
De acordo com dados do IBGE, no Brasil há 9,3 milhões de mulheres a frente de negócios. No ano passado o número de micro e pequenas empresas abertas por mulheres foi 40% maior do que no ano anterior (2019), de acordo com o G1. Isso faz com o que o país fique em 7 º […]
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De acordo com dados do IBGE, no Brasil há 9,3 milhões de mulheres a frente de negócios. No ano passado o número de micro e pequenas empresas abertas por mulheres foi 40% maior do que no ano anterior (2019), de acordo com o G1. Isso faz com o que o país fique em 7 º no ranking mundial com mais empreendedoras no mundo. Além disso, encontramos no Instagram diversos perfis que encorajam o empreendedorismo feminino. Essa tendência de apoio a outras mulheres tem impactado o fortalecimento feminino de maneira global. De forma positiva, é claro. E, para ficarmos ainda mais por dentro desse assunto, trazemos aqui dicas de 5 podcasts sobre mulheres de empreendedorismo feminino para você ouvir já!
Antes, porém, precisamos deixar claro que o universo de empreendedorismo feminino não é só de glórias, pois há sim, muitas lutas. Afinal, se notarmos as 500 maiores empresas do Brasil, vemos que é relativamente baixo o número de mulheres em cargos de alta direção. Da mesma forma, ainda há diferença de salários entre CEOs homens e mulheres. Por isso, ainda há um caminho a percorrer quando o assunto é equidade de gênero.
Mas, voltando ao assunto do empreendedorismo feminino… Há ainda, um movimento para desmistificar a figura da mulher empreendedora. Pois ela sempre foi relacionada ao status de sucesso do ’empreender’, o que é uma construção feita pelo universo masculino. Na verdade, a realidade da mulher brasileira, muitas vezes é outra. Empreender não é uma opção, mas sim uma necessidade. Por isso, tirar esse glamour sobre o empreendedorismo é algo tão necessário. E para isso vemos perfis no Instagram, blogs e podcasts que falam mais sobre errar do que ser perfeita. Afinal de contas, é errando que se aprende. E para empreender é necessário ter resiliência e claro, aceitar que a gente vai errar.
O podcast da Obvious é um dos mais importantes do universo feminino. A hoster Marcela Ceribelli traz convidadas e gera conversas sobre autocuidado, saúde mental, carreira e relacionamentos. E, no final de fevereiro ela conversou a Adriana Barbosa.
A Adriana é empresária e lidera a Feira Preta, plataforma que traz visibilidade para negócios de pessoas negras há mais de 20 anos. Além disso, em 2017 ela foi eleita pela ONU como uma das 50 Afrodescentes Mais Influentes do Mundo. Durante a conversa no podcast, Adriana falou sobre os diferentes tipos de empreendedorismo. E vamos de spoiler…No Brasil ela classificou em três: empreendedorismo de sobrevivência, de vocação e o de engajamento (empreender por acreditar em uma causa).
Aperta o play e escuta o podcast aqui embaixo. Pois, além de dar dicas para as mulheres que estão chegando no universo do empreendedorismo, ela também fala sobre desmistificar essa figura da mulher bem-sucedida que dá conta de tudo.
A jornalista Marina Colerato do site Modefica, é a voz por trás desse podcast que trata, principalmente, sobre o impacto da indústria da moda. Pois bem, no ano passado ela recebeu a Barbara Mattivy, fundadora da Insecta Shoes.
Caso você não saiba a Insecta Shoes é referência em Moda Circular no Brasil. Ao longo do programa a Barbara falou sobre a trajetória da marca, bem como os planos para o futuro. Além disso, ela conta sobre as dificuldades em manter um negócio sustentável. Dificuldades que implicam em toda cadeia, desde a escolha de materiais e fornecedores que estejam de acordo com o propósito da marca. Até a questão da logística reversa, uma vez que a Insecta se responsabiliza pela reciclagem de seus calçados. Enfim, vale a pena ouvir e aprender um pouco sobre empreender, vencer barreiras e claro, acreditar no seu propósito.
O podcast Hora da Brasil é comandado pela Luiza Brasil. Nesse espaço ela discute, junto com convidadas, temas como saúde mental, autoconhecimento e vida profissional. E, no ano passado, ela recebeu a Nath Finanças, orientadora financeira e administradora que conversa com o público de baixa renda de uma maneira simples e acessível.
