
DEMISSÃO EM MASSA NO BRASIL? Entenda os motivos e por que isso está acontecendo aqui no país.
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O ano de 2023 marcou uma tendência inédita no mercado de trabalho brasileiro: um número recorde de 7,3 milhões de pessoas pediram demissão, o maior volume registrado nos últimos 20 anos. Mas o que está levando tantos brasileiros a abandonarem seus empregos? Este fenômeno, que desafia as normas tradicionais do trabalho, revela mudanças significativas nas prioridades e expectativas dos trabalhadores, especialmente entre as gerações mais jovens. Vamos explorar os principais motivos por trás dessa onda de desligamentos voluntários.
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Cada vez mais, os trabalhadores brasileiros estão priorizando um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional. As longas jornadas de trabalho e a pressão contínua do ambiente corporativo tradicional têm levado muitos a buscar alternativas que permitam mais tempo para a família, amigos e hobbies. A pandemia de COVID-19 intensificou essa percepção, fazendo com que muitos repensassem suas prioridades e buscassem estilos de vida que promovam bem-estar e saúde mental.


O cenário econômico brasileiro, com crescimento e geração de novos empregos, tem aberto portas para oportunidades mais atraentes. Profissionais sentem-se mais confiantes para buscar novas vagas, movidos por salários mais altos, melhores cargos e ambientes de trabalho mais acolhedores. Essa confiança no mercado de trabalho encoraja muitos a deixar empregos insatisfatórios em busca de condições melhores.
O sonho de ter o próprio negócio tem se tornado uma realidade para muitos brasileiros. A busca por liberdade, flexibilidade e a oportunidade de inovar e criar algo próprio está motivando uma crescente onda de empreendedorismo. Com mais acesso a informações e recursos para iniciar negócios, muitos profissionais estão deixando empregos formais para investir em suas próprias ideias e projetos.


A insatisfação com o ambiente de trabalho atual é um fator crítico para muitos pedidos de demissão. Falta de reconhecimento, estagnação profissional, ambientes tóxicos e desalinhamento de valores com a empresa são alguns dos motivos que levam colaboradores a buscar novos desafios. Empresas que não conseguem proporcionar um ambiente de trabalho positivo e motivador enfrentam maiores taxas de rotatividade.
As gerações Y (Millennials) e Z estão impulsionando essa onda de demissões. Nascidas entre 1981 e 2012, essas gerações valorizam experiências significativas, propósito no trabalho e empresas alinhadas com seus valores. Eles buscam oportunidades de crescimento, desenvolvimento profissional e uma cultura empresarial que respeite e promova a diversidade, inclusão e bem-estar dos funcionários. Esta nova perspectiva desafia as empresas a se adaptarem para atrair e reter esses talentos.


A demanda por mais flexibilidade e autonomia é um fator crescente entre os trabalhadores brasileiros. Modelos de trabalho híbridos ou totalmente remotos têm se tornado cada vez mais populares, permitindo que os profissionais ajustem seus horários e locais de trabalho conforme suas necessidades pessoais. Empresas que oferecem essa flexibilidade tendem a atrair mais talentos, enquanto aquelas que insistem em modelos rígidos perdem competitividade.
A falta de oportunidades de crescimento e desenvolvimento dentro das empresas é outro motivo comum para os pedidos de demissão. Profissionais desejam continuar aprendendo e avançando em suas carreiras. Empresas que não investem em treinamento, capacitação e planos de carreira claros perdem funcionários para concorrentes que oferecem essas oportunidades.
A remuneração justa e os benefícios competitivos são essenciais para a retenção de talentos. Muitos trabalhadores deixam seus empregos em busca de salários mais altos e pacotes de benefícios que atendam melhor às suas necessidades. A inflação e o aumento do custo de vida também pressionam os profissionais a buscar remunerações mais compatíveis com suas despesas.
O movimento de demissões em massa observado em 2023 sinaliza uma mudança profunda no mercado de trabalho brasileiro. As empresas que desejam reter talentos precisam adaptar-se a essa nova realidade, oferecendo ambientes de trabalho flexíveis, oportunidades de crescimento, reconhecimento, salários competitivos e um ambiente saudável e inclusivo. Entender as necessidades e expectativas dos trabalhadores é crucial para construir uma força de trabalho motivada e comprometida, capaz de enfrentar os desafios do mercado moderno.
