
O projeto Olhos da Alma vem realizando harmonização facial grátis para pessoas trans
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Como assim harmonização facial grátis?
Projeto social “Olhos da Alma” realiza harmonização facial gratuita em pessoas trans
Parceria entre o Instituto Dr. Gabriel Machado e a Medbeauty promove olhar individualizado para o público LGBTQIAPN+. Procedimentos estéticos podem ser opção para quem está passando pela transição
Em 2021, o Dr. Gabriel Machado, biomédico, mestre em Bioquímica Médica e diretor e fundador do instituto que leva o seu nome (IDGM), entrou numa jornada sem precedentes: depois de anos atuando na Estética e Biomedicina no Brasil, sendo docente em cursos de pós-graduação, assim como os da sua própria instituição, ele percebeu que a Harmonização Facial poderia ser uma forma inédita de ajudar o público LGBTQIAPN+.
E, após ganhar um prêmio revelação devido a esse case, recebeu a proposta da Medbeauty, empresa brasileira que está em permanente contato com as inovações tecnológicas do mercado mundial de beleza e bem-estar, para patrocinar seu projeto com o fornecimento dos produtos preenchedores dos procedimentos.
“Naquele momento, eu só conseguia pensar ‘podemos fazer isso de fato’. Podemos dar um jeito de contribuir fazendo uma harmonização facial em pessoas trans que precisam masculinizar ou feminilizar uma face por conta da disforia, principalmente, que acaba acontecendo muito no processo de transição ou até em no período de descoberta. E hoje, o Brasil sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo, temos muito julgamento pela aparência. Então, vemos muitas mulheres trans que tentam o máximo possível ter muitos traços femininos para fugir de atos de violência, por exemplo, e que, infelizmente, acabam buscando por produtos clandestinos e profissionais não qualificados para suprir essa necessidade”, defende.
Gabriel conta que sempre quis contribuir de alguma forma para a sociedade, principalmente para o público LGBTQIA+, por também fazer parte dele. “Queria algo em que pudesse ajudar outras pessoas através do meu trabalho. Sentia a necessidade de devolver as coisas que recebo como forma de gratidão. Via muitas pessoas sempre estimulando projetos, mas não colocando a mão na massa. Então, esse foi o estalo para que eu tirasse do papel esse sonho”.
E a ideia de harmonizar pessoas trans gratuitamente surgiu das próprias críticas e ajustes necessários na trajetória dos profissionais que vêm se formando e atuando na área, segundo o especialista. Dessa forma, ele acabou introduzindo o projeto social dentro da experiência prática dos seus alunos no curso de Harmonização Facial do seu instituto, que contará a partir da próxima turma com a parceria com a Medbeauty, HUB de resultados inovadores em Welltech que fornecerá os fios de PDO usados nos procedimentos.
“Nosso propósito é inspirar a beleza que existe em cada um. Estamos bastante empolgados com essa união de forças para trabalhar em prol de uma causa tão importante. O projeto ‘Olhos da Alma’ possui um potencial enorme e, poder colaborar ativamente em mudar a vida das pessoas trans de forma positiva é algo que não tem preço”, complementa Pedro Miguel, CEO da Medbeauty.
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Para Gabriel, um dos pontos de atenção é que todo atendimento precisa ser humanizado e personalizado, com uma avaliação pessoal e inclusiva. “Venho percebendo que uma das tendências que tem acontecido cada vez mais na Harmonização Facial é a busca pela autenticidade. Grande parte dos pacientes pedem para não entrar em uma ‘linha de produção’, no qual as pessoas ficam com os rostos iguais umas das outras. Temos o caso do Wesley Safadão e do Lucas Lucco, por exemplo, que desfizeram o procedimento logo em seguida”, explica.
O insight chegou quando o especialista explicava aos alunos de seu curso sobre as diferenças anatômicas, estruturais e hormonais, que influenciam na aparência física do homem e da mulher. “Muitas vezes, esse é um ponto deixado de lado na hora da aplicação da harmonização e isso não deve acontecer, pois cada rosto é único. O procedimento não deve ser realizado como uma ‘receita de bolo’, enfatiza.
