At our store, we proudly offer a wide range of iget Vape products, designed For those seeking Convenient Vaping Solutions For Everyday Use. Whether you're a seasoned vaper or just starting out, our iget selection caters to your needs, ensuring a satisfying experience. Discover The perfect balance of flavor and convenience with iget, and elevate your Vaping journey today. Join The community of enthusiasts who trust iget For their daily Vaping needs!
IBGE – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Wed, 08 Nov 2023 12:01:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png IBGE – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 Estudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa https://sejacriativo.com.br/ibge-revela-que-a-populacao-brasileira/ https://sejacriativo.com.br/ibge-revela-que-a-populacao-brasileira/#respond Wed, 08 Nov 2023 11:58:50 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=36792 Estudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa

IBGE aponta: Mulheres em Menopausa e envelhecimento da população brasileira

O post Estudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>
Estudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausaEstudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa

Menopausa e Envelhecimento: Desvendando as Realidades da População Brasileira

O Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou uma mudança significativa na demografia do Brasil. O país está envelhecendo, com um aumento de 57,4% no número de pessoas com 65 anos ou mais em comparação com 2010.

Hoje, 10,9% da população brasileira pertence a esse grupo, sendo as mulheres a maioria, com um acréscimo de 6 milhões em relação aos homens. As regiões sul e sudeste concentram o maior número de idosos.

Mulheres e o Climatério

O estudo do IBGE também revela que aproximadamente 29 milhões de mulheres brasileiras estão atualmente vivenciando o climatério, o período que precede a menopausa. Isso equivale a 27,9% da população feminina do país. Essas mulheres, com idades entre 45 e 55 anos, permanecem ativas, trabalhando, estudando e buscando qualidade de vida e bem-estar.

Talvez você goste de ler também:

Cocooning: tendência das pessoas procurarem o prazer de ficar em casa

A Importância da Plenapausa

Diante desses números e da crescente necessidade de atenção à saúde das mulheres durante a menopausa, a Plenapausa, a primeira femtech brasileira dedicada a esse público, está desempenhando um papel vital. Além de oferecer uma linha de suplementos para aliviar os sintomas da menopausa, a Plenapausa conta com uma rede de especialistas e realiza encontros online para compartilhar conhecimentos com suas usuárias.

Conhecimento e Bem-Estar na Menopausa

Márcia Cunha, fundadora e CEO da Plenapausa, enfatiza a importância de discutir a menopausa e seus desafios, especialmente à luz dos dados que indicam o envelhecimento da população brasileira. Ela observa que muitas mulheres desejam envelhecer com saúde e qualidade de vida, sem abrir mão de suas atividades profissionais e pessoais. O conhecimento sobre os sintomas e formas de tratar a menopausa desempenha um papel fundamental nesse processo.

Estudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa
Rio de Janeiro, Brazil, 25 July 2016: Graffiti panel “Ethnicities” (Etnias) with 3000 square meters receives finishing touches and will be opened in the coming days on Olympic Boulevard in Rio de Janeiro. The author of gratitti is the artist Eduardo Kobra and completion of the work he has a team of 12 artists. Once completed, the panel will be one of the main attractions in Olympic Boulevard, where will the Olympic Pyre. In place various cultural events occur. (Photo by Luiz Souza/NurPhoto)

A Jornada Recomeça, uma conversa necessária

Márcia ressalta que a vida não se encerra após os 45 anos; na verdade, ela recomeça. A menopausa não deve ser vista como o fim de uma era, mas como o início de uma nova fase, repleta de oportunidades e desafios.

Com base nesses dados e nas experiências de milhões de mulheres, é essencial abrir um diálogo aberto sobre a menopausa e os cuidados com a saúde durante essa fase. A Plenapausa se compromete a fornecer informações, cuidados e tratamentos eficazes para as mulheres que enfrentam esse estágio da vida.

A Missão da Plenapausa

A Plenapausa, como a primeira femtech no Brasil focada na saúde da mulher durante a menopausa, tem uma missão clara. Com cerca de 35 milhões de mulheres em idade menopausal no Brasil, sendo que 85% delas experimentam os sintomas em maior ou menor grau, a empresa busca constantemente soluções eficazes. Recentemente, a startup foi aprovada no Inovativa Brasil, o maior programa de aceleração da América Latina.

