
Geração Z cancelando: CUIDADO com o cancelamento digital usando o emoji errado.
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O que são emojis? Emojis são pequenas imagens ou ícones usados em mensagens eletrônicas e redes sociais para expressar sentimentos, emoções ou ideias de forma rápida e visual.
São como os sorrisos, rostos tristes, corações e outros símbolos que você vê nos seus aplicativos de mensagens favoritos! 



A Geração Z é o grupo de pessoas nascidas entre meados da década de 1990 e início de 2010. São conhecidos como os “Zoomers” e são a primeira geração de “nativos digitais”, ou seja, cresceram em um mundo onde a internet e a tecnologia digital sempre estiveram presentes em suas vidas.
Além disso, enfrentaram desafios únicos, como a pandemia global e questões econômicas, moldando suas perspectivas e valores de maneira única. 



Polegar para Cima: Será que esse gesto tão positivo está sendo interpretado de maneira diferente?
Coração Vermelho: De expressão de amor a considerado básico, o que mudou para a Geração Z?
Sinal de Mão OK: Uma mudança na forma de se comunicar ou apenas uma questão de perspectiva?
Marca de Seleção: Passivo-agressivo ou apenas uma marca de seleção?
Emoji de Cocô: Entre humor e desagrado, onde esse emoji se encaixa?
Cara Chorando Alto: Exagero ou intensidade emocional?
Macaco que Não Vê o Mal: Ainda é cool ou já perdeu o charme?
Marca do Beijo: O que torna um emoji digno de transmitir afeto?
Rosto Fazendo Careta: Sensibilidade às emoções ou apenas uma expressão gráfica?
Leia também: Geração Z Preguiçosa? Galera não aceita trabalhar das 9h às 17h, confira!
Em um mundo cada vez mais digital, os emojis desempenham um papel importante na comunicação online, permitindo expressar sentimentos e ideias de forma rápida e visual. No entanto, como tudo na vida, os gostos e as tendências mudam, e os emojis não são exceção. O que pode ser considerado fofo e engraçado para uma geração, pode ser visto como ultrapassado ou até mesmo irritante para outra.
Ao observar como a Geração Z está “cancelando” certos emojis, podemos perceber como as formas de se comunicar evoluem com o tempo e refletem as mudanças culturais e sociais. É interessante notar como esses pequenos símbolos têm o poder de gerar discussões e reflexões sobre nossa forma de se expressar digitalmente.
Então, da próxima vez que você enviar um emoji, lembre-se de que ele pode ter um significado diferente para diferentes pessoas e gerações. E, acima de tudo, divirta-se explorando a rica variedade de emojis disponíveis para tornar suas conversas mais coloridas e expressivas!
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Conflito de geração: As empresas devem aprender a se comunicar adequadamente com as diferentes gerações de clientes e consumidores que possuem
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Por John Colvin, chefe de marketing e parceiros globais e das Américas na Avaya
À medida que o mundo se transforma rapidamente graças às novas tecnologias, a digitalização ganha cada vez mais importância para usuários e empresas. Diante deste cenário, é fundamental considerar as mudanças na comunicação e as várias maneiras pelas quais os consumidores desejam se manter conectados com suas marcas favoritas.
Os usuários tendem a se comunicar de maneira diferente, dependendo da idade, e essa é uma informação valiosa para empresas que desejam fornecer a melhor experiência aos seus clientes, atendendo suas necessidades e expectativas.
Para isso, é importante entender que cada geração tem diferentes canais e interesses, pois alguns são mais suscetíveis à digitalização do que outros. Falar com os millennials — nascidos entre 1981 e 1995 — não é o mesmo que falar com a geração Z — nascidos entre 1995 e 2010 — ou os boomers — nascidos entre 1945 e 1964 —, uma vez que suas experiências digitais podem ser muito diferentes. Assim sendo, é preciso consolidar uma forte infraestrutura tecnológica e se conectar com cada grupo de forma assertiva para impactar positivamente seus clientes e negócios.
