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Nova Zelândia – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Thu, 20 Jul 2023 11:46:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png Nova Zelândia – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 Onde assistir aos jogos da seleção feminina de futebol na Copa hoje? https://sejacriativo.com.br/onde-assistir-copa-do-mundo-feminina/ https://sejacriativo.com.br/onde-assistir-copa-do-mundo-feminina/#respond Thu, 20 Jul 2023 11:46:21 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=28990 copa do mundo feminina

Se você estava com saudade de uma Copa do Mundo, pode comemorar! Isso porque a Copa do Mundo Feminina estreia nesta quinta-feira, dia 20 de julho, e promete dar o que falar. O primeiro jogo ocorre às 4h do dia 20, no estádio Eden Park, em Auckland, Nova Zelândia, com uma partida entre o time […]

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Se você estava com saudade de uma Copa do Mundo, pode comemorar! Isso porque a Copa do Mundo Feminina estreia nesta quinta-feira, dia 20 de julho, e promete dar o que falar.

O primeiro jogo ocorre às 4h do dia 20, no estádio Eden Park, em Auckland, Nova Zelândia, com uma partida entre o time da casa, Nova Zelândia, e Noruega.

E para quem mora aqui no Brasil, mas quer acompanhar de pertinho o campeonato, não faltam opções de cobertura. Neste ano, será possível torcer pela nossa seleção ao vivo e acompanhar os outros jogos através da TV Globo, do Sportv e da CazéTV.

Sim, o Casimiro, fenômeno de audiência da Copa do Mundo do Catar, também vai comandar as transmissões da copa feminina. Então, para quem curte o streamer, essa é uma adição e tanto à cobertura tradicional.

Então, para saber mais sobre onde assistir aos jogos da seleção na Copa do Mundo Feminina, confira o texto completo a seguir!

Onde assistir aos jogos da seleção na Copa do Mundo Feminina?

Copa do Mundo Feminina 2023
Foto: FIFA.com

A Copa do Mundo Feminina 2023 acontece na Austrália e na Nova Zelândia, e será realizada entre os dias 20 de julho e 20 de agosto.

A cerimônia será realizada no Eden Park, o estádio de maior capacidade do país na Nova Zelândia, com espaço para 50 mil espectadores.

A cerimônia de abertura acontece antes do primeiro jogo, no estádio Eden Park, com capacidade para receber cerca de 50 mil torcedores.

Como atração principal, o evento entrega um duo entre a cantora neozelandesa Benee e a rapper australiana Mallrat. Juntas, elas são donas do hit da Copa do Mundo Feminina deste ano, nomeado Do it again (Faça novamente, em tradução livre).

Além do show, também haverá apresentação do tradicional ritual maori haka, a fim de dar as boas-vindas aos visitantes e, claro, dar ao público um gostinho da cultura local.

Veja como será a transmissão da Copa Feminina pela Globo e Sportv

Em 2023, a Copa Mundial Feminina terá uma competição acirrada pela audiência do público. Como explicamos, além da Globo e do Sportv, a CazéTV também vai transmitir o campeonato.

De acordo com a TV Globo, essa será a maior cobertura da história da Copa do Mundo Feminina (já não era sem tempo, né?). Os três primeiros jogos da Seleção Brasileira (fase de grupos) já serão televisionados na TV aberta, com possibilidade de até sete partidas transmitidas, caso chegue à final.

Já na TV fechada, o SporTV será o responsável pela transmissão de um total de 34 jogos, incluindo os sete que também serão exibidos na TV aberta.

Vale dizer que a emissora também vai transmitir todas as partidas ao vivo e de graça, tanto pelo site do Globo Esporte quanto pela plataforma Globoplay.

Conheça o time de narradores e comentaristas

Entre o time envolvido, a Globo vai enviar 12 profissionais para o torneio, e a cobertura fica por conta de Marcelo Courrege, Denise Thomaz Bastos e Gabriela Moreira.

A apresentação será por conta de Bárbara Coelho, ao lado da comentarista Renata Mendonça e de Thalisson Araújo, que participam diariamente dos programas e telejornais da emissora.

Além disso, para os jogos da Seleção Brasileira, a equipe de narração será formada por Renata Silveira (primeira mulher a narrar um jogo da seleção em uma Copa do Mundo), e os comentaristas Ana Thaís Matos e Caio Ribeiro.

Já no SporTV, os jogos das meninas da seleção ficam por conta do narrador Luiz Carlos Jr. e da comentarista Aline Calandrini.

