
Entenda de uma vez por todas a monetização do Customer Success na nova economia
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Uma das mudanças mais profundas aceleradas pela transformação digital pode ser vista no modo como o mercado compra produtos ou serviços de TI. Como todos os processos de digitalização da sociedade, esse também vinha ocorrendo há alguns anos, mas consolidou-se com muita força com a transformação digital em favor dos modelos por assinatura.
Isso porque a grande maioria dos produtos se transformaram em serviços adquiridos com pagamento mensal, dando ao cliente a liberdade de trocar de fornecedor caso ele não se adapte. Essa comodidade trouxe para as empresas o desafio de entregar algo que seja dinâmico, impulsionando a chegada de novos clientes para essa experiência.
Nesse contexto, o que faz com que o cliente permaneça com um determinado fornecedor é o valor que ele reconhece no produto que está utilizando e, aqui, é de suma importância a metodologia de Customer Success (CS). É ela que visa reter o cliente e ajudar a empresa a direcionar sua estratégia e ampliar sua participação.
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Para isso, um time ligado ao cliente precisa compreender suas necessidades, entender cenários de uso e projetar seu sucesso visando alcançar os businesses outcomes. Além de conhecer os usos que o cliente fará do produto, a equipe também deve compreender os objetivos de negócio que levam à sua aquisição. Na prática, essa relação é construída para alcançar novos patamares de resultados.
Para muitas empresas, o CS não é apenas uma estrutura, mas uma metodologia que transforma o cenário orientado a vendas em um cenário orientado ao cliente. É durante essa transformação que as empresas começam a compreender o que é a monetização, ou a construção de um modelo de CS que componha seu portfólio de serviços.
Um estudo realizado pela TSIA (Technology & Services Industry Association) mostra que hoje 49% das empresas do setor de tecnologia monetizam CS, e os resultados são positivos. O percentual médio de expansão do faturamento de empresas que monetizam CS é de 24%, contra apenas 14% daquelas que não o fazem. Outra medida interessante: o NPS (Net Promote Scores) médio das empresas que monetizam o CS é 42, contra 25 das que não monetizam.
Hoje os grandes fabricantes já perceberam isso e têm praticado o CS. Normalmente isso é feito de duas maneiras: quando o cliente identifica, na fase de pré-venda, os benefícios de ter o CS; ou quando, com a ajuda de consultores, a empresa percebe que ele pode ter fit com a oferta. O cliente pode ter dificuldade para entender o valor do negócio e aqui o CS funciona como um orquestrador.
Mas como o Customer Success funciona? Já sabemos que a transformação digital mudou a forma como compramos esses produtos. Isso criou a necessidade de direcionar oportunidades para que as empresas – à medida que comprem – permitam aos seus fornecedores construir um plano de sucesso para direcionar a entrega de valor e prevenir gaps.
Um bom exemplo de CS bem executado é o serviço oferecido por empresas de streaming. Por trás de tudo o que a plataforma apresenta, há ofertas que o usuário geralmente tem preferência. Todo este conjunto é preparado para mantê-lo ali a fazer com que consuma o serviço por mais tempo, trazendo mais usabilidade e entrega de valor.
Desta forma, a monetização também pode melhorar o portfólio e trazer mais receita. Este, aliás, é um ponto importante. O CS contribui para sustentabilidade financeira, como indutor de receitas. E muitas empresas têm apostado nisso, percebendo que suas ofertas podem ser ampliadas e trabalhando dados nesse sentido.
Para que isso aconteça, há quatro vetores importantes:
Citando novamente o estudo da TSIA, os benchmarks realizados pelas entidades mostram que a monetização de Customer Success traz uma série de resultados positivos, como: a taxa de expansão de receita de cerca de 10%, com melhoria em pontos percentuais para empresas que rentabilizam o CS; elevação de 17 a 27 pontos no NPS; e taxas de retenção de receita 2% maiores em comparação com as empresas que não têm estratégias de monetização. A mudança é grande, mas os resultados são compensadores.
