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Wes Anderson: novo longa do diretor é bonito, porém chato? Saiba mais - Seja Criativo
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O filme mais bonito e chato do ano de 2023 tem surpreendido espectadores

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“O filme mais bonito do ano talvez seja também o mais chato”. Essa é a opinião do jornalista Ticiano Osório, que escreveu recentemente uma crítica ao novo filme do famoso cineasta Wes Anderson, Asteroid City (2023), em sua coluna de opinião no Gaúcha ZH.

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A questão levantada pelo autor do texto é se deve haver um limite entre a autoridade (e a marca pessoal do diretor) e a repetição, e também entre o rigor estético e ao que Ticiano chamou de “sujeição ao formulaico”.

O autor questiona a qualidade do novo filme de Wes Anderson, trazendo inclusive opiniões de outros críticos, como o estadunidense Rex Reed, do The Observer, que afirmou que o novo filme é uma comédia “enigmática, artificial, irritantemente autoindulgente e irrevogavelmente sem sentido”,  assim como outras obras do mesmo diretor.

Já para outros críticos, como o brasileiro Chico Fireman, a obra pode ser considerada “um dos melhores filmes de 2023″.

Mas, então, em quem acreditar? O novo filme de Wes Anderson é mais do que bonito ou apenas chato? Para saber mais, confira o texto a seguir.

Asteroid City (2023): confira a sinopse do novo filme de Wes Anderson

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novo filme wes anderson

Primeiramente, vale falar um pouco sobre a história do longa.

Asteroid City se passa em 1955, tendo como cenário uma cidadezinha de 87 habitantes situada no meio do deserto dos EUA e localizada próximo a um campo de testes de bomba atômica.

Na trama, um grupo de personagens visita uma cidadezinha perdida num deserto dos EUA para ver uma cratera de meteoro e observar fenômenos da luz no céu. Contudo, todos acabam de quarentena a mando do exército depois de fazer um contato imediato de terceiro grau com um extraterrestre.

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O problema é que, para o público que talvez espere uma narrativa mais direta ou lúdica, pode acabar se decepcionando. De acordo com Ticiano:

“As típicas idiossincrasias e digressões de Wes Anderson podem acabar tirando o foco do grande tema de Asteroid City: o luto e como a arte pode nos ajudar a suportar a inevitável finitude. Os personagens falam, falam e falam, mas são poucos os diálogos que permanecem conosco após a sessão”, explica o autor.

Contudo, ele também reconhece que o filme tem seus méritos. Especialmente, ao que parece, quando para de se deixar levar por uma narrativa complexa e muitas vezes sem fundamento.

“É só no final que o diretor amarra as pontas, unindo a trama da ficção com a da “vida real”. Isso rende momentos brilhantes e tocantes, como o monólogo da atriz encarnada por Margot Robbie, adornado pela sutil trilha sonora composta por Alexandre Desplat”, diz.

Filme pode ser complexo, mas a identidade inconfundível de Wes permanece 

Apesar das questões envolvendo a narrativa do longa, Ticiano admite que, fã ou hater de Wes Anderson, não há como negar a beleza do filme e a originalidade visual do diretor.

“Poucos diretores têm uma identidade visual tão inconfundível. Asteroid City reúne quase todas as suas características. Do roteiro que assume ser tudo uma encenação — letreiros anunciam a divisão do filme em três atos e a numeração das cenas — à alternância entre verborragia e silêncio. Do esmero na construção cenográfica, na confecção dos figurinos (de novo, uma criação de Milena Cannonero) e na escolha de uma paleta de cores nostálgicas à obsessão pela centralização e pela simetria nos planos arquitetados por outro colaborador contumaz, o diretor de fotografia Robert Yeoman”, aponta.

Por fim, o crítico também elogiou o elenco do novo filme de Wes Anderson, que reúne nomes como Jason Schwartzmann, Edward Norton, Adrien Brody e Tilda Swinton, por exemplo, ao lado de Scarlett Johansson, Tom Hanks, Margot Robbie e Steve Carell.

Seja como for, parece que o Asteroid City ao menos tem o poder de causar uma impressão. Seja ela boa ou ruim. O que resta a nós é assistir e tirar nossas próprias conclusões. 

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