
Como Escolher o Melhor Marketplace para Vender Mais Você já decidiu expandir seu negócio online e agora está se perguntando: “Qual é o melhor marketplace para vender mais?” Essa é uma pergunta crucial que pode impactar diretamente o sucesso das suas vendas online. Afinal, com tantas opções disponíveis, escolher o marketplace certo pode fazer toda […]
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Você já decidiu expandir seu negócio online e agora está se perguntando: “Qual é o melhor marketplace para vender mais?” Essa é uma pergunta crucial que pode impactar diretamente o sucesso das suas vendas online. Afinal, com tantas opções disponíveis, escolher o marketplace certo pode fazer toda a diferença.
Neste guia, vamos explorar estratégias e dicas para ajudá-lo a tomar essa decisão de forma informada e eficaz.
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Antes de mergulhar de cabeça em um marketplace específico, é essencial entender quem é o seu público-alvo. Quem são seus clientes ideais? O que eles procuram? Quais são seus hábitos de compra? Ao responder a essas perguntas, você estará mais bem preparado para escolher o marketplace que atende às necessidades do seu público.
A popularidade de um marketplace é um fator determinante para o sucesso das suas vendas. Marketplaces como Amazon, eBay e Mercado Livre têm um grande número de visitantes diariamente, o que aumenta suas chances de serem encontrados por potenciais compradores. No entanto, também significa que a concorrência é acirrada. Considere a popularidade do marketplace em relação ao seu nicho de mercado e ao seu público-alvo.
Cada marketplace tem sua própria estrutura de taxas e custos associados. É fundamental entender esses detalhes antes de escolher onde vender. Algumas plataformas cobram taxas de listagem, comissões sobre vendas, taxas de processamento de pagamento e até mesmo taxas mensais. Faça uma análise cuidadosa para garantir que suas margens de lucro sejam viáveis no marketplace escolhido.
Alguns marketplaces oferecem ferramentas de marketing integradas que podem ajudar a impulsionar suas vendas. Isso inclui opções de publicidade paga, promoções especiais e recursos de otimização de listagem. Avalie quais ferramentas são oferecidas pelo marketplace e se elas se alinham com sua estratégia de marketing.
A experiência do cliente é fundamental para manter clientes satisfeitos e incentivar repetições de compra. Certifique-se de que o marketplace escolhido ofereça um ambiente de compra seguro, fácil de navegar e com opções de atendimento ao cliente eficazes. Avaliações e classificações de vendedores também desempenham um papel importante na construção da confiança do cliente.
A logística e a entrega são aspectos críticos das vendas online. Certifique-se de que o marketplace escolhido ofereça opções de integração de sistemas de gestão de estoque e que facilite o acompanhamento e a entrega dos pedidos de maneira eficiente. Isso garantirá que você possa atender às expectativas de entrega do cliente.
Cada marketplace tem suas próprias políticas e diretrizes para vendedores. Isso inclui políticas de devolução, políticas de frete e regras de conduta. Leia e compreenda essas políticas antes de começar a vender, para evitar surpresas desagradáveis no futuro.

Examine a concorrência dentro do marketplace que você está considerando. Quantos vendedores estão oferecendo produtos semelhantes aos seus? Como você pode se destacar? Identificar lacunas no mercado e encontrar maneiras únicas de apresentar seus produtos pode ser a chave para o sucesso.
Antes de comprometer todos os seus recursos, considere a possibilidade de fazer um teste inicial no marketplace escolhido. Isso permitirá que você avalie a viabilidade e a receptividade do público antes de fazer um compromisso de longo prazo.
Uma vez que você tenha escolhido um marketplace e começado a vender, o trabalho não acabou. É importante monitorar constantemente o desempenho das suas vendas e ajustar sua estratégia conforme necessário. A flexibilidade e a capacidade de adaptação são essenciais para o sucesso a longo prazo.
Em resumo, escolher o melhor marketplace para vender mais envolve uma análise cuidadosa de vários fatores, incluindo seu público-alvo, taxas, ferramentas de marketing, experiência do cliente e concorrência. Não existe uma resposta única, pois a escolha certa depende das características únicas do seu negócio. Com pesquisa e planejamento adequados, você estará bem encaminhado para aumentar suas vendas online e alcançar o sucesso desejado.
