
Pode tomar a vacina da gripe e covid juntas? Com a chegada da temporada de vacinação contra a gripe, muitas pessoas se perguntam se é seguro tomar as vacinas contra gripe e COVID-19 juntas. Afinal, com a pandemia ainda em curso, muitos querem se proteger o máximo possível. Talvez você goste de ler também: A […]
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Pode tomar a vacina da gripe e covid juntas?
Com a chegada da temporada de vacinação contra a gripe, muitas pessoas se perguntam se é seguro tomar as vacinas contra gripe e COVID-19 juntas.
Afinal, com a pandemia ainda em curso, muitos querem se proteger o máximo possível.
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A boa notícia é que sim, é possível e seguro tomar as vacinas contra gripe e COVID-19 juntas, segundo especialistas em saúde. As duas vacinas podem ser administradas simultaneamente sem problemas.
No entanto, é importante seguir as recomendações médicas e observar o intervalo entre as vacinas, que deve ser de pelo menos 14 dias.
Além disso, é preciso ter em mente que as vacinas podem causar efeitos colaterais, mas estes são geralmente leves e de curta duração.
A vacinação é essencial para prevenir doenças e proteger a saúde de todos, especialmente em tempos de pandemia. Não deixe de se vacinar contra a gripe e a COVID-19, seguindo as orientações médicas.
Em resumo, é seguro tomar as vacinas contra gripe e COVID-19 juntas. Para mais informações, consulte o seu médico ou profissional de saúde.
Aproveite e leia mais sobre vacinação e saúde em nosso blog.
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Será o fim da emergencial global covid-19? A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou recentemente que a Covid-19 não é mais considerada uma emergência de saúde global. Essa decisão marca um momento significativo na luta contra a pandemia, que tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo. Embora a pandemia ainda esteja em andamento […]
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Será o fim da emergencial global covid-19? A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou recentemente que a Covid-19 não é mais considerada uma emergência de saúde global.
Essa decisão marca um momento significativo na luta contra a pandemia, que tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo. Embora a pandemia ainda esteja em andamento e continue sendo uma ameaça à saúde pública, essa mudança na classificação ressalta a importância dos esforços coordenados em nível global para enfrentar a crise.
Neste artigo, vamos discutir mais sobre o anúncio da OMS e o que isso significa para a luta contra a Covid-19.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a Covid-19 não é mais uma emergência de saúde global. Isso significa que, embora a pandemia ainda esteja em andamento e seja uma ameaça à saúde pública em todo o mundo, ela não é mais considerada uma ameaça imediata à segurança global.
Essa mudança na classificação da Covid-19 é um marco significativo na luta contra a pandemia. Desde que a OMS declarou a emergência de saúde global em janeiro de 2020, os governos de todo o mundo implementaram medidas rigorosas para conter a disseminação do vírus. Essas medidas incluíram lockdowns, distanciamento social, uso de máscaras e fechamento de fronteiras, entre outras.
Embora essas medidas tenham sido bem-sucedidas em retardar a propagação do vírus, elas também tiveram um impacto significativo na economia global e na saúde mental das pessoas. Portanto, a declaração da OMS de que a Covid-19 não é mais uma emergência de saúde global pode ser vista como um sinal de que estamos caminhando para uma nova fase na luta contra a pandemia.
No entanto, é importante destacar que a declaração da OMS não significa que a pandemia acabou. A Covid-19 ainda é uma ameaça significativa à saúde pública, e os governos de todo o mundo devem continuar a implementar medidas para conter a disseminação do vírus. Além disso, novas variantes do vírus continuam a surgir, o que significa que precisamos continuar a monitorar a situação de perto.
A declaração da OMS também destaca a importância da cooperação global na luta contra a Covid-19. A pandemia afetou pessoas em todo o mundo, e a solução para a crise só pode ser alcançada por meio de esforços coordenados em nível global. Isso inclui o compartilhamento de informações, recursos e vacinas entre os países.
