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Mas afinal de contas, o que é a tal de Bluesky? Conheça agora Bluesky a rede social alternativa do Twitter

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Bluesky a rede social alternativa do Twitter, confiraBluesky a rede social alternativa do Twitter, confira

Conheça Bluesky a rede social alternativa do Twitter.

Com o Twitter indo cada vez mais ladeira abaixo, surgem nossas oportunidades e novos players. A Bluesky é uma espécie de microblogging focada na criação de conteúdos curtos, linha de tempo contínua e visual parecido com o Twitter.

Porém essa nova rede social traz alguns diferenciais interessantes, bora conferir um pouco mais sobre.

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A Bluesky: uma nova era de redes sociais descentralizadas

A evolução das redes sociais tem sido marcada por avanços constantes, e a mais recente adição ao cenário é a Bluesky. Essa nova plataforma promete trazer uma abordagem inovadora, focada na descentralização e no controle do usuário sobre seus dados e interações online.

Ao romper com o modelo centralizado adotado pelas redes sociais tradicionais, a Bluesky busca oferecer aos usuários uma experiência mais transparente, privada e personalizada. Vamos explorar mais sobre a Bluesky e como ela pode potencialmente revolucionar a forma como nos conectamos e compartilhamos informações online.

Descentralização e controle do usuário: os pilares da Bluesky

A Bluesky se destaca por seu compromisso com a descentralização. Ao contrário das redes sociais convencionais, onde a infraestrutura e o gerenciamento dos dados estão nas mãos de uma única empresa, a Bluesky busca criar uma plataforma em que o controle seja compartilhado entre os usuários.

Isso significa que os usuários têm mais autonomia sobre suas informações, podendo decidir como e com quem desejam compartilhá-las.

Mas afinal de contas, o que é a tal de Bluesky? Conheça agora Bluesky a rede social alternativa do Twitter
imagem: divulgação

 

Além disso, a Bluesky também está desenvolvendo padrões e protocolos abertos para garantir a interoperabilidade entre diferentes plataformas.

Isso permitirá que os usuários da Bluesky se conectem e interajam com usuários de outras redes sociais descentralizadas, promovendo uma maior liberdade de escolha e evitando o aprisionamento em uma única plataforma.

A história do Bluesky

A fundadora da Bluesky é Jay Graber, especialista em redes sociais descentralizadas e crítica do poder concentrado nas mãos das grandes empresas de tecnologia. O conselho de administração conta com figuras proeminentes como Jack Dorsey, fundador e ex-CEO do Twitter, e Jeremie Miller, inventor das tecnologias Jabber/XMPP.

Após deixar a liderança do Twitter em 2021, Dorsey dedicou-se a criar o sucessor da plataforma, buscando resgatar as características originais da rede social como nos seus primeiros anos, no final dos anos 2000.

A Bluesky enfrentou uma ameaça quando Elon Musk anunciou a intenção de comprar o Twitter, pois seria improvável que ele investisse em um serviço concorrente ao seu investimento de US$ 44 bilhões. Assim, a equipe decidiu se desvincular do Twitter e seguir em uma nova empresa. A lista de espera para a Bluesky foi aberta em outubro de 2022.

Privacidade e personalização: o foco no usuário

Outro aspecto essencial da Bluesky é sua preocupação com a privacidade do usuário. A plataforma está sendo projetada para garantir que as informações pessoais sejam protegidas e que os usuários tenham controle total sobre quem tem acesso a seus dados. A transparência e a segurança são prioridades, permitindo que os usuários se sintam mais confiantes em compartilhar suas experiências e opiniões na rede.

Além disso, a Bluesky pretende oferecer uma experiência altamente personalizada. Com base nas preferências e interesses individuais, os usuários poderão personalizar seus feeds de notícias e interagir com conteúdo relevante. Isso proporciona uma experiência mais significativa, ao mesmo tempo em que evita a sobrecarga de informações com conteúdos indesejados.

Como entrar no Bluesky?

Existem duas formas principais de conseguir um convite no Bluesky, uma nova rede social:

  1. Cadastre-se no site da Bluesky (bsky.app) e aguarde na lista de espera. No entanto, não há garantia de quando você será aceito, e pode levar meses.
  2. Receba um convite de algum usuário já cadastrado. Essa é uma opção mais rápida, pois você terá acesso imediato ao receber um código de convite. No entanto, é difícil conseguir convites, já que cada usuário só pode enviar um por semana.

