
Vai ser o fim do armazenamento gratuito do WhatsApp? Confira tudo aqui!
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O WhatsApp está prestes a alterar significativamente a maneira como os usuários do Android lidam com o armazenamento de seus backups no Google Drive. O que antes era um privilégio gratuito agora pode se tornar uma funcionalidade “paga”.
Veja também: WhatsApp Agora se Conecta com Outros Apps de Mensagem, até Mesmo com Concorrentes!
Atualmente, os usuários do WhatsApp no Android desfrutam do benefício de armazenar seus backups de mensagens no Google Drive sem consumir os 15 GB de armazenamento gratuito oferecidos pela plataforma. No entanto, rumores sugerem que essa vantagem está com os dias contados.


Com o Google planejando encerrar esse privilégio, os usuários podem enfrentar desafios significativos ao gerenciar o armazenamento de seus dados, especialmente aqueles com históricos extensos de conversas, fotos e vídeos.
Diante dessa iminente mudança, os usuários precisam considerar suas opções para garantir a continuidade do armazenamento de seus backups do WhatsApp:


1. Assinatura do Google One: Uma solução direta, embora paga, seria aderir ao serviço de assinatura do Google One, que oferece diferentes planos de armazenamento em nuvem, desde 100 GB até 2 TB. Embora represente um custo adicional, proporciona uma solução confiável e conveniente.
2. Nova Conta Google para WhatsApp: Uma alternativa gratuita envolve criar uma nova conta Google exclusivamente dedicada ao armazenamento dos dados do WhatsApp. Embora isso exija um pouco mais de gerenciamento, oferece 15 GB adicionais de armazenamento gratuito para as conversas.
3. Limpeza Regular de Conversas: Uma abordagem mais trabalhosa, porém gratuita, seria realizar limpezas regulares nas conversas do WhatsApp para reduzir o tamanho dos backups. Embora demande disciplina por parte do usuário, essa estratégia pode ajudar a economizar espaço e evitar custos adicionais.
Leia mais: O Mistério da “Lixeira” no WhatsApp: Como Recuperar Mensagens Apagadas (5 passos)
Embora as mudanças ainda não tenham sido implementadas, os usuários têm tempo para avaliar suas opções e decidir qual estratégia se adequa melhor às suas necessidades e orçamento.
A gestão inteligente do armazenamento de dados do WhatsApp no Google Drive é essencial para garantir a continuidade do acesso às conversas e mídias importantes.
O WhatsApp é uma plataforma de mensagens instantâneas amplamente utilizada em todo o mundo, conhecida por sua facilidade de uso e ampla gama de recursos. Com sua interface simples e intuitiva, o WhatsApp permite que os usuários troquem mensagens de texto, áudio e vídeo, façam chamadas de voz e vídeo, compartilhem fotos, vídeos, documentos e até mesmo localizações em tempo real.
Além disso, sua integração com os contatos do telefone e a capacidade de criar grupos facilitam a comunicação em diversos contextos, desde conversas pessoais até grupos de trabalho e colaboração em equipe. Com sua popularidade crescente, o WhatsApp se tornou uma ferramenta indispensável para milhões de pessoas em todo o mundo, oferecendo uma forma rápida, conveniente e segura de se conectar com amigos, familiares e colegas.
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O que vai acontecer com os hermanos da Argentina, entenda na visão de especialistas
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Reconstrução Radical na Argentina: Investidores Celebram Vitória de Milei e Antecipam Mudanças Econômicas
Os investidores argentinos estão celebrando a vitória surpreendentemente ampla do economista libertário Javier Milei nas eleições presidenciais do país. Sua promessa de uma reconstrução radical da segunda maior economia da América do Sul está impulsionando os títulos estrangeiros do país, enquanto os mercados aguardam ansiosamente as mudanças que ele pode implementar.
No início das negociações europeias de segunda-feira, os títulos com vencimento em julho de 2035 subiram 0,6 centavos por dólar, colocando dois deles entre os 20 de melhor desempenho nos mercados emergentes. Os investidores agora avaliam as chances de Milei reverter as políticas que levaram a Argentina a enfrentar sua sexta recessão em uma década, acompanhada por uma inflação alarmante de 140%.
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A queda do peso argentino, especialmente nos mercados paralelos utilizados para contornar os controles cambiais, reflete o plano de Milei de substituí-lo pelo dólar. No domingo, o peso despencou para cerca de 1.000 por dólar nas bolsas locais de criptomoedas, marcando uma queda de 8% em relação ao preço de sexta-feira.
A vitória de Milei coroa uma campanha eleitoral explosiva, onde ele prometeu soluções radicais para décadas de políticas governamentais consideradas equivocadas. Seu discurso de vitória no domingo à noite, embora evitando detalhes sobre soluções específicas, destacou a condição crítica da economia e expressou otimismo quanto ao início de uma nova era para a Argentina.