Em conclusão, a declaração da OMS de que a Covid-19 não é mais uma emergência de saúde global é um sinal encorajador de que estamos caminhando para uma nova fase na luta contra a pandemia.
No entanto, ainda há muito a ser feito para conter a disseminação do vírus e proteger a saúde pública em todo o mundo. A cooperação global é fundamental para enfrentar essa crise e garantir que possamos superá-la com sucesso.
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Primordialmente se você realizar uma viagem internacional a regra é clara, você precisa de um seguro viagem! Sobretudo, quem gosta de viajar sabe que sempre pode acontecer algum imprevisto, e a dor de cabeça que isso causa é enorme, ainda mais se os viajantes não estiverem preparados financeiramente. Talvez você goste de ler também: “App […]
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Primordialmente se você realizar uma viagem internacional a regra é clara, você precisa de um seguro viagem!
Sobretudo, quem gosta de viajar sabe que sempre pode acontecer algum imprevisto, e a dor de cabeça que isso causa é enorme, ainda mais se os viajantes não estiverem preparados financeiramente.
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Em primeiro lugar, felizmente existem seguros de viagem, que cobrem diversos problemas que podem acontecer durante a viagem. Principalmente para quem viaja para fora do país, é muito importante que se tenha um, pois resolver problemas em terras gringas pode ser muito mais difícil.
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Todavia, os planos mais baratos não possuem cobertura para Covid, porém, todos os planos possuem cobertura de despesas médicas e hospitalares, e bagagem extraviada de até USD 1.200.
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Com o plano mais caro, você consegue uma cobertura de até USD 150 mil, além de EUR 1,2 mil complementar para extravios de bagagem. O único problema aqui, é que o valor é um pouco mais elevado da diária, porém, sua ótima reputação vale o preço cobrado.
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Você já parou para se questionar se de fato a pandemia da Covid-19 realmente chegou ao fim? Atualmente, a sensação que as pessoas possuem é de que o vírus não circula mais tanto devido a vacinação em grande escala. É importante deixar claro que, de acordo com o que foi divulgado pelas autoridades chinesas da […]
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Você já parou para se questionar se de fato a pandemia da Covid-19 realmente chegou ao fim? Atualmente, a sensação que as pessoas possuem é de que o vírus não circula mais tanto devido a vacinação em grande escala.
É importante deixar claro que, de acordo com o que foi divulgado pelas autoridades chinesas da Comissão Nacional de Saúde, no intervalo do dia 8 de dezembro do ano passado até o dia 12 de janeiro deste ano, 59.938 óbitos ocorreram devido ao vírus na China sendo que a parcela majoritária daqueles que foram afetados diz respeito a idosas com comorbidades.
Nesse sentido, o pico de óbitos conseguiu, de certo modo, superar os 4 mil mortos por dia e o número de atendimento nas clínicas da China chegou a atingir três milhões de atendimentos por dia.
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Inicialmente, é fundamental deixar claro que a situação na China referente ao vírus da Covid-19 é realmente grave. Além disso, a China vem vivenciando um momento conturbado depois do mundo todo estar em equilíbrio em relação ao vírus devido a adaptações necessárias que precisam ser feitas para ampliar a capacidade de atendimento das pessoas, assim como ocorreu em todos os países do mundo que conseguiram enfrentar o vírus de frente. Em suma, podemos dizer que a China vive o pior momento da pandemia depois do mundo por três fatores, sendo estes: Relaxamento abrupto das medidas de restrição, Baixa adesão vacinal de idosos e Baixa imunidade coletiva.
Inicialmente, a China foi um dos países que aderiu a política de “covid zero”. Esse plano foi seguido desde que a pandemia se iniciou. No entanto, de acordo com as próprias sugestões da comunidade científica, essa política, quando pensamos no longo prazo, não é nem de perto a mais eficiente.