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Os millennials são exemplos de uma geração extremamente digital que se acostumou a contatar empresas por meio de e-mails ou chats. De acordo com uma pesquisa do BankMyCell, as pessoas que já cresceram na era digital adotaram formas alternativas de comunicação, resultando em menos chamadas telefônicas. Tecnologias, como SMS, MSN Messenger, BlackBerry Messenger e MySpace, abriram caminho para as formas mais populares de comunicação digital de hoje, como WhatsApp, Facebook Messenger ou Snapchat.
Dessa forma, as pessoas pertencentes aos millenials e à geração Z são mais conectadas às mensagens e não gostam de ligações. Por isso, são chamadas de “geração silenciosa”. Enquanto os boomers, como a geração X — nascidos entre 1965 e 1981 —, preferem ligações do que chats e formulários escritos.
Segundo o mesmo estudo, apesar do aumento do uso de smartphones, 75% dos millennials evitam as chamadas porque acham que consomem muito tempo, 63% utilizam as frases “não reparei que o celular tocou/vibrou”, enquanto 12% dizem ter problemas de cobertura.
Em contrapartida, os boomers e a geração X não podem ser deixados de lado na hora de criar estratégias de experiência do usuário, pois representam aproximadamente 33,2% da população mundial.
Embora tenha crescido com diversas mudanças tecnológicas e se adaptado cada vez mais a elas para acompanhar os millennials, a geração X ainda se interessa pelo convívio social tradicional. O mesmo vale para os boomers, que têm pelo menos uma rede social e são os que mais compartilham conteúdo, por mais que sejam muito tradicionais na hora de se comunicar e se informar, porque preferem imprensa escrita, o rádio e a televisão.
Devido a essas evoluções, os chatbots estão assumindo maior relevância na estratégia de negócios. Um estudo recente, publicado pelo Gartner, revelou que tal ferramenta se tornará o principal canal de atendimento ao cliente nos próximos cinco anos.
A pesquisa da Infobip também confirma que, em 2022, mais de 449 milhões de interações de comunicação para vendas ou atendimento ao cliente ocorreram via WhatsApp. Além disso, canais como SMS desempenham um papel importante para mensagens mais urgentes, como autenticação de dois fatores e senhas de uso único, enquanto as plataformas de chat são preferidas para vendas e atendimento.
Hoje, existem soluções que oferecem aos agentes de contact center tudo o que precisam para proporcionar a melhor experiência aos clientes. Tudo isso em uma única visualização de área de trabalho, incluindo Inteligência Artificial (IA), análise de voz, remoção de ruído, roteamento baseado em atributos, automação e autoatendimento.
Diante desses tipos de dados, as empresas têm várias opções para fornecer a melhor interação possível aos seus consumidores, permitindo que se envolvam melhor, fidelizem e fortaleçam seu relacionamento com eles.
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Descubra neste artigo por que a Geração Z está sendo considerada a menos comprometida e engajada no ambiente de trabalho atual. Saiba como isso pode afetar o futuro das empresas e quais são as possíveis soluções para conquistar essa nova geração de profissionais.
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Com a entrada da Geração Z no mercado de trabalho, as empresas estão enfrentando um desafio sem precedentes. Considerada a geração nascida entre meados da década de 1990 e o início dos anos 2010, a Geração Z está ganhando uma reputação de ser menos comprometida e engajada no trabalho em comparação às gerações anteriores.
Mas o que realmente está acontecendo? Será que esses jovens profissionais merecem essa reputação negativa? Neste artigo, exploraremos os motivos por trás dessa percepção e como as empresas podem enfrentar esse desafio.
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A Geração Z cresceu em um mundo em constante mudança, repleto de avanços tecnológicos e acesso instantâneo à informação. Esses jovens foram criados em um ambiente digital, onde tudo está disponível com apenas alguns cliques. Essa facilidade de acesso à informação e entretenimento tem levado a um curto período de atenção e a uma demanda por gratificação instantânea.