Com 98% dos votos contados, Milei obteve quase 56% de apoio, superando o ministro da Economia, Sergio Massa, representante da continuidade do governo peronista existente. A vantagem surpreendentemente grande de Milei alimenta a esperança dos investidores de que ele possa implementar suas políticas de maneira eficaz.
Embora Milei tenha chamado a atenção por peculiaridades pessoais, como seu penteado incomum e o amor por seus cães clonados, ele conquistou a confiança dos investidores com sua promessa de criar um ambiente mais favorável aos negócios na Argentina, onde o crescimento econômico é desafiador e a pobreza atinge cerca de 40% da população.
Apesar da empolgação, há desafios significativos pela frente. O partido de Milei, La Libertad Avanza, controla apenas alguns assentos no Congresso, tornando a implementação de políticas como a dolarização um empreendimento complexo. Além disso, a redução dos gastos governamentais pode impactar negativamente os cidadãos mais pobres do país.
A preparação para a posse de Milei em 10 de dezembro pode ser desafiadora, com a administração atual ainda capaz de influenciar a moeda, as reservas e os gastos públicos. Os mercados ficarão atentos aos anúncios do seu gabinete, pois as mudanças nos preços dos ativos, especialmente na taxa de câmbio paralela, moldarão as perspectivas de inflação a curto prazo.
Considerações finais
Apesar das incertezas, alguns investidores veem em Milei a melhor chance de salvar a economia argentina após anos de dificuldades nos mercados. Os títulos estrangeiros do país sofreram perdas superiores a 40% desde a reestruturação em 2020, destacando a urgência de medidas eficazes para estabilizar o cenário econômico.
Neste momento crucial, a Argentina aguarda ansiosamente para ver se Milei conseguirá transformar suas promessas eleitorais em ações concretas, enquanto os investidores permanecem atentos ao futuro da segunda maior economia da América do Sul.
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Bora usar a criatividade para entender o que significa o fenômeno woke nas redes sociais e em tudo que vemos
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A palavra “woke” tem sido um termo que desperta muitas discussões nos Estados Unidos, indo muito além do seu significado literal de “acordar” do verbo “wake”. Recentemente, essa gíria ganhou significados mais amplos e se tornou uma marca da política e cultura contemporânea no país. Neste artigo, exploraremos o conceito de “woke” e a batalha cultural e política que o envolve.
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O termo “woke” teve suas origens na comunidade afro-americana, originalmente significando “estar alerta para a injustiça racial”. Muitos acreditam que o escritor William Melvin Kelley cunhou o termo em 1962, quando publicou um artigo no The New York Times intitulado “If You’re Woke, You Dig it.” No entanto, o significado do termo se ampliou significativamente nos últimos anos.
Com o surgimento do movimento Black Lives Matter, que se concentra em denunciar a brutalidade policial contra afrodescendentes, o termo “woke” ganhou uma nova dimensão e se expandiu além da comunidade negra. Em 2017, o dicionário inglês Oxford incluiu uma nova definição para “woke”, que passou a representar “estar consciente sobre temas sociais e políticos, especialmente o racismo”.
O uso do termo “woke” é carregado de dualidade. Para alguns, ser “woke” é sinônimo de ter consciência social e racial, questionando paradigmas e normas opressoras historicamente impostas pela sociedade. No entanto, para outros, o termo descreve hipócritas que acreditam ser moralmente superiores e buscam impor suas ideias progressistas sobre os demais.
A cultura “woke” não se limita a debates. Ela também envolve métodos controversos, como o “cancelamento”, que se refere ao boicote social e profissional realizado nas redes sociais contra indivíduos que cometeram erros ou disseram algo considerado intolerável. Para os defensores do “woke”, o cancelamento é uma forma de protesto não violento que busca empoderar grupos historicamente marginalizados e corrigir comportamentos prejudiciais.
No entanto, os críticos argumentam que o cancelamento vai longe demais, ameaçando a liberdade de expressão e os valores tradicionais norte-americanos.
O que começou como um choque cultural logo se transformou em uma batalha política nos Estados Unidos. O termo “woke” se tornou um rótulo associado a políticas liberais e progressistas, como igualdade racial e social, feminismo, direitos LGBTQIA+, uso de pronomes de gênero neutro e muito mais. Essas políticas estão fortemente ligadas ao Partido Democrata, representado por figuras como Joe Biden, Bernie Sanders e Alexandria Ocasio-Cortez.
Por outro lado, a ala mais extrema do Partido Republicano, liderada por Donald Trump, vê essas políticas como uma ameaça aos “valores da família” e à própria democracia, acusando-as de promover uma “tirania woke”.

A polarização nos Estados Unidos atingiu níveis sem precedentes, com os democratas e republicanos mais afastados ideologicamente do que nas últimas cinco décadas. As eleições de meio de mandato se tornaram um campo de batalha para essas divergências.