Para quem não sabe, a Nath Finanças é um fenômeno na internet. Durante a conversa ela conta como começou e firmou a sua carreira. Só para você saber: hoje a empresa dela conta com 10 funcionários, empregados com carteira assinada. Além disso, Nath e Luiza falam sobre como as dificuldades se acentuam quando se é um empreendedor negro. E quando se é uma empreendedora negra, então… 
Além dessas duas mulheres maravilhosas, o podcast conta também com mais nomes de peso para engrandecer a conversa. Como: Manu Bordasch criadora do Steal The Look e da Push; Nina Silva, fundadora do movimento BlackMoney e CEO do D’Black Bank; e Marcela Ceribelli, CEO e Diretora Criativa da Obvious Agency. Tá esperando o que? Aperta o play e vem aprender!
Aqui temos outro podcast com o mote de sustentabilidade. Quem comanda o papo por aqui é a Giovanna Nader. Ela recebeu, no episódio #22, a fundadora e diretora criativa da Aluf, Ana Luisa Fernandes. Entre outras coisas, as duas conversaram sobre o quão desafiador é ter uma marca slow.
Durante a conversa, Ana Luisa revela que sonhar é importante, mas é preciso manter os pés no chão. Afinal, é preciso criar algo que acessível e sustentável. Por isso é tão importante, enquanto empreendedora saber delegar e pedir ajuda. E essa é uma questão que afeta muitas empreendedoras que possuem uma veia mais criativa, mas não entendem muito sobre gestão. Ouça aqui:
Um podcast voltado a mulheres que buscam aprender mais sobre o mercado financeiro. Na série “Mulheres que Mudam o Mundo” a jornalista Nathalia Arcuri conversa com ninguém mais ninguém menos que Luiza Trajano. Sim, a fundadora, dona e proprietária do Magazine Luiza.
Entre outras coisas, Luiza falou sobre aceitar as vulnerabilidades sem ser taxada como fraca. Além disso, contou um pouco sobre a força feminina que vem da sua família e também pontuou a diferença entre ser empreendedora e gestora. Ouça e aprenda com essa mulher maravilhosa:
Por fim, vale a pena ficar de olho nas mulheres que estão no comando de algumas empresas. Bem como analisar o diferencial desses negócios. Não vamos esquecer que os países que tiveram melhores respostas com a pandemia que surgiu ano passado são os liderados por mulheres. 
Fonte: Marina Giustino – Report de Moda e Comportamente Fevereiro 2021 – Criável
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O bureau de estilo Criável traz, todo mês, reports de tendências gratuitos. Assuntos super relevantes do mundo da moda ou não, com temas que envolvem criatividade, comunicação e design são tratados ali. Um dos últimos conteúdo deles é sobre marcas que fazem acontecer nas plataformas digitais. Então, vamos lá, se inspire com essas marcas que […]
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O bureau de estilo Criável traz, todo mês, reports de tendências gratuitos. Assuntos super relevantes do mundo da moda ou não, com temas que envolvem criatividade, comunicação e design são tratados ali. Um dos últimos conteúdo deles é sobre marcas que fazem acontecer nas plataformas digitais. Então, vamos lá, se inspire com essas marcas que dão aula de branding.
Muito bem, nenhuma novidade que 2020 está sendo uma grande confusão. Mas, por outro lado, sabemos também que tudo isso acelerou, e muito, alguns processos de digitalização. Ou seja, é o ano do protagonismo digital. Quem não tinha presença na internet teve que correr e botar a sua cara por aqui. Além disso, o trabalho do social media se tornou ainda mais importante. E agora todo mundo gera conteúdo.
Mas, não é só de geração de conteúdo que vive uma boa marca. Todo esse conteúdo precisar estar alinhado ao branding. Ou seja, se comunicar com o seu público e saber trazer os assuntos que fazem parte do universo da marca. Por isso, vamos mostrar aqui as 10 marcas que a Criável trouxe como exemplo de branding.
@imparfaiteparis
Esse brechó francês trabalha nas suas redes com inspirações em celebridades e filmes, combinado com looks. Além disso, no site deles é possível fazer uma lista de desejos temática, entre outras coisas. Demais, né?
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@catarinamina
Catarina Mina é uma marca artesanal brasileira, sustentável e colaborativa. Entre outras coisas, a marca abre os custos, mostra seu time e fala sobre as matérias primas no Instagram. Ou seja, um belo exemplo de como apresentar e conversar sobre o produto e o fazer artesanal.
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@phenomenal
Uma marca totalmente voltada ao empoderamento feminino. Sua coleção abarca roupas básicas, mas sua comunicação está bem longe de ser básica. No seu perfil do Instagram eles trazem principalmente frases e tweets. Ou seja, são raras as fotos de produto. Isso mostra a relevância que eles dão para a causa.