Em resumo, o fenômeno das demissões em massa reflete uma transformação nas prioridades dos trabalhadores brasileiros. Equilíbrio entre vida pessoal e profissional, melhores condições de trabalho, empreendedorismo, e a busca por um propósito são os motores dessa mudança. As empresas que se ajustarem a essas novas demandas estarão melhor posicionadas para atrair e reter os melhores talentos, garantindo seu sucesso a longo prazo.
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4 direitos que você tem na hora de demissão (mas a maioria não sabe)
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Você tomou a decisão! Pediu demissão e agora está se perguntando quais são os seus direitos, certo?
Bem, eu tenho boas notícias para você! Embora muitos acreditem que ao pedir demissão você fica de mãos atadas, a verdade é que ainda existem alguns direitos que você provavelmente nem fazia ideia que tinha. Então, segura essa emoção e vem comigo descobrir quais são eles!
Veja também: DEMISSÃO EM MASSA em 2024: Google, Amazon, Citigroup estão em crise? Entenda!
Sim, você leu certo! Mesmo que você tenha pedido demissão, você tem o direito de receber pelo tempo que trabalhou até a data da sua demissão. Isso inclui qualquer dia extra que você tenha trabalhado, mesmo que o mês ainda não tenha terminado. Então, relaxe, o seu esforço será recompensado!


Outra boa notícia é que você também tem direito ao décimo terceiro salário proporcional. Isso significa que, dependendo do tempo que você trabalhou no ano, você terá direito a uma parte do décimo terceiro. Então, mesmo que você tenha trabalhado apenas alguns meses, você não vai sair de mãos vazias!


Não pense que suas férias foram para o espaço! Se você tem férias vencidas ou proporcionais, o seu empregador é obrigado a pagar por elas. E o melhor de tudo? Você ainda tem direito ao adicional de 1/3 sobre o valor das suas férias. Então, se prepare para colocar os pés para cima e receber pelo descanso merecido!
O aviso prévio é o período em que você continua trabalhando após pedir demissão. Em geral, esse período tem a duração de 30 dias. Mas atenção! Se a empresa decidir liberar você antes desse prazo, você ainda será remunerado pelo mês inteiro. Então, aproveite esse tempo extra para planejar seus próximos passos!


Agora, você deve estar se perguntando sobre o seguro-desemprego, não é mesmo? Embora esse benefício seja geralmente associado a demissões sem justa causa, existe uma luz no fim do túnel para quem pede demissão.
Se você deixou o emprego por condições inadequadas de trabalho impostas pelo empregador, você pode ter direito ao seguro-desemprego. Isso é o que chamamos de “demissão forçada”, e é totalmente justificável pela lei!
Então, agora que você já sabe quais são os seus direitos ao pedir demissão, não se sinta desamparado. Mesmo que você tenha decidido dar esse passo por vontade própria, a legislação trabalhista está do seu lado para garantir que você seja tratado de forma justa e receba tudo o que é devido a você.
Lembre-se sempre de consultar um especialista em direito trabalhista para esclarecer qualquer dúvida e assegurar que todos os seus direitos sejam respeitados. E agora, com essas informações valiosas em mãos, você pode seguir em frente com mais confiança e planejar o seu futuro com tranquilidade!
Então, o que você está esperando? Compartilhe essas informações com seus amigos e colegas que também estão passando por essa situação. E se você gostou deste conteúdo e quer saber mais sobre seus direitos trabalhistas, não deixe de seguir nosso blog para ficar por dentro de todas as novidades!
Até a próxima! 
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Entenda por que grandes empresas como Google e Amazon estão em processo de demissão em massa!
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A dinâmica corporativa do ano mal começou, mas já está sendo moldada por movimentos significativos. Grandes empresas, incluindo gigantes como Google, Amazon, Citigroup e BlackRock, surpreenderam o mercado com anúncios de cortes expressivos em suas forças de trabalho. O que está por trás dessas decisões?
Neste artigo, exploraremos os motivos dessas demissões em massa, destacando a interação complexa entre a incerteza econômica, as ondas de contratação pós-pandemia e o papel crucial da inteligência artificial. Além disso, investigaremos como essas mudanças estão moldando o cenário de trabalho, especialmente no nível executivo.
