
Você precisa ser craque em apresentar a sua empresa! É preciso ter criatividade e apresentar seus diferenciais de forma clara e atraente. E para te ajudar nessa missão, separamos 13 slides que vão fazer sua empresa brilhar como um diamante no mercado. Preparado para conquistar o mundo?
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Para apresentar a sua empresa e atrair investidores e clientes é necessário ter um bom pitch, que seja conciso e envolvente. O pitch é uma apresentação em slides que deve ser capaz de despertar o interesse de quem está assistindo.
Por isso, é importante saber como usar cada slide para apresentar a sua empresa de uma forma clara e objetiva. Neste artigo, vamos abordar os 13 slides essenciais para um pitch eficiente.

A capa do pitch é a primeira impressão que você irá causar nos investidores e clientes. Por isso, é importante que ela seja atrativa e informativa. Nessa slide, você deve apresentar o nome da sua empresa, o logo e um slogan que represente o seu negócio.
E lembre-se: Coloque uma frase que defina a sua empresa, faça um design bonito e coloque imagens humanas.

Nessa slide, você deve apresentar qual é o problema que a sua empresa soluciona. É importante ser claro e objetivo para que os investidores e clientes entendam o contexto da sua empresa.

Na slide de solução, você deve apresentar como a sua empresa resolve o problema apresentado anteriormente. É importante destacar os diferenciais do seu produto ou serviço que o tornam único no mercado.

Nessa slide, você deve apresentar qual é o seu mercado-alvo e qual é o tamanho desse mercado. É importante demonstrar que há demanda para o seu produto ou serviço.

A slide de equipe é essencial para demonstrar a competência dos fundadores e colaboradores da empresa. É importante apresentar as qualificações e experiências profissionais de cada um.

Nessa slide, você deve apresentar como a sua empresa gera receita. É importante ser claro sobre as fontes de receita e sobre como a empresa pretende crescer no futuro.

Nessa slide, você deve apresentar os resultados que a sua empresa já obteve até o momento, como faturamento, clientes conquistados e projetos concluídos. É importante demonstrar que a sua empresa tem potencial para crescer ainda mais.

Na slide de concorrentes e diferenciais, você deve apresentar quem são os seus concorrentes diretos e indiretos e como a sua empresa se diferencia deles. É importante destacar os pontos fortes da sua empresa em relação aos concorrentes.
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Nessa slide, você deve apresentar benchmarks, ou seja, comparativos que comparam a sua empresa com outras empresas de sucesso do mercado. É importante demonstrar que a sua empresa tem potencial para se tornar uma referência no mercado.

Na slide de rodada de investimento, você deve apresentar qual é o valor que a sua empresa está buscando de investimento. É importante ser claro sobre como o dinheiro será utilizado e qual é o retorno esperado para os investidores.

Nessa slide, você deve apresentar as previsões financeiras da sua empresa para os próximos anos. É importante ser realista e apresentar os cenários otimista, realista e pessimista.

Na slide de estratégia de retorno, você deve apresentar como a sua empresa pretende dar retorno para os investidores. É importante ser claro sobre os prazos e formas de retorno.

Por fim, na slide de contato, você deve apresentar as formas de contato da sua empresa, como endereço, telefone, e-mail e site. É importante facilitar o contato dos investidores e clientes interessados em saber mais sobre a sua empresa.
Com essas dicas, você está preparado para criar uma apresentação de pitch eficiente e atrair investidores e clientes para a sua empresa. Lembre-se de ser claro e objetivo em cada slide e de demonstrar o potencial de crescimento e sucesso do seu negócio. Boa sorte!
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais
Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional
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Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.
De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.
No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.
Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.
Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.
Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.
Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.
Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.
Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.
Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.
Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.
Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.
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