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Os Panetones estão mais caros e menores em 2023, confira tudo sobre isto aqui!
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O tradicional panetone, símbolo incontestável do fim de ano, está passando por transformações significativas em 2023. Uma pesquisa reveladora da Scanntech, líder em inteligência para o varejo alimentar, traz dados impactantes: panetones mais caros, menores em tamanho e um declínio no volume de vendas.
Vamos explorar as mudanças nesse cenário natalino e entender como essas transformações afetam os consumidores.
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1. Dimensões Reduzidas: O estudo da Scanntech destaca uma queda acentuada no tamanho médio dos panetones, registrando uma diminuição de 21,1% em relação ao ano anterior. O ícone natalino agora se apresenta de forma mais compacta, desafiando a expectativa dos consumidores acostumados com o formato tradicional.
2. Aumento de Preços: A pesquisa também revela um aumento considerável no preço por quilo, com um acréscimo de 27% em comparação com novembro de 2022. Este aumento nos preços impacta diretamente o bolso dos consumidores, tornando o panetone um item mais caro em sua celebração natalina.


1. Variação nas Vendas: A pesquisa, conduzida em mais de 40 mil pontos de venda, mostra uma média de queda de 13,8% no volume de vendas de panetones em relação a 2022. A região Centro-Oeste lidera a menor retração, com 27,7%, enquanto o Nordeste surpreende sendo a única região com crescimento nas vendas, alcançando 8,2%.
2. Variação nos Preços: A variação de preços apresenta diferenças significativas entre as regiões. Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro lideram com uma variação de 45,8%, enquanto o Nordeste mostra a menor variação, com 11,8%. Esses números refletem a dinâmica econômica e de consumo em diferentes partes do país.
1. Procura em Alta em Dezembro: Priscila Ariani, diretora de marketing da Scanntech, destaca que, apesar de estar disponível o ano inteiro, o panetone apresenta uma busca mais intensa e uma variedade maior em dezembro. O pico de vendas nesse período chega a crescer mais de 300% em comparação com novembro, revelando o papel central desse item nas celebrações natalinas.
2. Importância Regional: A pesquisa revela que o interior do Estado de São Paulo e a Região Sul do Brasil são as localidades mais impactadas, representando 25,5% e 23,8%, respectivamente, na venda de panetones em todo o país.
A tradição do panetone, que costumava ocupar um lugar especial nas celebrações de fim de ano, está passando por uma metamorfose em 2023. Consumidores enfrentam panetones mais compactos e preços mais elevados, desafiando suas expectativas.
As tendências regionais mostram a diversidade de impactos em todo o país. Diante dessas mudanças, o panetone continua a ser um ícone, mas com uma nova narrativa no cenário natalino brasileiro.
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Brasileiros são consumidores mais influenciados e aderem a campanhas com influenciadores mais do que outros países.
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Por que será que o Brasil é o país com consumidores mais influenciados na hora das compras?
Quando o assunto é propagandas bem elaboradas, diversos brasileiros renomados no mercado publicitário são evocados, por serem os criadores de importantes peças publicitárias para as grandes marcas, incorporando músicas e bordões nos comerciais, deixando uma marca indelével na mente da população.
Essa presença se fez principalmente na década de 1990, época em que a televisão monopolizava as mensagens veiculadas ao grande público. Com o passar do tempo, e muito devido a popularização da internet, os canais de veiculação de propagandas foram expandidos, pulverizando a capacidade de influenciar pessoas através do reconhecimento das empresas como figura de autoridade e confiança, resultando em fidelização.
Segundo Erivam Bandini, Sócio-Diretor da Box Ideias, o mercado de influência como conhecemos hoje é apenas a adaptação do que havia anteriormente: “No passado, o público era segmentado de uma forma “bruta”, por isso, o escolhido para aparecer nas propagandas de televisão deveria ser amplamente conhecido, para conversar com o maior número possível de pessoas dentro do que a marca definia como público-alvo. Mas no cenário atual, isso mudou, e os influenciadores não precisam abranger todas pessoas, “apenas” serem grandes dentro de seu nicho para participar de campanhas segmentadas”, diz ele.
Com a pulverização da mensagem, se tornou mais desafiador dominar as mentes e corações dos consumidores, já que esse passou a ter mais controle sobre o que ele quer. Se antes os meios de comunicação em massa ditavam o que as pessoas deveriam desejar, a internet deu mais poder aos clientes, que passaram a exigir das agências publicitárias uma relação mais próxima e segmentada, de forma a contemplar os nichos de consumidores, cujos representantes agora são os influencers.
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A Cadastra, agência de marketing, lançou um estudo sobre o marketing de influência e sua conexão com estratégias de performance no qual aponta que no Brasil, só em 2022, mais de 40% dos brasileiros já compraram ou consumiram algo por influência de anúncios de celebridades ou influencers nas redes sociais.
Esse dado mostra a força que uma campanha bem elaborada e com a presença de influencers pode gerar para as marcas. Entretanto, para ter sucesso, não basta apenas definir o público-alvo da mensagem da campanha e buscar o influencer que tem mais seguidores; nesse momento, é importante apoiar-se na assessoria de uma agência de marketing, de forma a adequar a proposta da campanha ao tipo, linguagem e formato de conteúdo do influenciador, ou seja, sugerindo e indicando a melhor personalidade para o seu negócio, pois esse casamento é o que definitivamente impacta na performance da campanha.
Por fim, analisar a performance de uma campanha digital, seja com influenciador ou não, é fundamental para saber se a estratégia está dando certo. A Box Ideias tem uma equipe focada em entregar resultados reais, utilizando análises de dados para que seus clientes possam ter, nas pontas dos dedos, os resultados do investimento feito.
SOBRE A BOX IDEIAS:
A Agência de Marketing e Tecnologia com sede em Maringá-PR, a Box Ideias foi fundada em 2016 na parceria de três sócios: Raphael Oliveira, Rodrigo Prata e Erivam Bandini. Os empreendedores já trabalharam com mais de 100 marcas como: Hypera Pharma, Engov, Mantecorp, Nesina, Neo Química, Vitasay, Tamarine, Amend, Smart Fit Supps, Softys, Revest Acabamentos, Bolamel, Unicesumar, True Source, Florenza Life + Beauty entre outras, com um serviço B2B. A caixa de ideias expande e se transforma.