“Precisamos aprender a olhar, variar e entender cada caso. É muito importante identificar as diferenças anatômicas tanto masculinas quanto femininas, não apenas de forma cultural, mas também estrutural”, comenta o biomédico.
Foi importante para Gabriel entender que havia uma forma de conseguir ajudar pessoas trans, combatendo quadros depressivos, de ansiedade, entre outros, e ainda mostrar para os estudantes a diferença de pontos femininos e masculinos na hora de realizar a harmonização facial – fator que faz toda a diferença para o procedimento.
“Meu objetivo é transmitir todos os dias a importância de um olhar que não seja padronizado. Dentro da área de harmonização facial ainda existe muito preconceito. Por isso, procuro sempre levar aos meus alunos essa vivência por conta própria, para que eles tenham a oportunidade de ouvir histórias de pessoas trans. É uma comunidade que não tem muita visibilidade e que, na maioria das vezes, não faz parte do dia a dia deles. Fazer a turma ser tocada por cada história e, minimamente, entender as dores, melhorar a empatia e diminuir a violência é um passo importante para a cultura de cada profissional”, acrescenta Gabriel.
Os alunos participam do projeto inteiro, desde a avaliação, escutando a história do paciente, e debatendo o que é necessário ou não para tornar aquele rosto mais feminino ou mais masculino. “Acabamos trazendo esses alunos para dentro do curso e ainda conseguimos contribuir de alguma forma com a comunidade LGBTQIA+, dando espaço e oportunidades para pessoas que, provavelmente, não teriam condições por contra própria de buscar a harmonização facial, por exemplo”.
O curso é pago pelos alunos e a gratuidade é aplicada apenas aos modelos trans. Há outras oportunidades para pessoas que queiram servir de modelo nas aulas práticas, mas nesse caso, elas devem custear o material do procedimento.
Atualmente, o projeto acontece apenas no Rio de Janeiro, mas Gabriel pretende expandi – junto da parceira Medbeauty – para outros estados brasileiros. Além disso, há planos de aplicar o mesmo raciocínio contemplando transexuais para a harmonização corporal e até na região íntima. Vale dizer que hoje o instituto possui uma fila de espera de cerca de cem pessoas que se candidataram ao procedimento facial dentro do projeto “Olhos da Alma”.
Hub de resultados inovadores em well-tech, a MedBeauty é uma empresa brasileira que está em permanente contato com as inovações tecnológicas do mercado mundial de beleza e bem-estar para trazer soluções eficazes, seguras e duradouras.
A MedBeauty é a responsável por trazer para a América Latina as mais revolucionárias inovações dermatológicas dos últimos 20 anos, os fios de PDO i-Thread, além de ser a líder nesse mercado. Atualmente, seu portfólio conta também com a linha de preenchedores de ácido hialurônico E.P.T.Q., nanocânulas para realização dos procedimentos e o tratamento antioxidante Idebenone.
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Durante a edição do Cannes Lions 2022, teve um nome que chamou muito atenção: Harris Reed. A designer britânica trans, de apenas 26 anos e que abandonou a faculdade, já possui grandes feitos no mundo da moda. Atualmente, ela já tem em seu portfólio trajes desenvolvidos para celebridades como Adele, Emma Watson, Harry Styles e […]
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Durante a edição do Cannes Lions 2022, teve um nome que chamou muito atenção: Harris Reed. A designer britânica trans, de apenas 26 anos e que abandonou a faculdade, já possui grandes feitos no mundo da moda. Atualmente, ela já tem em seu portfólio trajes desenvolvidos para celebridades como Adele, Emma Watson, Harry Styles e Lizzo.
Harris subiu no palco do festival na posição de CEO do Edelman Gen Z Lab. Uma iniciativa que conta com vários funcionários para gerar insights e campanhas voltadas para marcas que querem ter relevância com a geração Z.
