
Contêineres queimados representam muito mais do que prejuízo para o município, confira
O post ESTA cidade sofre com vandalismo nos contêineres de lixo, com 14 casos em 3 dias apenas apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Um Olhar Profundo sobre a Onda Crescente de Incêndios em Equipamentos Públicos
Caxias do Sul, uma cidade conhecida por sua beleza e dinamismo, está enfrentando um desafio crescente e preocupante: incêndios deliberados em contêineres de coleta seletiva e resíduos orgânicos.
Nos primeiros três dias desta semana, a cidade registrou alarmantes 14 casos de incêndio, deixando tanto as autoridades quanto os cidadãos preocupados com a segurança e a preservação do patrimônio público. O prejuízo financeiro é evidente, mas o que está por trás dessa onda de destruição?
Talvez você goste de ler também:
Vai mudar de país? 5 lugares encantadores que pagam para você se mudar
Carrefour no topo: Conheça o TOP 10 do varejo brasileiro com volume de vendas bilionárias
O cenário é desanimador. De janeiro a agosto deste ano, a cidade já registrou um total de 102 casos de incêndio em contêineres. Isso se aproxima perigosamente do total de casos registrados durante todo o ano anterior, que somou 109. Esse padrão perturbador aponta para um problema crescente que exige uma análise mais profunda.
O mês de agosto se destaca como um dos mais problemáticos em termos de incêndios em contêineres, com 20 casos registrados até agora. No entanto, a preocupação não se limita aos números; a localização dos incidentes também é uma questão crítica.
A área central e o bairro Rio Branco emergem como os pontos mais afetados por essa nova onda de vandalismo. Juntos, esses dois locais totalizam sete e quatro casos, respectivamente. No entanto, a destruição se estende por toda a cidade, atingindo bairros como São Luiz da 6ª Légua, Cinquentenário, Madureira, Pio X e Jardelino Ramos.
Enquanto as autoridades investigam os casos, a causa subjacente a esses incêndios é uma questão que suscita debate. O delegado Rodrigo Duarte, da 1ª Delegacia de Polícia, observa que embora a possibilidade de mandantes não possa ser descartada, o histórico sugere fortemente a presença de atos de vandalismo. A falta de testemunhas e a dependência de imagens de câmeras de segurança para as investigações tornam o processo ainda mais complexo.
Cada contêiner amarelo danificado representa um prejuízo médio de R$ 2 mil aos cofres públicos. Até agora, o valor total do prejuízo já ultrapassa a marca dos R$ 186 mil. No entanto, os danos não são apenas financeiros. A destruição de infraestrutura pública afeta a qualidade de vida da comunidade e a imagem da cidade como um todo.
Enfrentar esse desafio requer uma abordagem colaborativa. A população de Caxias do Sul é incentivada a participar ativamente na identificação e denúncia de atos de vandalismo. Fotos e vídeos que possam ajudar nas investigações podem ser enviados ao canal de denúncias da Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) pelo número (54) 99215-1788.
À medida que Caxias do Sul se esforça para lidar com essa onda de incêndios em contêineres, a cidade está diante de uma escolha crucial. A ação proativa, a conscientização pública e a colaboração entre as autoridades e os cidadãos são essenciais para deter essa tendência alarmante. Preservar a beleza e a integridade da cidade é um desafio que requer a união de todos os seus habitantes.
Então, o que você achou desse conteúdo? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no e nossas redes Instagram, Facebook e Spotify.
O post ESTA cidade sofre com vandalismo nos contêineres de lixo, com 14 casos em 3 dias apenas apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Lixo: Ainda temos muito que aprender sobre como tirar proveito do que produzimos
O post Brasil é um dos maiores produtores mundiais de lixo e taxa de reciclagem de resíduos sólidos é de apenas 4% apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Lubrizol desenvolve solução que substitui o uso de plástico e borracha na produção de diversos produtos e permite o reaproveitamento de materiais
O Brasil está entre os cinco maiores produtores mundiais de lixo, segundo o Fundo Mundial da Natureza (WWF). Em 2022, de acordo com o panorama anual promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o país atingiu a marca de 81,8 milhões de toneladas de resíduos sólidos produzidos. Entretanto, as taxas de reciclagem e reutilização de produtos não seguem o mesmo padrão de crescimento, visto que somente 4% dos resíduos sólidos são reciclados, conforme dados da International Solid Wasted Association (ISWA) divulgados em meados do ano passado.