Também farão parte do time nomes como Natália Lara, Daniel Pereira e Isabelly Morais, além de figuras conhecidas como Pedrinho, Richarlyson, Paulo Nunes, Ledio Carmona, Carlos Eduardo Lino, Formiga e Érika Cristiano.

Copa do Mundo Nova Zelândia Austrália
Foto: FIFA.com

Como acompanhar o campeonato pela CazéTV

Por fim, se você curte algo menos tradicional, pode também acompanhar os jogos da Copa do Mundo Feminina pela CazéTV, o canal no YouTube e empresa do streamer Casimiro Miguel.

A boa notícia é que a CazéTV vai transmitir TODOS os jogos. Serão um total de 64 partidas que você poderá acompanhar de forma totalmente gratuita pela plataforma.

Por lá, além da participação do próprio Casimiro e do narrador Luís Felipe Freitas, também será possível curtir os comentários de Fernanda Gentil e Guilherme Beltrão.

Além disso, o canal da Cazé TV no YouTube já anunciou uma programação especial voltada à Copa do Mundo Feminina, incluindo conteúdos com os melhores lances, vídeos de bastidores, transmissões antes e depois dos jogos, reacts e até cobertura lá no local dos jogos. Tudo disponível pelo canal do Casimiro (confira aqui o link para a estreia!)

Então, não perca: a estreia da Copa do Mundo Feminina será nesta quinta-feira, dia 20 de julho, às 4 horas da manhã, em uma partida entre Nova Zelândia e Noruega.

Bom jogo!

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Conheça os Países mais felizes do mundo

Desde a publicação do primeiro World Happiness Report (Relatório da Felicidade Mundial) em 2012, existe um consenso crescente de que a felicidade pode ser promovida através de políticas públicas e das ações das empresas e da sociedade civil.

Além disso, a felicidade e o bem-estar podem ser medidos de forma útil de várias maneiras, inclusive através de pesquisas sobre a satisfação das pessoas com as suas vidas.

A análise do World Happiness Report aproveita seis fatores-chave para ajudar a explicar a variação dos níveis de felicidade auto-referidos em todo o mundo: apoio social, rendimento, saúde, liberdade, generosidade e ausência de corrupção. Os governos utilizam cada vez mais esta análise para orientar as políticas em direção à felicidade.

O Relatório de Felicidade deste ano também mostra que, apesar de várias crises sobrepostas, a maior parte das populações em todo o mundo continua a ser notavelmente resistente, com médias globais de satisfação de vida nos anos 2020-2022 da COVID-19 tão elevadas como as dos anos pré-pandêmicos.

O primeiro Dia Internacional da Felicidade foi celebrado 10 anos atrás, em 20 de Março de 2013. Desde então, as pessoas em todo o mundo reconheceram não só a importância de medir a felicidade e o bem-estar, mas também em apoiar as políticas públicas e privadas para ajudar a promovê-las.

“O objetivo último da política e da ética deve ser o bem-estar humano”, disse Jeffrey Sachs. “O movimento da felicidade mostra que o bem-estar não é uma ideia ‘suave’ e ‘vaga’, mas sim foca áreas da vida de importância crítica: condições materiais, riqueza mental e física, virtudes pessoais e boa cidadania. Precisamos transformar esta sabedoria em resultados práticos para alcançar mais paz, prosperidade, confiança, civilidade – e sim, felicidade – nas nossas sociedades”.

A Finlândia permanece na primeira posição pelo sexto ano consecutivo. A Lituânia é o único país novo entre os vinte primeiros, tendo subido mais de 30 posições a partir de 2017. O Afeganistão e o Líbano, devastados pela guerra, continuam a ser os dois países mais infelizes da pesquisa, com avaliações médias de vida 5 pontos a menos (numa escala de 0 a 10) do que nos dez países mais felizes.

Os dez países mais felizes são:

1. Finlândia

2. Dinamarca

3. Islândia

4. Israel

5. Países Baixos

6. Suécia

7. Noruega

8. Suíça

9. Luxemburgo

10. Nova Zelândia

“A felicidade média e as classificações dos nossos países, tanto para as emoções como para as avaliações de vida, têm sido notavelmente estáveis durante os três anos da COVID-19”, disse John Helliwell. “As mudanças que ocorreram nas classificações foram continuações de tendências de longo prazo, tais como os aumentos vistos nas classificações dos três países bálticos. Mesmo durante estes anos difíceis, as emoções positivas permaneceram duas vezes mais prevalentes do que as negativas, e os sentimentos de apoio social positivo duas vezes mais fortes do que os de solidão”.