No Brasil, existem diversos marketplaces onde os vendedores podem expandir seus negócios. Abaixo estão os cinco principais marketplaces do país e um breve guia sobre como se inscrever neles para começar a vender:
Lembre-se de que os requisitos e o processo de inscrição podem variar de um marketplace para outro. É importante ler os termos e condições de cada plataforma, pois eles podem ter políticas diferentes em relação a taxas, comissões, prazos de pagamento e outros detalhes importantes. Além disso, prepare-se para fornecer informações sobre sua empresa, documentos legais e detalhes bancários durante o processo de inscrição.
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Conheça os top 10 do varejo brasileiro, campeões de vendas com bilhões de vendas
Carrefour é a maior varejista do país, com mais de R$ 100 bilhões em vendas; veja top 10
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Novo ranking da SBVC coloca o Carrefour como a principal varejista do país, enquanto explora a diversidade e inclusão nas empresas do setor
O cenário do varejo brasileiro, mesmo em meio a um período de reestruturação pós-pandemia, continua a demonstrar resiliência e crescimento notável. A nona edição do ranking das 300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro, elaborado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), traz à luz o avanço robusto do setor, com um crescimento nominal de 20% nas maiores varejistas no último ano.
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Movimentos previamente identificados, como a expansão dos marketplaces, a mudança no comportamento digital dos consumidores e a ênfase na governança corporativa, consolidaram-se como pilares estratégicos dos negócios. Eduardo Terra, presidente da SBVC, declara que esses movimentos têm sido impulsionadores do progresso contínuo do setor.
O ranking é liderado por cinco gigantes que mantiveram suas posições do ano anterior: Carrefour, Assaí, Magazine Luiza, Via e Americanas. Destes, o Carrefour se destaca ao atingir um recorde impressionante de R$ 108 bilhões em faturamento, tornando-se a primeira varejista a ultrapassar a marca dos R$ 100 bilhões.
A composição dessas cinco empresas resultou em um faturamento combinado de R$ 285,9 bilhões, representando 27,33% do total apurado pelas 300 empresas do ranking, que somou R$ 1,046 trilhão. Ao avaliar as 207 empresas que divulgaram seus faturamentos brutos em 2021 e 2022, observou-se um crescimento anual de 20%.
| Posição | Empresa | Vendas 2022 |
|---|---|---|
| 1 | Grupo Carrefour | R$ 108 bilhões |
| 2 | Assaí | R$ 59,7 bilhões |
| 3 | Magazine Luiza | R$ 44,7 bilhões |
| 4 | Via | R$ 39 bilhões |
| 5 | Americanas | R$ 34,4 bilhões |
| 6 | Raia Drogasil | R$ 30,9 bilhões |
| 7 | Grupo Boticário | R$ 23,6 bilhões |
| 8 | Natura & Co | R$ 20,7 bilhões |
| 9 | Grupo Mateus | R$ 20,4 bilhões |
| 10 | GPA Alimentar | R$ 18,4 bilhões |
Fonte: SBVC
Enquanto o top 5 permaneceu estável em relação ao ano anterior, as cinco empresas que experimentaram o maior crescimento entre 2021 e 2022 foram a Bagaggio (104%), Grupo Soma (71%), Bauducco (67%), Usaflex (57%) e Mart Minas (56%). Dentre as 50 listadas, 10 representam supermercados e 11 pertencem ao setor de moda.
A presença no e-commerce destacou-se como um elemento fundamental nas empresas do ranking. De 162 empresas com e-commerce no ranking anterior, agora são 222. Alberto Serrentino, fundador da Varese Retail e vice-presidente da SBVC, ressalta que 74% das empresas da lista vendem online, um número que aumenta para 91% entre as empresas não relacionadas a alimentos. A diversificação das vias de venda também solidificou-se, com 85 das 300 empresas adotando vendas via WhatsApp e 27 operando marketplaces próprios.
