
IMPOSTO no AliExpress: Ao que tudo indica as novas regras para importação e compras online
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Uma notícia impactante está mexendo com os consumidores que adoram fazer compras online, especialmente no gigante do comércio eletrônico chinês, o AliExpress. O governo brasileiro lançou o programa “Remessa Conforme” como uma estratégia para combater a sonegação em compras realizadas em sites estrangeiros. O que isso significa para você, o consumidor?
Neste artigo, exploraremos as mudanças que a entrada do AliExpress neste programa trará e como isso afetará suas compras. Prepare-se para entender o cenário das compras internacionais e as implicações que essa novidade traz consigo.
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O gigante do comércio eletrônico chinês, AliExpress, tomou uma decisão que certamente fará diferença nas compras online de seus clientes brasileiros. A empresa aderiu ao “Remessa Conforme”, um programa governamental que visa combater a sonegação fiscal em compras feitas em sites estrangeiros. Mas o que isso muda para você, o consumidor?
A principal vantagem para quem realiza compras no AliExpress e em outras plataformas que aderem ao programa é a isenção de imposto de importação para compras de até US$ 50, o que equivale a cerca de R$ 250. Isso significa que, para essas compras, você só precisará pagar os 17% de ICMS, tornando suas compras internacionais mais acessíveis.
Para compras acima de US$ 50 feitas por consumidores que estejam no “Remessa Conforme”, a taxa de imposto de importação permanece em 60%, acrescida dos 17% de ICMS. Porém, para aqueles que não aderiram ao programa, não há isenção de impostos, independentemente do valor da compra. Vale destacar que os tributos são calculados sobre o valor total da compra, já incluindo o imposto, resultando em uma carga tributária total de 92%. Este é um cenário que afeta não apenas o AliExpress, mas todas as compras internacionais e foi amplamente discutido nos últimos tempos.
O problema central que o governo enfrenta é a sonegação fiscal nesse contexto. Quando ocorre a sonegação e é identificada, pode gerar multas de até 50% do valor não declarado. Portanto, é fundamental que as empresas e os consumidores estejam cientes dessas mudanças para evitar surpresas desagradáveis.
No momento, a experiência de compra no AliExpress permanece a mesma, mas a empresa já adiantou que está desenvolvendo uma solução para que o pagamento seja realizado no próprio carrinho virtual do consumidor, durante o fechamento do pedido. Isso era uma solicitação do varejo brasileiro, visando combater a sonegação e garantir uma competição justa. Anteriormente, a cobrança era realizada por fiscalização por amostragem pela Receita Federal, que estava enfrentando dificuldades para lidar com o aumento das remessas.
O AliExpress justifica sua adesão ao programa afirmando que isso evitará surpresas desagradáveis nas cobranças aos consumidores e permitirá entregas mais rápidas. A Receita Federal promete liberar imediatamente os produtos das empresas que fazem parte do “Remessa Conforme”, o que beneficia a agilidade na entrega.
Além do AliExpress, outros sites estrangeiros estão gradualmente aderindo ao programa “Remessa Conforme”. No entanto, o varejo nacional ainda clama pela volta do imposto de importação, que antes era de 60%. Segundo a proposta orçamentária enviada ao Congresso, o governo federal planeja retomar a cobrança com uma alíquota intermediária de 20%, o que não é considerado suficiente por muitos lojistas e industriais brasileiros.
O debate sobre as taxas adequadas de impostos para manter a competitividade continua. Empresários como o presidente da Beira Rio, Roberto Argenta, argumentam que seria necessário cobrar 40% para manter uma competição justa. Argenta também reconheceu que reduziu os investimentos após a portaria do Ministério da Fazenda que entrou em vigor em 1º de agosto, evidenciando a relevância desse assunto.
O ingresso do AliExpress no programa “Remessa Conforme” representa um passo importante na evolução das compras internacionais para os consumidores brasileiros. Com mais transparência nas cobranças e agilidade na entrega, a experiência de compra promete melhorar. Ainda assim, a discussão sobre os impostos e a competição justa continua.
Este é um momento crucial para quem adora fazer compras online, e o cenário está em constante mudança. Fique atento às atualizações e continue desfrutando das vantagens de comprar no AliExpress e em outros sites internacionais. Afinal, a evolução é a chave para uma experiência de compra mais satisfatória e justa.
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Os Correios do Brasil, empresa estatal responsável pelos serviços postais e de encomendas no país, anunciaram no início deste ano uma parceria com o Grupo Alibaba, dono da plataforma de comércio eletrônico AliExpress. Essa parceria é um marco importante para o comércio eletrônico brasileiro, já que permitirá que os clientes brasileiros comprem produtos da AliExpress […]
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Os Correios do Brasil, empresa estatal responsável pelos serviços postais e de encomendas no país, anunciaram no início deste ano uma parceria com o Grupo Alibaba, dono da plataforma de comércio eletrônico AliExpress.
