
Recentemente novas informações surgiram sobre o assédio sexual e o caso Marcius Melhem e Dani Calabresa. As mulheres que acusam humorista de assédio quebraram o silêncio. Igualmente a humorista e apresentadora Dani Calabresa fala das brincadeiras do acusado. Bora ficar por dentro de tudo que anda acontecendo. Talvez você goste de ler também: “App Velho […]
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Recentemente novas informações surgiram sobre o assédio sexual e o caso Marcius Melhem e Dani Calabresa.
As mulheres que acusam humorista de assédio quebraram o silêncio. Igualmente a humorista e apresentadora Dani Calabresa fala das brincadeiras do acusado.
Bora ficar por dentro de tudo que anda acontecendo.
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Assédio sexual é definido como qualquer conduta de natureza sexual, que tem como objetivo constranger, intimidar ou humilhar uma pessoa. Pode ocorrer em diversas situações, mas é mais comum no ambiente de trabalho, onde a hierarquia e o poder podem ser usados como ferramentas de abuso.
O assédio sexual pode se manifestar de diferentes formas, como piadas ou comentários obscenos, contato físico indesejado, pressão para relações sexuais em troca de vantagens profissionais, entre outras. É importante ressaltar que o assédio sexual não se trata de flerte ou paquera, mas sim de uma violência que causa desconforto, medo e prejuízo psicológico para a vítima.
O assédio sexual é uma violação grave dos direitos humanos e deve ser combatido em todas as suas formas. As empresas e instituições têm a responsabilidade de criar um ambiente seguro e saudável para seus funcionários, investindo em políticas de prevenção e combate ao assédio e criando canais seguros para que as vítimas possam denunciar os casos. A luta contra o assédio sexual é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde todas as pessoas possam exercer suas atividades profissionais sem medo de violência ou discriminação.
O caso envolvendo as acusações de assédio sexual contra o humorista Marcius Melhem, que vieram a público em 2020, tem gerado grande repercussão no país. Desde então, diversas mulheres têm quebrado o silêncio e denunciado o comportamento abusivo do ex-diretor da TV Globo.
As acusações envolvem não só assédio sexual, mas também moral e profissional, incluindo situações de constrangimento, humilhação e perseguição no ambiente de trabalho. As denúncias foram feitas por mulheres que trabalharam com Melhem na emissora e em outros projetos, e que relatam episódios que vão desde cantadas até tentativas de agressão.
A coragem dessas mulheres em falar sobre o assunto é fundamental para o combate ao assédio sexual no ambiente de trabalho. Muitas vezes, as vítimas ficam em silêncio por medo de represálias ou por vergonha, e isso só perpetua a cultura do assédio.
É importante ressaltar que a luta contra o assédio sexual não se trata apenas de punir os agressores, mas também de criar um ambiente seguro e saudável para as mulheres no trabalho. As empresas devem investir em políticas de prevenção e combate ao assédio, além de criar canais seguros para que as vítimas possam denunciar os casos.
Além disso, é necessário que a sociedade como um todo reflita sobre a cultura do machismo e do patriarcado, que muitas vezes permitem que casos de assédio sejam naturalizados e minimizados. É preciso desconstruir esses valores e promover a igualdade de gênero em todas as esferas da vida.
O caso envolvendo Marcius Melhem é apenas mais um exemplo da necessidade de enfrentar o assédio sexual no ambiente de trabalho e de valorizar a coragem das mulheres que se dispõem a denunciar esses casos. É preciso que todos estejam atentos e engajados nessa luta, para que possamos construir um futuro mais justo e igualitário para todas as pessoas.
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Recentemente, uma atriz e uma influencer digital foram ameaçadas por um homem que se diz ser um “coach da masculinidade”. De fato, o coach conhecido como Thiago Schulz costuma utilizar as suas mídias sociais para falar sobre o curso online que vende acerca de uma filosofia chamada de Red Pills, fortemente propagado na “machosfera”. Basicamente, […]
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Recentemente, uma atriz e uma influencer digital foram ameaçadas por um homem que se diz ser um “coach da masculinidade”. De fato, o coach conhecido como Thiago Schulz costuma utilizar as suas mídias sociais para falar sobre o curso online que vende acerca de uma filosofia chamada de Red Pills, fortemente propagado na “machosfera”.
Basicamente, homens que acreditam ser superiores às mulheres. É importante deixar claro que Thiago não é o único coach que prega esse tipo de compreensão acerca da realidade.
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Pode-se dizer que Thiago é uma figura carimbada na internet por dar declarações não polêmicas, mas absurdas. O discurso de sujeitos como Thiago acabou dando ainda mais voz a um núcleo específico da internet: a machosfera. Não é novidade para ninguém que desde pequenos, os homens nascem e são influenciados a serem “verdadeiros homens”.