Além disso, é fundamental deixar claro que existe outro consenso que é o de desmame gradual no que se refere a situação em que novas estratégias de restrição passaram a ser adotadas na medida em que a imunidade coletiva passava a aumentar. Dessa maneira, a partir da imunidade coletiva gerada por meio da vacinação e a própria circulação do vírus, de certo modo, deveriam amenizar os casos severos.
No entanto, a China em nenhum momento fez isso. O país manteve as restrições severas durante basicamente três anos, o que fez com que o período de escape do vírus fosse intensificado. No final das contas, todas as decisões tomadas pelo governo chines em relação ao vírus não foram as mais seguras do ponto de vista epidemiológico e social.
Em vista disso, grande parte da população deixou de apoiar o governo chines devido aos malefícios psicológicos e sociais que essa política restrita no longo prazo vem causando na população. Devido a todo esse processo, simplesmente, a China conseguiu fazer com que a reprodução efetiva de uma cepa ainda mais transmissível que o vírus original passasse a contaminar a população.
Obviamente, todo mundo sabe que a vacinação proporciona a redução drástica no que se refere à gravidade da doença quando se é contaminado pelo vírus. Desse modo, a vacinação produz um efeito no qual, quando um sujeito potencialmente contaminado, ao estar vacinado, passa a sentir muito menos os efeitos do vírus.
Dessa maneira, a ideia principal é vacinar a maior parte da população para que, quando esse sujeito for exposto ao vírus, menor serão as chances de ocorrerem complicações. Consequentemente, o vírus deixa de ter tanto “poder”. Podemos observar que a maior parte dos países do mundo foram muitos severos com as restrições de deslocamento. Isso ocorreu até que os idosos e pessoas com comorbidades, em geral são grupos de ricos, estivessem vacinados.
No caso da China, o plano era de vacinar antes de proceder o relaxamento das médias. No geral é um plano que se mostra eficiente, mas não foi muito bem executado. Ocorre que os idosos tiveram uma baixa adesão vacinal, o que acabou fazendo com que a crise na China se estendesse para 2023.
Um grande erro foi cometido em relação à vacinação. O fato de que as primeiras vacinas que foram liberadas na China foram destinadas a adultos e não idosos. Essa distinção se deu sob a justificativa de não haver dados que comprovem o suficiente a eficácia e segurança nesse grupo em questão. Esse fato gerou consequentemente descrédito a vacinas no que se refere a população mais vulnerável em relação ao vírus.
A situação torna- se ainda mais agravante quando se analisa os dados referentes às pessoas que possuem idade acima de 80 anos. Cerca de 60% desse grupo ainda não havia recebido a vacina contra a Covid-19. No final das contas, todos esses fatores contribuíram para a China chegar no estado que se encontra atualmente em relação ao vírus.
As vacinas que foram e estão sendo utilizadas na China não funcionam? Pode-se dizer que é um grande equívoco afirmar que as vacinas que foram utilizadas na China não funcionam. As vacinas funcionam sim. Porém, existem diferenças em relação ao resto do mundo no que se refere aos contextos.
Na China, as principais plataformas de vacinação basearam-se no vírus inativo. Nesse sentido, as plataformas que se baseiam na proteína e vetor viral foram menos utilizadas. De acordo com os dados que foram levantados até o determinado momento, é sabido que as vacinas que se baseiam em RNAm são superiores às vacinas que usam o vírus inativo. Inclusive no combate a novas variantes.
Desse modo, uma das maneiras mais eficazes de conseguir combater o vírus é apostar em esquemas heterólogos, que utilizem mais de um tipo de vacinação, assim como foi feito no Brasil. No Brasil, a circulação do vírus e de novas cepas diminui drasticamente.
Em suma, podemos dizer com toda a certeza de que o pior momento de todos em relação à pandemia já passou. No resto do mundo, o clima é basicamente de tranquilidade, salvo o caso da China em especial. No caso chines, de acordo com os relatórios que foram divulgados, as coisas mudaram. Embora o “boom” de contágio tenha ocorrido no final de 2022 e no início de janeiro de 2023, a demanda específica para casos graves de Covid já reduziu em torno de 90%.