Entre outras palavras, a designer afirmou que atualmente as marcas possuem algumas cobranças do público, como:
1. Coerência – Antes de mais nada, a coerência é o ponto em que diversas empresas estão sendo questionadas. Atualmente é extremamente necessário que valores, discursos e dinheiro estejam alinhados.
2. Mais entendimento sobre o processo – Outro aspecto é a compressão dos processos, desde sustentabilidade, diversidade, a ética nas decisões que podem gerar resultados a longo prazo.
3. Quebra dos Tabus – Por fim, temos a quebra dos paradigmas, dos assuntos delicados e que não são mencionados. Ou seja, naturalizar discursos que ainda são considerados tabus.
Além disso, Harris fez menção a sua colaboração com marcas, pessoas e sociedade, ao lado da Oxfam. Empresa para a qual Harris desenvolveu uma coleção completa de vestidos de noiva, e durante o percurso, criou-se um novo conceito: a demi-couture. Isto é, ao invés de uma alta-costura, as peças de demi-couture dispõem de um capricho e uma singularidade, trazendo ao cliente uma peça única, todavia com um valor mais baixo.

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No último final de semana aconteceu a primeira Feira Trans de Empreendedorismo em São Paulo. O evento aconteceu nos 11 e 12 de junho, das 11h às 20h, no prédio Redbull Station. A Feira Trans de Empreendedorismo, Inovação e Empregabilidade ocorreu de forma presencial e contou com inscrições gratuitas. Entenda aqui, como funcionou e por […]
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No último final de semana aconteceu a primeira Feira Trans de Empreendedorismo em São Paulo. O evento aconteceu nos 11 e 12 de junho, das 11h às 20h, no prédio Redbull Station. A Feira Trans de Empreendedorismo, Inovação e Empregabilidade ocorreu de forma presencial e contou com inscrições gratuitas. Entenda aqui, como funcionou e por que isso é tão importante.

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Primeiramente, vale ressaltar que esse evento é derivado da 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans da cidade de São Paulo, que acontece entre os dias 3 a 24 de junho. Além disso, conta com patrocínio do instituto [SSEX BBOX]. A Marcha é um dos eventos que vem transformando as pessoas Travestis, Transgêneros Binárias e Não Binárias da América Latina, em protagonistas de suas conquistas. Dessa forma, a 5ª edição da Marcha é feita por pessoas trans e destinadas diretamente para pessoas trans. Sua finalidade é unir suas forças para que seja possível haver uma visibilidade mais justa e igualitária em relação as demandas dos respectivos grupos.

Assim, a Feira trouxe como tema principal da primeira edição o conceito de “#TransTech”. O que, por sua vez, traz à tona a necessidade de promover a inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho, com ênfase no setor de tecnologia. Tendo isso em vista, o evento também focou em trazer para perto a capacitação e instrução, a fim de que vagas possam ser preenchidas por pessoas trans e assim auxiliar na diminuição do preconceito e acabar de vez com toda e qualquer barreira.

As empresas que se disponibilizaram a participar da feira receberam um selo de reconhecimento, e disponibilizaram formações destinadas ao setor de Recursos Humanos e Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I).
Por fim, iniciativas como essas são cada vez mais importantes para que o mercado de trabalho se torne um lugar mais igualitário.
Capa: Foto de Anna Shvets no Pexels: https://www.pexels.com/pt-br/foto/orgulho-gay-orgulho-lgbt-fofo-bonitinho-4611969/
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O participante do BBB22, Rodrigo Mussi, fez uma comentário extremamente ofensivo e transfóbico durante o Big Brother Brasil nesta quinta-feira (20). Ao utilizar o termo “traveco” para se referir a travestis e mulheres trans. O infeliz momento aconteceu durante uma conversa no quarto com participantes. O brother comentou que não conseguia esquecer a história transfóbica […]
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O participante do BBB22, Rodrigo Mussi, fez uma comentário extremamente ofensivo e transfóbico durante o Big Brother Brasil nesta quinta-feira (20). Ao utilizar o termo “traveco” para se referir a travestis e mulheres trans. O infeliz momento aconteceu durante uma conversa no quarto com participantes. O brother comentou que não conseguia esquecer a história transfóbica que Eliezer tinha contado sobre o órgão sexual de uma travesti, “o p•nt@ do traveco”. Veja por que o termo “traveco” é transfóbico e não deve ser utilizado.