Durante a campanha eleitoral, os partidários de Trump alertaram sobre os supostos perigos do “wokeísmo” democrata. Essa retórica alarmista visa ganhar votos, mas muitos democratas a consideram uma distração dos problemas reais.
A cultura “woke” também gerou críticas internas no Partido Democrata. O ex-presidente Barack Obama lamentou o foco excessivo na “wokeness”, especialmente entre os mais jovens, que parecem se concentrar em julgar as ações das pessoas.
No entanto, figuras como Alexandria Ocasio-Cortez defendem o “wokeísmo” como uma força motriz para a mudança. AOC argumenta que o Partido Democrata não terá sucesso se não conseguir aprovar leis sobre o direito ao voto, uma das principais causas dos ativistas “woke”.
Além de influenciar a política, o debate sobre o “woke” também se estendeu ao mundo empresarial. Empresas que adotam medidas interpretadas como “woke” podem enfrentar críticas e boicotes.
A Gillette, por exemplo, gerou polêmica com um anúncio que criticou comportamentos masculinos tóxicos. Esse debate também afeta a Disney, que recebeu críticas por questões como diversidade de elenco em seus filmes e investimentos em causas sociais.
Por fim, os investimentos com foco em questões ambientais, sociais e de governança (ESG) também são alvos de críticas dos republicanos, que os veem como “capitalismo woke”.
O “woke” é muito mais do que uma simples gíria. Tornou-se um conceito carregado de significados políticos e culturais nos Estados Unidos. Enquanto alguns veem a cultura “woke” como uma força positiva para promover a igualdade e a justiça, outros a veem como uma ameaça aos valores tradicionais.
O “woke” é, portanto, um reflexo da profunda divisão que assola a sociedade norte-americana, uma divisão que continuará a moldar o futuro político e cultural do país.
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Faz o L? Filé-mignon fica quase 20% mais barato
Carne nobre pode ser encontrada com preços baixos pelos consumidores. Outros alimentos seguiram a tendência; veja!
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O ano de 2023 trouxe uma surpresa agradável para os consumidores brasileiros, especialmente aqueles que apreciam uma boa carne. O filé-mignon, considerado um corte nobre, registrou uma significativa queda de preço, ficando quase 20% mais acessível.
Essa notícia, baseada nos dados da inflação no Brasil divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 12 de setembro, revela uma tendência interessante no setor de carnes, que tem impactado positivamente o bolso dos consumidores.
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NOVIDADE acaba de chegar no WhatsApp hoje (13/9); confira o que os usuários tanto aguardavam
No período acumulado dos primeiros oito meses deste ano, os preços das carnes experimentaram uma redução de 9,65%. Em agosto, esse índice alcançou 1,9%. Surpreendentemente, essa diminuição de preço não se limitou apenas ao filé-mignon; todos os tipos de cortes de carne estão mais baratos, tornando a carne mais acessível aos consumidores.
No entanto, o filé-mignon, mesmo sendo um dos cortes mais nobres, liderou essa tendência de queda de preços, apresentando uma redução de 16,95% ao longo do ano. Esse corte específico ocupou a sexta posição na lista geral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Logo atrás, figuram a alcatra e o contrafilé, com quedas de 13,46% e 11,77%, respectivamente.

Essa tendência de queda nos preços estendeu-se a diversos itens do setor alimentício. A cebola, por exemplo, ficou 43% mais barata até agosto de 2023, enquanto a laranja acompanhou essa tendência com uma queda de 36,14% no preço. Além disso, o óleo de soja e o abacate também estão disponíveis nos mercados com reduções de mais de 20%. A batata inglesa também merece destaque, com uma queda de 19,33% em seu valor.
André Braz, analista de preços da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta os principais fatores por trás dessa diminuição nos preços dos alimentos. Um dos fatores essenciais foi a excelente safra de grãos, como soja e milho, que são utilizados na alimentação de aves e suínos. Além disso, as condições climáticas favoráveis garantiram pastos abundantes para o gado bovino, resultando em animais mais saudáveis e, consequentemente, carne de melhor qualidade e maior oferta.
Braz sugere que os preços podem continuar a cair até o final do ano, mas alerta para a incerteza quanto a 2024, uma vez que ainda não é possível prever os impactos de eventos naturais, como o El Niño, na agricultura. No entanto, a notícia da redução de preços dos alimentos é certamente uma boa notícia para os consumidores em um período de desafios econômicos.
A queda de quase 20% no preço do filé-mignon, um dos cortes mais nobres de carne, é uma notícia que certamente agradou os consumidores. Essa redução de preço reflete uma tendência mais ampla de queda nos preços das carnes, tornando-as mais acessíveis para as famílias brasileiras. Além do filé-mignon, outros cortes, como alcatra e contrafilé, também apresentaram reduções significativas, proporcionando uma variedade de opções para os apreciadores de carne.