Ocorreu uma redução no pico de óbitos em janeiro em torno de 79%. Os casos graves reduziram em torno de 72%. Outro ponto fundamental é o fato de que nas áreas rurais, as pessoas ficavam muito menos expostas ao vírus em comparação com os sujeitos que residiam no setor urbano chines.
No final das contas, podemos dizer que a fase ruim que a China está passando logo passará, assim como aconteceu no resto do mundo. Em síntese, podemos dizer que a boa cooperação humana conseguiu vencer o vírus, de certo modo.
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Antes de mais nada uma notícia boa para quem pretende viajar para o exterior! Os brasileiros podem viajar para a Itália sem precisar ficar em quarentena, bora conferir. Talvez você também goste de ler: empresas com nomes duvidosos 13 ferramentas de design e sites que você nunca ouviu falar Chega de quarentena para entrar! Segundo […]
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Antes de mais nada uma notícia boa para quem pretende viajar para o exterior!
Os brasileiros podem viajar para a Itália sem precisar ficar em quarentena, bora conferir.
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Segundo o Ministro da Saúde Italiano, Roberto Speranza, o país não exigirá mais a quarentena de pessoas vacinadas ou com teste negativo que venha fora da União Europeia.
Por tanto, a partir do dia primeiro de março, os brasileiros não precisarão cumprir mais a quarentena para entrar no país.
“A partir de 1° de março, para as chegadas de todos os países de fora da Europa estarão vigentes as mesmas regras já previstas para os países europeus.
Para a entrada na Itália, será suficiente uma das condições do passe verde: certificado de vacinação, certificado de cura ou teste negativo” afirma o ministro.

Contudo, o anuncio se estende aos turistas de todos os países do mundo, seguindo as mesmas regras que valem para os cidadãos da União Europeia.
Ou seja, a comprovação de vacinação deverá ser realizada há pelo menos 14 dias com qualquer imunizante aprovado pela Agência Europeia de Medicamentes (EMA).
Sobretudo o comprovante emitido no Brasil, pelo app do ConecteSUS, será aceito pelas autoridades migratórias italianas.

O decreto italiano no entanto não específica quais imunizantes serão aceitos. Atualmente o passe verde reconhece: Pfizer/BioNTech, Moderna, Oxford/AstraZeneca, Janssen e Novavax.
Brasileiros que tomaram CoronaVac e posteriormente Pfizer, Janssen ou AstraZeneca como dose de reforço estão sendo aprovados em muitos países da Europa.
Definitivamente portanto vale a pena ficar atento ao Escritório de Turismo da Itália (ENIT) que deve confirmar em breve mais detalhes.
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Nessa semana o cantor Neil Young enviou uma carta para empresário e gravadora anunciando que gostaria de sair do Spotify uma vez que a plataforma hospeda o podcast de Joe Rogan Experience. O artista escreveu: “Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam […]
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Nessa semana o cantor Neil Young enviou uma carta para empresário e gravadora anunciando que gostaria de sair do Spotify uma vez que a plataforma hospeda o podcast de Joe Rogan Experience. O artista escreveu:
“Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam na desinformação espalhada por eles”.
O músico finalizou dramaticamente com a frase: “Eles podem ter Rogan ou Young. Não os dois.”
Neil Young pede para sair do Spotify!
Porém a carta foi apagada e o cantor publicou: “o Spotify se tornou um lugar de desinformação que coloca vidas em risco”.
Segundo Neil Young, Rogan por vezes reproduziu informações falsas em episódios do seu podcast, como afirmando que jovens não precisavam tomar vacina para Covid-19, bem como defendeu o uso de medicamento sem comprovação.
A princípio o Spotify se manifestou a favor da retirada das músicas de Neil Young do seu catálogo. Em comunicado oficial a plataforma lamenta a decisão do artista e espera recebê-lo de volta em breve.
