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IMPOSTO no AliExpress: Ao que tudo indica as novas regras para importação e compras online

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AliExpress no Programa de Isenção de Imposto: Como Isso Afeta Suas Compras Online?AliExpress no Programa de Isenção de Imposto: Como Isso Afeta Suas Compras Online?

Uma notícia impactante está mexendo com os consumidores que adoram fazer compras online, especialmente no gigante do comércio eletrônico chinês, o AliExpress. O governo brasileiro lançou o programa “Remessa Conforme” como uma estratégia para combater a sonegação em compras realizadas em sites estrangeiros. O que isso significa para você, o consumidor?

Neste artigo, exploraremos as mudanças que a entrada do AliExpress neste programa trará e como isso afetará suas compras. Prepare-se para entender o cenário das compras internacionais e as implicações que essa novidade traz consigo.

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O AliExpress se Junta ao “Remessa Conforme”: O Que Isso Representa para os Consumidores?

O gigante do comércio eletrônico chinês, AliExpress, tomou uma decisão que certamente fará diferença nas compras online de seus clientes brasileiros. A empresa aderiu ao “Remessa Conforme”, um programa governamental que visa combater a sonegação fiscal em compras feitas em sites estrangeiros. Mas o que isso muda para você, o consumidor?

A principal vantagem para quem realiza compras no AliExpress e em outras plataformas que aderem ao programa é a isenção de imposto de importação para compras de até US$ 50, o que equivale a cerca de R$ 250. Isso significa que, para essas compras, você só precisará pagar os 17% de ICMS, tornando suas compras internacionais mais acessíveis.

A Taxação Acima de US$ 50 e a Luta Contra a Sonegação

Para compras acima de US$ 50 feitas por consumidores que estejam no “Remessa Conforme”, a taxa de imposto de importação permanece em 60%, acrescida dos 17% de ICMS. Porém, para aqueles que não aderiram ao programa, não há isenção de impostos, independentemente do valor da compra. Vale destacar que os tributos são calculados sobre o valor total da compra, já incluindo o imposto, resultando em uma carga tributária total de 92%. Este é um cenário que afeta não apenas o AliExpress, mas todas as compras internacionais e foi amplamente discutido nos últimos tempos.

O problema central que o governo enfrenta é a sonegação fiscal nesse contexto. Quando ocorre a sonegação e é identificada, pode gerar multas de até 50% do valor não declarado. Portanto, é fundamental que as empresas e os consumidores estejam cientes dessas mudanças para evitar surpresas desagradáveis.

Como Será a Experiência de Compra no AliExpress com o “Remessa Conforme”?

No momento, a experiência de compra no AliExpress permanece a mesma, mas a empresa já adiantou que está desenvolvendo uma solução para que o pagamento seja realizado no próprio carrinho virtual do consumidor, durante o fechamento do pedido. Isso era uma solicitação do varejo brasileiro, visando combater a sonegação e garantir uma competição justa. Anteriormente, a cobrança era realizada por fiscalização por amostragem pela Receita Federal, que estava enfrentando dificuldades para lidar com o aumento das remessas.

O AliExpress justifica sua adesão ao programa afirmando que isso evitará surpresas desagradáveis nas cobranças aos consumidores e permitirá entregas mais rápidas. A Receita Federal promete liberar imediatamente os produtos das empresas que fazem parte do “Remessa Conforme”, o que beneficia a agilidade na entrega.

A Adesão de Outros Sites ao “Remessa Conforme” e o Debate Sobre Impostos

Além do AliExpress, outros sites estrangeiros estão gradualmente aderindo ao programa “Remessa Conforme”. No entanto, o varejo nacional ainda clama pela volta do imposto de importação, que antes era de 60%. Segundo a proposta orçamentária enviada ao Congresso, o governo federal planeja retomar a cobrança com uma alíquota intermediária de 20%, o que não é considerado suficiente por muitos lojistas e industriais brasileiros.

O debate sobre as taxas adequadas de impostos para manter a competitividade continua. Empresários como o presidente da Beira Rio, Roberto Argenta, argumentam que seria necessário cobrar 40% para manter uma competição justa. Argenta também reconheceu que reduziu os investimentos após a portaria do Ministério da Fazenda que entrou em vigor em 1º de agosto, evidenciando a relevância desse assunto.