Com isso, há um grande volume de materiais que contaminam os diversos ecossistemas. Isso porque alguns metais, como aço e alumínio, precisam atingir idade mínima de 100 e 200 anos, respectivamente, para começar o processo de decomposição na natureza. Para as embalagens de plástico, esse tempo é ainda maior, podendo chegar a 450 anos. No caso da borracha, esse tempo pode variar, com alguns especialistas estimando em 600 anos para a sua total degradação.
Talvez você goste de ler também:
IMPERDÍVEL: Governo oferece CNH de graça, saiba como fazer a sua
Clientes do Nubank poderão ter suas dívidas perdoadas, entenda (1 milhão de negativados)
Embora esse seja um desafio a ser cumprido pelo país, a reciclagem promove muitos benefícios ao meio-ambiente e à sociedade em geral. Medidas como a coleta seletiva e a separação dos materiais por composição geram matérias-primas para a produção de novos produtos. Um exemplo são as embalagens de plástico, que podem ser convertidas em grânulos e reaproveitadas para a confecção de placas, fios de eletricidade e tubulações de esgoto. Outro exemplo são as caixas de leite, que podem ser reaproveitadas para a produção de telhas, isolantes térmicos e revitalizantes de paredes na construção civil.
Com propósitos criativos e conscientes, a reutilização chega para complementar a reciclagem. Evitando desperdício, o material usado assume uma nova função sem perder suas características iniciais, potencializando ainda mais a vida útil dos ingredientes que o compõem. Uma amostra do método é a reutilização de embalagens plásticas, que segundo dados da Resíduo All, correspondem a um terço de todo lixo doméstico produzido no Brasil. De acordo com a Instituição, atualmente, cerca de 80% são descartadas após serem utilizadas uma única vez.
Visando oferecer ao mercado uma alternativa a materiais que apresentam maior dificuldade de serem reciclados ou reutilizados por terem sido fabricados com borracha e plásticos não recicláveis, a Lubrizol, fornecedora de produtos químicos especiais para os mercados de transporte, indústria e consumo, desenvolveu o Poliuretano Termoplástico (TPU), uma solução que permite o reuso e a reciclagem de peças e embalagens que geram um grande volume de resíduos.
“Os TPUs são plásticos da categoria termoplástico (plástico re-usáveis / recicláveis) elástico. São ótimos materiais para substituição de borrachas e poliuretano (PU) termofixo (plástico não reciclável)”, explica Rodrigo Chinen, gerente desenvolvedor de novos negócios na Lubrizol. Segundo ele, “é possível desenvolver vários tipos de TPUs para adaptações de diversas aplicações, não apenas para substituir elementos não amigáveis ao meio ambiente, mas também para aumentar a vida útil ou melhorar de desempenho dos produtos”.
O especialista comenta que os TPUs são resistentes a abrasão, apresentam alta firmeza mecânica, durabilidade e constância ao tempo, além de comportamento estável sem aumentar a rigidez do produto e alta compatibilidade com outros materiais. “São ainda recicláveis, reutilizáveis e de fácil manipulação”, conta. A tecnologia pode ser utilizada na fabricação de peças para diversos segmentos:
O TPU pode substituir peças de borracha, adicionando propriedades como resistência a abrasão e a rasgos. Além disso, o material apresenta maior durabilidade e menor necessidade de manutenção, o que eleva a produtividade e reduz custos e médio e longo prazo. “Vale destacar que na indústria de mineração, estima-se de 40% dos custos da operação sejam destinados aos materiais utilizados”, comenta. Outro ponto, ainda segundo Chinen, é que “o TPU pode ser reciclado, gerando menos resíduos e menor impacto ao meio ambiente”.