O Spotify além de acatar o pedido do artista, defendeu-se das acusações, afirmando contínuos esforços para inibir conteúdos de fake news ao longo da pandemia, apesar de respeitar a liberdade dos criadores de conteúdo.
O Spotify possui um contrato de exclusividade com Rogan e o podcast apresentado por ele é o mais popular da plataforma.
E aí, o que você achou dessa treta do Neil Young com o Spotify? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram, Facebook e Spotify. Dessa forma você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade!
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A situação brasileira em relação as vacinas da Pfizer, que foram ignoradas por dezenas de e-mails durante a pandemia do Covid-19, vem causando muita revolta no nosso país. Assim, como sabemos muito bem, o brasileiro faz do limão uma limonada em segundos, e é claro que muita gente está conseguindo tirar muita risada com toda […]
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A situação brasileira em relação as vacinas da Pfizer, que foram ignoradas por dezenas de e-mails durante a pandemia do Covid-19, vem causando muita revolta no nosso país. Assim, como sabemos muito bem, o brasileiro faz do limão uma limonada em segundos, e é claro que muita gente está conseguindo tirar muita risada com toda essa história. Nesse caso, o humorista Esse Menino viraliza com vídeo de comédia sobre e-mails da Pfizer.
E a semana do brasileiro foi um pouco mais engraçada quando o humorista Esse Menino usou de toda sua criatividade e resolveu gravar um IGTV na sua conta do Instagram se passando pela vacina Pfizer escrevendo 57 e-mails para o “Querido Presidente Jair Bolsonaro, não, Presidente Bolsonaro, não Bolsonaro”.
Assim, o resultado é mais criativo e engraçado do que o brasileiro possa imaginar, quando a “Pifizer” se sente ignorada pelo Bolsonaro o grau de comédia do vídeo só aumenta.
Confira:
https://www.instagram.com/tv/CP58ByuHWar/
No início do vídeo, percebe-se a empolgação da “vacina” em querer fazer do Brasil uma vitrine para a imunização.

A indignação da vacina só aumenta!

Além disso, no twitter o vídeo não para de ganhar milhares de vizualizações, confira:
eu fico o dia inteirooo falando A PFIZER TÁ PASSADA??! pic.twitter.com/JIForpQXq2
— cacá #TeamGabiMelim (@cacacamposss) June 10, 2021
a pfizer literalmente https://t.co/4BrRtt1wGK pic.twitter.com/wposizywhY
— celso (@celsohaddad) June 10, 2021
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Além disso, você também vai gostar desse artigo sobre com A Apple apresenta o iOS 15 com FaceTime atualizado e muito mais.
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Quando a pandemia colocou o mundo inteiro em “prisão domiciliar” há um ano, logo ficou claro que qualquer tipo de entretenimento online e exercícios em casa não compensariam a falta de atividade diária. Os cientistas descobriram que o andar espontâneo significa mais para a saúde mental do que parece. O estudo foi conduzido por cientistas […]
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Quando a pandemia colocou o mundo inteiro em “prisão domiciliar” há um ano, logo ficou claro que qualquer tipo de entretenimento online e exercícios em casa não compensariam a falta de atividade diária. Os cientistas descobriram que o andar espontâneo significa mais para a saúde mental do que parece.
O estudo foi conduzido por cientistas da Clínica Psiquiátrica da Universidade de Basel, envolvendo 106 pacientes com várias doenças mentais. A maioria dos voluntários sofria de ansiedade crônica e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Durante uma semana, os voluntários carregaram um smartphone com navegador GPS que rastreou seus movimentos. Os pacientes que foram atendidos no hospital podem deixar a enfermaria a qualquer momento. Além disso, os médicos incentivam qualquer atividade que lhes permita manter hábitos de vida importantes: caminhadas espontâneas, corridas, conversas com outras pessoas, etc. Todos os participantes preencheram questionários nos quais avaliaram sua saúde e bem-estar mental.