Conclusão: A Evolução nas Compras Internacionais e o Compromisso com o Consumidor

O ingresso do AliExpress no programa “Remessa Conforme” representa um passo importante na evolução das compras internacionais para os consumidores brasileiros. Com mais transparência nas cobranças e agilidade na entrega, a experiência de compra promete melhorar. Ainda assim, a discussão sobre os impostos e a competição justa continua.

Este é um momento crucial para quem adora fazer compras online, e o cenário está em constante mudança. Fique atento às atualizações e continue desfrutando das vantagens de comprar no AliExpress e em outros sites internacionais. Afinal, a evolução é a chave para uma experiência de compra mais satisfatória e justa.

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O impacto da decisão do governo nas compras da Shein no Brasil https://sejacriativo.com.br/o-impacto-da-decisao-do-governo-nas-compras-da-shein-no-brasil/ https://sejacriativo.com.br/o-impacto-da-decisao-do-governo-nas-compras-da-shein-no-brasil/#respond Mon, 08 May 2023 12:18:22 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=22783 O impacto da decisão do governo na compra das suas roupas favoritas na Shein

Afinal de contas, como ficou as compras da Shein no Brasil? Nos últimos tempos, uma decisão do governo tem despertado a atenção e levantado questionamentos entre os amantes da moda e consumidores online. A nova regulamentação governamental tem como alvo direto as compras realizadas em plataformas de e-commerce internacionais, como a popular loja de moda […]

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O impacto da decisão do governo na compra das suas roupas favoritas na SheinO impacto da decisão do governo na compra das suas roupas favoritas na Shein

Afinal de contas, como ficou as compras da Shein no Brasil?

Nos últimos tempos, uma decisão do governo tem despertado a atenção e levantado questionamentos entre os amantes da moda e consumidores online.

A nova regulamentação governamental tem como alvo direto as compras realizadas em plataformas de e-commerce internacionais, como a popular loja de moda Shein. Essa decisão tem gerado incertezas sobre como isso afetará a forma como os consumidores adquirem suas roupas favoritas e, mais especificamente, como isso impactará suas experiências de compra na Shein.

Neste artigo, vamos explorar em detalhes as possíveis consequências dessa decisão governamental e fornecer insights valiosos para ajudá-lo a entender melhor o cenário e as alternativas disponíveis para continuar renovando seu guarda-roupa com estilo.

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O impacto da decisão do governo nas compras da Shein no Brasil

Nos últimos tempos, uma decisão do governo tem chamado a atenção de milhares de pessoas ao redor do mundo. Trata-se da nova regulamentação que visa impactar as compras realizadas em plataformas de e-commerce internacionais, como a popular loja de moda Shein.

Essa medida tem gerado preocupações e questionamentos entre os consumidores sobre como isso afetará a forma como eles adquirem suas blusinhas, vestidos e acessórios da moda.

Neste artigo, exploraremos as possíveis consequências dessa decisão governamental e discutiremos o que você precisa saber para continuar atualizando seu guarda-roupa com estilo.

1) Entendendo a nova regulamentação:

A nova regulamentação imposta pelo governo tem como objetivo principal controlar as importações de produtos e garantir que as empresas de e-commerce paguem impostos adequados em seus respectivos países.

No caso da Shein, uma loja online de moda conhecida por suas roupas acessíveis e tendências atuais, a nova medida pode impactar diretamente as compras feitas pelos consumidores brasileiros.

2) Possíveis consequências para as compras na Shein:

Uma das principais preocupações dos consumidores é que essa nova regulamentação possa resultar em um aumento nos preços das roupas e acessórios oferecidos pela Shein. Com a possível inclusão de taxas adicionais, impostos de importação e custos alfandegários, a experiência de compra na plataforma pode se tornar mais onerosa.

Além disso, é provável que os prazos de entrega sejam afetados. Com a necessidade de passar por processos aduaneiros mais rigorosos, a chegada dos pacotes pode levar mais tempo, o que pode causar certa frustração para aqueles acostumados com a rapidez e praticidade da Shein.