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Grandes empresas, cientes das mudanças no cenário econômico, estão adotando medidas drásticas para reestruturar suas operações. Segundo dados do site Layoffs.fyi, apenas em janeiro, 58 empresas de tecnologia demitiram 7.785 profissionais, buscando reorientar suas operações e, em alguns casos, direcionar recursos para projetos baseados em IA.


Os cortes anunciados pelas corporações não são eventos isolados. Eles são parte de uma estratégia contínua de redução de custos iniciada no ano anterior. Em 2023, mais de 260 mil pessoas foram desligadas apenas no setor de tecnologia.
Demissões em massa em empresa gigante brasileira pega muitos de surpresa
Essas demissões não afetam apenas as empresas, mas também geram insegurança entre os profissionais, especialmente na média gestão, com 85% preocupados com a possibilidade de perderem seus empregos em 2024, de acordo com uma pesquisa recente da MyPerfectResume.


Com a ascensão da inteligência artificial e tecnologias emergentes, as corporações estão aproveitando essas ferramentas para otimizar operações e cortar custos.
A IA generativa, ativamente utilizada por 78% dos líderes C-Level, conforme pesquisa da UKG, destaca-se como uma peça-chave nesse processo. Contudo, como isso impacta a dinâmica de trabalho e o futuro dos profissionais?


A pesquisa anual da PwC revelou que 25% dos CEOs planejam reduzir o número de funcionários em pelo menos 5% em 2024 devido à IA generativa.
No entanto, uma reviravolta surpreendente é evidenciada, pois 56% dos CEOs de tecnologia preveem contratações em 2024, uma taxa significativamente superior à média global. Essa dualidade nas perspectivas destaca os desafios e oportunidades apresentados pela IA no mundo corporativo.


A adaptação às mudanças econômicas após o boom de contratações durante a pandemia é um dos principais motores desses cortes. Empresas buscam alinhar suas forças de trabalho às novas exigências empresariais e condições econômicas.
A guerra por talentos, evidente durante a Grande Renúncia nos Estados Unidos, levou a contratações em massa, mas agora as empresas percebem a necessidade de ajustar esses excessos.


Em um cenário onde incerteza, IA e estratégias de reestruturação se entrelaçam, o futuro do trabalho em 2024 se desenha como um desafio e uma oportunidade. Profissionais e empresas devem estar preparados para se adaptar, incorporando a inovação tecnológica de maneira estratégica.
Enquanto cortes podem gerar inseguranças, a busca por eficiência e excelência continua a guiar as decisões corporativas, definindo uma nova era no mundo dos negócios.
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Aprenda a pedir demissão no momento certo!
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A decisão de pedir demissão de um emprego é uma escolha significativa na vida profissional de alguém. Além de considerar cuidadosamente as razões pessoais e profissionais para deixar o cargo, muitos se perguntam se existe um “melhor dia” para comunicar essa decisão aos empregadores. Embora não haja uma resposta única para todos os casos, alguns insights podem ajudar a tornar esse momento mais estratégico e respeitoso para ambas as partes envolvidas.
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Optar por pedir demissão no final do mês é uma escolha lógica para muitos profissionais. Isso se deve ao fato de que, geralmente, é nesse período que ocorrem os processos de pagamento de salários e benefícios. Pedir demissão no final do mês pode facilitar a transição financeira, garantindo que os últimos salários e eventuais benefícios sejam processados adequadamente.
Para aqueles que têm a possibilidade de receber bônus anuais ou benefícios específicos, pode ser estratégico esperar até depois desses eventos para pedir demissão. Isso garante que o profissional receba esses benefícios antes de sair, maximizando ganhos e reconhecimento financeiro acumulado durante o período de trabalho.
Se a empresa estiver prestes a iniciar novos projetos ou atribuir responsabilidades significativas, considerar dar aviso prévio antes do início dessas iniciativas é uma atitude ética. Isso permite à empresa tempo para se reorganizar, encontrar substitutos adequados e suavizar a transição sem impactar negativamente os projetos em andamento.