O ranking ressalta que 173 empresas conquistaram um faturamento superior a R$ 1 bilhão em 2022, um aumento de 17 em relação ao ano anterior. Entre elas, 84 são redes supermercadistas, representando 48,5% do total. A lista também apresenta empresas que operam predominantemente no e-commerce, como Amazon, Dafiti, Privalia, Petlove e Estrela 10. Entre os novatos estão nomes como Petlove e Usaflex.

Enquanto supermercados e grandes lojas de departamento lideram em vendas e faturamento, as redes de franquias destacam-se em número de lojas. O estudo destaca que 51% das 300 varejistas utilizam o modelo de franquias para expandir seus negócios. As cinco maiores varejistas em termos de número de lojas são Grupo Boticário, Cacau Show, Raia Drogasil, Ortobom e Americanas.
O estudo da SBVC também explorou a diversidade dentro das empresas de varejo. Com foco em participação de mulheres e pessoas pretas e pardas, os dados mostram que as mulheres representam 56% dos colaboradores, enquanto pessoas pretas e pardas representam 54%. O desafio persiste em elevar a diversidade aos cargos de liderança, com apenas 44% das empresas possuindo mais de 50% de cargos de liderança ocupados por mulheres.
No que diz respeito a conselhos, somente 6% das empresas possuem mais de 50% das posições ocupadas por mulheres. No caso de pessoas pretas e pardas, 24% das empresas têm mais de 50% dos cargos de liderança ocupados por elas.
Considerações Finais: Uma Jornada de Crescimento e Inclusão
Em um panorama onde debates sobre diversidade, equidade e inclusão ganham destaque, a pesquisa da SBVC não apenas identifica os líderes do mercado nacional, mas também traz à tona o progresso e os desafios do setor varejista. Como Eduardo Terra ressalta, essa contribuição não apenas reconhece aqueles que estão moldando o mercado, mas também reforça a importância da diversidade e inclusão em meio à evolução do setor.
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As marcas mais valiosas do Brasil em 2023 acabam de ser anunciadas pela Interbrand. Bora conferir esse ranking que serve de parâmetro econômico para analisar o desempenho dos negócios no Brasil. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]
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As marcas mais valiosas do Brasil em 2023 acabam de ser anunciadas pela Interbrand.
Bora conferir esse ranking que serve de parâmetro econômico para analisar o desempenho dos negócios no Brasil.
Definitivamente as 4 primeiras posições do ranking repetem as mesmas posições. Ao que tudo indica, isso reforça o potencial histórico de bancos e cervejas aqui no Brasil.
No top 5 da lista estão: Itaú com valor de aproximadamente R$ 44,3 bilhões, seguido de Bradesco com R$ 28,6 bilhões; Skol com R$ 18,8 bilhões; Brahma com R$ 13,3 bilhões e Banco do Brasil com R$ 10,3 bilhões.
Essas 5 primeiras marcas representam 75% do valor total da tabela e acabam por elucidar a presença constante na mente dos clientes. Serviços financeiros representam 58% da tabela, seguido de bebidas alcoólicas com 22% e varejo com 12%.

Somadas as 25 marcas apontadas no ranking da Interbrand somam o valor de R$ 153 bilhões, com leve crescimento de 6% em relação a edição anterior.
Uma marca que se destaca nesse ranking é o Nubank, ocupando a 7ª colocação e um valor estimado de R$ 3,8 bilhões.
Ainda sobre o ranking anterior, a marca com maior crescimento é a Renner, com 14%, subindo uma posição e chegando a R$ 1,9 bilhões. Vale destacar que além do crescimento do lucro líquido, a marca se solidificou como referência no segmento de varejo.
Em geral o varejo apresentou crescimento de 2 dígitos como por exemplo: Localiza (13%), PagSeguro (13%), Atacadão (13%), Hering (12%), Assaí (11%), Port Seguro (11%) e Drogasil (10%). As Lojas Americanas foi a única anomalia do ranking nesse setor, despencando 8 posições em relação ao período anterior.
Conforme o CEO da Interbrand: “As marcas de maior crescimento do estudo foram as que souberam se adaptar as rápidas alterações comportamentais de seu público nesta era onde a rapidez e certeza da mudança dão forma ao novo normal”.
No caso específico das Lojas Americanas após crise financeira aconteceu uma desvalorização de 53% do valor da marca, tendo essa um valor estimado de R$ 844 milhões.
