
Ao promover notícias falsas, as empresas de mídia social estão prejudicando-se porque a prática pode levar a um envolvimento muito mais fraco do usuário ao longo do tempo, de acordo com as descobertas de Ozan Candogan, da Chicago Booth, e Kimon Drakopoulos, da Universidade do Sul da Califórnia. Muitos sites de mídia social lutam para […]
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Ao promover notícias falsas, as empresas de mídia social estão prejudicando-se porque a prática pode levar a um envolvimento muito mais fraco do usuário ao longo do tempo, de acordo com as descobertas de Ozan Candogan, da Chicago Booth, e Kimon Drakopoulos, da Universidade do Sul da Califórnia.
Muitos sites de mídia social lutam para maximizar o envolvimento do usuário, ao mesmo tempo em que minimizam a quantidade de desinformação compartilhada e reenviada.
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Candogan e Drakopoulos usaram modelos para testar estratégias de equilíbrio entre esses objetivos conflitantes. Seus resultados sugerem que espalhar informações erradas representa um risco de negócio para as plataformas de mídia social, já que os usuários podem começar a acreditar que não podem confiar nas informações que veem.
Nos modelos dos pesquisadores, os cliques caíram mais do que a metade quando as plataformas tinham uma política de “não intervenção”. No entanto, as plataformas que agem com o objetivo principal de minimizar a desinformação podem considerar benéfico direcionar os dois tipos de usuários para longe de conteúdos imprecisos.
Uma limitação da pesquisa é a suposição dos modelos de que as pessoas que usam as redes sociais e os algoritmos que as executam sabem se as publicações são verdadeiras, falsas ou algum lugar entre os dois.
“Essa suposição é uma aproximação à realidade, onde uma plataforma potencialmente tem uma estimativa de erro mais precisa do que os agentes”, escrevem Candogan e Drakopoulos.
Os pesquisadores sugerem que estudos adicionais possam analisar os compromissos entre promover a verdade e promover o envolvimento em um cenário distópico, onde nem as redes nem os usuários sabem quais notícias são falsas e quais são reais.
É fundamental que as plataformas de mídia social ajudem os usuários a identificar notícias falsas, pois ignorar esse problema pode levar a um envolvimento significativamente mais fraco do usuário.
O envolvimento dos usuários é uma importante fonte de receita para empresas como o Facebook e o Twitter, que faturam a maior parte de seus lucros com publicidade.
No entanto, algoritmos de gerenciamento de conteúdo projetados para maximizar o envolvimento do usuário podem promover involuntariamente conteúdo de qualidade duvidosa, incluindo notícias falsas.
Portanto, é crucial que as empresas de mídia social encontrem um equilíbrio entre o engajamento do usuário e a minimização de notícias falsas, a fim de proteger sua reputação e sustentar suas receitas de publicidade.
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Tem circulado pelas redes sociais um boato de que Luciano Hang está querendo fechar as suas lojas no Brasil. Será mesmo que a Havan vai fechar suas lojas no Brasil? Bora conferir tudo sobre isso aqui! Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de […]
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Tem circulado pelas redes sociais um boato de que Luciano Hang está querendo fechar as suas lojas no Brasil. Será mesmo que a Havan vai fechar suas lojas no Brasil?
Bora conferir tudo sobre isso aqui!
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Um boato tem surgido nas redes sociais sobre um possível fechamento das lojas da Havan no Brasil.
Ao que tudo indica, essa informação surgiu em meio a tantos boatos de que Luciano Hang iria embora do Brasil por causa da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva do PT.
Porém, conforme pronunciamento oficial da rede Havan, Luciano Hang teria afirmado que foi vítima de fake news, sendo falso tal anuncio.
“São falsas as informações que vêm sendo divulgadas nas redes sociais de que a Havan pretende encerrar as atividades. Seguimos trabalhando com nossos 22 mil colaboradores nas nossas 174 megalojas em 23 estados brasileiros e Distrito Federal” aponta a nota.
No último governo, do presidente Jair Bolsonaro, Luciano Hang mostrou-se um forte apoiador do ex-presidente, ganhando popularidade nas redes sociais fazendo críticas ao Partido dos Trabalhadores.
Porém, nos últimos tempos Hang voltou a público para desejar uma boa administração de Governo para Lula do PT.
Da mesma forma se posicionou contrário aos atos de vandalismo ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023.
Em meio a essa nova fase, o veio da Havan, acabou sendo chamado de “veio de Havana” em referência a Cuba e o regime comunista da ilha.