Essa parceria é um marco importante para o comércio eletrônico brasileiro, já que permitirá que os clientes brasileiros comprem produtos da AliExpress e recebam suas encomendas diretamente pelos Correios, em um processo mais rápido e eficiente.
Com essa novidade, os consumidores brasileiros terão acesso a uma variedade ainda maior de produtos e uma experiência de compra mais satisfatória, enquanto os Correios e o Grupo Alibaba expandem seus negócios e consolidam sua posição no mercado. Neste artigo, vamos analisar com mais detalhes essa parceria e suas implicações para o comércio eletrônico no Brasil.
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Os Correios do Brasil, empresa estatal responsável pelos serviços postais e de encomendas no país, fecharam um acordo com o Grupo Alibaba, dono da plataforma de comércio eletrônico AliExpress. O acordo, anunciado no início deste ano, permitirá que os clientes brasileiros comprem produtos da AliExpress e recebam suas encomendas diretamente pelos Correios, em um processo mais rápido e eficiente.
O acordo entre os Correios e o Grupo Alibaba é um marco importante para o comércio eletrônico brasileiro. A AliExpress é uma das maiores plataformas de comércio eletrônico do mundo, com milhões de produtos disponíveis para compra. Com a parceria, os clientes brasileiros poderão ter acesso a uma variedade ainda maior de produtos, além de receberem suas encomendas de forma mais rápida e segura.
Para os Correios, a parceria com a AliExpress representa uma oportunidade única de ampliar seus negócios e se consolidar como um dos principais players do mercado de logística e transporte de encomendas no Brasil. Além disso, a parceria permitirá que os Correios modernizem seus processos e ofereçam serviços mais eficientes e competitivos para seus clientes.
Para o Grupo Alibaba, a parceria com os Correios representa uma oportunidade de expandir seus negócios no mercado brasileiro, que é um dos mais promissores do mundo em termos de comércio eletrônico. Com a parceria, a AliExpress poderá oferecer aos seus clientes brasileiros uma experiência de compra ainda mais satisfatória, com um processo de entrega mais rápido e eficiente.
Além disso, a parceria entre os Correios e a AliExpress é uma boa notícia para os consumidores brasileiros, que poderão ter acesso a produtos de qualidade a preços mais competitivos. Com a ampliação da oferta de produtos, os consumidores poderão comparar preços e escolher a opção que melhor se adapta às suas necessidades e orçamento.
No entanto, é importante lembrar que o comércio eletrônico no Brasil ainda enfrenta muitos desafios, como a falta de infraestrutura adequada, altos custos logísticos e tributação excessiva. Nesse sentido, é fundamental que as empresas e o governo trabalhem juntos para superar esses obstáculos e promover um ambiente mais favorável para o comércio eletrônico no país.
Em resumo, a parceria entre os Correios e o Grupo Alibaba é um marco importante para o comércio eletrônico brasileiro. Com a ampliação da oferta de produtos e a melhoria dos processos logísticos, os consumidores brasileiros poderão desfrutar de uma experiência de compra mais satisfatória, enquanto os Correios e a AliExpress expandem seus negócios e consolidam sua posição no mercado.
O Grupo Alibaba é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, com sede na cidade chinesa de Hangzhou. Fundada em 1999 pelo empreendedor Jack Ma, a empresa começou como uma plataforma de comércio eletrônico, mas hoje atua em diversas áreas, como finanças, nuvem, entretenimento e mídia.
Atualmente, o Grupo Alibaba é um dos maiores players do mercado global de comércio eletrônico, com várias marcas e plataformas sob seu guarda-chuva, incluindo a AliExpress, Taobao, Tmall e Alibaba.com. A empresa tem uma presença significativa em vários países do mundo, incluindo Brasil, Rússia, Índia e países do sudeste asiático, e continua a expandir seus negócios em novas áreas e setores.
Com sua cultura empreendedora e inovadora, o Grupo Alibaba é visto como um exemplo de sucesso empresarial em todo o mundo.
Aliexpress é uma plataforma online de comércio eletrônico fundada em 2010 que conecta compradores de todo o mundo a vendedores chineses que oferecem uma ampla variedade de produtos a preços competitivos.
A Aliexpress é conhecida por sua ampla seleção de produtos, desde eletrônicos, roupas, acessórios para casa, brinquedos, entre outros. Os vendedores na Aliexpress podem ser indivíduos ou empresas, e muitos deles oferecem frete grátis para compras acima de um determinado valor.
A plataforma é muito popular entre compradores que procuram ofertas e preços acessíveis, e pode ser acessada em vários idiomas, incluindo português.
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais
Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional
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Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.
De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.
No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.
Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.
Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.
Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.
Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.
Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.
Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.
Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.
Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.
Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.
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