Confira aqui o estudo completo das marcas da Interbrand e faça as suas próprias análises.
Interbrand é uma empresa global de consultoria de marcas que oferece serviços de estratégia, criação, avaliação e gestão de marcas para empresas em diversos setores.
A Interbrand foi fundada em 1974 e tem sede em Nova York, Estados Unidos.
A empresa é conhecida por seu ranking anual das marcas mais valiosas do mundo, o Best Global Brands, que avalia o valor financeiro das marcas com base em critérios como desempenho financeiro, influência de marca e força da marca junto aos consumidores. Em português, a empresa é chamada de “Interbrand”.
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Mais uma grande empresa do varejo está fechando lojas. Primordialmente, ao que tudo indica o varejo brasileiro enfrenta problemas pelo impacto da crise das Lojas Americanas e também o atual cenário econômico mundial. Bora entender tudo isso! Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia […]
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Mais uma grande empresa do varejo está fechando lojas.
Primordialmente, ao que tudo indica o varejo brasileiro enfrenta problemas pelo impacto da crise das Lojas Americanas e também o atual cenário econômico mundial.
Bora entender tudo isso!
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Uma das empresas que lideram o setor do varejo brasileiro acabou de anunciar o fechamento de diversas lojas.
O real motivo dessa decisão diz respeito a tentar reduzir custos e ampliar lucros em um cenário de desaceleração econômica, segundo especialistas da Bloomberg.
Primordialmente a mudança irá acontecer em lojas localizadas dentro de shoppings que tem apresentado resultados abaixo do esperado.
Ao que tudo indica a Centauro está em um processo de reestruturação do negócio.
O cenário econômico do varejo brasileiro piorou com a crise causada pelas Lojas Americanas, hoje em processo de recuperação judicial e dívidas bilionárias com o mercado.
Conforme notícias recentes, Marisa, Tok&Stok e Livraria Cultura, Saraiva e Ricardo Eletro apresentaram resultados preocupantes, sendo que algumas estão decretando falência.
De acordo com dados da Reuters, no período de início de 2023, as ações das empresas de varejo tem apresentado resultados negativos, veja:
O rombo bilionário das Lojas Americanas pegou o mercado de varejo de surpresa, logo, a insegurança e instabilidade ocorrem em bancos e instituições financeiras.
Dos gigantes do varejo apenas Arezzo e Magalu conseguiram se valorizar na Bolsa de Valores nesse período inicial de 2023.
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fonte: seu crédito digital
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais
Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional
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Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.
De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.
No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.
Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.
Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.
Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.
Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.
Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.
Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.
Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.
Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.
Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.
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BBB 23 amplia interesse do público por marcas patrocinadoras Presentes em provas-chave do programa, após exibição de seus merchans, Oral B viu disparar buscas pela sua marca em 7.600% e Mercado Livre em 167% Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos […]
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BBB 23 amplia interesse do público por marcas patrocinadoras
Presentes em provas-chave do programa, após exibição de seus merchans, Oral B viu disparar buscas pela sua marca em 7.600% e Mercado Livre em 167%
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Aplicativos de velhos ricos e milionários para você conhecer
A Tunad, primeira plataforma de moment marketing da América Latina, monitora, desde o início do Big Brother Brasil, os resultados de buscas sobre as marcas patrocinadoras desta edição. Entre 5 e 18 de fevereiro, foram exibidos 30 merchans, desde produtos de higiene pessoal até automóveis. O relatório mantém a tendência de aumento nas buscas em todas as marcas no momento seguinte à veiculação das ações. Contudo, esse incremento pode variar de acordo com o recall de cada marca, o setor e o tipo de bem de consumo ou serviço.
Durante a apresentação da prova da Oral-B, no dia 5 de fevereiro, a marca registrou pico de mais de 300 acessos por minuto, representando aumento de 7.600% na média de pesquisas sobre o produto (eram 10 buscas por minuto antes do merchan). Já a prova do Mercado Livre, em 13 de fevereiro, fez as buscas pela marca alcançarem um pico de 1.483 por minuto, 167% acima da média normal de 550 acessos por minuto antes da exibição. O segundo pico foi 127% maior que a média e o terceiro, 63%.