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Ser um vendedor externo é ser responsável por uma carteira de clientes, ir a campo para apresentar produtos e serviços e ainda prospectar novos negócios estabelecendo sempre um bom relacionamento com todos. Mas além de vender, esse importante profissional tem de realizar etapas do processo comercial, como se comunicar com o sistema, acessar o cadastro do cliente, fazer o pedido e avisar o backoffice, que concluirá o processo validando a venda e emitindo a nota fiscal.
Para vencer esses desafios e burocracias que a profissão exige, Filipe Nascimento CEO da salestech Fieldy separou sete dicas valiosas que podem ajudar vendedores no seu dia a dia:
Nada melhor do que organizar o seu dia com os principais objetivos da semana, ou até mesmo do mês. Isso pode lhe ajudar a visualizar melhor o processo e a ter sucesso para atingir suas metas.
A regra básica para vender bem é o conhecimento pleno do que está sendo oferecido, assim como conhecer seu cliente e suas necessidades. Somente assim é possível oferecer o que ele precisa e até se antecipar às suas necessidades.
O gestor é o responsável por gerenciar toda a equipe de vendas, mas mais do que isso, ele é quem vai traçar estratégias e viabilizar operações para que tenham decisões mais lucrativas. Por isso, sempre converse e alinhe estratégias sobre seu trabalho. E lembre-se, nessa jornada o vendedor é peça fundamental, pois é ele quem estará frente a frente levando a empresa e interagindo com o cliente. Mantenha uma comunicação empática e uma escuta ativa.
Faça tudo pelo celular. Sem sombra de dúvida, a tecnologia é uma grande aliada para o vendedor e com ela é possível: falar com o cliente, contatar o supervisor, ter controle de estoque e até mesmo armazenar dados que estão sendo prospectados, tendo integração total com o back office da empresa. Hoje também é possível dispor de sistemas que proporcionam praticidade em campo como comando de voz ou o uso de uma única mão para digitar, utilizar a geolocalização e até a realização das operações de venda com e sem acesso à internet, graças à sincronização automática gerada. Assim é possível se conectar novamente.
A tecnologia ajuda a extrair informações em tempo real baseadas em métricas que são fundamentais para avaliar resultados de um processo, ação ou estratégia de marketing e assim tomar decisões mais assertivas. Com as informações fornecidas é possível também visualizar histórico do cliente, seus hábitos de compra e os produtos relacionados para que o vendedor trabalhe com mais inteligência.
Com as tecnologias existentes não se precisa mais enviar as vendas de forma manual para o sistema interno da empresa. Também é possível ter tudo na palma da mão de forma on-line, eliminando catálogos físicos e outros processos manuais comuns durante a venda externa, permitindo a emissão de comprovantes, boletos e notas fiscais em campo; tudo integrado ao ERP da empresa com mais praticidade e agilidade.
Um app mobile para a força de vendas como você nunca viu e ouviu: A Fieldy é uma empresa do ecossistema Ativy que, focada em soluções de mobilidade em nuvem para vendas em campo, entrega um framework completo de ferramentas para facilitar a rotina de quem carrega a empresa para todos os cantos ─ e, também, de quem gerencia as informações da porta para dentro. Seu principal objetivo é acelerar a força de vendas por meio de comandos de voz inteligentes, inteligência artificial, geolocalização e rastreabilidade; possibilitando operações de ordem de entrega, atendimento a clientes e pedido de vendas a partir de uma solução PDV Mobile nativamente integrada aos principais ERPs, CRMs e BIs do mercado.
A Ativy, com sede em Campinas/SP, é a primeira one-stop shop de transformação digital do Brasil. Como um ecossistema de tecnologia, o grupo reúne startups disruptivas que entregam soluções de gestão, produtividade e crédito a empresas de todos os portes e segmentos. Atualmente, são mais de 30 mil usuários gerenciados nas plataformas integradas em nuvem e cerca de 400 colaboradores diretamente envolvidos na operação — que, nos últimos dois anos, cresceu acima dos dois dígitos na América Latina.