Conforme palavras de Hang: “Passadas as eleições e para acabar com as Fake News que vêm sendo espalhadas nas redes sociais com o meu nome, quero desejar ao novo governo que faça uma ótima administração. Que possamos ter paz, harmonia, felicidade e muitos empregos para todos os brasileiros”.
E o veio da Havan continua: “Estive na campanha em prol de um projeto a favor de um estado menor, com menos burocracias e mais oportunidades. Meu interesse nunca foi em ser político, mas lutar por uma causa que atenda a toda a população. Sempre disse que posso ter concorrentes de ideias, mas jamais inimigos pessoais”.
O que você achou desse posicionamento de uma dos maiores empresários do Brasil?
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fonte: seu crédito digital
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De acordo com últimos levantamentos, descobriu-se que no território brasileiro o WhatsApp é o aplicativo de mensagem mais utilizado pela população. Nesse sentido, evidencia-se que a plataforma de mensagens da Meta faz parte da rotina de muitos brasileiros. Afinal, ela permite que qualquer sujeito consiga se comunicar com outro somente pela internet, sem precisar de […]
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De acordo com últimos levantamentos, descobriu-se que no território brasileiro o WhatsApp é o aplicativo de mensagem mais utilizado pela população. Nesse sentido, evidencia-se que a plataforma de mensagens da Meta faz parte da rotina de muitos brasileiros. Afinal, ela permite que qualquer sujeito consiga se comunicar com outro somente pela internet, sem precisar de planos de telefonia como costumava acontecer antes do advento da internet em grande escala.
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No entanto, por mais que a maior parte da população brasileira utilize o aplicativo, isso não significa que existem alguns motivos que podem fazer com que você perca esses privilégios que o aplicativo proporciona. Em outras palavras, existem algumas coisas que você pode fazer que culminam no seu banimento do WhatsApp. Quer saber quais são essas situações? Continue lendo que nós vamos te explicar.
Inicialmente, é importante destacar que na realidade, não existe um único motivo exclusivo que pode fazer o aplicativo animar a sua conta. Em síntese, existe uma série de fatores que podem do WhatsApp. Além disso, é importante salientar que essa prática acabou tornando-se muito mais frequente na atualidade, visto que o aumento de opções, falsificação e mensagens de spam tornaram-se um tanto corriqueiras no aplicativo.
Dito isso, o primeiro motivo que pode fazer você ser banido do WhatsApp é a propagação de fake news. De fato, ao tratar do pleito do ano de 2018, as eleições foram marcadas por uma rede de notícias fraudulentas que fizeram com que o aplicativo da Meta bloqueasse pessoas que estavam divulgando essas notícias nas vésperas das eleições.
No entanto, no ano de 2022, o Supremo Tribunal Eleitoral também se engajou para combater a propagação de notícias fraudulentas. Por isso, uma das regras do aplicativo hoje em dia é a política de não propagação de notícias falsas. Por isso, se você compartilha alguma dessas notícias, as chances de ter o seu acesso negado na plataforma são bem grandes.
Além disso, outro motivo que pode levar a sua cota ser suspensa na plataforma é receber bloqueios de outros usuários com uma frequência elevada. Dessa maneira, se isso começar acontecer de forma frequentemente, o mensageiro irá interpretar através do seu código fonte que você está fazendo algo que está incomodando os outros usuários da plataforma. Dessa maneira, as chances da sua conta ser bloqueada são ampliadas, também.
Além dos motivos supramencionados, existem outras razões pelas quais você pode acabar sendo banido do WhatsApp. Ocorre que o uso de versões ilegais do aplicativo também podem acarretar no banimento da sua conta. Por mais que não sejam tão recorrentes, existem versões alternativas do WhatsApp com uma quantidade bem maior de funcionalidades. No entanto, essas versões são ilegais. Nesse sentido, se a Meta detectar que você está utilizando uma dessas versões ilegais, a sua conta sem dúvidas será ainda de forma abrupta.
Por fim, vale lembrar que o envio de spam para outros usuários ou até mesmo compartilhar conteúdos lidos como impróprios, podem acarretar a suspensão de sua conta do aplicativo. Por conseguinte, caso seu WhatsApp seja banido por algum desses motivos que foram apontados até então, você não precisa ficar em pânico ou muito assustado. Em suma, você pode entrar em contato com a moderação do WhatsApp e tentar reverter essa situação.