No segmento automotivo, a tecnologia desenvolvida pela Lubrizol oferece maior durabilidade em peças de vedações, maior grau de resiliência e menor deformação, além de ter compatibilidade com plásticos e outros materiais. “Outra vantagem é que o TPU é mais leve, o que reduz a emissão de gases poluentes o consumo de combustível nos veículos”.
“Na área agrícola, desenvolvemos TPUs macios como a borracha, mas como maior durabilidade. Além disso, são recicláveis e podem compor peças de colheitadeiras, como bastões, esteiras, garfos, entre outros componentes”, destaca Chinen, que acrescenta que a “tecnologia reduz o consumo de combustível, por ser mais leve”. Entre outras características, o material pode ser utilizado em outros equipamentos também, como em mangueiras de irrigação e pulverização, mangueiras achatadas de arrasto em carreteis e peças de acabamento de interior de maquinários, promovendo maior conforto.
Sobre a Lubrizol Corporation
A Lubrizol Corporation, uma empresa da Berkshire Hathaway, utiliza sua ciência incomparável para desbloquear imensas possibilidades em nível molecular, gerando resultados sustentáveis e mensuráveis. Fundada em 1928, a Lubrizol possui e opera mais de 100 fábricas, escritórios de vendas e laboratórios em todo o mundo, contando com aproximadamente 8.600 funcionários.
No Brasil, a companhia possui duas fábricas, uma delas em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e outra em Paulínia (SP). A Lubrizol também conta com escritórios no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP), além de um laboratório de Pesquisa & Desenvolvimento na capital paulista.
Então, o que você achou desse conteúdo? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no e nossas redes Instagram, Facebook e Spotify.
O post Brasil é um dos maiores produtores mundiais de lixo e taxa de reciclagem de resíduos sólidos é de apenas 4% apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Todos sabemos que vivemos uma crise em relação ao plástico. Contudo, alternativas criativas a ele surgem o tempo todo, tanto quanto maneiras de viver utilizando menos plástico e consequentemente gerando menos lixo. Seguindo nessa ideia, grandes marcas já estão repensando o ciclo de suas embalagens, bem como o de alternativas mais ecológicas. E agora chegou […]
O post Coca-cola apresenta garrafa sustentável feita de papel apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Todos sabemos que vivemos uma crise em relação ao plástico. Contudo, alternativas criativas a ele surgem o tempo todo, tanto quanto maneiras de viver utilizando menos plástico e consequentemente gerando menos lixo. Seguindo nessa ideia, grandes marcas já estão repensando o ciclo de suas embalagens, bem como o de alternativas mais ecológicas. E agora chegou a vez da Coca-cola, que apresenta garrafa sustentável feita de papel.
Mas, precisamos ter cautela. Ou seja, você ainda não vai encontrar elas nos mercados por aí. Afinal, estamos falando de um protótipo. O projeto é desenvolvido em parceria com a startup dinamarquesa Paboco ou Papel Bottle Community que é responsável por apresentar alternativas sustentáveis para substituir embalagens plásticas. Seu foco é na utilização de papeis sustentáveis na composição de garrafas.
De acordo com o gerente de embalagem da Coca-cola, esse protótipo ainda possui uma tampa e um revestimento de plástico. Mas o intuito é criar uma garrafa que possa ser reciclada como qualquer tipo de papel. Há alguns fatores técnicos que são levado em conta para eliminar totalmente o plástico das embalagens, como: entender como a garrafa se comportará na geladeira, bem como por quanto tempo a bebida estará protegida em seu interior.
De qualquer modo, já é um começo rumo a uma embalagem mais sustentável. A empresa anunciou a novidade em um vídeo bem curto. E infelizmente, não há informação sobre quando poderemos encontrar essas embalagens nas prateleiras dos supermercados.