A Box Ideas está em constante evolução, construção e relacionamento, para oferecer as melhores metodologias de Marketing para as empresas de qualquer segmento, a fim de levar os melhores resultados pela soma das mídias e estratégias segmentadas (online). A Box Ideias possui as soluções de: Marketing de Performance, Criação de Conteúdo, Gestão de Tráfego Pago, desenvolvimento e evolução de plataformas de e-commerce (principalmente VTEX) e Branding.
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Muitas pessoas pensam que marketing e publicidade se trata da mesma coisa, mas na verdade, apesar de eles fazerem parte da mesma área, são coisas bem diferentes. Isso quer dizer que, o conceito difere entre os dois, e um precisa do outro para existir. Se você quer saber qual a diferença entre os dois, e […]
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Muitas pessoas pensam que marketing e publicidade se trata da mesma coisa, mas na verdade, apesar de eles fazerem parte da mesma área, são coisas bem diferentes. Isso quer dizer que, o conceito difere entre os dois, e um precisa do outro para existir.
Se você quer saber qual a diferença entre os dois, e como conseguir resultado aplicando estas estratégias em seu negócio, confira o artigo abaixo que te explicamos tudo.
O marketing é definido por um conjunto de estratégias para que a empresa consiga alcançar seu propósito, trabalhando com ferramentas de atração dos consumidores, e gerando valor a marca.
Para isso, é trabalhado quatro fatores dentro do marketing: o produto, o preço, a praça e a promoção, tudo isso em busca de atrair o cliente e criar uma relação que no final, deve acarretar na compra ou utilização do produto.
Já a publicidade é um instrumento que faz parte do marketing, mais direcionado à venda do produto. Com a publicidade que o marketing consegue divulgar uma ideia, e chamar atenção para a empresa.
Sim, marketing e publicidade não são coisas separadas, a verdade é que a publicidade faz parte do marketing, e precisa dela para existir.
Embora a publicidade não exista sem o marketing, o marketing pode funcionar tranquilamente sem a publicidade. No entanto, os resultados obtidos sem essa junção podem ser bem menores.
Uma estratégia bem definida, levando em conta todos os aspectos do marketing. Leva a empresa uma assertividade muito maior, pois o planejamento acontece de forma mais cuidadosa. E envolve processos mais complexos que geral resultados posteriormente
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Podemos notar que alguns aspectos são explorados nos dois segmentos, como o planejamento, para que as estratégias escolhidas possam ser mais eficientes para o objeto da empresa.
Além disso temos a persona, que é o público alvo da empresa, ou para quem ela deseja se direcionar, sendo o espelho das tendências geradas pela marca. Por fim, a análise, que é um fator de entendimento das métricas que precisam ser avaliadas, visando o desempenho do marketing em geral.
Podemos encontrar muita diferença na análise de resultados dos segmentos. A publicidade consegue mensurar de forma imediata, e o marketing fazer uma análise periódica, levando em conta um prazo definido.
Outra coisa é o público externo, que que é o foco exclusivo da publicidade, diferente do marketing, que se preocupa também com o público interno. As habilidades também diferem, já que o profissional de marketing se preocupa com diversas ferramentas para conquistar e manter o consumidor, e o publicitário apenas para atrair.
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A regra é clara: Não perca mais vendas! Descubra agora as estratégias infalíveis para dominar o varejo omnichannel. Nos últimos anos, o varejo vem passando por uma grande transformação, impulsionada principalmente pelo crescimento do comércio eletrônico e pela mudança de comportamento dos consumidores. Nesse cenário, o conceito de omnichannel vem ganhando cada vez mais destaque […]
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A regra é clara: Não perca mais vendas! Descubra agora as estratégias infalíveis para dominar o varejo omnichannel.
Nos últimos anos, o varejo vem passando por uma grande transformação, impulsionada principalmente pelo crescimento do comércio eletrônico e pela mudança de comportamento dos consumidores. Nesse cenário, o conceito de omnichannel vem ganhando cada vez mais destaque como uma estratégia essencial para o sucesso das grandes operações varejistas. O omnichannel se trata da integração de todos os canais de venda em uma única plataforma, criando uma experiência de compra mais fluida e conveniente para o cliente.
Neste contexto, especialistas destacam que as empresas que não adotarem uma estratégia omnichannel correm o risco de perder vendas e deixar de competir em um mercado cada vez mais acirrado. Neste artigo, exploraremos algumas das estratégias essenciais para se destacar no mercado atual e futuro do varejo omnichannel.
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O futuro (e o presente) do varejo são omnichannel: Especialista destaca as estratégias essenciais para o sucesso de grandes operações varejistas
Abraçar a omnicanalidade, tornar a loja física protagonista e se atentar às demandas das novas gerações de clientes são a chave de um futuro promissor no segmento
Inovar é uma das palavras-chave para o sucesso em diversas áreas e, claro, no varejo não é diferente. Passando por diversas transformações, o setor experiência uma forte tendência ao digital desde 2020, com a pandemia, que intensificou hábitos de compras online e despertou novas necessidades. Para se ter uma noção, espera-se que o e-commerce atinja R$ 185,7 bilhões em 2023, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), número que vai subir ano após ano e atingir o valor de R$ 273 bilhões em 2027.
Os dados mostram a importância de sempre recorrer às tecnologias mais avançadas e preparar os negócios para o mundo digital em constante atualização. “Com a ascendência de inteligências artificiais, hábitos de consumo das novas gerações e uma forte tendência ao omnichannel, profissionais do varejo devem estar atentos a todas as movimentações de mercado e pensando cada vez mais em integrar canais, dados e informações”, diz Juliano Ricardo Regis, gerente comercial do Myrp Enterprise, sistema de gestão empresarial voltado às grandes operações franqueadoras do varejo de moda.
Para ilustrar melhor essa nova realidade do mercado, Juliano listou 7 estratégias essenciais para alavancar os negócios em 2023. Confira a seguir:
Também chamada de estratégia omnichannel, a omnicanalidade consiste na convergência de canais físicos e digitais para um processo de compra integrado e contínuo, uma estratégia que pode ajudar a entender melhor as preferências e comportamentos de compra dos consumidores. Ao captar dados de todos os canais de compra, tanto presencialmente quanto pela internet, a operação franqueadora é capaz de entender as necessidades de seus clientes e definir planos de ação mais claros e eficazes, com foco no resultado.