Considerações finais: Enfrentando a Menopausa com Conhecimento

Em resumo, a população brasileira está envelhecendo, e um número significativo de mulheres está vivenciando a menopausa. A Plenapausa desempenha um papel crucial ao fornecer suporte, informação e produtos para que essas mulheres enfrentem esse estágio da vida com saúde e bem-estar.

A menopausa não é o fim, mas sim o início de uma nova jornada, e é hora de abraçá-la com conhecimento e confiança.

Então, o que você achou desse conteúdo? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no  e nossas redes Instagram, Facebook e Spotify.

Fonte: Márcia Cunha: Uma Empreendedora Comprometida

A fundadora e CEO da Plenapausa, Márcia Cunha, é uma empreendedora experiente, graduada em Economia e com um MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV. Além disso, ela possui formação em Psicanálise e é Business and Executive Coach. Com mais de 18 anos de experiência profissional em grandes organizações, Márcia tem se dedicado a entender as necessidades e desafios das mulheres durante a menopausa.

O post Estudo do IBGE revela que a população brasileira está vivendo mais e 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>
https://sejacriativo.com.br/ibge-revela-que-a-populacao-brasileira/feed/ 0
Os jovens e o mercado de trabalho https://sejacriativo.com.br/os-jovens-e-o-mercado-de-trabalho/ https://sejacriativo.com.br/os-jovens-e-o-mercado-de-trabalho/#respond Mon, 23 Jan 2023 13:30:19 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=15523

Hoje, podemos dizer com toda a certeza, pelo menos de acordo com os últimos dados que foram levantados, que uma parcela significativa dos jovens não conseguiram ingressar ainda no mercado de trabalho. No entanto, esse não é o pior dos problemas, visto que esses jovens que não conseguem emprego também não estão frequentando a escola. […]

O post Os jovens e o mercado de trabalho apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>

Hoje, podemos dizer com toda a certeza, pelo menos de acordo com os últimos dados que foram levantados, que uma parcela significativa dos jovens não conseguiram ingressar ainda no mercado de trabalho. No entanto, esse não é o pior dos problemas, visto que esses jovens que não conseguem emprego também não estão frequentando a escola.

É importante salientar que esses dados vão de encontro com o último volume que foi divulgado pelo DIEESE, que possuem como base de dados e de coleta as estimativas que constam na Pnad Contínua de 2021, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Talvez você goste de ler também:

Mulheres ganham 20,5% menos que homens

5 podcasts sobre empreendedorismo feminino para você ouvir já!

Não estudam nem trabalham

Observa-se, além disso, que esse fato está ocorrendo em uma dinâmica de retomada das atividades econômicas. Na realidade, o estudo mostra que a dificuldade desses jovens de inserirem-se no mercado de trabalho é muito mais quando analisa-se categoricamente as condições sociais dos sujeitos, visto que a maior dificuldade está nos jovens de baixa renda.

O ingresso dos jovens no mercado de trabalho e as condições sociais

Inicialmente, é importante destacar que de acordo com a pesquisa que foi mencionada, ao longo de uma faixa de 15 e 29 anos de idade, a situação dos jovens muda drasticamente na transição da escola para o ingresso ao mercado de trabalho. Nesse sentido, os jovens que possuíam idade entre 15 e 18 anos, majoritariamente, frequentavam a escola de ensino regular e principalmente o ensino médio.

Depois disso, a situação que predomina nas análises é a participação no mercado de trabalho, com uma ocupação de fato efetiva ou a procura, dependendo do caso em específico. No que tange os jovens que não estavam nem estudando ou nem trabalhando representavam somente 26% do total analisado, um número de 12,7 milhões.

Desses mencionados, uma parcela significativa estava em busca de emprego, algo em torno de 10% ou 5,1 milhão de sujeitos. De acordo com esses dados que foram coletados no ano de 2021, especialmente, depois de completar 18 anos de idade, a maior parte dos jovens que foram analisados não frequentavam a escola, bem como também não estavam trabalhando ou muito menos procurando trabalho.

