
O resgate de valores a receber da época do Collor pode ser realizado por herdeiros dos cidadãos que entraram com processo para recuperar perdas, entenda
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Desvendando um Capítulo Financeiro Marcante da Década de 90
Há momentos na história de uma nação que marcam gerações e moldam os caminhos futuros. Na década de 90, o Brasil testemunhou um desses episódios marcantes: o confisco da poupança dos cidadãos pelo Plano Collor, uma medida autorizada pelo então presidente Fernando Collor. O impacto desse acontecimento reverbera até hoje, e aproximadamente 400 mil pessoas têm a chance de reaver os valores perdidos naquela época.
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Nos últimos 30 anos, milhares de brasileiros deram início a processos judiciais visando recuperar os montantes que foram retirados de suas economias. O que muitos não sabem é que esses recursos não estão perdidos para sempre. Na verdade, eles podem ser resgatados por meio dos herdeiros e inventariantes dos indivíduos que entraram com tais processos, principalmente quando os investidores originais já não estão entre nós.
Em casos de investidores falecidos, o direito de resgate é estendido aos cônjuges, filhos, pais e parentes colaterais até o 4º grau, desde que haja interesse em firmar um acordo para encerrar a disputa legal.
De acordo com a Frente Brasileira Pelos Poupadores (Febrapo), aproximadamente 400 mil indivíduos podem ter acesso aos valores perdidos no passado, dos quais 140 mil são herdeiros de investidores que já faleceram. É importante ressaltar que mais de 270 mil processos já foram solucionados até o momento, mostrando que a recuperação está em andamento.
Para garantir o acesso a esses fundos, algumas condições devem ser atendidas. É necessário que o interessado tenha entrado com uma ação individual, faça parte de um processo coletivo ou ação civil pública, e que a sentença relacionada a esses processos tenha sido proferida até 11 de dezembro de 2017.
Em um desdobramento recente, o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu o prazo para resgate desses valores até junho de 2025, concedendo aos envolvidos uma nova janela de oportunidade para garantir a recuperação de suas perdas.
O processo de resgate é um passo crucial para encerrar essa história financeira. A Frente Brasileira Pelos Poupadores (Febrapo) está pronta para auxiliar todos os interessados nessa jornada. Veja como entrar em contato:
Ao se comunicar com a entidade, lembre-se de que certos documentos devem ser anexados para validar o processo. Estes incluem cópias do extrato bancário da época, procuração com poderes para acordo, petição inicial do processo movido pelo poupador e outros documentos relevantes.
Após a validação do processo, os valores serão depositados na conta do solicitante ou do advogado representante em até 15 dias úteis. Além disso, os honorários advocatícios relacionados ao caso serão quitados pelo banco, sem redução no valor do pagamento.
O episódio histórico do confisco da poupança durante o Plano Collor pode estar prestes a receber um capítulo de encerramento para muitos brasileiros. A oportunidade de recuperar o que é de direito está ao alcance, e a Febrapo está comprometida em auxiliar cada passo desse processo.
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Conforme a visão de especialistas, parece que vamos enfrentar crise e recessão na economia brasileira. Bora ficar bem informado sobre o consumo e as comparações de 2022 e 2023. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários […]
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Conforme a visão de especialistas, parece que vamos enfrentar crise e recessão na economia brasileira.
Bora ficar bem informado sobre o consumo e as comparações de 2022 e 2023.
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Diminui o número de brasileiros que pretendem consumir mais em 2023 comparado a 2022
Alimentação, saúde e educação são os gastos prioritários.
Cartão de crédito segue sendo a principal forma de pagamento.
75% dos brasileiros pretendem comprar mais em 2023. Mesmo sendo expressivo, o número é inferior àquele expresso pelos entrevistados no mesmo período do ano passado, quando 95% deles pretendiam gastar mais, comparado ao ano anterior (2021). A descoberta faz parte de um levantamento feito pela fintech Trigg sobre as tendências de consumo em 2023.
Para aqueles que pretendem gastar menos, o principal motivo é uma readequação sobre seus hábitos de consumo, comprando somente o necessário (13%), seguido pelos 8% que realmente desejam economizar. 7% afirmam ter insegurança com relação ao cenário político.
As áreas com mais prioridade nas compras para este ano são: alimentação (58%), educação (37%) e saúde (34%). E embora as compras online continuem sendo o canal de vendas de preferência dos consumidores (quase 52%), fica quase empatado com aqueles que ainda preferem ir às compras presencialmente (48%).