3) Alternativas e adaptações:

Diante dessas mudanças, é importante estar ciente das alternativas disponíveis para continuar comprando suas peças favoritas com tranquilidade. Uma opção é explorar as lojas online nacionais, que oferecem uma ampla variedade de produtos de moda, muitas vezes com preços competitivos.

Outra alternativa é buscar marcas locais e apoiar a indústria da moda nacional. Ao optar por empresas brasileiras, você não apenas estará contribuindo para a economia do país, mas também poderá encontrar produtos exclusivos e com identidade cultural.

Ademais, vale a pena ficar atento às mudanças e atualizações sobre essa nova regulamentação. À medida que o governo e as empresas se adaptam às novas diretrizes, pode ser que as compras na Shein e em outras plataformas internacionais voltem a ser mais acessíveis e ágeis.

Considerações finais

A decisão do governo de regular as compras em plataformas de e-commerce internacionais, como a Shein, certamente terá impacto na forma como os consumidores brasileiros adquirem suas roupas favoritas.

É importante estar ciente das possíveis consequências, como o aumento de preços e atrasos na entrega, e buscar alternativas viáveis para continuar mantendo o estilo e atualizando o guarda-roupa. No final das contas, essa mudança pode ser uma oportunidade para explorar novas opções e descobrir marcas locais que refletem a identidade e a moda brasileira.

Apesar dos possíveis desafios que podem surgir com essa regulamentação, é importante manter-se informado e adaptar-se às mudanças. Acompanhar as atualizações sobre as diretrizes governamentais e as políticas da Shein pode ajudar a entender melhor como essas medidas afetam suas compras.

Além disso, é fundamental lembrar que a moda vai além das roupas que usamos. Ela é uma forma de expressão, de contar nossa história e de refletir nossa personalidade. Nesse sentido, explorar opções sustentáveis e éticas também pode ser uma maneira de se adaptar a essa nova realidade.

Redefinindo a moda online: Como as novas diretrizes governamentais afetam a experiência de compra na Shein

Considere a possibilidade de fazer uma curadoria mais consciente do seu guarda-roupa, investindo em peças de qualidade que transcendam tendências passageiras. Comprar menos, mas escolher melhor, pode ser uma abordagem valiosa para garantir que seu estilo pessoal continue sendo uma expressão autêntica de quem você é.

Por fim, lembre-se de que a moda está em constante evolução e adaptação. Embora as mudanças possam trazer alguns obstáculos, também trazem a oportunidade de explorar novas marcas, tendências locais e opções que valorizam a sustentabilidade e o comércio justo.

Portanto, encare essa nova realidade como uma oportunidade de crescimento, aprendizado e descoberta. A moda está sempre se reinventando, e você também pode fazer parte desse movimento, trazendo seu estilo único e contribuindo para uma indústria da moda mais consciente e inclusiva.

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Foi taxada na Shein? Veja o que fazer. https://sejacriativo.com.br/foi-taxada-na-shein-veja-o-que-fazer/ https://sejacriativo.com.br/foi-taxada-na-shein-veja-o-que-fazer/#respond Thu, 13 Apr 2023 16:48:14 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=21148 Foi taxada na Shein? Saiba o que fazer para não ser mais taxada

Se você costuma fazer compras em lojas da China, como a Shein deve saber do risco da taxação pela Receita Federal. Porém, agora este medo fica ainda maior devido mudança feita pelo governo Lula na isenção de impostos desse tipo de importação. Com isso, grandes lojas que exportam milhares de produtos para o Brasil todos […]

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Foi taxada na Shein? Saiba o que fazer para não ser mais taxadaFoi taxada na Shein? Saiba o que fazer para não ser mais taxada

Se você costuma fazer compras em lojas da China, como a Shein deve saber do risco da taxação pela Receita Federal. Porém, agora este medo fica ainda maior devido mudança feita pelo governo Lula na isenção de impostos desse tipo de importação.

Com isso, grandes lojas que exportam milhares de produtos para o Brasil todos os meses, como Shein, AliExpress e Shopee sofrerão muito, pois devido a taxa, os clientes pensarão duas vezes antes de fazer alguma compra.

 

O que implica a mudança na taxa de remessas internacionais?

Antes da mudança, as remessas taxadas deveriam ter um valor superiora US$ 50, ou seja, cerca de R$ 250. Agora, compras abaixo deste valor também poderão ser taxadas pela Receita Federal.