Essa cultura da gratificação instantânea e da facilidade de acesso pode afetar as expectativas da Geração Z em relação ao trabalho. Eles podem esperar promoções rápidas, tarefas desafiadoras e um ambiente de trabalho estimulante desde o início de suas carreiras. Caso contrário, podem ficar desmotivados e desengajados.
Além disso, a Geração Z valoriza cada vez mais a flexibilidade e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Eles buscam trabalhos que permitam que explorem seus interesses e paixões, e que não interfiram em seu estilo de vida. Essa busca pela realização pessoal pode levar a uma aparente falta de comprometimento com as empresas.
As empresas que desejam atrair e reter talentos da Geração Z precisam repensar suas estratégias. Elas precisam oferecer um ambiente de trabalho flexível, com oportunidades de crescimento e desenvolvimento claras e rápidas. Além disso, a transparência e a comunicação aberta são fundamentais para manter a Geração Z engajada.
Outro aspecto importante é a adoção de tecnologias que facilitem o trabalho da Geração Z. Esses jovens estão acostumados com a tecnologia e esperam que as empresas acompanhem esse ritmo, oferecendo ferramentas e plataformas digitais para tornar suas tarefas mais eficientes e acessíveis.
Além disso, é essencial criar um ambiente de trabalho inclusivo e colaborativo, no qual os membros da Geração Z se sintam valorizados e tenham a oportunidade de contribuir com suas ideias e perspectivas únicas. Isso pode ser alcançado por meio de programas de mentoria, projetos de equipe e incentivo à participação em decisões importantes.
Outro aspecto que as empresas devem considerar é o reconhecimento e a recompensa pelo bom desempenho. A Geração Z busca feedback constante e reconhecimento por seu trabalho árduo. Programas de incentivo e recompensas tangíveis, como bonificações e benefícios, podem ser eficazes para mantê-los motivados e engajados.
No entanto, é importante lembrar que generalizar toda uma geração pode ser injusto. Nem todos os membros da Geração Z são descomprometidos e desengajados no trabalho. Há jovens profissionais altamente motivados, que estão dispostos a se dedicar e a contribuir para o sucesso das empresas. Portanto, é essencial evitar estereótipos e adotar uma abordagem individualizada ao lidar com cada membro dessa geração.
Embora a Geração Z possa ter a reputação de ser menos comprometida e engajada no trabalho, é importante compreender as razões por trás dessa percepção. Os avanços tecnológicos, a busca por gratificação instantânea e a valorização do equilíbrio entre vida pessoal e profissional são fatores que influenciam as expectativas e comportamentos dessa geração.
As empresas precisam adaptar suas estratégias para atrair e reter talentos da Geração Z. Isso envolve oferecer um ambiente de trabalho flexível, tecnologia adequada, oportunidades de crescimento e desenvolvimento, além de reconhecimento e recompensa pelo bom desempenho.
Ao adotar uma abordagem individualizada e entender as motivações e necessidades dessa geração, as empresas podem criar um ambiente propício para o engajamento e sucesso profissional da Geração Z.
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Geração Z ou Alfa: qual o segredo para conquistar essas gerações? Descubra agora como cativar os jovens mais antenados do mundo com dicas incríveis e divertidas! Não perca essa oportunidade de se destacar e se conectar com os novos líderes do amanhã.
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Bora entender de uma vez por todas sobre as geração Z e Alfa?
As gerações Z e Alfa são consideradas as mais conectadas, informadas e exigentes de todas. Com uma dose extra de irreverência e um senso apurado de justiça social, esses jovens estão mudando a forma como as empresas se comunicam, produzem e entregam seus produtos e serviços. Mas como conquistar essas gerações? Quais são os segredos para se conectar com elas? Descubra agora!