Esse sistema de convites é semelhante ao usado pelo Orkut e, mais recentemente, pelo Clubhouse. A limitação de convites a apenas um por semana pode ser frustrante, especialmente se você tem muitos amigos que gostaria de convidar para a rede social.

Conclusão: O futuro promissor da Bluesky

A Bluesky surge como uma resposta às preocupações cada vez maiores com a privacidade, controle do usuário e centralização excessiva nas redes sociais. Ao adotar a descentralização e priorizar a privacidade e personalização do usuário, essa nova rede social promete revolucionar a forma como nos envolvemos online.

Embora ainda esteja em desenvolvimento, a Bluesky representa um passo significativo em direção a uma nova era de redes sociais mais transparentes, inclusivas e alinhadas com as necessidades e desejos dos usuários.

Estaremos ansiosos para ver como a Bluesky se desenvolve e o impacto que terá no cenário das redes sociais nos próximos anos.

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YouTube é o principal canal de informação dos investidores no Brasil https://sejacriativo.com.br/youtube-e-o-principal-canal-de-informacao-dos-investidores/ https://sejacriativo.com.br/youtube-e-o-principal-canal-de-informacao-dos-investidores/#respond Thu, 22 Jun 2023 22:00:04 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=26550 YouTube é o principal canal de informação dos investidores no Brasil

De acordo com pesquisa da ANBIMA, YouTube é o principal canal de informação dos investidores. TV permanece na segunda colocação, seguida pelo Instagram, o meio que mais cresceu entre 2021 e 2022 na preferência dessas pessoas

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YouTube é o principal canal de informação dos investidores no BrasilYouTube é o principal canal de informação dos investidores no Brasil

Como assim YouTube é o principal canal de informação dos investidores?

O YouTube é, pelo segundo ano consecutivo, o canal favorito dos brasileiros na busca de informações sobre investimentos, com 37% da preferência daqueles que já aplicam os próprios recursos. A TV vem na sequência, com 32%. Na terceira colocação está o Instagram, o meio que apresentou o maior crescimento na escolha dos investidores entre 2021 e 2022, passando de 25% para 29%. Os dados fazem parte da 6ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha. Vale destacar que, ao serem questionados sobre os canais que mais utilizam, os entrevistados podiam escolher mais de uma alternativa como resposta.

Os podcasts também estão entre os meios mais acessados pelos investidores, com avanço de dois pontos percentuais (de 10%, em 2021, para 12% em 2022). Já o WhatsApp e o Facebook perderam influência, com quedas de três e quatro pontos percentuais, respectivamente.

YouTube é o principal canal de informação dos investidores no Brasil

Principais canais Total de investidores Classe A/B Classe C Classe D/E
Youtube (2022)

Youtube (2021)

37%

37%

43%

36%

35%

32%

27%

27%

Televisão (2022)

Televisão (2021)

32%

34%

25%

26%

34%

30%

47%

44%

Instagram (2022)

Instagram (2021)

29%

25%

30%

24%

31%

21%

17%

18%

Portal / site (2022)

Portal / site (2021)

26%

24%

32%

30%

24%

15%

14%

10%

Revistas / jornais (2022)

Revistas / jornais (2021)

21%

20%

27%

24%

18%

13%

12%

10%

WhatsApp (2022)

WhatsApp (2021)

19%

22%

17%

18%

21%

20%

21%

23%

Facebook (2022)

Facebook (2021)

14%

18%

11%

13%

16%

17%

16%

24%

Podcasts (2022)

Podcasts (2021)

12%

10%

17%

15%

10%

6%

3%

3%

LinkedIn (2022)

LinkedIn (2021)

6%

 

 

5%

9%

 

8%

4%

 

4%

1%

 

1%

Rádio (2022)

Rádio (2021)

10%

 

11%

9%

12%

9%

10%

14%

11%

Twitter (2022)

Twitter (2021)

5%

 

 

5%

8%

 

5%

5%

 

6%

2%

 

1%

Telegram (2022)

Telegram (2021)

5%

 

 

5%

8%

 

6%

4%

 

5%

3%

 

1%

Base: Entrevistados que buscam informações – 2021: 1.522 entrevistas (3 p.p.) / 2022: 1.936 entrevistas (2 p.p.)