Essa decisão teria sido tomada para diminuir a entrada de produtos estrangeiros no país, e fortalecer o comércio nacional, já que ele tem decaído muito devido a concorrência desleal de preço que acontece com as gigantes chinesas.

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Nem o governo, nem a Receita Federal anunciou a data que a isenção de impostos por remessa irá cair, inclusive ela pode ser posta em ação em breve, por isso é importante ficar atento as compras que você já possui.

Descubra se você foi taxado

Você consegue saber se foi taxado de uma maneira muito fácil, apenas entrando no site dos correios. Entre em www.correios.com.br, depois clique em “Minhas importações”, e adicione seus dados, bem como de suas compras, como o código de rastreio.

Se o seu produto for taxado, ele aparecerá com uma bolinha laranja do lado da atualização de situação. O seguinte texto também aparecerá: “Indica que é preciso realizar ação para que o objeto seja encaminhado ao seu destino”.

No botão disponível ao lado do pedido, você consegue verificar o valor que precisa pagar para liberar sua retirada. Se aparecer a frase: “Fiscalização aduaneira finalizada”, significa que você não foi taxado.

Taxação da Shein

No site da Shein também é possível verificar se você foi taxado com as compras da loja. Para isso, basta você entrar no aplicativo, ir na aba “Pedidos”, e verificar o status da sua compra. Se você foi taxado, haverá a mensagem: “Aguardando pagamento”.

Por fim, para fazer o pagamento, você pode emitir o bancário e pagar pelo aplicativo do seu banco, ou se dirigir até uma agência bancária. Outra forma é baixando o aplicativo dos correios e fazendo o pagamento por lá.

Foi taxada na Shein? Saiba o que fazer para não ser mais taxada

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Tipos de impostos que pagamos no Brasil https://sejacriativo.com.br/tipos-de-impostos-que-pagamos-no-brasil/ https://sejacriativo.com.br/tipos-de-impostos-que-pagamos-no-brasil/#respond Tue, 21 Mar 2023 12:43:29 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=19269 Tipos de impostos que pagamos

À primeira vista, se você é um cidadão brasileiro (empresário ou mesmo colaborador de uma empresa) você precisa estar ciente dos impostos que paga. Desde já, pensando nisso trouxemos aqui os Tipos de impostos que pagamos no Brasil. Até por que estamos em meio a declaração do imposto de renda 2023 e não é somente […]

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Tipos de impostos que pagamosTipos de impostos que pagamos

À primeira vista, se você é um cidadão brasileiro (empresário ou mesmo colaborador de uma empresa) você precisa estar ciente dos impostos que paga.

Desde já, pensando nisso trouxemos aqui os Tipos de impostos que pagamos no Brasil. Até por que estamos em meio a declaração do imposto de renda 2023 e não é somente esse imposto que devemos prestar contas.

De antemão, bora conferir os tipos de impostos que pagamos no Brasil!

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Tipos de impostos que pagamos

Primordialmente entender os diferentes tipos de impostos é fundamental para gerenciar adequadamente as finanças pessoais.

Sobretudo existem muitos tipos diferentes de impostos, desde impostos federais, estaduais e locais a impostos especiais e impostos sobre bens e serviços.

Ou seja, o conhecimento do sistema tributário é essencial para garantir o cumprimento das leis e evitar problemas com o fisco.

Impostos Federais

Os impostos federais são tributos obrigatórios cobrados pelo governo federal para financiar suas atividades.

Estes impostos são aplicados sobre renda, herança, vendas, transferências de propriedades, importação e exportação de produtos e serviços. Os impostos federais são usados para financiar programas sociais, infraestrutura, educação e pesquisa, entre outras áreas.

Os contribuintes são responsáveis por pagar seus impostos federais em um formato específico de acordo com as leis do governo. É importante que os contribuintes estejam cientes das leis e regulamentos dos impostos federais para que possam cumprir as obrigações fiscais da maneira correta.

Vale destacar que eles são responsáveis por 60% das arrecadações do país. Exemplos de impostos federais: IOF, IPI, IRPF, IRPJ, Cofins, PIS/Pasep, INSS e II.