A convergência também permite que o cliente escolha a maneira mais conveniente de começar e finalizar sua compra, escolhendo quando e onde vai concluir cada uma das etapas da jornada. Ele pode ver um produto na loja física, por exemplo, e finalizar a compra online — e vice-versa. Essa flexibilidade permite que o consumidor fique livre para trocar de formato durante a escolha e teste dos produtos ou serviços. A estratégia ajuda, ainda, a evitar a ruptura na jornada de compra, uma vez que os estoques também ficam interligados com a união dos diferentes canais de venda.
A omnicanalidade pode ser aplicada de diversas formas dinâmicas, que colocam o cliente no foco da experiência de compra. No setor varejista, mais da metade dos lojistas já aderiram à estratégia, segundo o Future of Commerce da Shopify. “Com cada vez mais destaque, a omnicanalidade está no futuro e no presente do varejo, e sua implementação se torna cada vez mais essencial aos negócios. Com um investimento num bom software que integre os canais de venda e uma boa estratégia de marketing, é possível aplicá-la e colher os resultados”, diz Juliano.
A presença da marca no online e no varejo físico já é considerada uma estratégia básica para empresas, uma vez que elas precisam estar nos canais digitais para conseguir alcançar o público de forma efetiva. No entanto, é importante que os dois universos estejam integrados e alinhados. “O varejo físico tem muita relevância para a experiência de compra. Poder ver ao vivo um produto anteriormente visto no online, experimentá-lo, analisar a sua qualidade, são fatores decisivos na hora de comprar. Da mesma forma, quando ocorre o caminho com o cliente vendo primeiro na loja física, e depois comprando no online. Aderindo ao phygital, empresas oferecem experiências de compra fluidas e mais completas, marcando presença onde o cliente estiver, seja no e-commerce ou na loja do shopping, por exemplo”, explica Juliano.
Segundo dados da Adyen, empresa com serviços voltados a pagamentos, o varejo mundial perde cerca de US$ 4,1 bilhões por ano devido à ruptura na jornada de compra. O número mostra a importância dos negócios entenderem e aderirem à estratégia de prateleira infinita, que interliga estoques de fábricas, centros de distribuição, lojas virtuais e físicas, que acabam se tornando “hubs de distribuição” também. Assim, se um item estiver em falta em determinado ponto de venda, a prateleira infinita localiza onde está o produto disponível mais próximo e disponibiliza-o. “Para aplicar essa estratégia, é necessário investir em tecnologia e sistemas que possibilitem a integração do estoque e informações sobre vendas em tempo real”, pontua o especialista.
A loja física tem se tornado cada vez mais importante no processo de vendas online. Muitos clientes pesquisam na internet, mas querem ver o produto na vida real antes de comprá-lo. Muitas vezes, preferem realizar a compra de forma virtual e retirá-la no espaço físico da marca, evitando a espera pela entrega. Por isso, é importante investir na experiência do consumidor na loja física, oferecendo um ambiente agradável, com bom atendimento e produtos disponíveis para visualização e experimentação.
“A NBA é um exemplo de marca que investe em suas lojas físicas. Ano passado eles inauguraram uma loja conceito de 1.700 metros quadrados no Rio de Janeiro, a NBA Store Arena, que conta inclusive com uma quadra de basquete oficial, onde os clientes podem testar produtos. Outro exemplo é a Nike, que recentemente abriu uma loja, no Shopping Ibirapuera, em que oferece opções de produtos personalizados, experimentação de itens exclusivos de venda via e-commerce, serviço de logística reversa, transformando em novos produtos que seriam descartados, e serviço de styling exclusivo”, aponta Juliano.
A digitalização do varejo é fundamental para acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor. Não basta apenas criar uma loja virtual, é preciso tornar-se digital. Isso significa incluir tecnologias e sistemas que possibilitem experiências de compras digitais no ponto físico, por exemplo, telas interativas, realidade aumentada e outras tecnologias, que permitam um contato entre os consumidores e os produtos de forma inovadora.
Outro exemplo de aplicação seriam os pontos “instagramáveis”, em que consumidores unem o mundo físico com o digital através de fotos nas lojas físicas que vão para as redes sociais. “Um exemplo dessa aplicação são os provadores exclusivos para consultoras da C&A. Locais bonitos, com iluminação diferenciada e redução de ruído, em que consultoras podem produzir conteúdo e divulgar produtos.”
Lojas conectando consumidores com a indústria é uma tendência que ganha força. Os varejistas têm a possibilidade de entender melhor o seu consumidor por meio de dados integrados em todos os canais de vendas, da loja virtual à loja física, em qualquer lugar do país. As informações podem produzir inteligência para melhorar o relacionamento entre as partes.
“Utilizando tecnologias de Big Data e Inteligência Artificial, é possível analisar os dados de vendas e de comportamento do consumidor para criar produtos personalizados e atender melhor às necessidades dos clientes, melhorando a experiência e prevendo o que eles possam querer comprar”, afirma Regis.
Por último, mas não menos importante, os negócios devem se manter atentos às novas gerações e seus hábitos de compra. Até o ano de 2030, estima-se que a geração Z será detentora de uma renda de US$ 33 trilhões, segundo pesquisa do Bank of America, e que, junto à geração Alpha, será cerca de metade da população, demonstrando a relevância de, desde já, atentar-se a essas gerações, seus interesses e impeditivos antes de comprar.
“As empresas que conseguirem entender as preferências desses consumidores e oferecer experiências que atendam às suas expectativas terão uma vantagem competitiva no mercado. Segundo estudos da consultoria GoAkira e a Fecomércio, 97% dos jovens possuem mídias sociais como principal fonte de inspiração na hora de consumir, e é também um público sempre em busca de experiências imersivas”, finaliza Juliano.
O MYRP foi pioneiro como sistema de gestão empresarial em nuvem no país. Os empreendedores Tibério César Valcanaia, diretor técnico, e Reinaldo Pires de Oliveira, diretor comercial, idealizaram a tecnologia visando atender pequenas e médias empresas.