 

“Não é de hoje que as redes sociais têm conquistado espaço e desempenhado um papel importante na disseminação de temas relacionados a finanças pessoais e investimentos. A predominância do YouTube e a ascensão do Instagram entre as preferências dos investidores comprovam isso. É interessante que as instituições financeiras enxerguem essa tendência como uma oportunidade de agregarem ou ampliarem conteúdos educacionais nas estratégias de seus canais digitais, oferecendo informação qualificada aos clientes””, afirma Marcelo Billi, superintendente de Educação da ANBIMA.

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Preferência muda de acordo com a classe social

Entre os investidores da classe D/E, a TV é o canal preferido para a busca de informações. O resultado se repete em 2022 (47%) e em 2021 (44%). Na sequência, aparecem YouTube, WhatsApp, Instagram, Facebook, rádio, portais/site e revistas/jornais (nesta ordem). Já o YouTube é o meio favorito da classe A/B (43%), seguido de portais/sites, Instagram, jornais/revistas e televisão. A classe A/B também é a que mais valoriza os podcasts, com 17%, em contraposição com as pessoas da classe D/E, cujo índice ficou em 3%.

 

Comportamento por geração: canais digitais lideram entre os mais jovens

Que a geração Z lidera a busca de informações nos canais digitais não é nenhuma novidade, mas o destaque é que os podcasts vêm crescendo entre a preferência dos investidores dessa faixa da população, passando de 20% em 2021 para 24% em 2022. Na primeira colocação está o Youtube, com 55%, porém apresentado uma ligeira queda em relação da 2021 (59%), mesmo comportamento dos Millennials. Já entre os investidores das gerações X e Boomers, a TV ainda lidera a preferência, com 43% e 44% respectivamente.

 

Principais canais Total de investidores Geração Z

(16-25 anos)

Millennials

(26-40anos)

Geração X

(41-60anos)

Boomers

(61-75 anos)

76 + anos
Youtube (2022)

Youtube (2021)

37%

 

 

37%

55%

 

 

59%

43%

 

 

47%

30%

 

 

27%

16%

 

 

16%

4%

 

 

Televisão (2022)

Televisão (2021)

32%

 

 

34%

18%

 

 

27%

26%

 

 

26%

43%

 

 

39%

44%

 

 

46%

30%

 

 

51%

Instagram (2022)

Instagram (2021)

29%

 

 

25%

53%

 

 

52%

34%

 

 

30%

17%

 

 

15%

6%

 

 

5%

4%

 

 

Portal / site (2022)

Portal / site (2021)

26%

 

 

24%

32%

 

 

32%

33%

 

 

30%

21%

 

 

20%

11%

 

 

8%

 

 

Revistas / jornais (2022)

Revistas / jornais (2021)

21%

 

 

 

20%

21%

 

 

 

21%

22%

 

 

 

21%

21%

 

 

 

19%

18%

 

 

 

19%

14%

 

 

 

WhatsApp (2022)

WhatsApp (2021)

19%

 

 

22%

20%

 

 

22%

21%

 

 

27%

18%

 

 

20%

18%

 

 

17%

16%

 

 

21%

Facebook (2022)

Facebook (2021)

14%

 

 

18%

15%

 

 

17%

14%

 

 

20%

15%

 

 

19%

10%

 

 

15%

20%

 

 

Podcasts (2022)

Podcasts (2021)

12%

 

 

10%

24%

 

 

20%

15%

 

 

14%

6%

 

 

3%

1%

 

 

2%

 

 

LinkedIn (2022)

LinkedIn (2021)

6%

 

 

5%

8%

 

 

10%

8%

 

 

7%

3%

 

 

3%

0%

 

 

0%

4%

 

 

_

Rádio (2022)

Rádio (2021)

10%

 

11%

4%

 

6%

8%

 

11%

14%

 

11%

14%

 

20%

14%

 

15%

Twitter (2022)

Twitter (2021)

5%

 

 

5%

12%

 

 

12%

6%

 

 

6%

3%

 

 

2%

2%

 

 

1%

4%

 

 

Telegram (2022)

Telegram (2021)

5%

 

 

5%

10%

 

 

7%

6%

 

 

7%

3%

 

 

3%

2%

 

 

2%

 

Base: Entrevistados que buscam informações – 2021: 1.522 entrevistas (3 p.p.) / 2022: 1.936 entrevistas (2 p.p.)