A saber:

  • II: Imposto sobre importação, para mercadorias vindas de fora do país.
  • IOF: Imposto sobre operações financeiras, para empréstimos, ações e demais ações financeiras
  • IPI: Imposto sobre produtos industrializados, para a indústria
  • IRPF: Imposto de Renda Pessoa Física, sobre a renda do cidadão
  • IRPJ: Imposto de Renda Pessoa Jurídica, sobre a renda de CNPJs
  • Cofins: Contribuição de financiamento da seguridade social
  • PIS: Programa de Integração Social
  • CSLL: Contribuição social sobre lucro líquido
  • INSS: Instituto Nacional do Seguro Social

Impostos estaduais e municipais

Esses impostos normalmente atendem 28% da arrecadação e administração do Governo do Estado.

Definitivamente com esses impostos são financiados investimentos estaduais como: escolas e faculdades estaduais, rodovias, postos de saúde, entre outros.

Exemplos clássicos de impostos estaduais são: ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços); IPVA (Imposto sobre a propriedade de veículos automotores).

De maneira idêntica, os impostos municipais são destinados a escolas municipais, unidades de pronto atendimento, sendo responsáveis por 5,5% da arrecadação total do país.

Similarmente exemplos de impostos municipais são: IPTU (Imposto sobre propriedade territorial urbana); ISS (Imposto sobre serviços) e ITBI (Imposto de transmissão de bens imóveis).

Impostos Especiais

Os Impostos Especiais são um tipo de imposto que tem como objetivo específico o financiamento de serviços públicos específicos. Estes impostos variam de acordo com o serviço a ser financiado, podendo ser cobrados por meio de taxas, tarifas, alíquotas, entre outros.

Alguns exemplos de serviços financiados por meio de impostos especiais são a saúde, a educação, a infraestrutura, entre outros. É importante entender que estes impostos podem variar de acordo com as necessidades de cada área e região, sendo que cada um tem a sua função específica.

Considerações finais

Mas afinal, por que pagamos impostos?

Acima de tudo, para responder a essa questão precisamos entender que os impostos são a fonte pagadora de aposentadorias, saúde pública, educação pública, transportes, segurança e tantos outros serviços públicos.

Os imposto ainda servem para regular mercados, como por exemplo os impostos que taxam cigarros e bebidas, que possuem carga tributária elevada.

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Fonte: Renda Brasileira

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Empresas chinesas apavoram o varejo brasileiro! https://sejacriativo.com.br/empresas-chinesas-apavoram-o-varejo-brasileiro/ https://sejacriativo.com.br/empresas-chinesas-apavoram-o-varejo-brasileiro/#respond Thu, 16 Mar 2023 14:24:29 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=18988 Empresas chinesas apavoram varejistas brasileiros, confira!

Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]

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Empresas chinesas apavoram o varejo brasileiro

Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.

De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.

No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.

Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.

Consultor em importação da China Rodrigo Giraldelli

Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.

Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.

Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.

Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.

Sobre Rodrigo Giraldelli, da China Gate: @rodrigogiraldelli

Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.

Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.

Sobre Alex Moro:

Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.

Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.

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fonte:

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Mercado de luxo segue em alta no Brasil https://sejacriativo.com.br/mercado-de-luxo-segue-em-alta-no-brasil/ https://sejacriativo.com.br/mercado-de-luxo-segue-em-alta-no-brasil/#respond Fri, 13 Jan 2023 15:03:56 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=15508

Hoje, é inegável que o modelo de produção que opera majoritariamente no planeta é o modo de produção capitalista. De acordo com muitos teóricos que debatem esse fenômeno, embora o capitalismo tenha passado por algumas crises institucionais. O sistema conseguiu se sobrepor e sobreviver a esses períodos atípicos para o sistema. Desse modo, podemos dizer […]

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Hoje, é inegável que o modelo de produção que opera majoritariamente no planeta é o modo de produção capitalista. De acordo com muitos teóricos que debatem esse fenômeno, embora o capitalismo tenha passado por algumas crises institucionais. O sistema conseguiu se sobrepor e sobreviver a esses períodos atípicos para o sistema. Desse modo, podemos dizer com toda a certeza que de todos os mercados que operam dentro dessa lógica. O mercado de luxo é aquele que mais se destaca levando em consideração que sustenta-se sob a premissa do “desejo”.

