso muito maior em direção à construção de tecnologias mais sustentáveis.
Em suma, a maioria dos sujeitos são viciados em tecnologia e não conseguem mais viver a vida longe de, no mínimo, um smartphone. Desse modo, devido a necessidade dos sujeitos em possuir essa tecnologia que facilita a vida de muitos, será mais fácil começar a pensar sobre o modo como os componentes dos aparelhos eletrônicos passam a ser fabricados e seu impacto no meio ambiente, desde o processo de criação até o descarte.

No ano de 2023, acredita-se que a Inteligência Artificial se tornará parte real de uma parcela majoritária das organizações. No entanto, é preciso deixar claro que a IA da qual estamos falando são aquelas sem código, que possuem uma interface de navegação fácil de arrastar e soltar. Permitindo, portanto, que qualquer empresa consiga aproveitar ao máximo o seu poder de criar novos produtos e serviços sempre mais inteligentes.
Na realidade, essa tendência já se mostra clara quando analisamos o mercado varejista. Por exemplo, a Stitch Fix faz uso de algoritmos habilitados para IA para conseguir recomendar tipos de roupas aos clientes que dedicam um tempo para responderem sobre os tamanhos e gostos pessoais. Além disso, como estamos falando da era tecnológica, uma das tendências relacionadas às IAs é o fato de passar a existir compras autônomas sem nenhum tipo de contato. Em síntese, através da IA se tornará muito mais fácil para os clientes consumidores pagarem os seus serviços e bens.

Devemos concordar que a temática “metaverso” acabou tornando-se um tipo de abreviação de uma internet muito mais imersiva do que estamos acostumados. Nessa nova realidade, por sua vez, os sujeitos podem trabalhar, socializar e se divertir por meio de jogos.
No entanto, de acordo com muitos especialistas, o metaverso deve agregar a economia mundial até o ano de 2030 cerca de 5 trilhões de reais. Sendo que o ano de de 2023 será o pontapé inicial nessa direção que irá definir, de fato, o que será do metaverso nos próximos anos.
Ao que tudo indica, tanto a tecnologia de realidade aumentada (AR) quanto de realidade virtual (VR) irão contar avançando até um determinado ponto em que será barateada. Assim como ocorreu com os smartphones e computadores que, no início, nem todos tinham acesso. Mas, com o passar do tempo, a tecnologia se popularizou do ponto de vista monetário e econômico.

Em suma, acredita-se que os líderes empresariais irão continuar fazendo o progresso na criação de novos sistemas autônomos, particularmente no que tange todo o setor da micro e macro logística. Na realidade, hoje, existem muitas fábricas e armazéns que operam de forma parcial ou completamente autônomas. Nesse sentido, no ano de 2023, poderemos ver ainda mais caminhões e grandes embarcações marítimas, até mesmo robôs de entrega.
Um exemplo desse avanço tecnológico e dessa tendência pode ser o Ocado, um supermercado on-line britânico que que possui o título de “maior varejista de supermercados on-line dedicado do mundo”. Esse supermercado faz uso de milhares de robôs autônomos em seus armazéns. Esses robôs são responsáveis por mover e levantar os mantimentos. Vale salientar que esse armazém usa IA para conseguir colocar os itens mais populares ao alcance dos robôs. Essa empresa também está sendo responsável por automatizar outros varejistas por meio de ações e colaborações.

No ano de 2023, estima-se que os robôs acabem se tornando muito mais parecidos com os seres humanos tanto em aparência quanto em capacidade. Muitos dizem que esses tipos de robôs humanoides passarão a ocupar lugares no mundo real, como recepcionistas de eventos, bartenders e até mesmo companheiros para adultos e velhos. Além disso, esses robôs também serão responsabilizados por ocupar cargos em armazéns e fábricas, visto que já existem aqueles que trabalham ao lado de humanos em fábricas e logística.
Hoje, existe uma empresa que vem trabalhando arduamente para desenvolver um robô que seja completamente semelhante ao ser humano para trabalhar nas casas dos sujeitos. No Tesla AI Day, em setembro de 2022, Elon Musk disse que existem dois protótipos de robôs humanoides Optimus e ainda acrescentou que a empresa estaria pronta para receber os pedidos nos processo de 3 a 5 anos. Esse robô consegue executar tarefas simples, como levantar itens e regar plantas. O futuro está cada vez mais próximo.

De fato, a tecnologia blockchain nos últimos anos tem avançado de forma significativa no ano de 2023. Esse avanço se deu na medida em que as empresas passaram a utilizar essa tecnologia, bem como os produtos e serviços ofertados por meio dessa dinâmica mais descentralizada.
Podemos ter como exemplo no momento as criptomoedas que utilizam essa tecnologia, embora esteja em baixa no mercado atualmente, e os Tokens Não Fungíveis, os famosos NFTs. No ano de 2023, os especialistas acreditam que, inclusive, os NFTs serão ainda mais utilizados no meio de tramitação de mercadorias. Hoje, os NFTs já fazem parte de shows e experiências distintas para os portadores desses ativos digitais.