Os fatores que contribuíram para essa redução de preços, como a boa safra de grãos e as condições climáticas favoráveis, demonstram a complexa interconexão entre os diferentes setores da economia. A perspectiva de que os preços possam continuar a cair até o final do ano é uma boa notícia para os consumidores, que buscam maneiras de equilibrar seus orçamentos em meio aos desafios econômicos.
No entanto, é importante lembrar que a volatilidade dos preços dos alimentos pode ser influenciada por diversos fatores, incluindo eventos climáticos imprevisíveis e oscilações no mercado global. Portanto, enquanto desfrutamos dessa temporada de preços mais acessíveis, é prudente manter um olhar atento às mudanças no cenário econômico e suas possíveis repercussões. Mesmo assim, essa notícia é um alívio bem-vindo para aqueles que valorizam uma boa refeição à base de carne e esperam que ela permaneça acessível nos meses vindouros.
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O Impacto de Lula: Pronunciamento desta última quarta-feira (6/9) Gera Polêmica e 'Panelaço' em Todo o Brasil!
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Na noite da quarta-feira, 6 de setembro, véspera do feriado da Proclamação da Independência do Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, fez um pronunciamento que causou um verdadeiro alvoroço nas redes sociais. Durante pouco mais de oito minutos, Lula abordou os “alicerces da independência” e os feitos do Governo Federal, com o tema central sendo “democracia, soberania e união”.
No entanto, as opiniões dos internautas se dividiram drasticamente. Enquanto alguns elogiaram a qualidade do discurso do governante, outros apontaram “falsas promessas”. A discordância foi tanta que, em várias cidades brasileiras, opositores ao terceiro mandato de Lula expressaram seu descontentamento batendo panelas como forma de protesto.
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Nas redes sociais, aliados do governo comemoraram a volta dos discursos de Lula. No “X” (antigo Twitter), alguns usuários chegaram a chamá-lo de “p*** estadista” e declararam que, se tivessem a oportunidade, votariam novamente nele. Parece que o ex-presidente conseguiu ressuscitar a paixão política de muitos de seus seguidores.
Lula começa a falar no pronunciamento do 7 de setembro
Eu: Caralho que vontade de votar nele de novo
Mano o cara é um puta estadista, não tem jeito, é mó estranho depois de 4 anos de obscurantismo ter alguém capacitado na presidência da república— Zudemar, campeão do Maratomba 2023
(@Zudemar82) September 6, 2023
Por outro lado, houve uma série de críticas quanto às melhorias mencionadas por Lula durante o pronunciamento. Alguns questionaram se tais melhorias eram perceptíveis na realidade do país. “Que país lindo o Lula tá vendendo no pronunciamento do 7 de setembro. Mas já já o jornal nacional deve trazer a realidade, né? Porque esse mundo de sonho que ele tá pintando deve ser em Nárnia!”, escreveu um usuário do “X”. As palavras desse internauta refletem a preocupação de muitos cidadãos sobre a distância entre o discurso e a situação vivida no Brasil.
Que país lindo o Lula tá vendendo no pronunciamento do 7 de setembro. Mas jaja o jornal nacional deve trazer a realidade, né ? Pq esse mundo de sonho que ele tá pintando deve ser em Nárnia !
— Esdras Sottnas (@SottnasEsdras) September 6, 2023
PANELAÇO NO RIO DE JANEIRO PRO DESCONDENADO pic.twitter.com/nI2IctAmwy
— O Cravão©
(@OCravao) September 6, 2023
Fora do ambiente virtual, o pronunciamento de 7 de setembro também gerou manifestações. Em várias cidades brasileiras, pessoas foram às janelas para realizar o famoso “panelaço”, uma ação que lembra os protestos durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff. No entanto, desta vez, o “panelaço” ocorreu sob a liderança de opositores ao atual Governo Federal. Regiões de Belo Horizonte, São Paulo, Santa Catarina, Curitiba e Rio de Janeiro relataram manifestações com sons de panelas ecoando pelas ruas.
Panelaço dos Bolsonaristas durante pronunciamento do Presidente Lula flopou! Ninguém aderiu. Os brasileiros estão com suas panelas cheias por conta da queda no preço do alimentos.
Dia 7 de setembro Eu Vou! Bolsonaristas, Fiquem em Casa no dia da independência..#Lula7deSetembro pic.twitter.com/sNAsCM9167— Helder-Cidadão Democrático
(@helder_rsilva) September 7, 2023
O pronunciamento de Lula na véspera do Dia da Independência do Brasil demonstrou que a política continua sendo um tópico fervilhante nas discussões da sociedade. O debate entre elogios e críticas, a euforia virtual e os protestos nas ruas são um lembrete de que a voz do povo segue ecoando em todos os cantos do país.
Independentemente da opinião pessoal, uma coisa é certa: a política brasileira está mais viva do que nunca, e a web é o palco onde essa discussão se desenrola. Como será o próximo capítulo dessa história política? Só o tempo dirá.