Na faixa que percorre entre os 15 e 29 anos de idade, existiam aproximadamente 7,6 milhões de jovens que estavam nessa condição citada. Vale salientar, fundamentalmente, que todos os jovens que completaram o ensino médio e que conseguiram encontrar empregos pertenciam a uma classe social privilegiada, não enquadrando-se nas condições de renda baixa. Ou seja, o maior problema da reinserção ao mercado de trabalho está nas camadas das populações mais vulneráveis e segregadas espacialmente.

As famílias com rendas mais baixas são mais afetadas pela dificuldade de inserção no mercado de trabalho.

De fato, de acordo com os dados que foram levantados, as famílias que possuem as rendas mais baixas são as mais afetadas nessa questão. As famílias que possuem rendimento domiciliar per capita de no máximo um salário mínimo, no que se refere a proporção de jovens que conseguiam de forma concomitante lidar tanto com a escola quanto com um trabalho, mostram-se extremamente pequenas no ano de 2021.

Além disso, a proporção daqueles que não estavam mais trabalhando ou que não estavam procurando trabalho também mostrou baixa. De fato, quando se analisa de forma conjunta os jovens que pertencem a famílias com renda mais alta com aqueles que estão na faixa de renda mais baixa, existem diferenças gritantes.

Em suma, levando em consideração todos os jovens de renda baixa, aproximadamente 19,9 milhões, cerca de 4,8 milhões não estavam frequentando a escola, não trabalhavam e também não estavam à procura de um trabalho, especialmente os jovens que possuíam idade superior a 20 anos.

Essa proporção, portanto, basicamente equiparava-se à daqueles que não frequentavam escola. Porém, existe um percentual que, embora não estivesse frequentando a escola, estava procurando trabalho para poder ajudar a família, por exemplo. Estes compreendiam 16% do total de jovens.

Porém, quando analisa-se os números relativos aos jovens que pertencem a famílias de renda alta, esses possuíam muito menos dificuldade de inserir-se no mercado de trabalho. A maior parte já trabalhava no ano de 2021. Desse modo, vale salientar que uma parte significativa, 23% dos jovens de renda alta, conseguiam frequentar a escola e o trabalho, ou até mesmo realizar ensaios de ensino superior.

Nessa perspectiva, o percentual de jovens de renda alta que não estudavam e que não estavam trabalhando ou ano procuravam trabalho também se mostra ínfima em comparação com os jovens de renda baixa. Desse modo, os dados indicam que essa parcela possivelmente estavam fazendo outros cursos, como cursos de pré-vestibular, por exemplo, por isso não estavam trabalhando ou estudando em escolas regulares.

Levando esses dados em consideração, podemos dizer que existe uma diferença de acesso que mostra-se ser influenciada por questões monetárias/financeiras. outro dado que vale a pena ser mencionado é que ao contrário dos jovens que fazem parte de famílias que possuem renda baixa, os jovens que pertencem às classes mais favorecidas possuem uma parcela pequena que não trabalhava e não frequentava a escola, além de que boa parte desses jovens também cursava ensino superior e, de forma concomitante, realizavam estágios de desenvolvimento profissional no ambiente de trabalho que foi escolhido como carreira.

O dilema da ocupação doméstica e o ato de estudar.

De acordo com os dados que foram levantados pelos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em relação aos jovens que não frequentavam a escola e que também não estavam a procura de um trabalho, entre os principais motivos que foram levantados por parte dos participantes da pesquisas, alegou-se que não procuravam trabalho pela necessidade de ter que cuidar dos afazeres domésticos, dos filhos ou até mesmo de outro apresente, esses casos citados foram respondidos por 36% dos participantes de baixa renda, sendo que problemas com saúde ou gravidez foram apontados por 14% dos entrevistados.

Entre os jovens que possuem renda baixa, 40% disseram que existe a necessidade de ter que cuidar dos afazeres domésticos para que os pais possam trabalhar. Não obstante, é fundamental deixar claro que as tarefas domésticas majoritariamente são desempenhadas por jovens mulheres, o que implica não somente a uma questão sócio econômica, mas também de política e de gênero.

Por fim, podemos dizer que, com base nos dados que foram levantados, o estudo acaba concluindo que é necessário uma ampliação das redes públicas de creches e de cuidado de pessoas, bem como a urgência de oferta de bolsas de estudo que permitam a qualificação dos jovens de baixa renda. Se o jovem de baixa renda não consegue trabalho e estudo, cabe ao estado garantir o acesso a esses bens que são necessariamente fundamentais para a plena cidadania.

