
Os Simpsons é uma das séries mais famosas de todos os tempos, contando atualmente já com um total de 35 bem-sucedidas temporadas. Porém, para além do humor ácido e da genialidade de seus personagens, os Simpsons também é conhecida por sua capacidade de prever certos eventos em seus episódios. Essa é uma situação até já conhecida […]
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Os Simpsons é uma das séries mais famosas de todos os tempos, contando atualmente já com um total de 35 bem-sucedidas temporadas. Porém, para além do humor ácido e da genialidade de seus personagens, os Simpsons também é conhecida por sua capacidade de prever certos eventos em seus episódios.
Essa é uma situação até já conhecida por fãs e espectadores, com diversos exemplos de eventos e situações que teriam sido “previstas” pelos criadores do desenho.
E tal fato aconteceu novamente, no último dia 10 de julho, em uma previsão que chocou o mundo e viralizou nas redes.
Então, para saber do que estamos falando, confira o texto completo a seguir.
Boa leitura!

Mais uma vez, Simpsons parece ter “acertado” o futuro. Isso porque, no último dia 10 de julho, um usuário com o nome “The Cola Corporation”, fez uma postagem em seu perfil do Twitter apontando uma intrigante coincidência entre o dono da rede social, Elon Musk e o pai de Milhouse, Kirk Van Houten.
No episódio em questão, chamado “Milhouse Dividido” e lançado em 1996, durante a 8ª temporada, os pais de Milhouse se divorciam. Em seguida, Kirk apresenta à Homer o local onde dorme.
Na cena, Milhouse e seu pai mostram à Homer Simpson sua cama, que possui formato de um carro de corrida. O interessante na cena é que o usuário da postagem comparou a cama de Kirk a um projeto recente, feito para uma cama da empresa Tesla, em formato de carro.
Holy shit they actually did it https://t.co/IXt2saPyq6 pic.twitter.com/MTr1EM4G9u
— The Cola Corporation
(@thecolacorp) July 10, 2023
A semelhança pareceu convencer bastante gente na rede, uma vez que o post já acumula mais de 20 mil curtidas. Entretanto, alguns usuários questionaram se essa teria sido realmente uma previsão de fato, já que camas deste tipo já foram apresentadas outras vezes, em outras produções, e existem há décadas.
Para os céticos, não passa de uma coincidência. Entretanto, os Simpsons já fizeram previsões digamos, bem precisas, anteriormente. Uma delas foi a candidatura de Donald Trump, por exemplo. Outro caso foi a “previsão” da criação do FaceTime.
Sobre a candidatura de Trump, inclusive, o roteirista da série, Dan Greaney, afirmou ao site The Hollywood Reporter, em março de 2016, que o episódio, e a fala de uma das personagens sobre a candidatura, era apenas um aviso para o país.
“Parecia lógico que essa seria a última parada antes de atingir o fundo do poço. Foi colocado no episódio porque combinava com a visão de que os EUA estavam ficando loucos”, afirmou Dan.

Por conta do sucesso dessas previsões entre o público, um dos roteiristas da animação, Al Jean, acabou sendo questionado em entrevista sobre o assunto.
Segundo ele, tudo não passa de pura coincidência. Afinal, a série já soma mais de 700 episódios. Então faria sentido que alguma previsão acabasse dando certo.
E você, o que acha sobre mais essa previsão da série Os Simpsons?
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O sitcom ‘Os Simpsons’ está no ar desde 1989 e conta com 34 temporadas. Transmitido pela Fox, o desenho que conta com uma família engraçada e se passa em Springfield atinge vários públicos diferentes, desde crianças à adultos. O desenho ganha o favoritismo de seus telespectadores por sua criatividade, autenticidade e coincidência com a vida […]
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O sitcom ‘Os Simpsons’ está no ar desde 1989 e conta com 34 temporadas. Transmitido pela Fox, o desenho que conta com uma família engraçada e se passa em Springfield atinge vários públicos diferentes, desde crianças à adultos. O desenho ganha o favoritismo de seus telespectadores por sua criatividade, autenticidade e coincidência com a vida real, dentre essas coincidências, Os Simpsons são famosos por preverem alguns acontecimentos de nossa realidade fora das telinhas.