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Presidente Lula sancionou nova política para valorização do salário mínimo, veja quando começa
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Nos últimos anos, o salário mínimo tem sido um tópico de grande importância e interesse para milhões de brasileiros. E agora, uma nova política de valorização está prestes a entrar em vigor, trazendo consigo a promessa de um aumento real no poder de compra dos trabalhadores. O presidente Lula sancionou recentemente um projeto de lei que redefine a forma como o salário mínimo será calculado a partir de 2024, estabelecendo um valor previsto de R$ 1.461.
Essa notícia não apenas atende a uma das promessas de campanha do atual presidente, mas também marca um momento significativo na busca por melhores condições de vida para a população brasileira. No entanto, muitas dúvidas surgem em relação a essa mudança e quando os brasileiros poderão realmente sentir os efeitos desse aumento.
Neste artigo, vamos mergulhar fundo nas implicações dessa nova política de valorização do salário mínimo, analisar as mudanças que já ocorreram em 2023, explorar o que está por trás do novo cálculo e o que podemos esperar para os próximos anos. Prepare-se para entender tudo sobre o futuro do salário mínimo no Brasil e como ele afetará a sua vida.
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O presidente Lula surpreendeu a todos na última segunda-feira, 28, ao sancionar um projeto de lei relacionado ao salário mínimo. De acordo com o texto, o salário passará a ser calculado sob uma nova política de valorização, que passará a valer já em 2024. De acordo com a previsão, o novo valor do piso nacional será de R$ 1.461. Vamos explorar essa mudança significativa e entender como ela afetará a vida dos brasileiros.
Uma das promessas de campanha feitas pelo atual presidente, a nova política de valorização do salário mínimo marca um importante passo na busca por melhores condições de vida para os trabalhadores. Com essa mudança, o reajuste do salário mínimo passa a levar em consideração outros fatores além da inflação, o que significa um aumento real no poder de compra dos brasileiros.
Em 2023, o Governo Federal já realizou o primeiro reajuste, além da correção da inflação, passando para o valor de R$ 1.320. Na virada do ano, entrou em vigor o salário determinado anteriormente pelo ex-presidente Bolsonaro, no valor de R$ 1.302. O piso nacional teve um novo reajuste no Dia do Trabalhador, em 1 de maio, quando alcançou R$ 1.320.
Com a nova fórmula de cálculo de valorização do salário mínimo, serão levados em consideração dois importantes indicadores econômicos: o Índice Nacional de Preços do Consumidor (INPC) dos últimos 12 meses e as informações acerca do segundo ano anterior referentes ao Produto Interno Bruto (PIB).
Se o PIB não demonstrar crescimento, o reajuste será feito baseado apenas na inflação. Essa abordagem busca garantir que o poder de compra dos trabalhadores seja preservado e, idealmente, aumentado, refletindo o crescimento econômico do país.
De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o salário mínimo não teve ganhos reais nos últimos anos. Os reajustes foram feitos principalmente para cobrir o aumento dos preços dos produtos, o que resultou em uma estagnação no poder de compra dos trabalhadores.
A remuneração básica de R$ 1.461 é, no momento, apenas uma projeção feita pelo Governo Federal. Não foi garantido que esse será o valor aplicado no próximo ano, mas representa um passo na direção certa para a valorização dos trabalhadores e a melhoria das condições de vida no Brasil.
A nova política de valorização do salário mínimo, sancionada pelo presidente Lula, é uma notícia positiva para os trabalhadores brasileiros. Ela representa um compromisso em garantir que o poder de compra seja preservado e, quando possível, ampliado.
Os próximos anos serão decisivos para avaliar como essa política impactará a economia e a qualidade de vida da população. À medida que 2024 se aproxima, os olhos estarão voltados para as mudanças que virão com o novo cálculo do salário mínimo.
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DIA DO PATRIOTA: Projeto de lei foi encaminhado para que o dia 8 de janeiro seja um dia para ser celebrado o patriotismo
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Uma recente decisão da Câmara Municipal de Porto Alegre gerou controvérsias e debates intensos. Aprovou-se a criação do “Dia do Patriota,” a ser comemorado em 8 de janeiro, uma data que remete a um episódio de tentativa de invasão terrorista em Brasília.
Neste artigo, vamos explorar essa polêmica proposta, desde sua origem até as controvérsias que a cercam, bem como as implicações de sua aprovação sem passar pelo plenário da Câmara.
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O projeto que deu origem ao “Dia do Patriota” foi apresentado em 15 de março pelo ex-vereador Alexandre Bobadra (PL), que posteriormente foi cassado por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. A proposta seguiu seu curso pelas comissões permanentes da Câmara antes de chegar à mesa do prefeito Sebastião Melo (MDB) em junho. Surpreendentemente, o prefeito não se manifestou sobre a proposta, e ela acabou sendo promulgada pelo presidente da Câmara, Hamilton Sossmeier, em 10 de julho, tornando-se a Lei 13.530.