O conceito de verdadeiro homem para pessoas como essas é o que domina, que trata as mulheres como objeto e nada mais. Esse movimento não é novo, visto que seu crescente ocorreu na década de 80. Uma ação contra o levante do movimento feminista.
Resumidamente, o discurso de Thiago assim como o de muitos homens nessa lógica, nada mais é do que um discurso misógino. A misoginia é todo o discurso de ódio feito contra as mulheres e tudo que se relaciona a elas. Na situação de Thiago, ao receber críticas de uma mulher, o coach disse:
“Você tem 24 horas para retirar seu conteúdo sobre mim. Depois disso, processo ou bala. Você escolhe”. Obviamente isso virou um caso de polícia. É preciso combater esse tipo de discurso de ódio que se intensificaram com a propagação da internet e são disfarçados de “atitude de homem”.
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No mundo, existem muitas expressões preconceituosas que jamais deveriam ter sido usadas. Na realidade, atualmente, muitas pessoas gostam de dizer que o mundo ficou “chato”, enquanto ocorrem termos xenofóbicos aqui, do outro lado um temor machista ou racista, ou aquele discurso atrelado ao capitalismo que menospreza minorias. De uma forma ou de outra, todos esses […]
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No mundo, existem muitas expressões preconceituosas que jamais deveriam ter sido usadas. Na realidade, atualmente, muitas pessoas gostam de dizer que o mundo ficou “chato”, enquanto ocorrem termos xenofóbicos aqui, do outro lado um temor machista ou racista, ou aquele discurso atrelado ao capitalismo que menospreza minorias. De uma forma ou de outra, todos esses subgrupos expressam algum tipo de preconceito.
É importante entender que esse tipo de comentário pode afetar os indivíduos profundamente. O ideal seria que ninguém utilizasse. Mas, com o transcorrer do tempo, alguns termos passaram a ser usados com tanta frequência que o seu “peso”, às vezes, nem é percebido por alguns sujeitos que os proferem. Nesse sentido, iremos trazer algumas expressões que você deveria evitar não usar.
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Esse termo é extremamente machista, não é nem preciso dizer o porquê. Presumir que o lugar de uma mulher é na cozinha por uma questão de gênero é completamente sem nexo é uma inverdade. Essa expressão é o reflexo de uma sociedade patriarcal que não desenvolveu a plena igualdade.
As pessoas geralmente possuem um pré-julgamento e suas mentes que não faz muito sentido. Essa frase, em uma, nem precisa ser explicada de tão imprópria que é. É bem fácil perceber que essas expressões em conjunto comportam estereótipos e desmerecimento sem base argumentativa nenhuma, somente achismo. Hoje, falar esse tipo de coisa é algo inadmissível com a quantidade de conhecimento que as pessoas têm acesso.
Esse termo está ligado diretamente a ideia de que “preto” é algo ruim, que não é agradável. Não é preciso dizer que possui raízes fortes no racismo estrutural, não é mesmo?
Sobretudo não existe um cabelo bom ou um cabelo ruim. Desse modo, o que existem são vários tipos de cabelo e vários tipos de pessoas, etnias, culturas e aspectos. A ideia de um cabelo bom ou ruim é construído socialmente e com o passar do tempo sempre se altera.
Essa expressão tenta vincular o comportamento de uma mulher ao modo como o companheiro está tratando-a. Uma expressão completamente machista.
Quando você chama alguém de mulherzinha ou fala que determinada atitude é coisa de mulher, você automaticamente está se comportando de forma machista, presumindo que mulheres são frágeis, fracas, menos importantes, etc.
Essa frase diz que a mulher só serve para isso, para constituir um relacionamento, casar-se e cuidar do lar. Essa sentença não faz sentido nenhum, uma vez que todo adulto deveria saber cozinhar.
Embora essa frase seja suada para explicar que algo ocorreu em grande quantidade, o que muitas pessoas não sabem é que nos leva ao tempo de escravidão no Brasil, especificamente para os navios negreiros. Nesses navios, as pessoas se recusaram a comer porque preferiam morrer de fome a serem escravas. No entanto, elas eram alimentadas forçada com uma grande colher de pau para não morrer. Não use mais essa expressão.
Muitas pessoas não percebem quando usam esse termo, mas, de antemão, “judiar” está ligado diretamente à ideia de que os judeus eram perseguidos pelos nazistas.
Primordialmente na escola, éramos acostumados a ouvir as pessoas pedindo o lápis “cor de pele”. No entanto, essa expressão é extremamente racista, visto que não existe uma cor de pele, e sim várias cores de pele.
Considerações Finais
Algumas frases infelizmente são ditas populares, logo, por hábito as pessoas acabam falando sem ter noção que essas podem causar mal estar. Acima de tudo, se ligue nessas dicas aqui para aprimorar a sua comunicação e, desde já, evitar causar um sentimento ruim em outras pessoas.
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