Porém, é importante deixar claro que isso só irá ocorrer se efetivamente a plataforma entender que você foi vítima de algum engano. Caso todos esses fatores se confirmem, você não poderá mais fazer uso do aplicativo utilizando o número banido.
Aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas criado em 2009. Possui chamada de voz e vídeo gratuitas, além das clássicas mensagens de texto. Seus usuários podem compartilhar vídeos, figuras, criar grupos e comunidades, além de arquivos e documentos em pdf.
Com mais de 2 bilhões de usuários, em mais de 180 países, é um dos aplicativos mais usados e seguros para as pessoas manterem contato com amigos e familiares, além da aplicação para empresa.
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O novo dono do Twitter, Elon Musk, afirmou hoje, 6 de novembro de 2022 que irá investigar a suposta censura que a rede social pode estar passando no Brasil. Ao que tudo indica, essa promessa de Musk se deu em reposta a um comentário feito na rede social na qual dizia que brasileiros de direita […]
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O novo dono do Twitter, Elon Musk, afirmou hoje, 6 de novembro de 2022 que irá investigar a suposta censura que a rede social pode estar passando no Brasil. Ao que tudo indica, essa promessa de Musk se deu em reposta a um comentário feito na rede social na qual dizia que brasileiros de direita estão sendo vítimas do Supremo Tribunal Federal (STF) e da plataforma de comunicação.
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Essa série de reclamações surgiram após Nikolas Ferreira e Marcos Cintra terem sido banidos da plataforma. Outrossim, a suspensão deu-se por conta de conteúdos relacionados à fake news.
“É claro que o Twitter precisa obedecer às decisões do ‘tribunal’ brasileiro. Mas a empresa foi além, impondo espontaneamente sua própria censura, ainda mais rigorosa do que a de nossos tribunais falhos. Seus moderadores estão sendo mais ditatoriais do que nossos próprios tribunais”, escreveu Paulo Figueiredo Filho em um thread que citava o bilionário.
Entre as contas autuadas estão: Luciano Hang (dono da Havan), Carla Zambelli (deputada), Nikolas Ferreira (deputado), Allan dos Santos (jornalista) e mais recentemente Marcos Cintra (economista). Nesse sentido, esses atores da direita brasileira apelam a Musk para tentar barrar as iniciativas do STF.
Porém, esses perfis conservadores que foram banidos, enxergam em Musk uma chance de voltarem à rede social. Por fim, vale ressaltar que este movimento não se limita aos políticos brasileiros, uma vez que Musk afirmou que vai rever o banimento de Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos.
Outrossim, Trump que teve sua conta apagada depois de incitar seus apoiadores a invadirem o Capitólio norte-americano. Bem como espalhar notícias falsas acerca das eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2020.
O empreendedor e fundador da Tesla, Elon Reeve Musk é sul-africano e conhecido por seus feitos e polêmicas.
Ele criou o PayPal, além de fundar a Space X, Tesla, OpenAI, Neurolink e SolarCity.
Recentemente, conforme a Bloomberg foi eleito a segunda pessoa mais rica do mundo, atrás apenas de Jeff Bezos, fundador da Amazon.
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22Diante de tantas fake news circulando pela internet muitas vezes acabamos ficando sem saber no que realmente acreditar e quais sites possuem as verdadeiras informações, ainda mais neste momento próximo as eleições. No entanto, nem todos os conteúdos são destinados a espalhar mentiras, o site “E-farsas” pode ser usado como exemplo. A função do “E-farsas” […]
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22Diante de tantas fake news circulando pela internet muitas vezes acabamos ficando sem saber no que realmente acreditar e quais sites possuem as verdadeiras informações, ainda mais neste momento próximo as eleições. No entanto, nem todos os conteúdos são destinados a espalhar mentiras, o site “E-farsas” pode ser usado como exemplo.
A função do “E-farsas” é voltada a desvendar as farsas que estão sendo divulgadas diariamente na internet, e é claro, isso também inclui as famosas fake news (notícias falsas, em inglês). Criado em meados de 2001, o site acabou mudando seu nome diversas vezes até chegar em uma opção mais apropriada. Ele é dirigido pelo ex-pedreiro e atual Analista de Sistemas Gilmar Lopes.
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De acordo com as informações disponibilizadas no próprio site do “E-farsas”, há uma média de 150 pedidos diários para que notícias sejam investigadas, e certamente este número irá aumentar a medida que nos aproximamos das eleições.