O texto do projeto argumenta que o patriotismo brasileiro tem enfrentado ataques de diversas entidades e fenômenos, citando inclusive o nome de Olavo de Carvalho, uma figura influente no movimento bolsonarista que faleceu em 2022.
Uma das principais controvérsias em torno da criação do “Dia do Patriota” está relacionada ao processo de aprovação. O projeto de lei avançou sem passar por votação em plenário, pois se tratava de um Projeto de Lei do Legislativo (PLL) que seguiu sob “tramitação terminativa.” Isso significa que a matéria não precisou ser votada pelo plenário, dependendo apenas da análise das comissões permanentes da Câmara e da sanção do prefeito.
Durante sua tramitação, o texto passou por várias comissões, onde poderia ter sido rejeitado, mas não foi. Em uma dessas comissões, o projeto foi aprovado por três votos a zero, enquanto em outra houve um empate. Com a ausência de manifestação do prefeito Melo, a matéria retornou à Câmara e foi sancionada pelo presidente Hamilton Sossmeier, que, segundo o diretor legislativo da Câmara, estava obrigado a fazê-lo.
A escolha da data, 8 de janeiro, é o epicentro das controvérsias. Esta data está associada a uma tentativa de invasão aos Três Poderes, um evento perturbador que desafiou a democracia do país. A celebração do “Dia do Patriota” é vista por alguns como uma homenagem ao patriotismo brasileiro, enquanto para outros é uma lembrança desconfortável de um acontecimento que abalou as estruturas democráticas do Brasil.
Além disso, a aprovação do projeto sem passar pelo plenário levanta questionamentos sobre transparência e representatividade. Muitos se perguntam se essa decisão realmente representa a vontade da população de Porto Alegre e se o processo seguiu as normas democráticas adequadas.
A criação do “Dia do Patriota” em Porto Alegre é uma medida que continua gerando polêmica e debates acalorados. Desde sua origem até sua aprovação sem votação em plenário, essa proposta tem sido alvo de questionamentos por parte da sociedade. A data escolhida, 8 de janeiro, carrega uma carga de controvérsia, lembrando um evento desafiador para a democracia brasileira.
O “Dia do Patriota” continuará a ser objeto de debates e reflexões em Porto Alegre e em todo o Brasil, pois suas implicações e significados variam de acordo com a perspectiva de cada indivíduo. À medida que essa discussão se desenrola, é fundamental manter um diálogo aberto e construtivo sobre o que representa o verdadeiro patriotismo e como ele deve ser celebrado.
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O filme da Barbie é um fenômeno. Ele não só se tornou o maior sucesso de bilheteria do ano, como já arrecadou, apenas nos Estados Unidos e no Canadá, cerca de US$ 155 milhões em seu fim de semana de estreia. Porém, em um país específico, não foi isso o que aconteceu. De fato, o […]
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O filme da Barbie é um fenômeno. Ele não só se tornou o maior sucesso de bilheteria do ano, como já arrecadou, apenas nos Estados Unidos e no Canadá, cerca de US$ 155 milhões em seu fim de semana de estreia. Porém, em um país específico, não foi isso o que aconteceu.
De fato, o filme da boneca mais famosa do mundo ocidental foi proibido no Vietnã. O motivo? A gente vai explicar ao longo deste texto. Então, quer saber mais sobre? Confira a seguir!
Boa leitura!

Primeiramente, vale dar um pouco de contexto. O filme Barbie conta a história de amadurecimento da boneca infantil e estereotipada, que sai em busca de explorar sua identidade.
Para isso, Barbie (Margot Robbie) recebe um mapa feito por outra boneca para sair da “Barbielândia” e chegar até o “Mundo Real”. E justamente neste mapa se encontra o problema que fez o filme ser banido no Vietnã.
Isso porque, de acordo com a Warner Bros, o filme não seria exibido no país por conta de uma cena do suposto mapa, que também representa a Ásia, no qual existiria a chamada Linha de Nove Pontos.
A Linha de Nove Pontos é uma demarcação feita pela China sobre vastas áreas do Mar da China Meridional. Ela consiste em 9 segmentos que, no mapa, abrangem áreas reconhecidas como parte do território de outras nações. Entre elas, Filipinas, Malásia, Brunei e, claro, o Vietnã.
Basicamente, é um problema geopolítico não resolvido, uma vez que a China alega que a linha tem fundamentos históricos, enquanto países da região a consideram inconsistente com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS).
Essa questão inclusive tem sido alvo de debate e disputas entre países há um bom tempo, sendo assunto sério e de grande preocupação na região.
Contudo, segundo o estúdio responsável pelo filme Barbie, tudo não passa de um mal-entendido. A equipe responsável já afirmou que a cena não tem relações com o território, e que o mapa em questão apenas representa um desenho infantil feito de giz de cera.
“Os rabiscos retratam a jornada fictícia da boneca na Terra da Barbie para o ‘mundo real’. Não foi a intenção passar nenhum tipo de mensagem [às autoridades locais]”, afirmou uma fonte dentro do estúdio da Warner.