Em suma, de certo modo, é possível dizer que talvez esse seja o motivo fundamental que continua dando seguimento a esse modelo e a esse nicho do mercado, fazendo com que fique em alta mesmo em período de recessão e crise.

Quando pensamos em uma esfera conceitual, podemos dizer que o mercado de luxo fundamenta-se quase que em sua totalidade sob a ideia de exclusividade. Nesse sentido, essa exclusividade que é vendida tanto num âmbito social quanto subjetivo mantém-se fundamentalmente pelos limites que são impostos à produção de um determinado produto. Essa limitação em distintas escalas é feita de forma consciente na medida em que o acesso a esses determinados bens ditos de luxo proporcionam experiências diferentes aos sujeitos que possuem capital suficiente para poder usufruir de tais bens e serviços. Ou seja, levando em consideração a lógica do mercado, quanto mais escasso for um item ou serviço, mais exclusivo esse serviço ou item torna-se.

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Luxo e a ideia de levar experiências exclusivas

A lógica do capital opera de maneira em que os sujeitos constroem um sentimento de pertencimento a determinados grupos que compartilham da mesma esfera social. Essa ideia enquadra-se na moda, quando pensamos em roupas, calçados, óculos, relógios, jóias e etc. Também opera na lógica da gastronomia, do turismo, da aviação e etc. De fato, o mercado de luxo construiu-se sob a ideia de levar experiências exclusivas a sujeitos estritamente definidos.

Em vista disso, é importante destacar que buscar por minúcias relacionadas ao processo que opera por trás de toda a entrega que o mercado de luxo transmutou ao longo dos séculos faz parte da compreensão de todo valor que gira em torno de cada circunstância criada por meio desse segmento. Ao todo, existem uma estrutura fundada em uma gestão de excelência, de ponta a ponta, que visa tornar aquilo que até então era intangível em tangível. Firmado no ideal de construir a jornada perfeita.

Além disso, o que muitas pessoas acabam ignorando no mundo contemporâneo é o fato de que as marcas de luxo que operam atualmente não foram criadas como um startup que surgiu há menos de 10 anos. As marcas de luxo que dominam o mercado internacional e consequentemente o mercado brasileiro possuem séculos de existência e de trabalho em torno da empresa.

Por exemplo, a marca de luxo mais antiga que conhecemos é a Hermès e foi fundada no ano de 1837. Outros exemplos são: Louis Vuitton, Lanvin, Chanel e Prada, fundadas em 1854, 1889, 1909 e 1913, respectivamente. Ou seja, quando falamos do mercado de luxo, estamos falando de algo que foi construído há mais de um século.

Mercado de luxo segue em alta no Brasil

O mercado de luxo no Brasil: como o segmento sobrevive às grandes crises mundiais?

Presume-se que quando uma crise instaura-se em escala local, regional ou até mesmo internacional. Consequentemente, o poder de compra se reduz e o mercado de forma geral tende a absorver os impactos da crise. No entanto, com o mercado de luxo, essa lógica não mostra-se como um valor universal. Em suma, de acordo com os levantamentos que foram feitos pela Associação Brasileira das Empresas de Luxo (Abrael), as vendas que foram feitas nesse segmento cresceram significativamente. Algo em torno de 50% em relação ao pão passado no comparativo com outros países do mundo.

Nesse sentido, quando levamos em consideração o período pandêmico, podemos dizer que o mercado de luxo no Brasil passou por algumas nuances. Em um primeiro momento, de acordo com os levantamentos, os sujeitos passaram a procurar por soluções que fossem de encontro com o autocuidado. Porém, depois de ocorrer a flexibilização a partir da vacinação em grande escala, esses sujeitos que operam dentro desse segmento do mercado passaram a fazer investimentos em bens materiais, como roupas, automóveis, jatinhos e lanchas.

Cabe ressaltar, também, que deve-se destacar a atuação ao produtos de cosméticos da Holding Estée Lauder. No qual o portfólio de marcas representou aproximadamente 15% de todo o mercado de luxo no país. Por conseguinte, é importante destacar que em meio a crise e altas inflacionárias, em conformidade com os bons números que foram expressados pela Abrasel. O balanço que foi feito pelo sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon) também demonstrou que o setor de imóveis de lixo na capital mineira cresceu de forma demasiada.