Hoje, a versão Standard já é utilizada por mais de 30 mil clientes para os controles fiscal, de estoque, de vendas e financeiro de seus negócios. Em 2022, a empresa lançou oficialmente seu segundo produto, o Myrp Enterprise, um PDV exclusivo para grandes operações no varejo de moda. O sistema é baseado em três pilares: cloud (100% online), mobile (acessível em qualquer dispositivo) e omnichannel (um elo entre o varejo físico e o digital).
O Enterprise já atende grandes corporações nos segmentos de logística, hotelaria e moda, que se tornou seu principal foco de atuação. A empresa é parte do Grupo Inventti, uma das maiores empresas de mensageria fiscal do país, que atende clientes de renome nacional e global como Riachuelo, Hugo Boss, Louis Vuitton, Prada, Swarovski, BMW, JBS, Carrefour, Accor e Ambev.
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Você está com dificuldades para vender? Confira aqui 7 dicas para destravar as vendas da porta pra fora. Bora conferir no detalhe as dicas de especialistas em vendas. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários para […]
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Bora conferir no detalhe as dicas de especialistas em vendas.
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Ser um vendedor externo é ser responsável por uma carteira de clientes, ir a campo para apresentar produtos e serviços e ainda prospectar novos negócios estabelecendo sempre um bom relacionamento com todos. Mas além de vender, esse importante profissional tem de realizar etapas do processo comercial, como se comunicar com o sistema, acessar o cadastro do cliente, fazer o pedido e avisar o backoffice, que concluirá o processo validando a venda e emitindo a nota fiscal.
Para vencer esses desafios e burocracias que a profissão exige, Filipe Nascimento CEO da salestech Fieldy separou sete dicas valiosas que podem ajudar vendedores no seu dia a dia:
Nada melhor do que organizar o seu dia com os principais objetivos da semana, ou até mesmo do mês. Isso pode lhe ajudar a visualizar melhor o processo e a ter sucesso para atingir suas metas.
A regra básica para vender bem é o conhecimento pleno do que está sendo oferecido, assim como conhecer seu cliente e suas necessidades. Somente assim é possível oferecer o que ele precisa e até se antecipar às suas necessidades.
O gestor é o responsável por gerenciar toda a equipe de vendas, mas mais do que isso, ele é quem vai traçar estratégias e viabilizar operações para que tenham decisões mais lucrativas. Por isso, sempre converse e alinhe estratégias sobre seu trabalho. E lembre-se, nessa jornada o vendedor é peça fundamental, pois é ele quem estará frente a frente levando a empresa e interagindo com o cliente. Mantenha uma comunicação empática e uma escuta ativa.
Faça tudo pelo celular. Sem sombra de dúvida, a tecnologia é uma grande aliada para o vendedor e com ela é possível: falar com o cliente, contatar o supervisor, ter controle de estoque e até mesmo armazenar dados que estão sendo prospectados, tendo integração total com o back office da empresa. Hoje também é possível dispor de sistemas que proporcionam praticidade em campo como comando de voz ou o uso de uma única mão para digitar, utilizar a geolocalização e até a realização das operações de venda com e sem acesso à internet, graças à sincronização automática gerada. Assim é possível se conectar novamente.
A tecnologia ajuda a extrair informações em tempo real baseadas em métricas que são fundamentais para avaliar resultados de um processo, ação ou estratégia de marketing e assim tomar decisões mais assertivas. Com as informações fornecidas é possível também visualizar histórico do cliente, seus hábitos de compra e os produtos relacionados para que o vendedor trabalhe com mais inteligência.
Com as tecnologias existentes não se precisa mais enviar as vendas de forma manual para o sistema interno da empresa. Também é possível ter tudo na palma da mão de forma on-line, eliminando catálogos físicos e outros processos manuais comuns durante a venda externa, permitindo a emissão de comprovantes, boletos e notas fiscais em campo; tudo integrado ao ERP da empresa com mais praticidade e agilidade.
Um app mobile para a força de vendas como você nunca viu e ouviu: A Fieldy é uma empresa do ecossistema Ativy que, focada em soluções de mobilidade em nuvem para vendas em campo, entrega um framework completo de ferramentas para facilitar a rotina de quem carrega a empresa para todos os cantos ─ e, também, de quem gerencia as informações da porta para dentro. Seu principal objetivo é acelerar a força de vendas por meio de comandos de voz inteligentes, inteligência artificial, geolocalização e rastreabilidade; possibilitando operações de ordem de entrega, atendimento a clientes e pedido de vendas a partir de uma solução PDV Mobile nativamente integrada aos principais ERPs, CRMs e BIs do mercado.
A Ativy, com sede em Campinas/SP, é a primeira one-stop shop de transformação digital do Brasil. Como um ecossistema de tecnologia, o grupo reúne startups disruptivas que entregam soluções de gestão, produtividade e crédito a empresas de todos os portes e segmentos. Atualmente, são mais de 30 mil usuários gerenciados nas plataformas integradas em nuvem e cerca de 400 colaboradores diretamente envolvidos na operação — que, nos últimos dois anos, cresceu acima dos dois dígitos na América Latina.
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fonte: vira
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12 Tendências para 2023 são apontadas em estudo mercadológico e comportamental. Acaba de sair o novo Relatório de Tendências de 2023 da DENTSU CREATIVE, “A Tale Of New Cities, ou “Um Conto de Novas Cidades”, explorando uma era de volatilidade e esperança. Bora conferir esse estudo detalhadamente. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” […]
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12 Tendências para 2023 são apontadas em estudo mercadológico e comportamental.
Acaba de sair o novo Relatório de Tendências de 2023 da DENTSU CREATIVE, “A Tale Of New Cities, ou “Um Conto de Novas Cidades”, explorando uma era de volatilidade e esperança.
Bora conferir esse estudo detalhadamente.
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O ano 2022 nos mostrou que o progresso não é tão inevitável e a autoridade de cima para baixo não é tão confiável quanto fomos levados a acreditar. Em vez disso, volatilidade, conflito, recessão, mudança climática e inflação se tornaram nossa realidade global. Em resposta, novos padrões de influência estão surgindo à medida que as pessoas buscam novas fontes de liderança e inspiração.