Ao final do período de observação, constatou-se que mesmo os voluntários mais ativos não diminuíram os sintomas de sua doença. No entanto, os autores do estudo fizeram uma descoberta importante: quanto mais os participantes visitavam diferentes locais e se envolviam em diferentes tipos de atividades, maior o seu nível de conforto psicológico. Ao mesmo tempo, os entrevistados que se moveram deliberadamente apenas em um espaço confinado (principalmente devido a fobias) experimentaram mais sintomas depressivos.
“Nossos resultados mostram que a atividade física por si só não é suficiente para reduzir os sintomas de transtornos mentais, mas pode melhorar a sensação subjetiva de bem-estar”, escreveram os cientistas.
Anteriormente, cientistas da Alemanha descobriram que as atividades diárias comuns, como caminhar até um ponto ou subir escadas, fazem as pessoas se sentirem mais enérgicas e alegres. Para se manter em boa forma nas condições de auto-isolamento, os autores do estudo recomendaram subir e descer escadas de casa com maior frequência.
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Todo dia surgem bastante notícias acerca da vacina para COVID-19, o que nos deixa com, pelo menos, um pingo de esperança. De acordo com a Pfizer e a BioNTech a sua vacina apresentou 90% de prevenção contra infecções para essa doença que nos colocou nessa situação em 2020. Ou seja, se os dados continuarem positivos […]
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Todo dia surgem bastante notícias acerca da vacina para COVID-19, o que nos deixa com, pelo menos, um pingo de esperança. De acordo com a Pfizer e a BioNTech a sua vacina apresentou 90% de prevenção contra infecções para essa doença que nos colocou nessa situação em 2020. Ou seja, se os dados continuarem positivos a medida que o estudo avança, essa vacina poderá representar o início do fim da pandemia. No entanto, cabe ressaltar que esses resultados não garantem uma vacina bem sucedida. Afinal, o que temos até agora são resultados positivos, porém preliminares. Por isso, trazemos aqui 6 coisas para saber sobre a vacina da Pfizer para COVID-19:
Essa é uma das primeiras vacinas a apresentar uma taxa de eficácia de 90%. Ou seja, 9 a cada 10 pessoas que se vacinarem estarão imunizadas contra COVID-19. Para se ter uma ideia, especialistas em saúde diziam que uma vacina contra Covid-19 com eficácia entre 60% e 70% já seria uma grande vitória. Além disso, alguns governos até aprovariam uma vacina com taxa de eficácia em 50%, por exemplo. Agora, 90%? Isso é melhor do que a maioria dos cientistas e especialistas ousaram sonhar.
E se, finalmente, a vacina for um sucesso, as pessoas precisarão tomar duas doses dela com, pelo menos, três semanas entre a primeira e a segunda dose. Ou seja, isso aumenta o desafio em questão de logística e abastecimento. Afinal, se são necessárias duas doses por pessoa, precisaremos produzir e distribuir pelo menos 14 bilhões de doses para imunizar todas as pessoas no planeta Terra.
A grande dúvida, nesse momento, é por quanto tempo e para quem a vacina é 90% efetiva. De acordo com a Pfizer, ainda não é evidente se a vacina funciona para os que apresentaram casos mais severos de COVID-19. Ou seja, as pessoas que foram internadas por causa da doença. Além disso, também não se sabe por quanto tempo a imunidade gerada pela vacina dura no corpo humano. Pode ser para sempre ou por apenas alguns meses.
Outra grande dúvida é se, uma vez vacinadas (ou duas ;)) as pessoas ainda poderão portar o SARS-CoV-2 ( vírus causador da doença). Então, nesse caso, se as pessoas ainda puderem carregar o vírus, elas ainda poderão espalhar para as outras pessoas. Por mais que elas mesmas não desenvolvam a doença.
Ainda, é importante ressaltar que as descobertas da Pfizer e BioNTech ainda não foram revisadas por pares. Isso não quer dizer que o que eles descobriram esteja incorreto. Mas ainda falta um importante passo, que é se aprovar isso por meio de um rigoroso processo de método científico.