A ideia da natureza editável permeia muito o campo da biotecnologia. Nesse sentido,estima-se que nos próximos anos a sociedade possa vivenciar alterações no material, no físico, nas plantas e até mesmo no corpo humano. Por meio da nanotecnologia, poder-se-á criar materiais com recursos completamente novos, como objetos que resistem a água (muitos smartphones já fazem isso), bem como na capacidade de cura também.
Nesse sentido, é importante destacar que já existe há anos a CRISPR-Cas9, uma tecnologia que permite editar genes acelerando esse processo de edição da natureza física. Para quem ainda não está por dentro dessa atividade, a edição de genes opera de maneira próxima a um processamento de texto, no qual você pode retirar algumas palavras e adicionar outras, porém, isso é feito com o genes.

Isso pode até parecer um episódio de Black Mirror, no entanto, essa premissa tende a se tornar cada vez mais real com o avanço da tecnologia. Nesse sentido, é importante salientar que a sociedade já está vivenciado de certa maneira a ligação entre o mundo virtual e o mundo físico. Essa conexão, por sua vez, tende a ser tendência no ano de 2023. Nessa função, dois componentes se destacam, sendo: a tecnologia de gêmeos digitais e a impressão 3D.
Para quem não sabe, os gêmeos digitais são um tipo de simulação virtual de processos, produtos e operações no mundo real que podem ser utilizados para testar ideias e um ambiente digital seguro. Nesse sentido, engenheiros e designers estão fazendo uso dessa ferramenta para poder recriar determinadas condições e objetos físicos. A ideia é criar mundo usando a tecnologia de impressão 3D.
Um exemplo do uso desse tipo de tecnologia encontra-se na Fórmula 1 que atualmente coleta os dados que estão sendo transmitidos pode sensores durante as corridas. Além da temperatura das pistas durante a corrida, às condições climáticas, tudo isso com o intuito de tentar entender como os carros atuam em condições distintas.

O mundo hoje encontra-se em uma corrida rumo a desenvolver de fato a computação quântica em uma escala planetária. Ocorre que na computação quântica são utilizadas partículas subatômicas para poder criar e desenvolver novas formas de processar e armazenar determinadas informações.
Nesse sentido, pensar de forma linear, seria um salto tecnológico que deve fazer com que a sociedade construa computadores que sejam capazes de operar um trilhão de vezes mais rapidamente do que estamos acostumados. O perigo mais iminente apontado pelos especialistas que gira em torno da computação quântica é o fato de que a partir dela torna-se inúteis as práticas atuais de criptografia que a sociedade utiliza.
Ou seja, uma nação, soberana,a que atua diretamente nos seu território, através da construção de um computador quântico, poderia facilmente quebrar as criptografias dos outros Estados Nação, incluindo todos os sistemas de segurança, por exemplo. Nesse sentido, essa é uma tendência para 2023 que está sendo observada com cautela por grande parte das potências mundiais, em especial os Estados Unidos, a China, a Rússia e o Reino Unido.