O site que também auxilia milhares de temas de TCCs em diversas faculdades ao redor do Brasil acabou sendo considerado como o quarto melhor blog de língua portuguesa do mundo por meio de uma agencia alemã chamada “Deutsche Welle!”.
Além disso, o “E-farsas” já desmascarou milhares de notícias de má índole que acabam circulando na internet, principalmente em grupos de WhatsApp, sem contar que o site já realizou a entrevista de mais de 60 profissionais em variadas áreas para obter as reais informações sobre determinados assuntos, em especial com aqueles que compreendem mais detalhadamente os tópicos que estão em alta na internet.
Certamente valerá apena você conferir as postagens que estão sendo desmascaradas no site do “E-farsas” (http://e-farsas.com/) para que você não venha a ser enganado devido a proliferação de notícias maliciosas e que, na verdade não desejam informar, mas sim acabar causando desinformação para muitos brasileiros. Por essa razão, é necessário estar atento.
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À primeira vista, se você já comprou um domínio de site deve saber que existe uma taxa anual para manter tal endereço. No entanto, os antigos administradores “esqueceram” de pagar a anuidade. Bora conferir e evitar maiores transtornos com o seus projetos. Talvez você também goste de ler: Saiba em quais sites você pode vender […]
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À primeira vista, se você já comprou um domínio de site deve saber que existe uma taxa anual para manter tal endereço. No entanto, os antigos administradores “esqueceram” de pagar a anuidade. Bora conferir e evitar maiores transtornos com o seus projetos.
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Nessa semana o site bolsonaro.com.br teve uma nova versão, no caso criticando o atual presidente do Brasil.
O filósofo curitibano Gabriel Baggio Thomaz, de 29 anos, comprou o domínio em janeiro de 2022. Em entrevista, o jovem explicou como se tornou proprietário do site e transformou em uma galeria de arte digital com críticas ao presidente Jair Bolsonaro e sua família.
Quem conseguiu acessar o site, logo na capa vê uma ilustração de Bolsonaro, no meio do gado, vestido com uniforme nazista, com uma faixa presidencial e bigode de Hitler. A frase “Ameaça ao Brasil” anuncia a “exposição”. Até o ano passado, o site era uma ferramenta de comunicação e conteúdo do governo Bolsonaro.

Tal acontecimento teve grande repercussão, principalmente pelo “vacilo” pelas cabeças estratégicas de comunicação do atual governo, no caso Carlos Bolsonaro, o filho do presidente que cuida das suas publicações digitais. Ao que tudo indica os responsáveis pela comunicação do presidente já tomaram as providências legais para reverter isso na Justiça criminal e no TSE.
Conforme investigação, o site exibia no ano passado conteúdo favorável ao presidente, como por exemplo, informações sobre ações do governo na pandemia e iniciativas para baixar impostos sobre produtos.
Contudo, no último dia 11, o site mudou de administradores e a página passou a exibir mensagens de oposição a Bolsonaro.
Quem acessou o endereço nesta última quarta-feira encontrou um conteúdo relatando diversas contravenções do atual presidente a democracia, as práticas de corrupção como “rachadinhas” e as diversas fake news.
A página ainda exibia uma contagem regressiva para “o fim desta terrível presidência”, ficando no ar até a última quarta-feira pelas 12h.
Definitivamente essa não é a primeira vez que uma empresa, corporação ou pessoa perde o domínio por descuido na hora de renovar o domínio. Igualmente aconteceu algo parecido como na página mulherescombolsonaro.com onde exibe conteúdos acusando o presidente de misógino, mostrando ataques e falta de respeito à mulheres.
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Desde já, com a proximidade do período eleitoral, algumas empresas já se preparam para ajudar a combater a fake news. O WhatsApp, por exemplo, já está combatendo mais intensivamente a desinformação. Tudo graças a um projeto desenvolvido pela AlmapBBDO. Nesse sentido, esse projeto focará em algumas parcerias realizadas pelo aplicativo, a fim de aumentar o […]
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Desde já, com a proximidade do período eleitoral, algumas empresas já se preparam para ajudar a combater a fake news. O WhatsApp, por exemplo, já está combatendo mais intensivamente a desinformação. Tudo graças a um projeto desenvolvido pela AlmapBBDO. Nesse sentido, esse projeto focará em algumas parcerias realizadas pelo aplicativo, a fim de aumentar o fluxo de informações verídicas.