A vacina poderá receber autorização de uso de emergência antes do final do ano, nos Estados Unidos. Mas isso depende de como será a fase 3 do estudo. Agora, na segunda semana de novembro completará dois meses desde que os voluntários tomaram a segunda dose da vacina. Isso significa dois meses de dados. Ou seja, se as pessoas não apresentarem efeitos colaterais, até o final do ano a vacina poderá ser aprovada nos EUA.
E, se esse for o caso, de acordo com a Pfizer teríamos 50 milhões de doses disponíveis em todo o mundo até o final deste ano. E mais 1,3 bilhões de doses disponíveis até o final de 2021. No entanto, com esses números ainda teremos 6 bilhões de pessoas sem vacina até 2022. Claro que, desconsideramos aqui outras vacinas que também estão em estudo e podem ser aprovadas.
Enfim, isso é uma notícia promissora e que colocará um sorriso de esperança em no rosto de algumas pessoas. Mas, por outro lado, é mais inteligente mantermos as nossas expectativas um pouco mais baixas. Pelo menos, até a Pfizer completar a fase 3 dos estudos e os resultados forem revisados por pares.
Porém, conforme a fala do vice presidente da Pfizer, William Gruber, isso é algo extraordinário. Gruber trabalha há 35 anos com desenvolvimento de vacinas e completa sua fala dizendo que isso realmente são boas notícias para que possamos lidar com essa pandemia e nos tirar dessa situação.
E já que estamos falando em um possível fim da pandemia, clica aqui e confere esse artigo sobre 5 comportamentos pós COVID-19.
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Pelo menos 800 pessoas morreram como resultado de desinformação sobre o novo Coronavirus nos primeiros 3 meses de 2020, segundo um artigo na BBC. Aproximadamente 6.000 pessoas foram hospitalizadas por causa de informações falsas online. Foi o que concluiu um novo estudo do American Journal of Tropical Medicine and Hygiene. “A desinformação alimentada por rumores, […]
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Pelo menos 800 pessoas morreram como resultado de desinformação sobre o novo Coronavirus nos primeiros 3 meses de 2020, segundo um artigo na BBC.
Aproximadamente 6.000 pessoas foram hospitalizadas por causa de informações falsas online. Foi o que concluiu um novo estudo do American Journal of Tropical Medicine and Hygiene.
“A desinformação alimentada por rumores, estigmas e teorias da conspiração pode ter implicações potencialmente graves nas pessoas caso seja priorizada. Ao invés de tratamentos e precauções baseadas em evidências científicas. As agências de saúde devem rastrear a desinformação associada ao COVID-19 em tempo real e envolver as comunidades locais, o governo e as partes interessadas para desmistificar a desinformação “, indica o estudo.
Além disso, o estudo relata que pessoas ficaram gravemente feridas ou faleceram como resultado de seguir conselhos que podem ter parecido confiáveis, como comer grandes quantidades de alho ou alimentos não comestíveis – ou tomar certas vitaminas para tratar infecções. Outra desinformação sugere que as pessoas podem autodiagnosticar COVID-19 prendendo a respiração por um determinado período de tempo.
A BBC ainda relatou que as mídias sociais também ajudaram as pessoas a vender ou comercializar remédios falsos contra o coronavírus. Bem como suplementos que são alvejantes diluídos.
O estudo descobriu que plataformas de mídia social, governos e agências internacionais deveriam fazer mais para limitar a disseminação de desinformação.
“Facebook, Twitter e jornais online foram identificados como as melhores plataformas para monitorar desinformação e dissipar rumores, estigma e teorias de conspiração entre o povo em geral”, escreveram os autores do estudo.
No Brasil, a grande campanha do governo para promoção de medicamentos sem comprovação científica como a Cloroquina apenas agravam esse tipo de caso.
Via Business Insider
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