Ricardo Monteiro, CSO e COO da Tunad, explica que, para avaliar o impacto de cada publicidade no BBB, o estudo utiliza como informação base o interesse pelas marcas antes da inserção publicitária, durante e depois. “Com isso, é possível avaliar individualmente o comportamento de cada inserção, cada empresa e comparar marcas e categorias”, destaca.
Ainda de acordo com o executivo, o monitoramento da variação de interesse é uma ferramenta utilizada para entender como as marcas são impulsionadas.
“Os exemplos coletados nos ajudam a ilustrar como o ciclo de interesse funciona. As duas marcas geram resultados, mas em graus e tempos diferentes. Por exemplo, Mercado Livre é uma empresa online conhecida e de forte abrangência, por isso, nesse ambiente, é esperado que não se veja um aumento percentual tão impactante como o de Oral-B, produto FMCG (fast moving consumer goods), muito mais presente na decisão de compras no offline”, analisa.
Monteiro esclarece que o mesmo ocorre quando surge uma empresa não tão conhecida, a qual desperta uma curiosidade maior em relação às marcas comuns e mais populares.
Para o CSO e COO da Tunad, o investimento em publicidade na televisão ainda tem muita força mas, para ter seus resultados interpretados da maneira correta, precisam ser analisados em conjunto com métricas de outros meios, especialmente online, pois hoje tudo está conectado. “Nem sempre as buscas virão em peso imediatamente após uma exibição, mas sempre serão mensuráveis, ajudando a entender a melhor combinação de programas e criativos e aumentar a demanda dos produtos”, ressalta.
A Startup é a única plataforma de moment marketing do Brasil, solução que possibilita a otimização de campanhas, sincronização dos universos online e offline e mensuração dos resultados de conversão e construção de marca.
Oferecendo uma ferramenta de Performance e Business Intelligence inédita no mercado brasileiro e na América Latina, a empresa monitora centenas de canais de conteúdo, por meio de streamings (Lives no Youtube, Instagram, Facebook), além de TVs e rádios.
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Crédito: 4influence
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Infelizmente a crise está batendo para muitas empresas. Desde já, uma grande loja está fechando as portas no Brasil. Ao que tudo indica, antes de mais nada, os administradores desse varejo devem anunciar um planejamento estratégico para o fechamento de algumas lojas. Bora conferir mais detalhes sobre! Talvez você também goste de ler: Melhores perfumes […]
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Infelizmente a crise está batendo para muitas empresas. Desde já, uma grande loja está fechando as portas no Brasil.
Ao que tudo indica, antes de mais nada, os administradores desse varejo devem anunciar um planejamento estratégico para o fechamento de algumas lojas.
Bora conferir mais detalhes sobre!
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Mergulhada em uma forte dívida, a Marisa pretende fechar muitas unidades pelo Brasil. Essa medida dá-se no momento em que a empresa renegocia dívidas avaliadas em mais de R$ 600 milhões.
Conforme o CEO da empresa Jão Pinheiro Nogueira Batista afirmou ao Valor econômico nessa semana: “Não faz sentido um empresa com alta margem ter prejuízo”.
Ao que tudo indica, o alto custo operacional está causando um rombo nas finanças do negócio.
A estimativa do momento é que a rede varejista feche muitas das 344 lojas.
Nesse sentido, a equipe de planejamento estratégico da empresa deverá apresentar os cortes nesse próximo mês. Igualmente a empresa deverá passar por uma reformulação da sua diretoria.
Batista assumiu recentemente o cargo de CEO após divulgação das dívidas da varejista e posterior renúncia de Adalberto Pereira Santos.
Assim como as Lojas Americanas, após o anúncio do rombo fiscal, as ações da Mariasa (AMAR3) na B3 despencaram em 45%.
Logo, em um período de 12 meses acumula forte queda de 75% no valor da ação, valendo abaixo de R$ 1 nessa semana.
Esse problema de desvalorização não atinge somente a Marisa, uma vez que Lojas Renner e Americanas também vivem um período de forte crise.