É importante entender que “Traveco” e “Travesti” não são as mesmas coisas. Traveco é uma ofensa transfóbica. Travesti é uma identidade de gênero.
Além de tratá-las no masculino, “traveco” é uma forma pejorativa, historicamente ofensiva, de se referir a mulheres trans e travestis. É uma ofensa transfóbica, pois agride e desumaniza pessoas trans.
Assim, Rodrigo procurou Linn da Quebrada que explicou sobre o motivo do termo ser transfóbico.
OBS: Também nunca utilize o pronome masculino para referir-se a uma pessoa travesti ou mulher trans.
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Se você não está muito informado sobre os termos de gênero ou se você conhece alguém que precisa de mais informações, este artigo é um bom lugar para começar. A linguagem em torno de gênero e identidade de gênero está evoluindo de maneira positiva, com falam que separam gênero da orientação sexual e afirma um […]
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Se você não está muito informado sobre os termos de gênero ou se você conhece alguém que precisa de mais informações, este artigo é um bom lugar para começar. A linguagem em torno de gênero e identidade de gênero está evoluindo de maneira positiva, com falam que separam gênero da orientação sexual e afirma um modelo de continuidade sobre um paradigma que anteriormente era “binário”. Portanto, aqui você vai aprender um pouco mais sobre a sigla LGBTQIAP+ e ajudaremos você a entender 19 termos de gênero.
Dessa forma, chega de dar aquela desculpa de não ter acesso a informação na hora de um comentário desnecessário, estamos em 2021. Aqui está uma visão de como a linguagem está evoluindo para se adequar à realidade e como tudo isso está ajudando a uma melhor inclusão de indivíduos LGBTQIAP+, inclusive no local de trabalho.
Infelizmente, ainda existem muitas pessoas que não sabem a diferença entre os termos sexo e gênero.
Sexo refere-se ao sexo biológico de alguém com o qual nascem relacionado com seus cromossomos, hormônios, genitália, sistema reprodutivo, etc. Dessa forma, isso geralmente se enquadra em “masculino”, “feminino” ou “intersexo”.
Gênero se refere à identidade que você escolhe independentemente do seu sexo, isso se relaciona com a sua representação social e cultural da sexualidade e do gênero.
Assim, o gênero diz respeito às ideias mais amplas e abstratas sobre “masculinidade” e “feminilidade”. Os papéis de gênero são construídos socialmente, mas são essencialmente algo que você atribui a si mesmo.
Sigla que significa: Lésbica; Gay; Bissexual; Transgênero; Queer; Intersex; Assexuado; Pansexual; + (significando “não limitado a”).
Alguém que é agênero não se identifica com nenhum gênero, sentindo-se essencialmente sem gênero.
Uma pessoa andrógina é alguém que sente e expressa masculinidade e feminilidade simultaneamente.
Assexualidade se refere a alguém que não sente atração sexual por ninguém.
Este termo se refere ao gênero que a sociedade assume para você com base em seu sexo biológico, assim como a expressão de gênero ou apresentação de gênero.
Bigênero se refere a alguém que se identifica com dois gêneros distintos; dois gêneros em um corpo. Por exemplo: homem/mulher; mulher/andrógino; homem/gênero fluido, etc.
Alguém que é bissexual sente atração sexual, romântica e/ou emocional por pessoas de dois sexos distintos.
Ser cisgênero significa que sua identidade de gênero corresponde ao seu sexo no nascimento.
Alguém que é cisgênero (cis) e heterossexual (het).
Homens que sentem atração afetivo/sexual pelo mesmo gênero.