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fonte: vira
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Hoje, um grande número de pessoas se autodenominam coachs. Mas como saber qual deles é realmente um profissional e quem é simplesmente popular nesta profissão? Eu sugiro que você se familiarize com a lista de coisas que um verdadeiro coach nunca fará ao trabalhar com você. Então, vamos prosseguir para os erros: 1. FALA […]
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Eu sugiro que você se familiarize com a lista de coisas que um verdadeiro coach nunca fará ao trabalhar com você.

Então, vamos prosseguir para os erros:
Se durante a sessão o coach fala muito, começa a contar algumas histórias, compartilha sua experiência, preste atenção nisso. A proporção ideal em uma conversa é 80/20 ou 70/30 no máximo. Ou seja, 80% da conversa, o coach escuta silenciosamente o cliente. Caso contrário, a sessão pode se transformar em apenas uma conversa agradável entre duas pessoas.
Se você chega à sessão e vê que o coach não está te ouvindo, pensando nos seus e não está envolvido na conversa, pense nisso. O coach, idealmente, deve ter uma escuta ativa, isto é, quando ele não apenas ouve você, mas também sente.
Não há nada de errado em saber essas palavras, mas quando elas começam a ser usadas durante uma sessão na frente do campeão e não são explicadas ao mesmo tempo, não é muito bom. Psicologicamente, o cliente, não entendendo o significado das palavras, começa a elevar o coach e passa a ser um seguidor: “Ele é tão esperto! Olha o quanto ele sabe!” E de acordo com os princípios do coaching, a sessão deve ser realizada em pé de igualdade, pois cada um é um profissional da sua área.
Se, durante a sessão, eles começarem a lhe dizer como agir na situação atual, pense se se trata mesmo de um coach. Pode ser um consultor, coachr, mentor, professor. O coach, mesmo que ofereça alguma coisa, sempre haverá uma pergunta no final: “Você acha que isso poderia servir para você, ou talvez você tenha visto outras opções?” Você deve seguir um plano para o seu futuro, e não seguir a receita de bolo que alguém deu para a solução de seus problemas.
Este ponto será manifestado pelo fato de que você pode se sentir como se estivesse sendo forçado por perguntas dirigidas a fazer algo. O perigo é que, se o coach já determinou por si mesmo o que e como você deve fazer, ele não o encoraje a encontrar as melhores opções, mas comece a impor as suas próprias, às vezes rejeitando todas as suas idéias. Não faça isso.
Avanço e empatia são importantes e extremamente úteis. No coaching, é importante mostrar empatia, entender como você se sente e apoiar, mas não mergulhar na empatia. Como isso pode ser prejudicial? Se o coach está imerso em suas experiências, começa a sentir suas emoções e as adota, isso interfere na avaliação objetiva da situação. Ele se encontra ao seu lado e, assim como você, torna-se refém do problema. E, conseqüentemente, ele não é capaz de pensar sobre sua solução e direcioná-lo nessa direção.
Se você está escutando: “Vou melhorar a sua vida”, “Vou torná-lo rico, inteligente, bem-sucedido …” – você deve prestar atenção a isso. O resultado 100% é muito estranho e cheira a charlatanismo. No coaching, você é o responsável pelo resultado, já que suas ações determinam o quanto a vida vai mudar, a tarefa do especialista é trabalhar com eficiência com toda a dedicação durante a sessão de coaching e ajudar a explorar a si mesmo e a situação.
Um coach é uma pessoa sem princípios morais. Sim, no início do trabalho, ele pode ver se vocês estão próximos um do outro nas visões ou não, se vocês convergem energeticamente. Então, vendo as diferenças, ele pode se recusar a trabalhar com você. Mas no decorrer da sessão ele nunca avaliará você e suas ações, dirá o que é bom e o que é ruim, se aprova ou não suas ações.
Esses são os principais pontos a serem observados. Novamente, todos os itens acima não são 100% indicadores de um trabalho não profissional ou falso, mas também podem indicar prática insuficiente.
No entanto, tenha isso em mente e não se deixe enganar. Esteja mais atento.
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