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Primeiramente, dentre as medidas abordadas podemos mencionar a união com as organizações que pertencem a Aliança Internacional de Checagem de Fatos (IFCN). Se trata de uma rede criada em meados de 2015 por uma escola de jornalismo e pesquisa. Nesse sentido, ela é responsável por buscar a veracidade das notícias.
Já outro recurso criado foi um chatbot em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por sua vez, ele terá como função fornecer dados verdadeiros sobre as decisões da Justiça Eleitoral a todos os usuários. Além disso, o WhatsApp também disponibilizou um recurso que torna possível realizar a denúncia de pessoas que estejam enviando informações falsas. Desse modo, a pessoa que estiver espalhando fake news corre o risco de ter a sua conta banida no aplicativo. Sem mencionar que, a partir de agora, o encaminhamento de mensagens para grupos também foi reduzido. Ao passo que o envio de mensagens pode ser feito para apenas um grupo por vez.
Da mesma forma, outras plataformas também estão desenvolvendo suas maneiras para auxiliar na diminuição de Fake News nas redes. Como exemplo, podemos citar o Google que, recentemente, disponibilizou aos usuários um Relatório de Transparência de Anúncios Políticos. Ou seja, uma página que possui todo o tipo de informação sobre as aquisições políticas relacionadas a publicidade da big tech. Além disso, o Twitter também já se pronunciou sobre o assunto. Nesse sentido, a plataforma disponibilizará uma área com apenas conteúdos relacionados às eleições dentro da sua plataforma.
Finalmente, vemos um esforço por parte das plataformas de mídias sociais nesse ano para combater a disseminação de notícias falsas ou incorretas. Contudo, é importante que também nós fiquemos atentos. Ou seja, precisamos cada vez mais checar as informações em mais de um canal. Bem como, só passar adiante a informação quando tivermos certeza de que ela verdadeira. As últimas eleições tanto do Brasil, quanto no exterior, nos mostraram o quanto as informações falsas podem influenciar nas eleições. Nesse caso, não só influenciar, como trazer resultados negativos para toda a sociedade e para o país como um todo.
Dessa forma, caso você queira ver mais sobre como se preparar para não cair em fake news, veja aqui 4 dicas para identificar fake news no período eleitoral.
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Infelizmente parece que deixou de ser exceção e virou regra: com a aproximação do período eleitoral no país a disseminação de fake news vem aumentando. Isto é, traduzindo para o português: notícias falsas. Por isso, para não cair em armadilhas é preciso aprender a identificar quando as informações presentes em uma postagem são verídicas ou […]
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Infelizmente parece que deixou de ser exceção e virou regra: com a aproximação do período eleitoral no país a disseminação de fake news vem aumentando. Isto é, traduzindo para o português: notícias falsas. Por isso, para não cair em armadilhas é preciso aprender a identificar quando as informações presentes em uma postagem são verídicas ou não. Sobretudo, em imagens ou vídeos, uma vez que estes recursos passam a ser utilizados como massa de manobra. Sob o mesmo ponto de vista, uma vez que o indivíduo aprende a reconhecer e a identificar, torna-se muito mais difícil enganá-lo e cair em mentiras. Por isso, veja agora 4 dicas para identificar fake news no período eleitoral e se prepare para votar melhor.

Quando um site passa a escrever de maneira informal suas notícias, há uma necessidade de ficar atento. Afinal, na grande maioria das vezes, estes sites não possuem compromisso com a veracidade dos fatos. Faça uma análise nas fontes, no uso de adjetivos pejorativos e também nos erros ortográficos. Em suma, quem tem compromisso em informar saberá escrever e usar as palavras corretamente.
Da mesma forma, fique bem longe de teorias que trazem hipóteses especulativas. Ou seja, explicações simples para acontecimentos complexos e aleatórios, que possuem como objetivo incitar o medo ou ódio. Nesses casos vale lembrar que não existe solução simples para problema difícil. 
Ao mesmo tempo que o brasileiro gosta muito de memes, precisamos ter em mente: memes NÃO SÃO NOTÍCIAS. Em outras palavras, há uma grande diferença entre os infinitos conteúdos que surgem no feed das redes sociais. Muitos são postados por indivíduos desconhecidos que possuem como objetivo enganar e persuadir o público. Diante disso, você nunca deve acreditar naquilo que não pode ser verificado.
Por fim, ao ler uma notícia, você deve analisar qual foi a fonte utilizada para aquela publicação. Caso seja uma pessoa que você não conheça, invista um pouco do seu tempo e verifique a credibilidade do autor. Se por acaso não conseguir verificar, evite o compartilhamento.