Claro que você está curioso para saber como e com o que essa garrafa é construída. Por isso, a boa notícia: a Paboco traz isso de maneira ilustrada no site deles. Confere a imagem abaixo:

Foto Capa: Paboco
Fonte: Paboco e Design Culture
O post Coca-cola apresenta garrafa sustentável feita de papel apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Você sabia que no Brasil nós temos cerca de 800.000 catadores? Dentre outras coisas eles são verdadeiros agentes do meio ambiente quando o assunto é reciclagem. Reconhecendo a importância desses profissionais para o nosso país, surgiu o app Cataki: uma plataforma que conecta catadores a geradores de resíduos. A Cataki é um plataforma que nasceu com […]
O post Cataki: uma plataforma que conecta catadores a geradores de resíduos apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Você sabia que no Brasil nós temos cerca de 800.000 catadores? Dentre outras coisas eles são verdadeiros agentes do meio ambiente quando o assunto é reciclagem. Reconhecendo a importância desses profissionais para o nosso país, surgiu o app Cataki: uma plataforma que conecta catadores a geradores de resíduos.
A Cataki é um plataforma que nasceu com o intuito de aproximar os geradores de resíduos com os catadores. Afinal, 90% de tudo que é reciclado no Brasil provém da coleta desses trabalhadores. Embora seja uma profissão autônoma pertencente a um setor não reconhecido, vemos aqui a importância dela.
Outro dado importante em relação ao trabalho dos catadores é entender que eles sobrevivem com a venda dos materiais que coletam. E você sabe de quanto estamos falando? Papelão e plástico são vendidos por cerca de R$0,20/kg enquanto o vidro chega a valer 0,05/kg.
De acordo com o site da Cataki estão cadastrados no app apenas 1.400 catadores, o que é um número bem pequeno em relação aos 800.000 existente no Brasil. Desse modo, eles convocam as pessoas a ajudarem cadastrando os catadores.
Ainda, não estamos falando aqui de uma ’empresa’ mas sim de um processo aberto e colaborativo, que sempre buscar por voluntários. Inclusive, no site deles é possível ver que eles precisam de ajuda para trabalho de escritório, programação, divulgação, captação de recurso e como já dito acima, cadastrar os catadores. Esse último é muito importante, tendo em vista que muitas vezes o catadores não possuem celular.
Dá uma olhada aqui no vídeo deles:
Resumindo, essa iniciativa é ótima. E você pode fazer parte de diversas maneiras, seja sendo um voluntário ou separando seus resíduos direitinho e entregando para um catador. Além disso, dentro do app, você também pode cadastrar um ponto de coleta de reciclagem ou um projeto público relacionado a isso.
Enfim, é um aplicativo que pode ajudar no destino certo do lixo além de ajudar as pessoas que fazem esse trabalho tão importante. O que você achou desse projeto?
Se você curtiu esse artigo, então também vai curtir esse outro aqui sobre com 10 mudanças para gerar menos lixo
O post Cataki: uma plataforma que conecta catadores a geradores de resíduos apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Se você já viu o Ensaio “Oceanos à Deriva”, vai gostar de saber o que Nicolas Bigot, ou apenas “Niko” para os mais chegados, tem a dizer sobre suas inspirações e pensamentos sobre o tema abordado. A poluição dos oceanos e o descaso das pessoas e autoridades foram pontos recorrentes em sua crítica utilizando fotografia. […]
O post Falamos com Nicolas Bigot, fotógrafo autor do ensaio “Oceanos à Deriva” apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Se você já viu o Ensaio “Oceanos à Deriva”, vai gostar de saber o que Nicolas Bigot, ou apenas “Niko” para os mais chegados, tem a dizer sobre suas inspirações e pensamentos sobre o tema abordado. A poluição dos oceanos e o descaso das pessoas e autoridades foram pontos recorrentes em sua crítica utilizando fotografia.
Se você ainda não viu, corre lá pra ver esse ensaio maravilhoso: Oceanos à Deriva/Oceans Adrift

Nicolas é francês, sua profissão principal é UX/UI Designer.