O episódio “Dois carros em cada garagem e três olhos em cada peixe” foi exibido em 1990 na segunda temporada de Os Simpsons, esse episódio trata-se de uma das primeiras previsões do desenho, senão a primeira. Nele os irmãos Bart e Lisa pescaram um peixe de três olhos próximo a Usina Nuclear SpringField, na hora aparece um jornalista local do Springfield Shopper e o caso ganha dimensão nas mídias da cidade. O peixe de três olhos fica conhecido como Blink.
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O fato é que, vinte anos após, aqui na vida real, um peixe de três olhos foi encontrado em um lado próximo a uma usina nuclear. O caso aconteceu na Argentina.
Além da famosa previsão de ascensão de Donald Trump à presidência, do caso do Coronavírus e até mesmo da lesão do jogador da seleção brasileira Neymar na copa do mundo, o desenho conta com inúmeras outras.
Podemos lembrar o episódio da videoconferência que foi exibido em 1995; um episódio de 1997 onde Lisa segura uma revista que data de 11 de setembro e tem as torres gêmeas no fundo; o episódio de 1998 onde Homer prevê a resposta da equação da massa de Bóson de Higgs; o episódio de 2008 onde Homer tenta votar em Obama e a urna não segue seus comandos, selecionando então seu rival.
A equipe do desenho conta com uma média de 20 roteiristas que juntam seus diversos conhecimentos em debates. Em uma entrevista cedida à rádio da BBC eles afirmaram que as previsões se devem ao fato de todos conversarem muito sobre as questões cotidianas, e isso de certa maneira, acabam indo para a série.
Após a morte da rainha no dia 8 de setembro de 2022 vem circulando na internet uma possível previsão do desenho onde mostra a Rainha Elizabeth II com seu traje lilás dentro de um caixão, próximo a lápide que exibe as datas reais de vida da monarca.

No entanto, é certo afirmar que se trata de uma montagem! Cenas originais do desenho foram mescladas com cenas não oficiais e deram a entender que mais uma vez, Os Simpsons haviam previsto um grande acontecimento da vida real.
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É inegável a rapidez com que as coisas mudam. Em questão de meses, o Covid-19 vem transformando a maneira como nós vemos nossos “locais de trabalho”. Eu, particularmente deixei de pensar no meu local de trabalho como um escritório em algum prédio desde que deixei de trabalhar com carteira assinada para ser meu próprio chefe. […]
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É inegável a rapidez com que as coisas mudam. Em questão de meses, o Covid-19 vem transformando a maneira como nós vemos nossos “locais de trabalho”. Eu, particularmente deixei de pensar no meu local de trabalho como um escritório em algum prédio desde que deixei de trabalhar com carteira assinada para ser meu próprio chefe. Mas, para muitas pessoas, essa mesma mudança está vindo muito mais radicalmente.
Nos EUA, o CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças) emitiu recentemente diretrizes restritivas de ocupação; empresas como Twitter e Shopify sugeriram que seus funcionários podem trabalhar remotamente para sempre; Nova York está reabrindo, mas apenas 10 a 15% dos funcionários de escritório realmente retornaram.
É difícil não acreditar que os escritórios como nós conhecemos podem estar à beira de uma extinção. Seriam os escritórios as novas “máquinas de escrever”? Nesse artigo, nós trazemos 5 previsões de como serão os locais de trabalho no futuro, de acordo com o site Inc.com.
Após a pandemia, haverá aproximadamente a mesma demanda por espaço para escritório. Na pesquisa US Work From Home (WFH) da empresa de arquitetura Gensler, feita com 2.300 trabalhadores em 10 setores, apenas 12% disseram que não queriam voltar a um escritório. Eric Yuan, CEO da Zoom, diz que “em termos de tecnologia, não estamos prontos para trabalhar em casa” e que pode levar “15 a 20 anos” para que o produto e a infraestrutura ofereçam suporte total ao WFH (Work From Home – Trabalho de Casa). As organizações podem sobreviver remotamente por enquanto, mas a interação pessoal é fundamental para o desenvolvimento profissional, cultura e qualificação. Embora o trabalho remoto aumente significativamente, seu impacto provavelmente será totalmente compensado pelo crescimento do emprego e pela reversão da densificação (que viu empresas sediadas nos EUA colocarem 13% mais funcionários na mesma quantidade de espaço).
Por outro lado, uma pesquisa feita aqui no Brasil, aponta que para quase 25% dos trabalhadores, o trabalho remoto é viável. Mas claro, isso não significa que seria majoritariamente adotado pelas pessoas.