Vale dizer que Barbie é um projeto da Mattel que já se desdobra há alguns anos. Sobre sua participação no longa, a atriz Margot Robbie afirma que o filme deve ter um impacto positivo em crianças ao redor de todo o mundo.
O filme, que teve sua produção adiada por conta da pandemia de Covid-19, chegou aos cinemas de todo o mundo e também do Brasil no último dia 19 de julho, e deve gerar mais de 1 bilhão de dólares para seus produtores.
Confira o trailer do filme Barbie! 
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Com o fenômeno das IA a pergunta que fica é: quem vai fiscalizar o ChatGPT e as IAs?
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Mas afinal de contas, quem vai fiscalizar o ChatGPT?
Com o crescimento do uso de inteligência artificial (IA) dentro das empresas, a União Europeia sai na frente com a Lei de IA. A expectativa é de que a decisão incentive outros países a adotar regulações próprias, como no Brasil, uma vez que o projeto sobre o tema voltou ao debate no Congresso neste ano.
E essa não é a primeira vez que a Europa inspira o país quando o assunto é regulação tecnológica, pois a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) surgiu em 2018, dois anos depois da lei de proteção de dados europeia ser aprovada.
No Brasil, o projeto de Lei 2.338/2023 propõe a regulamentação da IA com o “objetivo de proteger direitos fundamentais das pessoas humanas”. Carolina Perroni, sócia fundadora do Perroni Sanvicente & Schirmer, destaca que é de extrema importância fazer a análise de duas questões neste cenário: a primeira sobre quem será o órgão fiscalizador, e a segunda sobre quais serão os riscos e direitos assegurados.
“Não basta regulamentar a IA se não houver pessoas preparadas a executar esse trabalho de fiscalização, garantido que as sanções sejam aplicadas da forma correta, se e quando necessárias. De nada adiantará punir empresas e corporações, se na prática não existir uma política clara e que realmente priorize e combata qualquer tipo de prejuízo à vida das pessoas com responsabilidade e transparência”, diz.
Embora muitos acreditem que a chegada do ChatGPT tenha acelerado a necessidade de regulamentação, a inteligência artificial já está presente em nossa sociedade há um bom tempo com os algoritmos das redes sociais.
A área da Inteligência Artificial (IA) não é algo novo e tem sido parte de nossas vidas há mais de 30 anos. Anteriormente, temas como redes neurais, algoritmos genéticos e aprendizado de máquina eram vistos como coisas de ficção científica ou limitados a ambientes acadêmicos e de pesquisa avançada. Porém, em novembro de 2022, a OpenAI, uma empresa iniciante fundada em 2015 na Califórnia, apresentou o ChatGPT, o que mudou a forma como o público em geral enxerga a IA.
Para explicar de forma simples, o ChatGPT é um software que utiliza um tipo de algoritmo de IA chamado LLM (Large Language Model), que é baseado em técnicas de Aprendizado Profundo. Esse algoritmo foi treinado com uma quantidade imensa de dados e consegue prever e gerar novos conteúdos. A versão mais recente, o ChatGPT-4, possui mais de 1 trilhão de parâmetros, o que ilustra o imenso conjunto de dados com o qual ele foi treinado. Por causa disso, o ChatGPT consegue responder a perguntas sobre praticamente qualquer assunto com uma precisão impressionante, tornando as interações com a ferramenta uma experiência quase mágica.
Inicialmente, a intenção da empresa era desenvolver um software de código aberto que beneficiasse a todos, usando a IA para resolver problemas comuns. O projeto atraiu investidores importantes, como Elon Musk, o bilionário da Tesla, e outros nomes conhecidos do Vale do Silício. No entanto, apenas dois meses após seu lançamento ao público, o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários ativos. Para se ter uma ideia, o TikTok levou nove meses para atingir um número semelhante de usuários ativos, e o Instagram precisou de dois anos e meio. Isso mostra que o ChatGPT estabeleceu um recorde absoluto de popularidade.
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O artigo ressalta a importância da regulamentação do ChatGPT e da inteligência artificial de forma geral. Embora a IA traga inúmeras possibilidades, também pode apresentar riscos se não for utilizada de maneira responsável. A regulamentação adequada pode garantir a proteção dos direitos dos usuários, a transparência dos algoritmos e a responsabilidade das empresas desenvolvedoras.
Além disso, é fundamental promover a educação e a conscientização sobre a IA para que as pessoas possam compreender seus impactos e tomar decisões informadas.
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Carolina Perroni Sanvicente
Co-fundadora do Perroni Sanvicente & Schirmer Advogados, Carolina é especialista em Direito Empresarial (com foco em consultivo) e tem ampla experiência nas áreas de Direito Civil, Societário e Governança Corporativa. Participou e liderou mais de 180 operações de M&As, de diversos tamanhos com atuação tanto na Sellside quanto Buyside.