Por fim, fique aqui com as palavras que trocamos com Niko:
Realmente não sei como poderíamos fazer algo. Parece que existe consciência há vários anos … mas não para todos. Como eu disse acima, muitas pessoas não se importam totalmente com a poluição e o meio ambiente, na verdade, até mesmo eles dizem o contrário. Eles são hipócritas. Não sei se a raça humana realmente mudará, às vezes sou pessimista. Quando ando à beira-mar, sempre tenho um saco para colocar o lixo que encontro. Enquanto eu tiver que fazer isso, o futuro não está salvo … Desculpe, isso não é exatamente uma resposta, mas é como eu tenho pensado.
As pessoas não mudam, então, infelizmente, os governos têm que criar cada vez mais regras e punições. As pessoas não gostam disso, é claro, mas parece que é o único jeito por enquanto. Enquanto as pessoas não entenderem por conta própria, não existem soluções globais. O mais frustrante é que não é difícil prestar atenção na vida cotidiana … pelo menos em uma pequena parte do problema. Há também nosso estilo de vida consumista, indústria e todas as outras fontes de poluição … começa a se mover, mas é muito lento!
Se você curtiu o Niko e suas fotos, não esqueça de segui-lo no Instagram, e veja outros projetos fotográficos: @nikophotographisme
O post Falamos com Nicolas Bigot, fotógrafo autor do ensaio “Oceanos à Deriva” apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Não é nenhuma novidade que o nosso planeta pode entrar em um colapso devido a nossa falta de cuidado com ele. Nós desmatamos, utilizamos recursos naturais em demasia, poluímos e consumimos além do necessário, gerando muito, mas muito lixo. Quando falo ‘nós’ estou falando da nossa espécie, os seres humanos. Nós, que somos capazes que […]
O post 10 mudanças para levar uma vida com menos lixo apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Não é nenhuma novidade que o nosso planeta pode entrar em um colapso devido a nossa falta de cuidado com ele. Nós desmatamos, utilizamos recursos naturais em demasia, poluímos e consumimos além do necessário, gerando muito, mas muito lixo. Quando falo ‘nós’ estou falando da nossa espécie, os seres humanos. Nós, que somos capazes que raciocinar e ter soluções criativas para problemas. Pensando nisso, separamos 10 mudanças para uma vida com menos lixo.
As lojas a granel já se popularizaram no Brasil e eu, particularmente, acho isso muito bom. Para ficar ainda melhor, nós podemos fazer uma coisa: levar nossos potinhos quando formos fazer as compras. Ou seja, não precisamos utilizar os saquinhos plásticos ou de papel que a loja muitas vezes disponibiliza. Pense bem: se você levar seu pote é só pesar antes, pedir para eles descontarem o valor da tara, se servir e chegar em casa e guardar. Nenhum lixo foi gerado!

Algumas dessas lojas já oferecem saquinhos de algodão que podem ser reutilizados. O que também é uma ótima opção. Além disso, existem potes dobráveis e retráteis, que você pode deixar na bolsa sem ocupar muito espaço.
Essa dica é mais uma mudança de hábito mesmo. Pense quantas garrafinhas, copos e canudos (esse já está proibido!) você não deixará no meio ambiente se andar por aí sempre com sua garrafinha de água, copo e canudos de metal.
Vamos lá: a garrafinha é fácil. Ela já é popular e tem muitos modelos no mercado, inclusive bem bonitos. Quanto ao copo você pode optar por um copo retrátil de silicone, por exemplo. Ele ocupará pouco espaço na sua bolsa, você pode tomar tanto bebidas quentes quanto frias nele e é fácil de higienizar. Os canudos são bem dispensáveis, mas, caso você prefira mesmo tomar as suas bebidas utilizando eles, compre um kit de canudos de metal. Assim você vai usar os mesmo canudos para sempre!