No futuro, os funcionários exercerão uma influência ainda maior nas decisões de local de trabalho. Historicamente, a escolha do local de trabalho foi sempre uma decisão tomada de cima pra baixo. Quem decidiu sempre foi a gerência. A guerra das grandes corporações por talentos tem mudado isso pouco a pouco, se olharmos para o boom do Vale do silício e os ambientes corporativos que tem surgido desde então, as empresas estão cada vez mais investindo em comodidades para atrair as novas gerações. As escolhas de salas comerciais serão cada vez mais voltadas para o que os funcionários desejam: flexibilidade, viagens reduzidas, saúde e bem-estar e outras comodidades. A pandemia apenas acelerará essa tendência, já que os funcionários exigem cada vez mais do escritório para melhorar a dinâmica de trabalho, mesmo à distância.
As empresas se descentralizarão fisicamente. Não significa que as grandes metrópoles serão substituídas, mas os mercados suburbanos e localizados provavelmente ganharão terreno à medida que a pandemia, o custo de vida mais alto, a agitação social e as finanças municipais forçadas conspirarem para prolongar as recuperações urbanas.
Megacidades como São Paulo, ou Nova York se dividirão em comunidades pequenas e independentes, em vez de um único mega-centro comercial. Da mesma forma, mais empresas fornecerão vários locais para alcançar as comunidades residenciais dos funcionários, pelo menos nas grandes metrópoles.
Edifícios comerciais envelhecidos serão substituídos por novas construções. Numa pesquisa feita pelo escritório de advocacia Morrison & Foerster sobre qual setor imobiliário provavelmente teria pior desempenho, escritórios de Classe B e C receberam mais que o dobro das respostas que escritórios de Classe A. Edifícios recém construídos têm uma grande vantagem, principalmente durante problemas como uma pandemia. A maioria conta com infraestrutura modernizada; geralmente têm orçamentos operacionais mais altos, o que pode absorver custos de limpeza aprimorados; e proprietários profissionais podem rapidamente fazer os investimentos necessários. Novas construções têm outras vantagens, como eficiência de ocupação, coisa que o distanciamento social tornou mais valiosa do que nunca. Por exemplo, os prédios que possuem apenas um elevador ainda podem ser ótimos e compatíveis com as necessidades das empresas, mas do dia pra noite se tornaram inadequados para manter os funcionários seguros. Essa inevitável aceleração da obsolescência funcional impulsionará o mercado de classe A.
Os prédios de escritórios estão há muito tempo em uma mudança de paradigma, das instalações de processamento computacional para lugares inspiradores que promovem a criatividade e a inovação. Na nossa economia de serviços do século XXI, a criatividade é a nova produtividade; ainda discutimos inovações e fazemos brainstorm em quadros-brancos, criamos conexões importantes nos corredores (famoso networking) e ideias conflitantes são resolvidas com uma reunião rápida em uma salinha de reuniões. Aspectos físicos tradicionais do espaço de trabalho não poderão ser abandonados pela maioria dos trabalhadores na maioria dos escritórios. A saúde mental já vem sendo anunciada como “nossa próxima pandemia” ou a “doença do século” e o impacto do Covid-19 sobre ela foi bastante perceptível. Escritórios bem projetados podem ajudar a neutralizar esses efeitos: a luz natural e movimentação são saudáveis e podem aumentar a inspiração. Estar junto facilita fazer parte de algo maior, fornece estrutura e equilíbrio na vida dos indivíduos e reduz o isolamento. Da mesma forma que as marcas mantêm uma presença online bem forte, elas comunicam seus valores em forma física através dos espaços físicos que ocupam.
É claro que o Coronavirus acelerou um processo que poderia demorar décadas. Mas que processo exatamente é esse? Eu percebo que as pessoas tentam sempre se agarrar a uma nova ideia que vai resolver todos os problemas da noite pro dia. Isso é normal, mas eu diria que o processo que está acelerando é o de as coisas virem à tona. Quanto mais tempo permanecemos em quarentena, mais percebemos a importância das relações saudáveis nos escritórios e de uma boa saúde mental. Percebemos também que nem tudo precisa ser complexo demais que precise ser resolvido com uma reunião presencial, mas também a falta que faz ter um ambiente físico em que ideias são discutidas, e podem se aproveitar dos 5 sentidos de todos envolvidos.
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