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@cosmo.swim
Uma marca de biquínis que valoriza mais a mulher do que o que ela está vestindo. Consegue imaginar? Pois bem, essa é a Cosmo. Uma marca brasileira que tem em seu feed corpos reais e trabalha com embaixadoras que possuem, cada uma, seu estilo e corpo próprio. Ah! e só para lembrar: estamos falando de uma das primeiras marcas brasileiras a trabalhar com a autoestima da mulher. 
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@zerezes
Essa marca de óculos apresenta seus produtos através de conteúdos muito bem produzidos. Por meio de análise de quem usa os óculos, conteúdo explicativo e filtros onde podemos provar os modelos disponíveis, eles trabalham maravilhosamente a sua comunicação.
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@insectashoes
O perfil dessa marca é uma aula de como apresentar o seu produto, explicando todos os pormenores. Por meio de seus conteúdos é possível entender de forma clara o impacto positivo de usar um sapato Insecta Shoes.
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@pantys
Primeiramente, quero lembrar que essa marca é uma queridinha minha, como já ficou claro aqui nesse post. Mas, deixando de lado essa minha paixão e partindo para o racional, podemos ver como uma marca que vende calcinhas absorventes consegue trabalhar muito bem, longe dos estereótipos. Seu conteúdo abarca finanças, sustentabilidade, saúde, entre outros. Sem falar na comunicação visual que traz ilustrações belíssimas e fotografias que passam bem longe de tudo que víamos quando o assunto era menstruação. Ou seja, essa marca é realmente um universo, muito mais que um produto.
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@sallve
Para a galera que curte skin care e uma comunicação simples, essa marca é simplesmente tudo. Com uma linguagem direta e bem explicativa eles conseguem contar muito bem sobre seus produtos utilizando influenciadoras com diversos tipos de peles.
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@billie
Um exemplo de que ser autêntico e conhecer muito bem a sua marca e o seu público podem fazer de você único. Por isso, essa marca de beleza consegue ser divertida e misturar meme e produtos em um mesmo card. Além disso, não impõem limites e já teve, inclusive, uma campanha chamada ‘deixe crescer um bigode’.
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@wildflowersex
E para fechar com chave de ouro, por que não, uma marca de produtos eróticos? Mas esqueça aqueles sex shops que você visitou. Estamos falando de uma marca que trabalha educação sexual e representatividade em suas redes e site. Além do mais, existe muita naturalidade quando eles tratam desses assuntos.
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Enfim, o que você achou da comunicação dessas marcas? Você já as conhecia?
Com toda certeza elas são umas boa inspiração para a gente. Seja para aprendermos mais como seres humanos que somos, ou aplicar algo em nossos trabalhos criativos no dia a dia. Mas, lembre-se: inspiração e cópia são coisas bem diferentes! 
E se você quiser mais conteúdo de qualidade você pode dar uma olhada no site da Criável e, claro, ficar manter conectado aqui no Seja Criativo. 
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Primeiramente, gostaríamos de informar que, devido a pandemia de 2020, boa parte do futuro foi adiantada para o presente. Isso mesmo, muitas pessoas que estudam tendência vem repetindo isso. Nosso atual cenário fez com que muitas mudanças que aconteceriam lentamente acontecessem mais rápido, como, por exemplo, o home office, compras pela internet e a digitalização […]
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Primeiramente, gostaríamos de informar que, devido a pandemia de 2020, boa parte do futuro foi adiantada para o presente. Isso mesmo, muitas pessoas que estudam tendência vem repetindo isso. Nosso atual cenário fez com que muitas mudanças que aconteceriam lentamente acontecessem mais rápido, como, por exemplo, o home office, compras pela internet e a digitalização de muitas coisas que iriam demorar anos para acontecer. Mas, e quando o assunto é moda, o que mudou? Pois bem, vocês já ouviram falar de moda digital? Será que ela está no presente, no futuro ou no presente que era para ser o futuro? Moda Digital: Presente ou futuro?
Caalma, vem descobrir mais…
Antes mesmo da Covid-19 já se discutia sobre a maneira como coleções de moda eram produzidas e apresentadas, principalmente por questões ambientas. Já parou para pensar na poluição que uma produção de moda causa? Pois bem, com o cenário atual, em mundo (o nosso agora, 2020) onde o contato físico deve ser evitado, parece boa a ideia de se ter roupas criadas e apresentadas totalmente de maneira digital, você não acha? Isso já não parece tão estranho, quanto pareceria há um tempo.