Se você é tipo de pessoas que não sobrevive sem um plástico filme ou papel alumínio para embalar um pedaço de fruta, de queijo ou qualquer coisa que você vá guardar, seja na geladeira ou na prateleira, então nós temos muito em comum.
Mas o fato é que eu venho me questionando: precisamos mesmo embalar tudo o tempo todo? A resposta foi sim, por que eu gosto de ter tudo bem embalado na minha cozinha.
No entanto, nós podemos trocar o tipo de embalagem. Por isso, você precisa conhecer a Beelieve.Eco e a Keep.eco que vendem panos de algodão com liga de cera de abelha, sendo que a Beelieve.Eco conta com uma versão vegana com cera de carnaúba. Ou seja, são paninhos que você pode usar para cobrir aquela tigela ou embalar um sanduíche (bem como o plástico filme), mas você pode lavar e reutilizar. Genial, não? Bora gerar menos lixo na cozinha!
Ver essa foto no Instagram
Ver essa foto no Instagram
Você sabia que apenas uma pessoa, uma só, pode utilizar cerca de 9mil absorventes durante a sua vida. E que em um ano a quantidade de lixo gerada apenas por absorventes utilizados por uma mulher pode chegar a 400kg? Além disso, os absorventes descartáveis são produzidos com materiais que requerem bastante recursos naturais e demoram até 500 anos para se decompor.
Pensando nisso, queremos apresentar para você três opções mais sustentáveis para substituir o absorvente descartável:
1 – Coletor menstrual: Feito de silicone, esse copinho pode ser utilizado por até 12h, lavado e utilizado de novo.
2 – Calcinha absorvente: Isso mesmo, você usa só a calcinha e era isso mesmo. Ela absorve tudinho! Tem calcinhas específicas para cada ciclo e você pode usar, lavar e usar de novo.
3 – Absorvente de pano: Assim como as calcinhas, eles são feitos em tecido que absorve beeem, e te deixa confortável. A lógica é a mesma: usar, lavar e usar de novo!
Nós escrevemos um texto onde explicamos direitinho sobre cada uma dessas opções clica aqui para conferir.
Isso mesmo, xampu e condicionador em barra, tipo sabonete, sabe? A boa notícia é que eles geram menos lixos com embalagens. E a outra boa notícia é que tem opções veganas e com componentes naturais. Eles são tão eficientes quanto os líquidos, ou até mais.
Ver essa foto no Instagram
Descubra onde tem feira e tente comprar seus legumes e verduras lá. Além de ajudar os pequenos produtores e movimentar mais a economia local, você consegue produtos mais frescos e sem embalagens. É só levar sua ecobag! 

Os brechós também se popularizaram bastante por aqui nos últimos anos. Tem sites como o enjoei.com, vários e vários perfis no Instagram e claro, os brechós físicos e feirinhas itinerantes. Então, na próxima vez que você precisar de uma roupa que tal procurar em um brechó?

Nós já temos muitas roupas produzidas no mundo. Então, para que gastar recursos produzindo mais? Inclusive, atualmente, há designers de moda que trabalham focados na moda digital, onde não são necessários recursos naturais para a criação de peças.
Quem não gosta de um cafezinho, não é mesmo? Se você é fã de café e utiliza ele em cápsulas, talvez seja uma boa hora de repensar esse ponto. Que tal trocar por um café tradicional que gera menos lixo?
E olha que um café passado tem o seu valor. E para ele ficar ainda melhor, você pode trocar o filtro de papel por algum reutilizável e durável, como esse filtro de inox da Ekological.
Primeiro, você ainda recebe as faturas impressas na sua caixinha do correio? Aaah, mas com certeza você paga elas no banco online, né? Então, para que receber a fatura impressa?
Você pode colocar todas as suas contas em débito automático, ou receber a fatura por email. Um lixo a menos gerado.
Enfim, pequenas mudanças podem ser significativas se forem adotadas por uma maior quantidade de pessoas. E você? Está disposto a mudar alguma hábito para ajudar o meio ambiente?