 

Importação de carros de luxo

Outro dado extremamente relevante para mostrar como o mercado de luxo sobreviveu às crises internacionais, regionais e locais são os dados da AvantGarde, empresa que trabalha com importação de carros de luxo. A empresa, geralmente, de acordo com o que foi dito pelo sócio diretor, costuma tocar de modelos a cada dois meses. No entanto, de acordo com os levantamentos, aproximadamente 80% de todo seu estoque. Esse composto por marcas famosíssimas, como Ferrari, Lamborghini, Porsche e Bentley, precisou e continua precisando ser trocada de forma mensal. Visto que o fluxo de vendas aumentou exponencialmente. Os carros costumam valer em torno de 800 mil reais a 2 milhões de reais.

Por essa perspectiva, podemos dizer que o mercado de luxo consegue sobreviver às crises tanto em escala local, quanto regional e internacional na medida em que esse segmento não opera na lógica popular de consumo. Os sujeitos que conseguem ter acesso a esse tipo de produto e serviços possuem um poder aquisitivo significativo, a ponto que não refletem no mercado comum. Em períodos de crise, os setores mais afetados são aqueles que suprimem demandas em alta escala. No caso brasileiro, são os setores responsáveis por abastecer os sujeitos que transitam entre a classe média baixa, alta e a população mais vulnerável.

Essa premissa mostra-se verdadeira, em síntese, de acordo com o “Global Wealth Report 2022”, divulgado pelo Credit Suisse. De acordo com os levantamentos feitos, no Brasil, o número de milionários no território aumentará algo em torno de 115% entre 2021 e 2026. Desse modo, superando com muita folga a média que era estimada para o mundo todo, em torno de 40% levando em consideração o mesmo período mencionado até então. Hoje, no Brasil, existem cerca de 266 pessoas que possuem ativos de mais de 1 milhão de dólares. Alguns teóricos presumem que esse número deve ter um salto para 512 no período supramencionado.

Mercado de luxo segue em alta no Brasil
Porto, 29/10/2020 – Apresentação do Porsche Taycan.
(André Rolo / Global Imagens)

Mas ao que podemos atribuir esse crescimento do mercado de luxo?

De acordo com os dados que foram disponibilizados pela Abrasel, quando analisa-se a receita total que foi gerada pelo mercado de luxo no território brasileiro, chega-se a um valor de 5,2 bilhões de dólares no ano de 2020. Desse modo, de acordo com as projeções que têm-se feito acerca dessa questão, estima-se que haverá um aumento de 3% em relação a esse valor no ano de 2025. Por conseguinte, é importante deixar claro que parte desse crescimento demasiado deve-se ao fato de que ocorreram em grande escala doações desse segmento a plataformas de e-commerce.

De fato, durante os dois anos de isolamento social que foram impostos devido a crise pandêmica. Tornou-se extremamente normal fazer compras de forma online, bem como outras atividades. Esse reflexo está presente até hoje na sociedade, mudando também as relações de trabalho. Quando estamos falando do mercado de luxo e das grandes marcas seculares, essas marcas se destacam pelas grandes estruturas físicas luxuosas de suas lojas. No entanto, a pandemia fez com que esse setor passasse a investir fortemente no e-commerce, ganhando destaque no mundo digital na era globalizada.

Desse modo, determinadas grifes que antes não possuíam lojas físicas em um determinado país, agora, estão presentes nesse território digital que pode ser acessado de qualquer parte do planeta. Além disso, outro fator que acaba denotando destaque é a ideia de que as grifes dificilmente irão comercializar os seus serviços e produtos por meio de plataformas de terceiros. Isso raramente acontece, e, quando ocorre, é visto como uma anomalia no mercado. Para poder resguardar a sua essência e a sua cadeia de fornecimento, as grifes preferem criar seus próprios marketplaces.

Por fim, podemos concluir que embora existam crises e dificilmente elas deixem de ocorrer paulatinamente. O mercado de luxo no mundo e em especial no Brasil mostra-se estável, com estimativas de aumento constante ao transcorrer os anos.

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