Optar por pedir demissão no início da semana pode ser uma estratégia para demonstrar profissionalismo. Isso proporciona tempo suficiente para a empresa se reorganizar e o profissional pode contribuir durante alguns dias após o aviso, garantindo uma transição mais suave. Além disso, começar a semana com essa comunicação pode evitar especulações desnecessárias e garantir uma resposta mais organizada por parte da empresa.
Embora essas sugestões possam oferecer orientações valiosas, é essencial lembrar que cada situação é única. Considerações pessoais, relacionamentos profissionais e o contexto específico do emprego desempenham um papel crucial na escolha do momento certo para pedir demissão. Independentemente do dia escolhido, é fundamental abordar a situação com respeito e profissionalismo.
Escolher o melhor dia para pedir demissão é uma decisão que deve levar em conta vários fatores. Uma comunicação estratégica e respeitosa é fundamental para garantir uma transição suave e preservar relacionamentos profissionais. Ao considerar o timing certo, os profissionais podem deixar seus empregos com ética, maximizando oportunidades e mantendo portas abertas para futuras colaborações.
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Após fechar 100 lojas e demitir mais de 6 mil funcionários, Casas Bahia vai realizar saldão com 50% de desconto, confira!
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As Casas Bahia, um dos ícones do varejo nacional, estão tomando medidas drásticas para enfrentar sua atual crise financeira. Após anunciar um prejuízo de R$ 492 milhões no segundo trimestre deste ano e uma dívida acumulada de R$ 3,7 bilhões, a gigante varejista está tomando medidas ousadas para restaurar sua saúde financeira.
A empresa recentemente declarou o encerramento de 100 lojas e planeja demitir cerca de 6 mil funcionários, tudo em busca de reduzir custos e melhorar seu desempenho econômico. Além disso, a Casas Bahia está revisitando sua estratégia de produtos, concentrando-se em suas raízes de venda de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis com atrativos parcelamentos. Mas, a notícia que realmente vai agradar os consumidores é o mega saldão com descontos de até 50%. Descubra mais sobre essa incrível oportunidade abaixo.
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A Casas Bahia, uma das gigantes do varejo brasileiro, está atualmente em uma encruzilhada financeira. Com perdas significativas e uma dívida substancial, a empresa está adotando uma abordagem radical para reverter essa situação. O CEO da empresa anunciou o fechamento de 100 lojas que não eram lucrativas, em conjunto com a dispensa de 6 mil funcionários.
O objetivo é cortar custos operacionais e reforçar o caixa da empresa. Além disso, a Casas Bahia está focando novamente em suas ofertas tradicionais, como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, juntamente com parcelamentos atrativos que a tornaram famosa.
Como parte de sua estratégia de recuperação financeira, a Casas Bahia está presenteando os consumidores com uma oportunidade única. Um saldão com descontos de até 50% já está em vigor no Centro de Distribuição da varejista em São Bernardo, e vai até o dia 30 de setembro.
Isso significa que os consumidores têm a chance de adquirir geladeiras, fogões, televisores, móveis e uma ampla gama de produtos a preços especiais. Para aproveitar essas ofertas incríveis, os clientes podem fazer seus pagamentos com o cartão de crédito Casas Bahia ou por meio do carnê da empresa.
Nos últimos anos, o site da Casas Bahia expandiu sua oferta de produtos para incluir uma variedade que ia desde bebidas até produtos de pet shop e beleza. No entanto, manter esse amplo estoque de produtos tinha um custo significativo para a empresa, especialmente porque muitos desses itens não eram vendidos com frequência.
Como parte de seus esforços para reduzir despesas, a Casas Bahia optou por descontinuar a compra desses produtos. A empresa estima que essa decisão economizará cerca de R$ 1 bilhão em estoque somente este ano.
Com um plano para reequilibrar suas finanças até 2025, a Casas Bahia está enfrentando sua crise financeira de frente. A empresa está retornando às suas raízes, concentrando-se em seu núcleo de produtos mais populares e oferecendo aos clientes oportunidades de compra com descontos substanciais. O mega saldão com descontos de até 50% é um exemplo claro de como a Casas Bahia está comprometida em proporcionar valor e economia aos consumidores enquanto traça seu caminho rumo à recuperação financeira.