O post 10 mudanças para levar uma vida com menos lixo apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Como já falamos em outros artigos do site, ser criativo é, entre outras coisas, buscar soluções diferentes para problemas já existentes. No que compete a cuidados com meio ambiente e produção de lixo, qual é a solução que você busca para evitar isso ao máximo? Pensando nisso, queremos falar de um assunto bem específico mas […]
O post Menstruação mais ecológica: substitua os absorventes descartáveis apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>

Como já falamos em outros artigos do site, ser criativo é, entre outras coisas, buscar soluções diferentes para problemas já existentes. No que compete a cuidados com meio ambiente e produção de lixo, qual é a solução que você busca para evitar isso ao máximo? Pensando nisso, queremos falar de um assunto bem específico mas que tange a isso. Hoje vamos falar sobre menstruação mais ecológica: substitua os absorventes descartáveis.
Primeiramente, precisamos entender que o ato de menstruar é algo saudável e que está atrelado a vida de muitas pessoas. Mas, vocês já pararam para pensar quanto lixo você gera ao utilizar absorventes descartáveis durante toda a sua vida? Ainda, você sabe como e com quais materiais são produzidos os absorventes descartáveis?
Para responder a primeira pergunta podemos utilizar a Calculadora de Absorventes da Pantys. Por exemplo, uma pessoa de 26 anos que menstrua desde os 14 e tem um fluxo moderado que dura em média de 4 a 5 dias utiliza, em média, 9mil absorventes durante toda sua vida.
Os absorventes descartáveis tradicionais podem levar até 500 anos para se decompor em aterros sanitários. Ou seja, o primeiro absorvente utilizado ainda está entre nós. Em suas composições, que varia de acordo com cada fabricante, encontramos principalmente algodão e polímero. Sem entrar em muitos detalhes, sabemos que esses dois materiais precisam de bastante recursos naturais para serem produzidos. E sabemos também que o único destino do absorvente usado, no Brasil, é o aterro sanitário.
E veja bem, estamos falando aqui, apenas do absorvente em si, nem estamos mencionando as embalagens dele. Tudo bem que essas ainda tem chance de serem recicladas, caso o descarte seja feito da maneira correta. Mas, de qualquer modo, ainda serão gastos bastante recursos na sua produção e possível reciclagem.

Por outro lado, não podemos negar que o absorvente descartável, que chegou no Brasil nos 30, mas se popularizou nos anos 50, ofereceu e oferece muita praticidade. Também precisamos entender que em alguns lugares do mundo, principalmente onde a menstruação ainda está atrelada a fortes tabus, muitas mulheres não tem acesso a absorventes o que faz com que elas faltem a escola ou trabalho durante o período menstrual. O que é no mínimo péssimo para o seu desenvolvimento e autossuficiência.
Enfim, as discussões sobre esse ponto podem ser inúmeras e podemos falar de muitas nuances por trás de cada estigma e de cada realidade. No entanto, o que queremos propor aqui hoje é, principalmente, uma reflexão: dentro da sua realidade, você já pensou o que pode fazer para ter um período menstrual mais saudável, tranquilo e com menos lixo gerado?
Tendo em vista todas essas questões, fizemos uma busca e vimos que algumas empresas vem repensando esse ciclo (tanto o menstrual quanto o do lixo gerado). Atualmente, no mercado, temos como alternativas ao uso de absorventes descartáveis: coletores menstruais, calcinhas absorventes e absorventes de panos.
Vamos conferir mais sobre cada um deles:
Essa é uma solução muito prática, já que estamos falando de nada mais que um copinho de silicone medicinal que é muito fácil de ser lavado e que pode ser usado por até 12 horas.
Esses ‘copinhos de silicone’ surgiram no Brasil há um tempo e além de ser uma ótima solução para substituir o absorvente descartável e assim gerar menos lixo, também são ótimos já que não fazem ‘bagunça’ ao colocar, retirar ou até mesmo quando você precisar ir ao banheiro durante o dia (pessoas que menstruam sabem do que estou falando
). Se você quiser conhecer mais sobre como se utiliza, clica aqui que a inciclo tem um conteúdo muito bom sobre isso no site deles!