Hoje, um dos maiores desafios da tecnologia é frear as emissões de carbono que afetam diretamente as condições climáticas do planeta. Embora existam aqueles que ainda acreditam que o aquecimento global não é verdadeiro, a ciência e as instituições estão tratando esse assunto como urgente no âmbito antrópico. Nesse sentido, estima-se que no ano de 2023 o progresso em torno do hidrogênio verde seja muito mais investido do que foi nas últimas décadas.
Inclusive, existem empresas grandes, como a Shell e a RWE, duas que estão criando o primeiro gasoduto verde por meio de usinas eólicas no mar do Norte. Além disso, será possível perceber o progresso de desenvolvimento de redes elétricas descentralizadas. Ou seja, a geração de energia híbrida em contraponto às empresas de gás e energias que operam em uma lógica não descentralizada no mundo todo, visando diminuir a emissão de carbono significativamente.
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À primeira vista temos 5 tendências na tecnologia altíssimas para 2023. A pandemia de Covid-19 foi um marco tristes para o mundo, porém algumas coisas boas podem ser tiradas dela. O avanço da tecnologia que foi impulsionado com força nessa época, é uma delas. A tecnologia sempre esteve evoluindo, e já prevíamos muita evolução para os […]
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À primeira vista temos 5 tendências na tecnologia altíssimas para 2023. A pandemia de Covid-19 foi um marco tristes para o mundo, porém algumas coisas boas podem ser tiradas dela. O avanço da tecnologia que foi impulsionado com força nessa época, é uma delas.
A tecnologia sempre esteve evoluindo, e já prevíamos muita evolução para os próximos anos. Porém, tivemos um grande salto em muito pouco tempo, e hoje estamos colhendo os frutos, e tentando nos adaptar ao resultado deste avanço;
Mas o que esperar do futuro? Há muita coisa ainda por vir, e precisamos estar preparados para aproveitar tudo que a tecnologia tem para oferecer. Por isso o CEO da lawtech BTTECH e especialista em inovação tecnológica, Ruy Rede, deu algumas dicas das tendências que podemos esperar para o próximo ano.
O 5G já é uma realidade em muitas regiões do planeta, e no Brasil, ainda está se adaptando. A transformação que essa rede traz para os usuários é um grande avanço, e podemos esperar muito dela no próximo ano.
Aqui no país a implementação está acontecendo aos poucos, primeiro nas capitais, mas espera-se que em 2023 o país inteiro já esteja conectado.
De acordo com o especialista, as empresas devem ficar de olho para inovar cada vez mais em suas companhias.
Já tivemos um vislumbre do poder dos tokens este ano, e podemos esperar muito mais no próximo. Se acordo com Rede, o processo de transformação que acontece com os tokens podem se aplicar a outros bens, como ativos e moedas correntes.
“Os tokens vão acelerar ainda mais as transações financeiras e de transferência de bens”, disse ele.
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Para as empresas essa tecnologia pode ser uma grande aliada nos processos de produção, e na vida das pessoas, ela estará cada dia mais presente, em processos simples do dia a dia, melhorando as soluções e definições de processo.
Não é à toa que no início deste mês já tivemos o estouro de um aplicativo super acessível que utiliza a inteligência artificial para produzir imagens icônicas. Este é só um sinal de que estamos cada vez mais perto de um passo maior nesse sentido.
Utilizar da tecnologia para estreitar os processos de tornar a cidade mais eficiente, além de torná-las mais sustentáveis e otimizadas, com melhorias na infraestrutura e mobilidade, com inovações a partir do que a tecnologia pode oferecer nesse sentido.
A realidade aumentada já tem sido um assunto muito conversado este ano, e a combinação com Web3 e nuvem pode fazer com que as instituições aumentem ainda mais a receita do metaverso.
“O assunto já está em pauta nos ecossistemas de inovação e também nas organizações, e é uma das principais tendências. Esse tema terá um papel relevante na integração das pessoas e irá propiciar situações favoráveis ao desenvolvimento tecnológico.”, disse o especialista.
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]]>De fato, a CEO da Boca Rosa Company, Bianca Andrade, lançou o seu avatar no metaverso. O avatar da empresária se chama Pink e, em menos de dois dias de seu lançamento, o avatar conseguiu somar mais de 80 mil seguidores nas redes e chega com um alterego à empresária. Em vista disso, é importante […]
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]]>De fato, a CEO da Boca Rosa Company, Bianca Andrade, lançou o seu avatar no metaverso. O avatar da empresária se chama Pink e, em menos de dois dias de seu lançamento, o avatar conseguiu somar mais de 80 mil seguidores nas redes e chega com um alterego à empresária. Em vista disso, é importante destacar que, criada pela Biobots, empresa que também desenvolveu o avatar da apresentadora Sabrina Sato, a Pink irá participar dos lançamentos da a Boca Rosa Company – com os produtos de Boca Rosa Beauty e Boca Rosa Hair – e com outras marcas.
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Além disso, a própria Bianca Andrade disse que pretende explorar os espaços que o metaverso disponibiliza e oferecer por meio do seu avatar. “Nós pretendemos trabalhar com NFT e estamos explorando os espaços que o metaverso tem a oferecer, além da interação com outros avatares, empresas e marcas que estão por lá, que já são muitos”, disse. Vale enfatizar que a criação do personagem inspirado no apelido “Boca rosa” durou em média cinco meses, sendo que passou por processos de concepção de imagem, personalidade, etc.
Por conseguinte, por meio de sua conta no Instagram, a influenciadora explicou que tudo foi pensado com o auxílio da sua equipe de marketing para que o seu avatar conseguisse efetivamente reunir tudo o que é importante e que representa a CEO. Ela é alguém ligada em tendências e inovação, é preocupada com as causas socioambientais e é engajada”, explica. Em sua conta do Instagram, postou:
“Apaixonada por tecnologia, marketing e inovação, venho de um universo onde tudo é possibilidade. Estar sempre à frente do tempo é uma das minhas missões! Por isso, as tendências me fascinam. Estou sempre antenada nas novidades no mundo da moda, beleza, na música… Além disso, sinto que tenho um compromisso social como um propósito. Ansiosa para dividir com vocês um pouco mais sobre a minha identidade e o que aprontaremos no futuro”.
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