Em resumo, enquanto a Casas Bahia lida com os desafios de sua situação financeira, os consumidores podem aproveitar os descontos oferecidos no saldão e continuar a contar com a marca para suas necessidades de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis. Esta é uma oportunidade única de economizar em produtos de qualidade. Portanto, se você estava planejando uma compra, não perca esta chance de fazer um ótimo negócio na Casas Bahia.
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A Livraria Saraiva a partir de agora irá funcionar exclusivamente online, assim como a Amazon
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O Fim de uma Era: Saraiva Agora Funcionará Exclusivamente Online
Na última quarta-feira, dia 20, um anúncio que abalou a comunidade de leitores e apaixonados por livros marcou um ponto de virada na indústria das livrarias no Brasil. A Saraiva, uma das marcas mais icônicas no mundo dos livros, fechou todas as suas unidades físicas e demitiu seus funcionários em uma decisão que deixou muitos surpresos e tristes.
A notícia foi inicialmente revelada pelo site especializado PublishNews e posteriormente confirmada por fontes do colunista Rennan Setti, do jornal O Globo. Esse corte massivo de funcionários e o fechamento das lojas físicas marcaram um momento de despedida para uma empresa que, por décadas, foi uma referência na venda de livros no Brasil.
A trajetória de declínio da Saraiva já vinha se desenrolando rapidamente desde junho, quando a empresa reduziu drasticamente o número de lojas em operação, mantendo apenas quatro espaços em São Paulo e uma em Campo Grande.
A decisão de demitir todos os funcionários aconteceu às vésperas de uma assembleia de votação para uma mudança societária no negócio, sinalizando uma reestruturação interna significativa que, infelizmente, teve um impacto devastador para os colaboradores da empresa.
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Enquanto a Saraiva busca se adaptar a essa nova realidade, os consumidores ávidos por livros têm opções alternativas em outros varejistas. A Amazon, por exemplo, continua a oferecer uma vasta gama de títulos em seu site, proporcionando uma experiência de compra conveniente e ampla.
A Amazon também disponibiliza o serviço Amazon Prime, que inclui frete grátis e entrega ultrarrápida em diversas regiões do Brasil, tornando a compra de livros online ainda mais atraente.
Além disso, muitos podem não saber, mas a Amazon oferece um vasto acervo de livros digitais para download. Essa biblioteca inclui uma variedade de gêneros da literatura nacional e internacional, textos jurídicos, obras de economia, material religioso, livros de autoajuda e até mesmo mangás e histórias em quadrinhos.
Aqueles que desejam explorar clássicos da literatura, como “Macunaíma: O Herói Sem Nenhum Caráter”, “Dom Casmurro” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, podem encontrá-los na Amazon, muitas vezes de forma gratuita.
A empresa também oferece versões gratuitas de obras clássicas como “O Cortiço”, “Alice no País das Maravilhas” e “Os Miseráveis”. Com uma biblioteca em constante expansão e uma variedade de títulos à disposição, a Amazon continua a ser uma excelente opção para os amantes da leitura, mesmo após o fechamento das lojas físicas da Saraiva.
Para acessar essas obras digitais, basta instalar o aplicativo de leitura Kindle, que é compatível com diversos dispositivos, tornando a leitura acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. Aproveite a riqueza da literatura disponível e mergulhe em uma jornada literária emocionante através da Amazon.
A Livraria Saraiva, uma das mais icônicas redes de livrarias do Brasil, desfrutou de décadas de prestígio e reconhecimento no mundo literário do país. Fundada em 1914 por Joaquim Ignácio da Fonseca Saraiva, a empresa rapidamente se tornou um destino favorito para os amantes da leitura, oferecendo uma ampla seleção de livros, revistas, materiais de papelaria e produtos culturais relacionados. Com suas lojas físicas espalhadas por todo o Brasil, a Saraiva proporcionou um espaço valioso para a exploração literária e o encontro de pessoas apaixonadas pela palavra escrita.
No entanto, a trajetória da Saraiva também foi marcada por desafios significativos, incluindo a concorrência crescente do comércio eletrônico e as mudanças nas preferências dos consumidores. Em um cenário de transformação digital, a Saraiva enfrentou dificuldades financeiras e reduziu drasticamente o número de suas lojas físicas, culminando no fechamento de todas elas em um momento que marcou o fim de uma era para uma das instituições literárias mais antigas e queridas do Brasil.