 

Sobre o Raio X do Investidor Brasileiro

Esta é a sexta edição da pesquisa Raio X do Investidor, realizada pela ANBIMA em parceria com o Datafolha. As entrevistas aconteceram entre 9 e 29 de novembro de 2022, de forma presencial, com 5.818 pessoas das classes A/B, C e D/E, de 16 anos ou mais, nas cinco regiões do país. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Essa iniciativa integra a agenda de educação do ANBIMA em Ação, conjunto de prioridades elencadas para o biênio 2023/2024.

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 290 instituições de diversos segmentos. Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento.

Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de regulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de distribuição de informações que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.

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MARKETING: Comprar seguidores e curtidas é crime? Confira! https://sejacriativo.com.br/marketing-comprar-seguidores-e-curtidas-e-crime-confira/ https://sejacriativo.com.br/marketing-comprar-seguidores-e-curtidas-e-crime-confira/#respond Fri, 02 Sep 2022 18:49:50 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=12063 compra de seguidores, instagram, sejacriativo, destaque

À primeira vista, você sabia que comprar seguidores e curtidas é crime no marketing digital? Ocasionalmente a empresa Igoo Networks foi impedida pela 1ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem da cidade de São Paulo de comprar seguidores e curtidas no Instagram. Bora aprofundar mais sobre essa pauta do marketing sobre a compra de seguidores […]

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À primeira vista, você sabia que comprar seguidores e curtidas é crime no marketing digital? Ocasionalmente a empresa Igoo Networks foi impedida pela 1ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem da cidade de São Paulo de comprar seguidores e curtidas no Instagram.

Bora aprofundar mais sobre essa pauta do marketing sobre a compra de seguidores e curtidas nas redes sociais!

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Conforme informações, a própria Meta teria solicitado como uma tentativa de impedir que a compra irregular de seguidores permanecesse em sua rede, uma vez que esta prática apenas serve para aumentar artificialmente o número de seguidores.

Nesse sentido, o decreto realizado pelo juíz determinou que a Igoo está proibida de qualquer prática como “desenvolver, distribuir, operar, vender ou ofertar à venda de serviços, produtos ou aplicativos que possam estar ligados ao ‘Instagram”. Ou seja, isso não é tudo. Todavia, a empresa Igoo Networks ainda não pode compartilhar qualquer postagem que possua o símbolo ou sinal ligado à rede, o que inclui também fazer uso de URLs da rede.

No entanto, essa decisão não é a final, ainda há a oportunidade da companhia buscar recurso. As informações alegam que ela possui cerca de 30 dias para realizar o procedimento.

Até o momento, não houve nenhuma manifestação por meio do advogado da empresa Emerson Tadeu Kuhn Grigollette Junior, segundo alguns dados disponibilizados pelo jornal Folha de São Paulo.

Confira abaixo todos os sites que pertencem a Igoo que acabaram sendo afetados pela decisão judicial dos sites:

  • smmrevenda.com.br
  • seguidoresbrasil.com.br
  • seguidoresbrasil.com
  • seguidoresmix.com.br
  • curtidasgratis.com.br
  • seguidoresgram.com.br
  • comprarlikes.com.br
  • likesnoinsta.com.br

Seja como for, o juiz Luis Felipe Ferrari Bedendi, da 1ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem, afirmou que há fortes provas de que a empresa acabou violando a Lei nº 9.609/1998, a qual diz respeito a propriedade intelectual de programas de computador. Acima de tudo, assim como para o juiz, há uma necessidade da empresa possuir uma autorização da própria Meta para operar, uma vez que o Instagram está ligado diretamente com o serviço prestado.

Problema no marketing

Antes de mais nada, a busca constante pelo aumento artificial de seguidores acabou se tornando diretamente um problema para o Instagram, isso porque um grande número de usuários passou a buscar pelo serviço, a fim de tornar suas contas mais relevantes.

Diante de tal cenário, o Instagram deu início a aplicação de alguns métodos para impedir o crescimento e o benefício destes recursos, porém as maneiras encontradas pela rede social ainda não se tornaram efetivos o suficiente, isso porque, as fazendas de cliques, como são chamadas e conhecidas, ainda permanecem no catálogo de negócios lucrativos, principalmente para os donos.

No entanto, o que muitos não sabem é que esta prática é vista como uma espécie de violação de termos da rede social e isso facilmente poderá levar a punições. Pois, além de suspender o alcance de novas postagens, posts podem ser deletados e em determinados casos pode chegar até mesmo ao banimento da conta.

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