“A Tale Of New Cities” explora as dualidades modernas de progresso e regressão, otimismo e ansiedade, um equilíbrio instável entre o antigo e o novo, tecnologia e humanidade, inovação e tradição.
A DENTSU CREATIVE identifica 12 tendências que impulsionarão e revolucionarão a indústria em 2023. Empacotado em seis pares, com o desafio e a oportunidade para a sociedade examinados separadamente, a DENTSU CREATIVE desembala o que o melhor e o pior dos tempos significará para as marcas. Desenvolvido por estrategistas e futuristas através da rede DENTSU CREATIVE, o relatório oferece uma rica diversidade de perspectivas.
Pats McDonald, Diretora de Estratégia, DENTSU CREATIVE diz: “No final de 2022, foi difícil escapar da sensação de que eras e impérios estavam terminando – ou começando. Ao redor do mundo vimos uma imensa volatilidade, à medida que o custo de vida se elevava em espiral, as políticas conservadoras desafiaram as agendas sociais progressistas e a instabilidade energética se tornou real demais. À medida que 2023 começa, vemos tanto os alarmantes passos para trás como uma sociedade – com conversas sobre cortes de energia, racionamento e hiperinflação – quanto brotos verdes de esperança. Talvez o mais emocionante seja a sensação de que indivíduos e comunidades estão escrevendo suas próprias narrativas, rejeitando uma sensação de influência cultural homogênea, de cima para baixo. Nossas previsões para 2023 reconhecem as tensões, a volatilidade e as lutas que a sociedade de hoje enfrenta e, no outro lado, as oportunidades, ferramentas e plataformas que existem para permitir que as comunidades construam os mundos que querem ver”.
Fred Levron, Diretor Global de Criação, dentsu, diz “O novo ano está cheio de incertezas. Guerra, inflação, crise após crise. Como sociedade, grandes desafios se aproximam. Mas também há muitas certezas. A criatividade vence. A emoção vence. A inovação e a colaboração vencem. Os tempos difíceis não são bons para os negócios como sempre. Nosso relatório Dentsu Tendências Criativas explora os desafios que nos esperam, mas também as oportunidades para as marcas com coragem e imaginação para abraçar um novo e moderno conjunto de ferramentas criativas e criar cultura, imaginar um futuro melhor e torná-lo possível”.
As fontes de autoridade e inspiração de cima para baixo são menos relevantes em um mundo onde as gerações mais jovens podem ver com muita clareza o caos que seus mais velhos criaram. Uma geração está olhando para os sistemas e histórias que herdou e ousando imaginar algo diferente.
Enquanto as economias ocidentais lutam, os jovens consumidores buscam novas fontes de inspiração – ansiando por um choque cultural genuíno após anos “perdidos” de pandemia. A ascensão da cultura coreana continua, enquanto a Ásia-Pacífico abraça toda a riqueza e diversidade da região em busca de inspiração, em vez de olhar mais longe, uma tendência que chamamos de “Oriente encontra Oriente”.
Níveis crescentes de ansiedade alimentados por uma perspectiva econômica sombria estão potencializando uma crise de saúde mental. Na China, vemos a gamificação da saúde mental e da autoanálise. Enquanto isso, a Europa enfrenta uma “recessão de saúde mental”*, à medida que a ansiedade pós-pandêmica se depara com uma crise de custo de vida.
Contra uma crise macroeconômica mais sombria, vemos o desejo de pequenos momentos de alegria e de diversão. O “Pickleball”, um jogo de raquete lúdico e bobo é um dos esportes que mais cresce no mundo, enquanto pequenos luxos como flores, se tornaram atos cotidianos de autocuidado.
Os consumidores estão questionando sua relação com a tecnologia após anos de crescimento acelerado durante a pandemia. As preocupações com a privacidade, o cyber bullying e a desinformação minaram a confiança dos consumidores enquanto uma perspectiva econômica desafiadora retardou a adoção das NFTs e da moeda criptográfica. A fadiga da tela se instalou, enquanto o crescimento das vendas de eCommerce recuou após a pandemia.
Paralelamente, vozes independentes estão fazendo campanha por maior inclusão, representação e responsabilidade no metaverso e no espaço online mais amplo. Os consumidores estão fazendo campanha por uma diversidade muito maior de representação, ao mesmo tempo em que se envolvem nas mídias sociais por meio de redes de nicho menores. O equilíbrio entre privacidade e anonimato está sendo debatido com mais nuances do que nos anos anteriores.
Com base na Grande Renúncia de 2021, 2022 deu origem ao fenômeno do “Quiet quitting”, uma resposta à cultura agitada em que os funcionários simplesmente decidiam que já era o suficiente. Competição por performances está cedendo lugares a hobbies de “baixo risco” e um desejo de apenas estar e estar juntos, em vez de autoaperfeiçoamento incessante.
Ao escolher sair da agitação, estamos optando pela natureza. Os consumidores chineses adotaram o camping aos milhões, enquanto os pais abraçaram o desejo pós-pandêmico de dar aos filhos a liberdade do ar livre. Ao mesmo tempo, novos modelos de cidades estão surgindo com base no ar puro e na qualidade de vida.
Os consumidores estão se afastando de imagens refinadas em direção a personas mais autênticas que abraçam seu geek interior e confundem o algoritmo. “Goblincore”, “dark academia” e “feio chique” e a ascensão de plataformas como Be Real mostram que o surrealismo e a tolice ganham versus a perfeição polida.
Dall E, Stable Diffusion e outros estão criando novos modelos de como pensamos sobre criatividade, trabalho e identidade. Os V Tubers usam avatares para manter a privacidade, mas envolvem seus fandoms em um diálogo autêntico. Alguns consumidores estão, ironicamente, achando mais fácil se envolver com ídolos e personas bidimensionais.
Uma tempestade perfeita está criando um ambiente desafiador para o crescimento. O aumento do custo de vida encontra o aumento do custo dos produtos, juntamente com os problemas contínuos da cadeia de suprimentos para atuar como um freio de mão no crescimento econômico. Prevê-se que as principais economias experimentem a recessão, ou evitem por pouco.
Como resultado, as empresas estão percebendo que o crescimento e o bem não podem mais ser perseguidos em paralelo e que é necessária uma redefinição fundamental para alinhar o sucesso comercial com novos modelos de negócios que dependem menos de um ciclo implacável de consumo.