Ver essa foto no Instagram
Além da inciclo que já mencionamos, outras marcas que comercializam esses copinhos super práticos são a Fleurity e a Korui.
Essas calcinhas super high-techs, são exemplo de conforto e praticidade (e também são a minha principal escolha na substituição de absorventes descartáveis
). Já tem inúmeras marcas no mercado com diferentes formatos, estampas, valores e adaptadas, também, para diferentes fluxos.
A Pantys, por exemplo, (confesso que é minha favorita) é hipoalergênica, vegana e dura até 50 lavagens. Após esse período a calcinha vai perdendo a capacidade absorvente, mas você ainda pode usar ela como uma calcinha normal. Quando a ‘vida útil’ dessa calcinha terminar de fato, você pode jogar ela no lixo, porque graças a tecnologia do seu tecido ela se decompõe no aterro sanitário em até 2 anos. Se você quiser saber mais detalhes lê aqui no site deles.
Ver essa foto no Instagram
Mas, podemos calcular assim: em um ano nós (cada uma de nós, no caso) gastamos cerca de 500 absorventes descartáveis que equivalem a R$400 e 4000g de lixo. Então, se você lavar sua Pantys 4 vezes por mês durante um ano, você ainda vai estar economizando dinheiro e deixando de gerar lixo e poluir o meio ambiente. 
Mais uma coisa que vale a pena salientar aqui: a comunicação deles é muito boa. Eles conseguem trabalhar com todos os públicos, desde a primeira menstruação até com mães e por aí vai. Além disso, a marca já conta com parcerias com a Sempre Livre, onde tem uma calcinha com um custo mais baixo (eu tenho e recomendo!) e com a Farm, onde a marca desenvolveu calcinhas muito lindas!
Outra marca que está bastante na mídia é a Herself. Apresenta todas as vantagens da Pantys. A única coisa que a marca não especifica (ou eu não encontrei) é sobre a sua decomposições após a sua vida útil.
Eu, particularmente, gosto muito como essa marca trabalha a comunicação, com corpos de pessoas reais e questionando muitas coisas relacionadas a menstruação.
Ver essa foto no Instagram
Ver essa foto no Instagram
Além disso, tem outras marcas no mercado que oferecem essas calcinhas super tecnológicas, como é o caso da Korui e da InCiclo.
Confesso que esses eu nunca testei. Mas, algumas marcas que comercializam aqui no Brasil são: Korui (sim, de novo! a marca tem uma solução completa para nós), a inciclo e a Herself.
Pelo que entendi, a tecnologia aplicada a esses absorvente é bem próxima a das calcinhas que falamos acima. Uma vantagem em relação a elas é que podemos trocar os absorventes de maneira mais prática. Por exemplo, se você estiver usando uma calça durante o dia no escritório, é mais fácil trocar apenas o absorvente do que a calcinha, não é?
Ver essa foto no Instagram
Enfim, apresentamos aqui três soluções que podem ser uma ótima substituição aos absorventes descartáveis tradicionais. Tudo que você precisa agora é entender qual deles se adequa melhor ao dia a dia e ir testando.
Eu, por exemplo, já utilizo o coletor e a calcinha absorvente. Cada um deles em determinadas situações. Por exemplo: se eu sei que vou ficar fora por mais de 12 horas e será difícil trocar a calcinha, eu utilizo o coletor. Nos demais casos utilizo a calcinha, que inclusive tenho mais de uma para ir revezando e ter tempo suficiente de lavar e deixar secar.
Finalmente, vale lembrar que nenhuma das soluções apresentadas acima te deixam com a sensação de estar molhada ou com odor. Preocupações frequentes quando se trata desse assunto.
O que você achou desse conteúdo? Está a fim de testar algum desses itens apresentados? Conta pra gente!
O post Menstruação mais ecológica: substitua os absorventes descartáveis apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>