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Nubank demite quase 300 funcionários no Brasil durante reestruturação de operações, em um esforço para consolidar equipes e produtos em uma organização centralizada.
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A tendência de demissões em larga escala que está afetando empresas de tecnologia também chegou ao Nubank. O banco digital anunciou hoje, quarta-feira (7), que uma reestruturação em suas operações brasileiras, assim o Nubank demite quase 300 funcionários.
De acordo com o Nubank, as demissões foram necessárias devido à definição de um novo modelo para a área, o qual tornou algumas funções e cargos “redundantes”. Na tentativa de minimizar o número total de cortes, a instituição financeira optou por reposicionar internamente grupos de funcionários, mas, mesmo assim, 296 pessoas foram desligadas.
“O Nubank comunicou aos colaboradores afetados a decisão, agradeceu pelo trabalho realizado e ofereceu um pacote de benefícios, que inclui remuneração adicional com base no tempo de serviço, extensão temporária do plano de saúde e um auxílio para recolocação no mercado”, afirma o comunicado enviado à imprensa.

O banco também aproveitou a nota para tranquilizar seus cerca de oito mil funcionários em relação a possíveis futuros desligamentos: “Neste momento, não temos planos para outras reestruturações. Em outras áreas, continuaremos a seguir o ritmo normal de contratações e desligamentos, conforme nossos planos de negócios e desempenho dos funcionários.”
Unificação da área de operações do Nubank A reestruturação em questão foi necessária, segundo o banco, para consolidar as diferentes equipes de produtos em uma única organização centralizada.
O Nubank explica que, durante o período de expansão das atividades, a área estava dividida em unidades independentes para cada produto. Com a conclusão da transição para uma plataforma multi-produtos, a consolidação se mostrou uma alternativa mais vantajosa.
“Isso possibilitará um atendimento ainda mais abrangente aos clientes e ganhos de escala, com uma gestão integrada de todos os produtos e serviços”, afirma o banco.
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Recentemente, uma grande multinacional anunciou uma série de demissões em diversos países, o que gerou preocupação e incerteza entre os funcionários e a comunidade em geral. A notícia é um reflexo dos tempos difíceis em que vivemos, com a pandemia de COVID-19 afetando negativamente muitas empresas em todo o mundo. Muitas empresas têm lutado para […]
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Recentemente, uma grande multinacional anunciou uma série de demissões em diversos países, o que gerou preocupação e incerteza entre os funcionários e a comunidade em geral.
A notícia é um reflexo dos tempos difíceis em que vivemos, com a pandemia de COVID-19 afetando negativamente muitas empresas em todo o mundo. Muitas empresas têm lutado para se adaptar às mudanças no ambiente de negócios, com queda nas vendas e receitas, interrupções nas cadeias de suprimentos e mudanças nas preferências do consumidor.
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Infelizmente, a resposta de muitas empresas tem sido cortar custos, incluindo demissões em larga escala. Embora possa ser compreensível do ponto de vista financeiro, essas demissões têm um impacto negativo em muitas pessoas, incluindo funcionários e suas famílias, bem como a comunidade em geral.
No caso o grupo industrial norte-americano 3M, acabou de anunciar a demissão de mais de 6 mil trabalhadores no mundo todo. Essa medida é justificada pela empresa como resultado da queda na demanda de consumo de eletrônicos fabricados por eles.
Vale destacar que em 2023 a empresa já desligou mais de 2,5 mil pessoas, tendo uma redução de sua força de trabalho global em 10%.
Em meio a crise a empresa anunciou que planeja diversificar sua atuação em áreas de maior crescimento, como veículos elétricos, utensílios para casa, tecnologia climática e eletros de última geração.
É importante lembrar que, embora as empresas tenham a responsabilidade de gerar lucro para seus acionistas, elas também têm uma responsabilidade social. As empresas devem considerar o impacto de suas ações nas pessoas e na comunidade em geral. Além disso, é importante que as empresas trabalhem para proteger os empregos e apoiar seus funcionários durante momentos difíceis.
Para os funcionários afetados por essas demissões, pode ser uma época difícil. É importante lembrar que, embora a demissão possa ser uma experiência dolorosa, também pode ser uma oportunidade para refletir sobre seus objetivos de carreira e procurar novas oportunidades. Muitas vezes, a demissão pode levar a novas oportunidades e caminhos de carreira que não teriam sido possíveis de outra forma.