O que estas tensões refletem é um equilíbrio variável: o muito novo e o muito antigo, a adoção da tecnologia para nos impulsionar para frente e o desejo de recuar e desconectar.
A sensação de que o progresso e a regressão, o otimismo e a ansiedade estão mais bem balanceados do que nunca.
O melhor dos tempos e o pior dos tempos. Quer nossa visão pessoal seja copo meio cheio ou copo meio vazio, é claro que para 2023 um conto de novas cidades, novas culturas e comunidades está aí para ser escrito.
DENTSU CREATIVE is Dentsu sole global creative network that transforms brands and businesses through the power of Modern Creativity. 2022’s Cannes Lions Agency of the Year, it is made for integration with Dentsu’s Media and Merkle networks through Horizontal Creativity.
Led by Dentsu International’s Global Chief Creative Officer Fred Levron, 9,000 creatives across the globe are connected to 34,000 media and CX experts to deliver ideas that Create Culture, Shape Society, and Invent the Future.
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Consumidores e lojas estão cada vez mais “figital”. A conectividade de consumidores com apps de lojas é cada vez mais “figital”, bora entender o que exatamente significa isso. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários para […]
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Consumidores e lojas estão cada vez mais “figital”.
A conectividade de consumidores com apps de lojas é cada vez mais “figital”, bora entender o que exatamente significa isso.
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Quem nunca passou pelo caixa do supermercado ou de uma loja de departamentos e não ouviu: você já baixou nosso aplicativo? Para muitos consumidores a sugestão é bem atrativa. No primeiro uso do app, descontos ou vantagens são alguns dos benefícios, mas e depois? Este é o desafio dos varejistas: manter o engajamento e atividades do consumidor no app, tendo como retorno as conversões.
Um aplicativo não deve ser apenas bonito, legal, com design diferenciado. Ele deve ser construído e atualizado com o apoio de insights e percepções relacionados aos interesses dos compradores. Ele deve ser uma ferramenta para fortalecer o foco no consumidor, deixando-o sempre em primeiro lugar.
E é interessante notar que os compradores estão abertos às experiências omnichannel. Eles têm cedido sua atenção – e importantes dados e informações pessoais – para as marcas. Esse é um grande trunfo para as empresas darem início e perpetuar a relação, tão desejada por estes usuários.
Porém, quando usam um aplicativo e não recebem informações personalizadas no momento certo ou são “esquecidos”, o consumidor se frustra. Evitar essa frustração é a grande questão das marcas que se renderam à conectividade. Afinal, elas também se frustram ao notarem a inatividade e falta de engajamento no app, além do lucro que não é contabilizado.
A lição de casa dos varejistas vai além de oferecer um app com design moderno, um brinde ou um cupom de descontos. As decisões de marketing devem ser embasadas olhando para o big data e para o analytics. Manter estratégias guiadas por instinto ou intuição não pode estar nos planos de um varejo conectado com visão estratégica. Cada consumidor deixa “pegadas” importantíssimas para as marcas em cada etapa da jornada de compra. É preciso valorizar estes dados e aumentar a vida útil do consumidor, para garantir a retenção e a fidelização.
Unir os universos on e offline é uma tendência. O varejo pode usar seu próprio Wi-Fi ou WLAN para permitir que os consumidores utilizem seus dispositivos móveis para fazer compras via aplicativo enquanto estão na loja. Permitir pagamentos, navegação em catálogos de produtos e outros serviços diferenciados por meio de apps podem ser estratégias de atração e fidelização.
Entre as estratégias, as marcas podem aproveitar os dados obtidos em tempo real para identificar as intenções do consumidor e definir a tomada de decisões. Isso requer um novo nível de segmentação em marketing, que é possibilitado pela análise de dados.
Quando os dados são reunidos da maneira certa, eles direcionam o profissional de marketing para diferentes segmentos. O canal de preferência, o local e os interesses bem analisados e segmentados, tendem a ampliar as oportunidades e impactos de comunicação. Assim, há maior possibilidade de atração e retenção de um determinado conjunto de consumidores.
Segundo pesquisa da Bain & Company, as organizações que aplicam estratégias para aumentar as taxas de retenção de consumidores em 5%, podem obter aumento nos lucros na margem de 25% a 95%. Considerando que a aquisição de novos consumidores pode custar cinco vezes a mais do que fidelizar aquele que já está na base, é importante que o varejo use essa oportunidade para manter o relacionamento com seu consumidor, conhecer seus interesses e fidelizá-lo.
De acordo com a pesquisa Market Research, Connected Retail Solution, 9 em cada 10 consumidores preferem a abordagem omnichannel. Portanto, uma das estratégias de varejo deve ser tornar as compras simples e convenientes, adicionando e integrando mais pontos de contato.
Após a segmentação, deve-se criar conteúdo adequado em todos os canais, como notificações push, e-mails personalizados e campanhas de mídia social. Embora os consumidores também estejam mudando de canal a todo tempo, gerar uma experiência consistente e personalizada só será possível sendo onipresente. Na pesquisa “Customer Engagement Benchmarks – 2022”, da MoEngage, o Whatsapp se mostrou como o meio preferido por 26% dos brasileiros para receber lembretes de renovações de assinatura, por exemplo. Ou seja, preparar mensagens certeiras para este canal é uma forma de fidelizar e ganhar este consumidor.
Ele pode mudar a rota e ir direto para seu concorrente. Um problema na falta de interação é de o consumidor mudar o trajeto de suas compras futuras e se unir ao concorrente. Tal comportamento pode ser evitado ao implementar uma cultura de engajamento do consumidor orientada por dados e insights.
*Daniel Simões é General Manager da MoEngage para LatAm. Anteriormente em atuação como Country Manager Brasil da AppsFlyer, o executivo tem passagem por empresas como McKinsey & Co, Grupo Estado e Internet Securities. Além de realizar o reposicionamento e turn around do Estadão OESP Mídia para PME, liderando o processo de transformação das “Páginas Amarelas” em um negócio 100%, Daniel também foi o responsável pelo início das operações de startups estrangeiras no Brasil.