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Grana curta no bolso e aquela vontade de se empanturrar de chocolate e outras guloseimas: a Americanas é a solução! Mas sabe aquela história de que o barato pode sair caro? No meio de tanta discussão, resta a dúvida: as lojas Americanas irão fechar? Além disso, essa semana uma bomba explodiu no mercado financeiro: a […]
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Grana curta no bolso e aquela vontade de se empanturrar de chocolate e outras guloseimas: a Americanas é a solução! Mas sabe aquela história de que o barato pode sair caro? No meio de tanta discussão, resta a dúvida: as lojas Americanas irão fechar?
Além disso, essa semana uma bomba explodiu no mercado financeiro: a Americanas, uma das grandes varejistas do mercado brasileiro, comunicou que foram detectadas inconsistências em seus lançamentos contábeis estimadas em R$ 20 bilhões. No entanto, fica a dúvida neste escândalo financeiro, na cabeça de investidores e consumidores: as Lojas Americanas vão fechar? E agora?
Em análise preliminar realizada com data-base de 30 de setembro de 2022, a empresa detectou inconsistências no seu balanço contábil. Em nota a Americanas informou:
Neste momento, não é possível determinar todos os impactos de tais inconsistências na demonstração de resultado e no balanço patrimonial da companhia.
Mas afinal, o que ocasionou toda essa confusão? Pode-se dizer que a resposta é “risco sacado” ou “fotfait”, ou seja, operações que não são inseridas no balanço das empresas.
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Eu preciso declarar imposto de renda?
No caso da Americanas, ocorreu o seguinte: a empresa comprava grandes quantidades de produtos de seus fornecedores que concordavam com um prazo bem espaçado para pagamento de até 180 dias.
Neste ínterim, intermediários financeiros ofereciam aos fornecedores o adiantamento do montante, como explica o economista e professor da FGV Roberto Kanter, especialista em varejo:
Quando a Americanas faz a compra dos fornecedores, geralmente coloca um prazo bastante dilatado para o pagamento, muitas vezes chega até 180 dias. Como ela compra em grandes volumes, os fornecedores aceitam vender o produto e receber neste prazo. Mas, dentro de uma semana após a venda ser feita, o intermediário financeiro entra em contato com o vendedor e se oferece para adiantar o montante.
E acrescentou:
Como os fornecedores podem ter prazos mais apertados, eles aceitam. E aí a dívida passa a ser com o intermediário financeiro. O que aconteceu foi que em vez de a Americanas lançar em seu balanço como ‘dívidas ao banco’, ela permaneceu lançada como ‘dívida ao fornecedor’, e isso impacta em uma gestão de balanço diferente, principalmente sobre os juros.
Um ofício da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), emitido em janeiro de 2022, já alertava as empresas que prestam serviços de consultoria contábil para as grandes empresas do ramo, sobre os riscos que envolvem essa prática.
O ex-presidente executivo, Sérgio Rial, afirmou em uma reunião fechada, falhas de identificação em financiamentos bancários que deveriam ter sido lançados como dívidas. Além disso, após comunicar os fatos, Sérgio Rial renunciou à direção da varejista após 10 dias no cargo.
Fato é que ainda é cedo para saber os rumos que a empresa tomará e, consequentemente, se as Lojas Americanas permanecerão de portas abertas.
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Atualmente, a tecnologia já alcançou outros patamares. Hoje, existem uma série de tecnologias que facilitam demais a vida dos sujeitos. Uma das ferramentas que acabou ganhando destaque no mercado foram os relógios inteligentes e as pulseiras inteligentes. No entanto, embora os relógios inteligentes sejam os mais robustos que circulam no mercado, geralmente, eles chegam a […]
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Atualmente, a tecnologia já alcançou outros patamares. Hoje, existem uma série de tecnologias que facilitam demais a vida dos sujeitos. Uma das ferramentas que acabou ganhando destaque no mercado foram os relógios inteligentes e as pulseiras inteligentes.
No entanto, embora os relógios inteligentes sejam os mais robustos que circulam no mercado, geralmente, eles chegam a custar um valor não muito acessível, sem dizer que quase sempre não são, também, a melhor opção para as pessoas que gostam de praticar esportes.
Porém, para esse tipo de nicho e específico, uma ótima alternativa aos relógios inteligentes, tanto pelo custo quanto pelo benefício, são as pulseiras inteligentes. De fato, as pulseiras inteligentes são muito mais acessíveis que qualquer relógio inteligente. Além disso, são extremamente mais compactas, denotando uma praticidade única.