Para a comunidade em geral, é importante lembrar que a demissão em massa tem um impacto negativo não apenas nos funcionários afetados, mas também na economia em geral. A perda de empregos pode levar a uma queda na demanda do consumidor e a uma desaceleração da economia. Portanto, é importante que as empresas trabalhem para minimizar o impacto de suas ações na comunidade.
Em conclusão, a notícia de demissões em massa em uma grande multinacional é um lembrete do impacto da pandemia de COVID-19 na economia global.
Embora a demissão em massa possa ser uma resposta compreensível do ponto de vista financeiro, é importante lembrar a responsabilidade social das empresas e trabalhar para minimizar o impacto negativo em seus funcionários e na comunidade em geral.
Para os funcionários afetados, é importante lembrar que a demissão pode levar a novas oportunidades e caminhos de carreira. Para a comunidade em geral, é importante lembrar que a demissão em massa tem um impacto negativo na economia em geral.
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A demissão em massa de uma grande empresa pode causar impactos significativos na economia e na vida dos trabalhadores envolvidos. Recentemente, uma notícia desse tipo deixou muitas pessoas preocupadas e se perguntando o que fazer diante dessa situação. Bora conferir tudo sobre essa empresa amada por muitos! Talvez você goste de ler também: 5 melhores […]
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A demissão em massa de uma grande empresa pode causar impactos significativos na economia e na vida dos trabalhadores envolvidos. Recentemente, uma notícia desse tipo deixou muitas pessoas preocupadas e se perguntando o que fazer diante dessa situação.
Bora conferir tudo sobre essa empresa amada por muitos!
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A demissão em massa é um processo que ocorre quando uma empresa precisa reduzir seus custos ou se adaptar a mudanças no mercado. No caso em questão, a grande empresa que demitiu 7 mil funcionários pode ter tomado essa decisão por uma combinação de fatores, como a pressão competitiva do mercado, a necessidade de cortar custos e se adaptar a novas tecnologias.
Para os funcionários que foram demitidos, essa notícia pode ser devastadora. Além do impacto emocional, a perda do emprego pode significar a perda de renda e benefícios, bem como a necessidade de encontrar uma nova fonte de sustento.
No entanto, é importante lembrar que a demissão em massa não é uma situação única e exclusiva dessa empresa. Infelizmente, em um mercado cada vez mais competitivo e em constante mudança, é comum que as empresas precisem se adaptar e tomar decisões difíceis.
Agora, revelamos que a empresa em questão é a Disney, que anunciou em setembro de 2020 a demissão de cerca de 28 mil funcionários em seus parques temáticos nos Estados Unidos. Essa decisão foi tomada devido à pandemia do coronavírus, que afetou significativamente a indústria do turismo e entretenimento.
Para os funcionários que foram demitidos, a Disney ofereceu apoio financeiro e de recolocação profissional. Além disso, a empresa tem investido em novas tecnologias e estratégias de negócio para se adaptar ao novo cenário.
No entanto, é importante destacar que a decisão da Disney de demitir uma quantidade tão significativa de funcionários gerou críticas e preocupações, especialmente no que se refere aos impactos na economia local e na qualidade de vida dos trabalhadores.
Vale lembrar que em fevereiro agora, um CEO da Disney anunciou que cortaria 3% da força de trabalho da empresa, por causa de redução de custos.
As principais áreas afetadas são: Disney Entertainment; Disney Parks e Experiences and Products.
Para as empresas, é importante lembrar que a demissão em massa pode ter um impacto negativo na reputação da empresa, bem como na motivação e produtividade dos funcionários que permaneceram na empresa. Por isso, é importante buscar alternativas antes de tomar essa decisão, como a reestruturação interna, a redução de custos em outras áreas ou a busca por novos mercados e oportunidades.
Em resumo, a demissão em massa de uma grande empresa como a Disney pode ser uma notícia preocupante para os funcionários envolvidos e para a economia em geral. No entanto, é importante lembrar que essa situação não é única e exclusiva da Disney e que existem alternativas e oportunidades para aqueles que foram demitidos. Para as empresas, é importante considerar outras opções antes de tomar uma decisão tão impactante como a demissão em massa.