O executivo possui MBA em Administração com ênfase em Marketing pela FAAP e é graduado em Administração. Possui mais de 15 anos de experiência nos segmentos de tecnologia, digital, editorial, publicidade, financeiro e serviços.
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fonte: fresh
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GILLETTE AMPLIA PORTFOLIO E APRESENTA A PRIMEIRA LINHA COMPLETA PARA DEPILAÇÃO CORPORAL MASCULINA Gillette Corpo possui uma linha completa de produtos desenvolvidos especialmente para cuidar e proteger a pele durante a depilação até nas regiões mais sensíveis Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia […]
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GILLETTE AMPLIA PORTFOLIO E APRESENTA A PRIMEIRA LINHA COMPLETA PARA DEPILAÇÃO CORPORAL MASCULINA
Gillette Corpo possui uma linha completa de produtos desenvolvidos especialmente para cuidar e proteger a pele durante a depilação até nas regiões mais sensíveis
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Gillette busca, há mais de 120 anos, aprimorar seus produtos e trazer inovações que melhorem a rotina de barbear de seus consumidores e os inspirem a também serem melhores a cada dia, estando prontos para seus desafios diários. Segundo pesquisas internas 68% dos brasileiros afirmaram remover algum pelo do corpo, sendo a parte íntima a região com maior incidência. No entanto, esse processo era desconfortável e doloroso e na maioria das vezes causava cortes e irritação na pele, afetando diretamente na autoestima e confiança dos homens.
O corpo masculino possui curvas, texturas e contornos diferentes do rosto, por isso exigem produtos feitos especialmente para a depilação corporal. Pensando neste desafio a marca apresenta Gillette Corpo, a primeira linha completa de produtos desenvolvidos para cuidar e proteger a pele dos homens durante a depilação corporal, até nas regiões mais sensíveis.
Como uma marca líder de categoria, Gillette amplia seu portfólio e reafirma seu compromisso de trazer diferentes soluções para cada tipo de necessidade do consumidor. “Nos últimos 10 anos o número de brasileiros que optam por remover pelos do corpo subiu de 50% para 68%, sendo eles 80% homens entre 15 e 34 anos. Estudando o comportamento desse público, vimos que é uma tendência entre os adolescentes depilar o corpo, antes mesmo de começar a se barbear. É nosso papel como marca líder entender os novos hábitos do consumidor para desenvolver produtos inovadores, como a linha Gillette Corpo, e oferecer a melhor solução para a depilação corporal” explica Luis Siqueira, diretor sênior de marketing de Gillette.
O novo portfolio conta com dois aparelhos desenvolvidos especialmente para a remoção dos pelos do peito, pernas, axilas e área intima. Começando pelo Gillette Mach3 Corpo, que possui barras de gel que lubrificam e hidratam a pele durante a depilação, indicado para usar em qualquer parte do corpo. Este é produto ideal para quem é adepto da depilação corporal mas ainda utiliza uma lâmina desenvolvida para o rosto, além de ser um produto compatível com qualquer cabo da família Mach3, basta inserir o respectivo refil. É a tecnologia Gillette que o consumidor já conhece para o barbear, agora disponível também para a depilação corporal. Gillette Mach3 Corpo conta com 3 lâminas e barras de gel integradas ao aparelho que são acionadas pela água, promovendo a máxima lubrificação a cada passada, evitando cortes e obtendo uma experiência de depilação superior.
Em seguida temos o aparelho descartável Gillette Corpo que possui uma barreira protetora contra a irritação. Sua tecnologia absorve a pressão da mão enquanto empurra a pele para levantar as duas lâminas, minimizando o contato com as áreas sensíveis e consequentemente ajudando a evitar cortes, irritações e pelos encravados. Isso o torna ideal para a depilação de regiões mais delicadas do corpo, como a área íntima e a axila.
E para que o momento da depilação seja sem desconforto, é necessário inserir na rotina de cuidados diários a preparação da pele com o Creme Protetor de Gillette. Ele foi desenvolvido especialmente para o uso dentro do chuveiro, uma vez que 25% dos brasileiros costumam remover os pelos durante o banho. A sua formulação contém Aloe Vera, que possui propriedades calmantes e cicatrizantes, protegendo a pele durante o uso da lâmina. O principal diferencial se comparado com os demais géis e espumas do portfólio, é a textura consistente do Creme Protetor que se mantem na pele mesmo quando molhada, além do produto ser semitransparente permitindo ver a área a ser depilada ou até mesmo a estilização dos pelos.
E, por último, Gillette Styler é o produto que completa a linha de produtos para depilação corporal porque estiliza e apara os pelos do corpo. O aparelho elétrico possui quatro níveis de cortes, com três pentes intercambiáveis (2mm, 4mm e 6mm) para manter os pelos em um comprimento uniforme, adaptando-se aos contornos do corpo. O aparelho é à prova d’água, permitindo seu uso dentro e fora do chuveiro. Gillette Styler também é indicado para as pessoas que não se depilam há algum tempo ou que vão se depilar pela primeira vez, já que para evitar puxões ou cortes na pele, é aconselhável diminuir o volume do pelo antes do uso da lâmina.
Educar o consumidor sobre como aprimorar sua rotina de cuidados pessoais apresentando as melhores soluções para combater as barreiras da depilação corporal também faz parte da estratégia de Gillette. “Queremos ser a marca que acompanha o homem brasileiro na sua jornada de estilo, e sabemos que hoje isso não se resume apenas aos cuidados com a barba. Para isso, buscamos estar próximos das tendências do universo masculino e a depilação do corpo é um assunto que tem ganhado cada vez mais protagonismo na rotina de cuidados dos consumidores da categoria” finaliza Luis Siqueira.
Gillette Corpo se junta ao amplo portfólio de produtos da marca que conta com diversos itens de alta qualidade e para todos os tipos de necessidades, sempre pensando no melhor barbear e na depilação em casa – independentemente do orçamento, estilo ou condição da pele. Gillette Corpo já está disponível nas principais farmácias e e-commerce do Brasil.
Essa e outras novidades sobre produtos, campanhas e promoções, podem ser conferidas por meio da página Gillette_Brasil no Instagram. Acesse Mano a Mano para conferir conteúdos diários sobre cuidados pessoais e masculinidade.