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Outro fator que é agregador das pulseiras inteligentes é o fato de serem muito confortáveis quando encontram-se presas no pulso, geralmente as pessoas que gostam de alpinismo, pedaladas e até mesmo de nadas utilizam essas pulseiras. Confira aqui as três melhores pulseiras inteligentes que serão de extrema ajuda no seu dia a dia!
De fato, atualmente, uma das marcas mais famosas de pulseiras inteligentes pertence à gigante chinesa Xiaomi. A pulseira se tornou muito popular entre os praticantes de esporte no mundo todo. Nesse sentido, é importante destacar que a Mi Band é uma pulseira inteligente super barata. Além disso, oferece ao usuário um monitoramento da saúde do usuário nas atividades físicas com muita precisão.
Nessa pulseira, de forma específica, é possível monitorar os níveis de saturação do oxigênio durante todo o dia, bem como monitorar de forma contínua, também, o sono, a respiração e a frequência cardíaca. Seguindo um pouco a lógica dos relógios inteligentes que existem em circulação no mercado, a Mi Band 7 possui a capacidade de se adaptar aos exercícios que são praticados pelo usuário.
Isso ocorre devido a tecnologia conta com mais de 120 modos diferentes de esporte para poder controlar as calorias queimadas, as alterações de frequência cardíaca, além da duração do exercício em questão. Os gráficos que são apresentados pela pulseira são muito simples de ler e de fácil entendimento.
Caso você esteja praticando exercícios e os seus batimentos cardíacos saiam da zona segura, a pulseira possui uma tecnologia que faz com que ela vibre, alertando dos possíveis perigos. É possível fazer a compra dessa pulseira inteligente na Amazon por um valor de R$ 240. No Submarino e nas Americanas, a mesma pulseira também pode ser encontrada custando R$ 300 e R$ 307, respectivamente.
Inicialmente é importante destacar que essa marca também trabalha com produção de relógios inteligentes. Nesse sentido, essa pulseira desenvolvida pela marca conta com distintos modos de operação em relação aos esportes para que os usuários consigam captar os dados precisos acerca dos exercícios que fazem.
Por conseguinte, essa pulseira inteligente também possui o reconhecimento inteligente acerca de alguns esportes. A pulseira consegue reconhecer os esportes sem precisar clicar em nada na ferramenta. Além disso, possui a capacidade de suportar até 50 metros de pressão na água, o que quer dizer que você pode mergulhar com ela.
Em vista disso, outro ponto forte dessa pulseira é a sua capacidade de conseguir medir de forma simultânea as atividades físicas por meio de seu rastreador. É possível fazer o monitoramento da frequência cardíaca, nível de estresse e até mesmo o oxigênio do sangue. Somente com um toque o usuário consegue receber as informações em até 45 segundos.
A pulseira inteligente também foi desenvolvida para poder rastrear a qualidade do sono dos usuários por meio dos estágios, como sono profundo, leve, e REM. Além disso, também fornece o monitoramento do ciclo menstrual de usuárias. É possível, inclusive, integrar a Alexa com a pulseira e receber ajuda da assistente virtual.
No que se refere a capacidade de carga, a pulseira consegue aguentar 18 dias com uma única carga, um feito um tanto inovador. Na Amazon essa pulseira custa R$ 249 e nas Americanas R$ 440.
Essa pulseira é uma invenção da Samsung. Sem dúvidas, a pulseira é uma excelente opção de pulseira inteligente para os amantes do esporte. Nesse sentido, inicialmente, é importante destacar que essa pulseira possui uma duração de bateria que é um grande destaque no mercado internacional. A Galaxy Fit 2 possui uma duração de 21 dias de bateria somente com uma carga.
A fabricante da pulseira inteligente criou-a com um único propósito: monitorar as atividades físicas dos sujeitos com o máximo de eficiência. Posto isso, para atingir o seus objetivos, os desenvolvedores da Samsung desenvolveram a pulseira para detectar qual é o tipo de exercício que os usuários estão praticando, com a capacidade de monitorar o tempo, a frequência cardíaca, as calorias gastas, entre outros detalhes.