Do mesmo modo, evite compartilhar qualquer conteúdo que você não saiba a procedência ou não pode ser verificado. Assim, será possível diminuir um pouco o espalhamento de notícias falsas. Além disso, alertar pessoas que muitas vezes não estão naturalizadas com a internet também pode por um freio nisso. Afinal, muitas pessoas enviam notícias falsas apenas por não ter capacidade de interpretá-las. Ou ainda, por entender que a internet é um lugar seguro. Desse modo, cabe a todos ajudar com isso.
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Nessa semana o cantor Neil Young enviou uma carta para empresário e gravadora anunciando que gostaria de sair do Spotify uma vez que a plataforma hospeda o podcast de Joe Rogan Experience. O artista escreveu: “Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam […]
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Nessa semana o cantor Neil Young enviou uma carta para empresário e gravadora anunciando que gostaria de sair do Spotify uma vez que a plataforma hospeda o podcast de Joe Rogan Experience. O artista escreveu:
“Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam na desinformação espalhada por eles”.
O músico finalizou dramaticamente com a frase: “Eles podem ter Rogan ou Young. Não os dois.”
Neil Young pede para sair do Spotify!
Porém a carta foi apagada e o cantor publicou: “o Spotify se tornou um lugar de desinformação que coloca vidas em risco”.
Segundo Neil Young, Rogan por vezes reproduziu informações falsas em episódios do seu podcast, como afirmando que jovens não precisavam tomar vacina para Covid-19, bem como defendeu o uso de medicamento sem comprovação.
A princípio o Spotify se manifestou a favor da retirada das músicas de Neil Young do seu catálogo. Em comunicado oficial a plataforma lamenta a decisão do artista e espera recebê-lo de volta em breve.
O Spotify além de acatar o pedido do artista, defendeu-se das acusações, afirmando contínuos esforços para inibir conteúdos de fake news ao longo da pandemia, apesar de respeitar a liberdade dos criadores de conteúdo.
O Spotify possui um contrato de exclusividade com Rogan e o podcast apresentado por ele é o mais popular da plataforma.
E aí, o que você achou dessa treta do Neil Young com o Spotify? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram, Facebook e Spotify. Dessa forma você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade!
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Pelo menos 800 pessoas morreram como resultado de desinformação sobre o novo Coronavirus nos primeiros 3 meses de 2020, segundo um artigo na BBC. Aproximadamente 6.000 pessoas foram hospitalizadas por causa de informações falsas online. Foi o que concluiu um novo estudo do American Journal of Tropical Medicine and Hygiene. “A desinformação alimentada por rumores, […]
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Pelo menos 800 pessoas morreram como resultado de desinformação sobre o novo Coronavirus nos primeiros 3 meses de 2020, segundo um artigo na BBC.
Aproximadamente 6.000 pessoas foram hospitalizadas por causa de informações falsas online. Foi o que concluiu um novo estudo do American Journal of Tropical Medicine and Hygiene.
“A desinformação alimentada por rumores, estigmas e teorias da conspiração pode ter implicações potencialmente graves nas pessoas caso seja priorizada. Ao invés de tratamentos e precauções baseadas em evidências científicas. As agências de saúde devem rastrear a desinformação associada ao COVID-19 em tempo real e envolver as comunidades locais, o governo e as partes interessadas para desmistificar a desinformação “, indica o estudo.
Além disso, o estudo relata que pessoas ficaram gravemente feridas ou faleceram como resultado de seguir conselhos que podem ter parecido confiáveis, como comer grandes quantidades de alho ou alimentos não comestíveis – ou tomar certas vitaminas para tratar infecções. Outra desinformação sugere que as pessoas podem autodiagnosticar COVID-19 prendendo a respiração por um determinado período de tempo.
A BBC ainda relatou que as mídias sociais também ajudaram as pessoas a vender ou comercializar remédios falsos contra o coronavírus. Bem como suplementos que são alvejantes diluídos.
O estudo descobriu que plataformas de mídia social, governos e agências internacionais deveriam fazer mais para limitar a disseminação de desinformação.
“Facebook, Twitter e jornais online foram identificados como as melhores plataformas para monitorar desinformação e dissipar rumores, estigma e teorias de conspiração entre o povo em geral”, escreveram os autores do estudo.
No Brasil, a grande campanha do governo para promoção de medicamentos sem comprovação científica como a Cloroquina apenas agravam esse tipo de caso.
Via Business Insider
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