Com relação às formas de pagamento, o cartão de crédito continua se destacando, sendo prioridade para 85% dos brasileiros, com queda de 10% em relação a 2022. Já o PIX segue em crescimento. Em 2022, o meio de pagamento era a preferência de 2% dos consumidores e na pesquisa deste ano passou para 9%. Para a Trigg, ampliar formas para ajudar o cliente a manter seu cartão de crédito como instrumento de crédito consciente evitará que ele perca o produto financeiro mais ágil e preferido do consumidor. Como mais um canal de comunicação com foco em educação financeira e facilidade aos clientes, a fintech lançará um novo portal que em poucos minutos compilará soluções e ofertas personalizadas.
Feita com mais de 4 mil pessoas entre os dias 7 e 14 de fevereiro, a pesquisa mostra ainda que os valores acessíveis e promoções (65%), a qualidade dos produtos (60%) e facilidade na compra e na entrega (51%), é o que mais chama a atenção dos consumidores na hora de comprar. Além disso, 52% estão dando preferência por comprar de pequenos produtores, amigos ou marcas próprias.
Ao pensar neste primeiro trimestre, para o maior percentual entre os pesquisados, 27%, grande parte dos gastos são com educação (material escolar, uniformes e mensalidade), seguida por alimentação (19%) e viagens & lazer (15%). Cerca de 68% dos entrevistados são pais e têm entre 25 a 46 anos (76%).
Sobre os próximos grandes picos de consumo, a grande maioria pretende gastar mais no dia das mães, seguido pela Páscoa.
Trigg é uma fintech que cria conexões para que seus clientes vivam o melhor lado deles e que por meio do crédito possa contribuir para a realização de sonhos, desejos e projetos. Inovando no mercado financeiro com soluções para tornar o crédito mais acessível e justo.
Uma das startups do setor financeiro mais admiradas do mercado brasileiro, conhecida por seu modelo de cashback, que devolve um % do valor da fatura, oferecendo a liberdade de escolha para o cliente administrar essa grana: descontar na fatura ou doar para o plantio de árvores.
É a única fintech a levantar a bandeira geek, com heróis e personagens da cultura pop, como Friends, Arlequina, Batman, Coringa, Mulher Maravilha, Scooby-Doo e Superman.
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À primeira vista, a liberdade financeira não é algo utópico, tampouco inalcançável. De antemão, efetivar algumas mudanças na forma em como vivemos e lidamos com nosso dinheiro, com gastos pessoais e sobretudo com nossos investimentos são caminhos para que consigamos alterar esse quadro. LIBERDADE FINANCEIRA: O QUE É COMO CONSEGUIR? Talvez você goste de ler: […]
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À primeira vista, a liberdade financeira não é algo utópico, tampouco inalcançável. De antemão, efetivar algumas mudanças na forma em como vivemos e lidamos com nosso dinheiro, com gastos pessoais e sobretudo com nossos investimentos são caminhos para que consigamos alterar esse quadro.

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A princípio, um estudo feito pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anmiba) aponta que 70% do dinheiro que os trabalhadores que ganham um salário de até R$ 5.000 mensais e conseguem economizar algum valor está sendo investido na poupança ou renda fixa. Sobretudo em 2019, uma pesquisa, que também foi realizada pela associação, aponta que 75% dos brasileiros não fizeram nenhum investimento em 2018.
Todavia para finalizar, ainda que 2021 tenha sido o ano recorde de pessoas físicas na Bolsa, somente 1% da população brasileiro investiu em renda variável, que é um dos passos imprescindíveis para alcançar a liberdade financeira.
Nesse sentido, talvez você já tenha ouvido centenas de vezes essa expressão em conteúdos sobre finanças e investimentos. Entretanto, o que é a liberdade financeira? A liberdade significa ter um nível completo de autonomia e de poder agir livremente sem nenhuma limitação de dinheiro.
‘’Liberdade financeira é a ausência de barreiras para decidir o que realizar com o próprio dinheiro e como acumular patrimônio com a mais completa confiança e serenidade.’’
É importante que você perceba que é possível desfrutas da liberdade financeira sem ser uma pessoa milionária. Isto é, ter a liberdade financeira é ter um controle completo da sua renda e patrimônio para que você não encontra limitações para aquilo que você deseja realizar.
Os maiores obstáculos estão nas dívidas, nos gastos descontrolados, na ausência de uma reserva de emergência e de alguns investimentos adequado. Portanto, através desses empecilhos, não é fácil atingir a liberdade financeira, visto que estamos presos a dívidas e outros impeditivos.
Por isso, liberdade financeira não é deixar de fazer o que gosta ou deseja, e sim realizar sem a preocupação de estar ou não fazendo a coisa correta.
São exemplos de uma pessoa financeiramente livre as atitudes como:
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