Ser fluido de gênero significa que você pode existir em qualquer lugar no espectro de identidade de gênero, em vez de estar confinado a um único gênero. Assim, eles podem ser femininos, masculinos, ambos ou nenhum, mas isso flutua.
Alguém que não está em conformidade com o gênero essencialmente não está em conformidade com as normas de sua identidade de gênero.
Por exemplo, as mulheres que optam por não serem femininas e não estão em conformidade com as normas ou expectativas de gênero.
Alguém que é intersexo não tem um sexo distinto e tem padrões cromossômicos masculinos e femininos, o que é denominado DDS (Desordem de Desenvolvimento Sexual).
O termo “hermafrodita” é freqüentemente usado, mas está desatualizado e é um termo ofensivo, portanto, evite usá-lo no futuro.
Mulheres que sentem atração afetivo/sexual pelo mesmo gênero.
Alguém que não é binário sente que sua identidade de gênero não se enquadra no binário de homem ou mulher, mas sim em algum lugar intermediário ou algo completamente diferente.
Não, não é alguém que tem atração sexual por panelas.
Alguém que é pansexual sente-se fisicamente, emocionalmente e/ou romanticamente atraído por todos os tipos de pessoas, independentemente de seu sexo ou identidade de gênero.
Alguém que é poliamoroso tem relacionamentos sexuais, românticos e/ou emocionais com várias pessoas ao mesmo tempo, com consentimento né gente!
Pronomes são como as pessoas preferem ser chamados com base em sua identidade de gênero.
Portanto, tenha cuidado para não difundir o gênero das pessoas e pergunte-lhes quais são seus pronomes preferidos se não tiver certeza.
Assim, se você acha que o gênero errado não é grande coisa, considere como você, como homem, se sentiria se alguém constantemente se referisse a você como “ela” ou uma mulher, “ele”. Não é de bom tom, né?
Queer é um termo genérico para qualquer pessoa que não seja heterossexual e cisgênero.
É um termo amplo que as pessoas podem preferir identificar porque não parece um rótulo e tem um sentido de imprecisão.
Sua orientação sexual se refere à sua atração por outras pessoas e por quem você se sente atraído.
Portanto, lembre-se que orientação sexual e identidade de gênero são conceitos diferentes.
Alguém cujo sexo não corresponde ao sexo atribuído no nascimento.
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Já ouviu falar em marcas que tem propósito? Então, a Doritos é uma delas. Estamos na reta final da campanha #1kiss1donation da Doritos Rainbow, que até agora já beneficiou mais de 100 mil pessoas, direta e indiretamente, pela ação que acontece no Brasil desde 2017. Anualmente, a empresa lança uma edição especial do produto, onde as […]
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Anualmente, a empresa lança uma edição especial do produto, onde as vendas são revertidas para 10 instituições em todo Brasil. Porém, neste momento de distanciamento social o produto não está nos supermercados. Assim, a Doritos adequou-se a nova realidade e manteve o mesmo posicionamento e compromisso lançando o #1kiss1donation.
Além de promover o amor, esta iniciativa atravessa barreiras e convida a sociedade a construir uma cadeia digital de 1 milhão de beijos virtuais que serão convertidos em um milhão em doações.
Assim, para cada beijo enviado por meio do doritos.com.br/rainbow e www.doritos.com.mx/rainbow, a Doritos Rainbow doará um real ou um peso, respectivamente em cada mercado, para 10 instituições LGBTQIA+.
Além disso, em uma parceria com a Rede Filantropia, a marca fornecerá cursos gratuitos online para ONGs e coletivos nacionais. O objetivo principal é fortalecer ainda mais projetos sociais direcionados ao público LGBTQIA+.
DORITOS Rainbow continua aumentando a conscientização e promovendo uma mensagem positiva baseada na diversidade e na inclusão. Até o momento, mais de 7.000 pessoas da comunidade LGBTQIA+ no México e no Brasil, juntamente com suas famílias, receberam o apoio da campanha DORITOS Rainbow.
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