Em suma, a pulseira conta com recursos automatizados que visam otimizar em diferentes escalas os treinos dos usuários. Uma das capacidades da pulseira é conseguir sugerir tipos de movimentos durante as caminhadas, bem como pintos no qual o usuário poderia melhorar durante alguns exercícios, como natação, por exemplo.
A Pulseira funciona junto com um aplicativo criado especificamente pela empresa. Assim, o usuário baixa o aplicativo no seu smartphone e, a partir disso, consegue armazenar os dados que foram criados com a interação da pulseira inteligente.
Além disso, no aplicativo, também encontram-se gráficos organizados e relatórios acerca das atividades desenvolvidas pelo usuário. Quando pensamos em custo benefício, a Galaxy Fit 2 é uma das pulseiras inteligentes do mercado mais completa e de mais fácil acesso. Os dados gerados pela pulseira também foram feitos para serem de fácil compreensão.
Se você se interessou pelo Galaxy Fit 2 é possível encontrar a pulseira à venda em diversas lojas online, em especial no próprio site da Samsung dependendo do local em que você mora. É possível, também encontrá-la na Amazon por um valor de R$ 350 e nas lojas Americanas por um valor de R$ 348.
A Galaxy Fit 2 possui um preço mais elevado em relação aos demais modelos pela durabilidade da bateria e pelas aplicações que são possíveis fazer com a pulseira inteligente.
Fundada por Jeff Bezos, a Amazon Inc. é uma multinacional americana de tecnologia e logística. Com sede em Seatle e Washington o core business da empresa atualmente concentra-se em: e-commerce, computação em nuvem, streaming e inteligência artificial.
Definitivamente é uma das 5 grandes potências globais de tecnologia mundial (big techs), juntamente com Google, Apple, Microsoft e Meta.
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De fato, recentemente, as Americanas fizeram o lançamento de um novo programa de capacitação em tecnologia com mais de 20 mil vagas em um curso no qual toda a formação será completamente gratuita. Em vista disso, é importante destacar que o curso se destina principalmente para os universitários e aqueles que são recém-formados em TI, […]
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De fato, recentemente, as Americanas fizeram o lançamento de um novo programa de capacitação em tecnologia com mais de 20 mil vagas em um curso no qual toda a formação será completamente gratuita. Em vista disso, é importante destacar que o curso se destina principalmente para os universitários e aqueles que são recém-formados em TI, por exemplo. Quer saber mais sobre como se inscrever e concorrer a uma dessas bolsas de estudos? Continue lendo que não vamos te ajudar!
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Ao que tudo indica, em seu lançamento, foram abertas cerca de 20 mil bolsas para o treinamento online. No entanto, é preciso enfatizar que somente 200 foram ofertadas para o curso em sua totalidade. Vale lembrar que a formação será dividida em trilhas de Data Science, Back-End e Front-End. A principal finalidade dessa movimentação é o foco na empregabilidade, uma vez que existe uma falta de mão de obra nítida nessas áreas.
Programa Americanas Futuro Polo Tech.
No que se refere ao conteúdo do curso de capacitação em tecnologia, criou-se uma plataforma Let’s Code. Desse modo, a iniciativa tem a meta de atingir 79 mil alunos em até cinco anos. Os cursos, de modo geral, possuem duração de cinco meses e são gratuitos. Além disso, é importante enfatizar que as aulas ocorreram de forma síncrona, ao vivo, com conteúdos assíncronos nas segundas, quartas e sextas-feiras, das 19h às 22h. Aqueles que tiverem interesse em atuar na área de TI devem fazer a sua inscrição na plataforma Let’s Code até o dia 23 de setembro de 2022.
Por fim, vale lembrar que para poder fazer o curso o profissional precisa no mínimo ser estudante do último ano da graduação ou um recém-formado em um dos seguintes cursos: Tecnologia; Ciências; Física; Engenharias; Matemática; Estatística; Outros cursos similares. No que tange o processo seletivo, esse será dividido em cinco etapas, sendo essas: Treinamento online; Teste de lógica, matemática e programação; Vídeo de apresentação; Dinâmica em grupo; Coding Tank.
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