O relatório analisa mais de perto as tendências de como a felicidade é distribuída, em muitos casos de forma desigual, entre as pessoas. Examina a diferença de felicidade entre a metade superior e a metade inferior da população. Essa lacuna é pequena em países onde quase todos são muito infelizes, e nos países de topo onde quase ninguém é infeliz. De modo geral, as pessoas são mais felizes vivendo em países onde a diferença de felicidade é menor. As lacunas de felicidade em termos globais têm sido bastante estáveis, embora existam diferenças crescentes em muitos países africanos.

“O relatório deste ano apresenta muitas perspectivas interessantes”, disse Lara Aknin, “mas uma que considero particularmente interessante e animadora tem a ver com a pró-socialidade. Pelo segundo ano, vemos que várias formas de gentileza cotidiana, como ajudar um estranho, doar para caridade e voluntariado, estão acima dos níveis pré-pandêmicos. Ficou demonstrado que atos de bondade conduzem e resultam de uma maior felicidade, que é o foco do Capítulo 4”.

Os dados das mídias sociais tornaram-se um tesouro de informações sobre a forma como as pessoas se comportam. Desde 2010, os métodos de utilização dos dados das redes sociais para avaliar a felicidade tornaram-se muito mais sofisticados. As avaliações podem fornecer medições detalhadas do bem-estar para rastrear mudanças, avaliar políticas e prestar contas. Em conjunto, estes avanços resultaram em uma maior precisão de medição e no potencial para projetos de pesquisa experimental mais avançados.

O relatório deste ano também analisa mais de perto os dados de pesquisa disponíveis na Ucrânia. “O impacto devastador da guerra é evidente para todos, e por isso também descobrimos que o bem-estar na Ucrânia foi realmente afetado”, observou Jan-Emmanuel De Neve. “Mas o que é surpreendente, no entanto, é que o bem-estar na Ucrânia caiu menos do que em 2014, quando a Rússia anexou a Crimeia, e isto se deve em parte ao aumento extraordinário do sentimento de companheirismo em toda a Ucrânia, que se verifica nos dados coletados sobre ajuda a estranhos e doações – a invasão russa transformou a Ucrânia em uma nação”, acrescentou De Neve.

Análise dos capítulos do Relatório da Felicidade Mundial:

– Capítulo 1. A agenda da felicidade. Os próximos 10 anos

John Helliwell, Richard Layard e Jeffrey Sachs

– Capítulo 2. Felicidade, Benevolência e Confiança durante a COVID-19 e Depois

John Helliwell, Haifang Huang, Max Norton, Leonard Goff e Shun Wang

– Capítulo 3. Bem-estar e Eficácia do Estado

Sir Timothy Besley, Joseph Marshall e Torsten Persson

– Capítulo 4. Fazer o bem e sentir-se bem: Relações entre Altruísmo e Bem-estar para Altruístas, Beneficiários e Observadores

Shawn A. Rhoads e Abigail A. Marsh

– Capítulo 5. Para uma previsão do bem-estar das populações que utilizam os meios de comunicação social: Três Gerações de Progresso

Oscar Kjell, Salvatore Giorgi, H. Andrew Schwartz e Johannes C. Eichstaedt

“O objetivo geral é uma sociedade mais feliz”, disse Richard Layard. “Mas só chegaremos lá se as pessoas fizerem felizes umas às outras (e não apenas a si próprias). É um objetivo inspirador para nós como indivíduos”. E inclui a felicidade das gerações futuras – e nossa própria saúde mental”.

O Relatório da Felicidade Mundial é uma publicação da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável, alimentada pelos dados da Gallup World Poll. O relatório conta com o apoio da Fundação Ernesto Illy; illycaffè; Grupo Davines; Wall’s, a maior marca de sorvetes da Unilever; The Blue Chip Foundation; The William, Jeff, e Jennifer Gross Family Foundation; The Happier Way Foundation e The Regeneration Society Foundation.

O relatório é editado pelo Professor John F. Helliwell da Universidade British Columbia; Professor Richard Layard, co-diretor do Programa de Bem-Estar da London School of Economics; Professor Jeffrey D. Sachs, da Universidade de Columbia, presidente da SDSN e diretor do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Instituto da Terra; Professor Jan-Emmanuel De Neve, diretor do Centro de Investigação do Bem-Estar da Universidade de Oxford; Professora Lara B. Aknin, Diretora do Laboratório de Ajuda e Felicidade da Universidade Simon Fraser; e Professor Shun Wang, da Escola Internacional de Negócios Suzhou, Universidade de Xi’an Jiaotong-Liverpool.

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