Ela já colaborou para renomados escritórios de advocacia, em Companhias Abertas, e por mais de seis anos foi coordenadora da área jurídica da Loja Renner S.A, e Head do jurídico do Grupo Arezzo por mais de três anos. Atualmente, faz parte também da Co-gestão do Comitê Estratégico de Escritórios Jurídicos da Amcham/RS, é membro da rede Impacto por Elas e conselheira Fiscal Suplente do Instituto Lojas Renner.
Em 2022 Carolina recebeu o reconhecimento da revista Análise como uma das advogada mais admiradas do Brasil e foi rankeada pelo TTR como uma das advogadas do Brasil em número de operações de M&A.
Perroni Sanvicente & Schirmer Advogados (PS&S)
Escritório de advocacia fundado em 2020, PS&S tem como missão atuar com integridade, qualidade e inovação. Atualmente, está rankeado no TTR entre os escritórios do Brasil com maior número de operações em Venture Capital (VC) no país. Centrado nos temas do Direito Empresarial, com foco em direito societário, fusões e aquisições e direito contratual, o PS&S tem experiência vasta expertise na estruturação quanto na reestruturação de empresas.
O principal objetivo é entregar aos clientes soluções jurídicas eficazes e adaptadas às reais necessidades de cada um e que agreguem valor ao negócio e contribuam para uma sociedade melhor.
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A política é um campo repleto de mistérios e curiosidades, e um dos assuntos mais intrigantes é a inelegibilidade de certos políticos. Por que alguns são considerados inelegíveis? Quais são os requisitos para ser elegível na política? Não se preocupe, pois vamos desvendar todos esses segredos e responder a todas as suas perguntas sobre inelegibilidade na política!
Você já se perguntou por que alguns políticos não podem concorrer a cargos eletivos? A inelegibilidade ocorre quando uma pessoa não atende aos requisitos legais para se candidatar a um cargo político. Existem diferentes razões para isso, como condenação criminal, falta de filiação partidária ou ação judicial que impeça a candidatura.
Um dos principais motivos para a inelegibilidade é a condenação por crimes eleitorais, corrupção ou improbidade administrativa. Quando um político é condenado por esses tipos de crimes, ele perde temporariamente o direito de se candidatar. Essa medida visa proteger a integridade do sistema político e garantir que pessoas envolvidas em práticas ilegais não ocupem cargos públicos.
Outra causa comum de inelegibilidade é a falta de filiação partidária. Para concorrer a um cargo político, é necessário ser filiado a um partido político. Sem essa filiação, o indivíduo não pode se candidatar. Isso ocorre porque os partidos políticos são responsáveis por indicar os candidatos e garantir que eles estejam alinhados com suas ideologias e propostas.
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Agora que conhecemos os motivos da inelegibilidade, vamos desmistificar os requisitos para ser elegível na política. Para se candidatar a um cargo eletivo, é necessário ser brasileiro nato ou naturalizado, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima estabelecida pela legislação e, em alguns casos, ter domicílio na circunscrição do cargo pretendido.
Ser brasileiro nato ou naturalizado é um dos requisitos básicos para se candidatar a um cargo político. Além disso, é fundamental estar em dia com as obrigações eleitorais, como a regularidade do título de eleitor e a participação em eleições passadas.
A idade mínima varia de acordo com o cargo pretendido. Para vereadores, é necessário ter pelo menos 18 anos. Para deputados estaduais e federais, a idade mínima é de 21 anos. Já para senadores e presidentes, é preciso ter pelo menos 35 anos. Essas idades são estabelecidas para garantir a maturidade e a experiência necessárias para exercer as funções políticas.
Em alguns casos, é exigido que o candidato tenha domicílio na circunscrição do cargo pretendido. Isso significa que ele deve residir na região em que deseja se candidatar. Essa exigência visa garantir que os candidatos estejam familiarizados com as demandas e necessidades da população local.
Aqui estão todas as respostas que você sempre quis saber sobre inelegibilidade na política! Agora que entendemos os motivos por trás da inelegibilidade e os requisitos para ser elegível, podemos desmistificar o tabu ao redor desse assunto.
É importante lembrar que a inelegibilidade não é uma punição definitiva. Em alguns casos, ela é temporária e pode ser revertida após o cumprimento de determinadas condições, como o término de uma pena criminal ou a regularização de pendências eleitorais.
A inelegibilidade é fundamental para garantir a integridade do sistema político e a escolha de candidatos que estejam aptos a exercerem suas funções com honestidade e responsabilidade. Por meio dessas medidas, busca-se evitar a corrupção, a improbidade administrativa e garantir que os eleitos tenham os melhores interesses da sociedade em mente.
Agora que desvendamos esse mistério, podemos ter uma compreensão mais clara sobre a inelegibilidade na política. É importante que os cidadãos conheçam seus direitos e saibam quais são as condições para se candidatar a um cargo político. A transparência e o conhecimento são essenciais para uma democracia saudável e um sistema político eficiente e confiável.
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