Sobre a DIEESE

A DIEESE é o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos, sendo esse um instituto de pesquisa consagrado no Brasil.

Através dos estudos da DIEESE, bem como assessoria e educação oriundas dessa, podemos analisar estatisticamente a sociedade brasileira por diversas variáveis.

Pesquisa e estudos como do salário mínimo nominal e necessário no pais, bem como pesquisa de emprego e desemprego (PED), Cesta Básica Nacional entre outros.

Então, o que você achou desse artigo? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram, Facebook e Spotify. Dessa forma você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade!

O post Os jovens e o mercado de trabalho apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>
https://sejacriativo.com.br/os-jovens-e-o-mercado-de-trabalho/feed/ 0
ECONOMIA CRIATIVA: PORTO ALEGRE É A CAPITAL DO TRABALHO FORMAL https://sejacriativo.com.br/economia-criativa-porto-alegre-e-a-capital-do-trabalho-formal/ https://sejacriativo.com.br/economia-criativa-porto-alegre-e-a-capital-do-trabalho-formal/#respond Mon, 20 Jun 2022 17:30:49 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=7270

Na última quarta-feira foi divulgado um estudo que aponta que a capital gaúcha lidera a concentração de empregos formais na economia criativa. Desde já, bora conferir os principais dados aferidos na pesquisa. Economia Criativa: Porto Alegre é a capital do trabalho formal Talvez você goste de ler também: Coisas mais pesquisadas no Google   4 […]

O post ECONOMIA CRIATIVA: PORTO ALEGRE É A CAPITAL DO TRABALHO FORMAL apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>

Na última quarta-feira foi divulgado um estudo que aponta que a capital gaúcha lidera a concentração de empregos formais na economia criativa. Desde já, bora conferir os principais dados aferidos na pesquisa.

Economia Criativa: Porto Alegre é a capital do trabalho formal

Talvez você goste de ler também:

Coisas mais pesquisadas no Google

 

4 sites para você fazer pesquisa visual

Porto Alegre lidera concentração de empregos formais

Segundo a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG-RS), Porto Alegre é apontada como a principal capital brasileira em empregos formais na economia criativa. A princípio são 100.685 postos nos setores da cultura, criatividade, conhecimento e inovação representam 11,9% dos empregos formais da cidade.

De antemão isso coloca Porto Alegre à frente de Florianópolis (11,7%), São Paulo (11,6%) e Rio de Janeiro (10,9%) no ranking nacional. Por outro lado, quando considerado número absolutos de postos de trabalho, Porto Alegre aparece em sexto lugar.

Salários e impostos acelerando a economia

De acordo com o estudo, a economia criativa movimentaram cerca de R$ 4,5 bilhões em termos de salários e outras remunerações dos trabalhadores, apenas considerando os vínculos formais de trabalho em 2019.

Da mesma forma, os subsetores, de Pesquisa, Desenvolvimento e Ensino Superior representaram R$ 2,05 bilhões, seguido de Arquitetura, Design e Moda (R$ 1,03 bilhões) e Tecnologia da informação e software (R$ 939 milhões).

Em contrapartida, à arrecadação de impostos com a economia criativa foi responsável uma boa arrecadação municipal.

Em 2020 por R$ 264,10 milhões relativos ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). Conforme dados, os setores mais tributados foram: o de Publicação, editoração e mídia (R$ 83,65 milhões) liderou a lista, posteriormente, Tecnologia da informação e software (R$ 65,02 milhões) e da Pesquisa, desenvolvimento e ensino superior (R$ 45,07 milhões).

De maneira idêntica, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), as atividades da economia criativa geraram em 2020 uma arrecadação de R$ 143 milhões.

Remuneração média e outros dados

Definitivamente remuneração média de rendimentos dos trabalhadores assalariados na economia criativa, em 2019 era de R$ 3.471 em Porto Alegre, ao contrário dos dados apontados pelo IBGE, que apontava R$ 2.556 no mesmo período.