Por exemplo, a London Fashion Week, que acontecerá junho desse ano, será a primeira semana de moda digital. Algumas marcas, no entanto, se viram impedidas de produzir durante esse período de quarentena.
De acordo com o estudo lançado pelo Criável (Novos Tempos: Como a Moda Digital Impacta a Indústria), a moda digital é um campo amplo e que tem muito a ser explorado. O estúdio traz como vantagens: 1) a geração de zero resíduos, ou seja, é ambientalmente maravilhoso; 2) as pessoas podem viajar, de verdade, sem se preocupar com limitações econômica, de tamanhos ou estéticas, já que no mundo virtual volumes, cores, formas… tudo pode ser criado; 3) o digital já era parte do nosso dia a dia e agora com o isolamento social se tornou ainda mais comum a utilização de aplicativos como Zoom, HouseParty e TikTok, por exemplo. E o Criável, vai mais longe ainda:
“Já pensou vestir um body da cor da pele como base e ir acrescentando peças em realidade aumentada por cima dele, podendo trocá-las com apenas um clique, para diferentes ocasiões do dia?”
Eu, particularmente, já amei a ideia

Mas relaxa! A moda digital não vai substituir a moda física, que tem anos de tradição. A ideia é que ela funcione como uma aliada, deixando a moda mais sustentável.
Ainda segundo o report do Criável (Novos Tempos: Como a Moda Digital Impacta a Indústria), moda digital vem sendo aplicada da seguinte maneira:
Antes de mais nada, vamos deixar claro que atualmente os rostos são grandes protagonistas nas telas. Pensando nisso, marcas vem investindo em filtros no Instagram, onde é possível ‘usar’ acessórios como chapéus, brincos, óculos…Uma verdadeira democratização da moda, já que muitas vezes não é possível adquirir esses itens fisicamente.
Um exemplo é a primeira marca a ‘brincar’ com realidade aumentada: a Gucci.Em 2019 a marca lançou um app que permitia aos usuários experimentar alguns acessórios. Um dos itens disponíveis no ‘provador online’ era o tênis Ace. O usuário ainda podia customizar ele e após comprar a peça e/ou compartilhar nas redes sociais.
Uma união entre Designers de Moda e a Indústria de Games é algo que tem futuro. Isso por que há jogadores que realmente pagam por suas novas ‘skins’ (para resumir, como são chamadas as roupas no universo gamer).
Enfim, roupas de marcas como Gucci, Prada e Valentino podem ser baixados de graça em jogos como o Animal Crossing. The Sims, possui contas no Intagram inteiramente dedicadas as ‘skins’ com looks de marcas famosas. A Louis Vuitton foi a primeira marca a se fazer presente nos games, quando em 2016 uma personagem da séria Final Fantasy estrelou uma campanha.
A marca escandinava Carlings, fez uma coleção totalmente virtual com a ideia de chamar a atenção para o desperdício e cuidados com o meio ambiente. O cliente podia entrar no site escolher uma peça, fazer upload de uma foto sua e comprar a peça que custava 20 euros. Quando a compra é finalizada um designer fará os ajustes necessários na peça virtual e devolverá a foto para o usuário e ele poderá postar essa foto com o novo look nas redes sociais. Genial, não? 
Uma marca holandesa, por exemplo, também criou o primeiro vestido de alta costura 100% digital. Ele foi leiloada por nada menos que 9.500,00 dólares. O vestido estará intacto, sem manchas e sem desgaste enquanto o software estiver disponível.

Por outro lado, pensar em materializar as peças sob demanda, também é uma boa alternativa do ponto de vista econômico e também ambiental já que não gera resíduos de forma desnecessária. Nesse modelo as empresas criam a coleção digitalmente, utilizando 3D e realidade aumentada e fabricam as peças sob demanda. Muito mais simples, e evita desperdício. 
Nesse sentido, algumas marcas já vem trabalhando nisso. A Napapijri em parceria com a The Fabricant criou amostras 3D de sua coleção Verão 2020. E isso é só o começo, o designer Timothée Gleize criou uma coleção e um showroom virtual, convidando as pessoas para entrarem no seu mundo.
Por fim, é bom lembrar que as fronteiras entre o mundo físico e digital não existem mais. Eles funcionam como um só. Aqui vimos exemplos disso na moda, mas isso se aplica também a outros setores e produtos. 
Fontes: Criável, London Fashion Week
Se você gostou desse artigo sobre Moda Digital, veja também esse artigo sobre Inteligência Emocional: a skill do futuro
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