Há mais de 120 anos, a Gillette oferece tecnologia de precisão e produtos de desempenho incomparável, melhorando a vida de mais de 800 milhões de homens em todo o mundo.
De produtos de barbear e para o corpo a tratamentos de pele e desodorantes, a Gillette oferece uma ampla variedade de produtos, entre eles, aparelhos de barbear, pré-barba (géis, espumas e cremes), tratamento para a pele, pós-barba, desodorantes e antitranspirantes.
A P&G atende quase 5 bilhões de pessoas ao redor do mundo com suas marcas. A empresa conta com um dos portfólios mais fortes de marcas líderes, confiáveis e de alta qualidade, incluindo Always®, Ariel®, Aussie®, Downy®, Febreze®, Gillette®, Head&Shoulders®, Oral-B®, Pampers®, Pantene® e Vick®. A comunidade da P&G opera em aproximadamente 70 países.
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fonte: ketchum
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De fato, no mundo regido pelo mercado, as empresas costumam investir em pesquisa de comportamento de usuários. Nesse sentido, com a finalidade de compreender o comportamento dos usuários de fintechs, a Teads, em parceria com a Kantar, acabou fazendo uma pesquisa em nível mundial para entender um pouco sobre as atividades financeiras desse grupo de […]
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De fato, no mundo regido pelo mercado, as empresas costumam investir em pesquisa de comportamento de usuários. Nesse sentido, com a finalidade de compreender o comportamento dos usuários de fintechs, a Teads, em parceria com a Kantar, acabou fazendo uma pesquisa em nível mundial para entender um pouco sobre as atividades financeiras desse grupo de sujeitos. Quer saber o que esse estudo conseguiu descobrir? Confira aqui! Continue lendo!
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Inicialmente, é importante destacar que o estudo teve como base a plataforma de mídia da Teads, entre os brasileiros. Nesse sentido, de acordo com o estudo, 56% da renda mensal dos sujeitos é comprometida com despesas ou dívidas. Entre os 44% restantes, o dinheiro que sobra é destinado inicialmente à poupança, em cerca de 22% dos casos e os outros 22% destinam-se a diversos tipos de investimentos.
No que tange a gestão dos seus gastos no cotidiano, a maior parte dos brasileiros que são clientes de fintechs, cerca de 78%, fazem uso de cartão de crédito e 69% fazem uso da conta poupança. Além disso, 65% fazem uso de transferências ou transações por meio da internet, na medida em que 65% utilizam cartões de crédito digitais. Por conseguinte, é importante destacar que esse estudo também procurou fazer o mapeamento de como as pessoas pretendem ampliar a utilização dos serviços das fintechs.
Nesse sentido, 70% dos candidatos relataram que estariam dispostos a fazer adquirir cartões de crédito digitais, 38% relataram que fariam algum tipo de investimento online. Por fim, 26% dos entrevistados também relataram ter interesse em fazer investimentos em criptomoedas, enquanto que 25% consideraram fazer empréstimos tanto pessoais quanto digitais.
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Uma pesquisa relacionada a Marketing realizada este ano pela Deloitte e nomeada de Global Marketing Trends 2022, foi a responsável por reunir alguns dados e insights de uma forma global onde mostram as evoluções da forma que os consumidores conseguem ver a apresentação das marcas e como as empresas conseguem repensar a forma de abordagem. […]
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Uma pesquisa relacionada a Marketing realizada este ano pela Deloitte e nomeada de Global Marketing Trends 2022, foi a responsável por reunir alguns dados e insights de uma forma global onde mostram as evoluções da forma que os consumidores conseguem ver a apresentação das marcas e como as empresas conseguem repensar a forma de abordagem. O que a pesquisa mostrou, relacionado ao foco das empresas é que eles têm como objetivo estar sempre melhorando a produtividade, engajamento dos clientes e também acelerar a mudança para o meio digital.

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Nos últimos anos, mais especificamente a partir de 2020, a transformação digital tem acontecido de uma forma muito rápida, onde uma das principais causas disso tem sido a pandemia da COVID 19 que enfrentamos, fazendo com que o mercado começasse a experimentar de uma forma mais frequente o meio tecnológico e digital, tentando se aproximar cada vez mais de seus consumidores.
Conforme a evolução vem ocorrendo, os meios de desenvolver trade marketing também tem sofrido impulsos para serem reinventados de modo que possam gerar soluções de forma inteligente e eficientes para os processos que estão relacionados entre as marcas e os consumidores.
Uma das práticas de trade marketing que acabou se desenvolvendo de forma inteligente com a transformação que vem acontecendo no meio digital foi a “coleta de dados para aumento de cobertura, frequência de visitas e otimização do custo de execução”.
Portanto trade marketing, é a ciência que trata das relações entre os fabricantes e os canais de venda (B2B). Na prática, o conceito é muito mais amplo e aborda questões referentes às marcas, aos pontos de venda e aos consumidores.
Conforme a Associação Internacional de Marketing, o trade marketing por exemplo acontece em: Campanhas promocionais, preços, mix de produtos, canais de vendas, concorrentes, share, pontos extras e novas oportunidades de negócio são exemplos do que precisa estar na sua estratégia de trade marketing.
Como o mercado tem cada vez mais ‘desmascarado’ e descoberto o real potencial das auditorias nos pontos de venda, principalmente quando é combinada com alguns princípios tecnológicos como o Reconhecimento por Imagem e Business Intelligence (BI), acabam enxergando os pontos onde precisam melhorar e assim agir de uma forma mais ágil, podendo executar as mudanças e melhorando a rentabilidade dos projetos, ou o desempenho dos mesmos.
Essa opção tem relação com o diagnóstico de execução do que chamamos de loja perfeita, onde é uma estratégia pensada e desenvolvida pelo marketing tendo como objetivo ser mais visível, melhor do que a concorrência, estar em contato próximo com os consumidores e também por conta disso, acabar vendendo mais. Quando falamos de tecnologia de reconhecimento de imagem, nos referimos a tecnologia que chegou para poder substituir a forma humana de preencher formulários e captar manualmente fotos. No momento que os dois processos são comparados, a forma manual chega a atingir 80% de precisão, enquanto a tecnologia chega a atingir 95% de precisão em um tempo basicamente muito menor.
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