A Disney é uma empresa multinacional de entretenimento que foi fundada em 1923 nos Estados Unidos. Ela é conhecida por produzir filmes, programas de televisão, parques temáticos, produtos de consumo e muito mais. Atualmente, a Disney emprega cerca de 203 mil funcionários em todo o mundo.
Atualmente possui 220 mil funcionários da The Walt Disney Company, 166 mil são empregados nos Estados Unidos, e 54 mil, em mercados estrangeiros.
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Conforme a visão de especialistas, parece que vamos enfrentar crise e recessão na economia brasileira. Bora ficar bem informado sobre o consumo e as comparações de 2022 e 2023. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários […]
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Conforme a visão de especialistas, parece que vamos enfrentar crise e recessão na economia brasileira.
Bora ficar bem informado sobre o consumo e as comparações de 2022 e 2023.
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Diminui o número de brasileiros que pretendem consumir mais em 2023 comparado a 2022
Alimentação, saúde e educação são os gastos prioritários.
Cartão de crédito segue sendo a principal forma de pagamento.
75% dos brasileiros pretendem comprar mais em 2023. Mesmo sendo expressivo, o número é inferior àquele expresso pelos entrevistados no mesmo período do ano passado, quando 95% deles pretendiam gastar mais, comparado ao ano anterior (2021). A descoberta faz parte de um levantamento feito pela fintech Trigg sobre as tendências de consumo em 2023.
Para aqueles que pretendem gastar menos, o principal motivo é uma readequação sobre seus hábitos de consumo, comprando somente o necessário (13%), seguido pelos 8% que realmente desejam economizar. 7% afirmam ter insegurança com relação ao cenário político.
As áreas com mais prioridade nas compras para este ano são: alimentação (58%), educação (37%) e saúde (34%). E embora as compras online continuem sendo o canal de vendas de preferência dos consumidores (quase 52%), fica quase empatado com aqueles que ainda preferem ir às compras presencialmente (48%).
Com relação às formas de pagamento, o cartão de crédito continua se destacando, sendo prioridade para 85% dos brasileiros, com queda de 10% em relação a 2022. Já o PIX segue em crescimento. Em 2022, o meio de pagamento era a preferência de 2% dos consumidores e na pesquisa deste ano passou para 9%. Para a Trigg, ampliar formas para ajudar o cliente a manter seu cartão de crédito como instrumento de crédito consciente evitará que ele perca o produto financeiro mais ágil e preferido do consumidor. Como mais um canal de comunicação com foco em educação financeira e facilidade aos clientes, a fintech lançará um novo portal que em poucos minutos compilará soluções e ofertas personalizadas.
Feita com mais de 4 mil pessoas entre os dias 7 e 14 de fevereiro, a pesquisa mostra ainda que os valores acessíveis e promoções (65%), a qualidade dos produtos (60%) e facilidade na compra e na entrega (51%), é o que mais chama a atenção dos consumidores na hora de comprar. Além disso, 52% estão dando preferência por comprar de pequenos produtores, amigos ou marcas próprias.
Ao pensar neste primeiro trimestre, para o maior percentual entre os pesquisados, 27%, grande parte dos gastos são com educação (material escolar, uniformes e mensalidade), seguida por alimentação (19%) e viagens & lazer (15%). Cerca de 68% dos entrevistados são pais e têm entre 25 a 46 anos (76%).
Sobre os próximos grandes picos de consumo, a grande maioria pretende gastar mais no dia das mães, seguido pela Páscoa.
Trigg é uma fintech que cria conexões para que seus clientes vivam o melhor lado deles e que por meio do crédito possa contribuir para a realização de sonhos, desejos e projetos. Inovando no mercado financeiro com soluções para tornar o crédito mais acessível e justo.
Uma das startups do setor financeiro mais admiradas do mercado brasileiro, conhecida por seu modelo de cashback, que devolve um % do valor da fatura, oferecendo a liberdade de escolha para o cliente administrar essa grana: descontar na fatura ou doar para o plantio de árvores.
É a única fintech a levantar a bandeira geek, com heróis e personagens da cultura pop, como Friends, Arlequina, Batman, Coringa, Mulher Maravilha, Scooby-Doo e Superman.
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