Em síntese, 13,9% do trabalho formal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre concentra 1 em cada 5 empreendimentos criativos do Estado. Portanto, 14% das atividades ligadas à economia criativa em Porto Alegre estão diretamente envolvidas em 11.747 empresas do segmento, sendo 34,3% divididos em Arquitetura, design de moda e 19,8% em TI e software.

Então, gostou da matéria? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram, Facebook e Spotify. Dessa forma você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade!

Fonte: Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão do Rio Grande do Sul e IBGE.

O post ECONOMIA CRIATIVA: PORTO ALEGRE É A CAPITAL DO TRABALHO FORMAL apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>
https://sejacriativo.com.br/economia-criativa-porto-alegre-e-a-capital-do-trabalho-formal/feed/ 0
Mulheres ganham 20,5% menos que homens https://sejacriativo.com.br/mulheres-ganham-205-menos-que-homens/ https://sejacriativo.com.br/mulheres-ganham-205-menos-que-homens/#respond Tue, 08 Mar 2022 22:17:45 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=5504 25 cursos gratuitos no Mês das Mulheres, bora conferir!

Infelizmente as mulheres ganham 20,5% menos que os homens aqui no Brasil. Apesar da nova geração de lideranças femininas no Brasil ter dobrado nesse último ano e puxado mais mulheres para cima, ainda falta muito para evoluirmos. Talvez você também goste de ler:  20 frases para dizer no Dia da Mulher Os direitos das mulheres […]

O post Mulheres ganham 20,5% menos que homens apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>
25 cursos gratuitos no Mês das Mulheres, bora conferir!

25 cursos gratuitos no Mês das Mulheres, bora conferir!

Infelizmente as mulheres ganham 20,5% menos que os homens aqui no Brasil.

Apesar da nova geração de lideranças femininas no Brasil ter dobrado nesse último ano e puxado mais mulheres para cima, ainda falta muito para evoluirmos.

Talvez você também goste de ler: 

20 frases para dizer no Dia da Mulher


Os direitos das mulheres ao longo dos anos

Por que 20,5% menos?

Segundo análise da Idados, é como se cada ano a mulher trabalhasse 74 dias de graça.

O mais chocante é a diferença salarial entre gêneros que se perpetua, mesmo que esses trabalhadores tenham o mesmo perfil escolar, idade e ocupação.

O fato é que as mulheres ainda ganham 20,5% a menos que os homens no Brasil.

Historicamente essa diferença continua crescendo, uma vez que as mulheres ganharam em média 20,50% a menos do que os homens no último trimestre de 2021. Em 2019 era 19.70% a diferença.

“Quando comparamos grupos que são comparáveis, a mulher ainda ganha 20% a menos. É um problema estrutural na nossa sociedade e que está persistindo, e é preocupante porque ao mesmo tempo as mulheres têm uma escolaridade mais alta do que dos homens”, afirma Thais Barcellos, pesquisadora da consultoria IDados.

Desemprego é maior entre as mulheres

Apesar da crise desses últimos anos de pandemia e a atual queda do desemprego, o desemprego continua mais alto entre as mulheres, e a maioria das brasileiras em idade de trabalhar não estão inseridas no mercado de trabalho ou estão se virando como podem informalmente.

Segundo dados do IBGE, dos mais de 12 milhões de desempregados no Brasil, mais da metade, 6,5 milhões são mulheres. Em 2021 a taxa de desocupação dos homens ficou em 9%, enquanto que as mulheres tiveram uma taxa de desocupação igual a 13,9%.

Precisamos mudar essa realidade

Pessoas que exercem as mesmas atividades deveriam em tese receber o mesmo salário, independente do gênero, deveria ser lei isso.

Precisamos mudar a política de contratação das empresas assim como estimular cada vez mais a igualdade e equilíbrio da diversidade dentro das empresas.

Mais mulheres em cargos de liderança e gestão impulsionam mais igualdade e melhoras nas condições de trabalho de todos.

E aí, o que você achou desse artigo sobre as mulheres ganhando menos que os homens? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram, Facebook e Spotify. Dessa forma você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade!
imagem: pexels

fonte: IBGE e Idados

O post Mulheres ganham 20,5% menos que homens apareceu primeiro em Seja Criativo.

]]>
https://sejacriativo.com.br/mulheres-ganham-205-menos-que-homens/feed/ 0