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A Geração Z é composta pelas pessoas nascidas entre 1995 e 2010. Esses jovens cresceram em um mundo totalmente digital, onde a tecnologia está presente em todos os aspectos da vida. Eles são altamente conectados, exigentes e preocupados com questões sociais e ambientais. Já a Geração Alfa é formada pelos nascidos a partir de 2010, que estão crescendo em um mundo ainda mais tecnológico, com acesso ilimitado a informações e recursos. Esses jovens são mais independentes, criativos e adaptáveis do que as gerações anteriores.
Para conquistar as gerações Z e Alfa, é preciso ir além das propagandas tradicionais e dos discursos vazios. Esses jovens valorizam empresas e marcas que são autênticas, transparentes e comprometidas com causas sociais e ambientais. Eles querem ser ouvidos e valorizados como consumidores, e não apenas como números. Também são adeptos de experiências personalizadas, interativas e imersivas, onde possam se conectar com outros jovens e compartilhar suas opiniões e ideias.
Para cativar as gerações Z e Alfa, as empresas devem investir em estratégias de marketing digital, como redes sociais, influenciadores e conteúdo em vídeo. É importante estar presente nos canais que esses jovens mais utilizam, como Instagram, TikTok e Youtube, e produzir conteúdo relevante e envolvente. Também é fundamental ter uma presença ativa em causas sociais e ambientais, e comunicar isso de forma autêntica e transparente.
Por fim, é importante aprender a falar a língua das gerações Z e Alfa. Isso significa usar uma linguagem mais informal, descontraída e criativa, sem perder a qualidade e a seriedade. Também é preciso estar atento às tendências e aos memes, que são uma forma de se conectar com esses jovens de forma descontraída e divertida. Além disso, é essencial estar disposto a ouvir e dialogar com os consumidores, valorizando suas opiniões e sugestões.
Conquistar as gerações Z e Alfa pode parecer um desafio, mas na verdade é uma grande oportunidade para as empresas se reinventarem e se conectarem com um público jovem e engajado. Ao seguir as dicas e estratégias apresentadas neste artigo, é possível conquistar a confiança e a fidelidade desses consumidores, que serão os líderes e influenciadores do futuro.
O importante é ser autêntico, transparente e comprometido com as causas que importam para essas gerações. Vamos lá?
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Nos últimos anos, temos visto uma tendência crescente entre as novas gerações: o resgate dos telefones dos anos 2000. Esses aparelhos, que se tornaram icônicos na época, estão sendo redescobertos como uma forma de limitar o tempo de tela e reduzir a dependência dos smartphones modernos. Vem ler: nova tendência entre jovens é resgatar telefones […]
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Nos últimos anos, temos visto uma tendência crescente entre as novas gerações: o resgate dos telefones dos anos 2000. Esses aparelhos, que se tornaram icônicos na época, estão sendo redescobertos como uma forma de limitar o tempo de tela e reduzir a dependência dos smartphones modernos. Vem ler: nova tendência entre jovens é resgatar telefones antigos para reduzir ansiedade.
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Telefones como o Nokia 3310 e o Motorola V3, famosos por sua simplicidade e durabilidade. Afinal, eles têm uma bateria que dura dias, um design resistente e uma interface básica que não oferece distrações.
Desta forma, notificações de redes sociais e aplicativos não podem ser acessadas. Para muitos jovens, essa simplicidade é exatamente o que eles precisam em um mundo cada vez mais complexo e conectado.
Essa tendência é chamada de “desconexão digital” e ganhou força nos últimos anos. Ou seja, mais pessoas perceberam os efeitos negativos do uso excessivo de smartphones. Desta forma, querem encontrar uma maneira de reduzir o tempo de tela. Por isso, o resgate dos telefones dos anos 2000 é uma forma de fazer isso, oferecendo uma experiência mais relaxante e desconectada.
Alguns especialistas argumentam que essa tendência é apenas uma moda passageira. Porém, muitos outros acreditam que ela veio para ficar.
No entanto, à medida que a preocupação com a saúde mental e o bem-estar se torna cada vez mais importante, é provável que mais pessoas procurem formas de limitar o tempo de tela. Ou seja, com o objetivo de encontrar um equilíbrio saudável entre o mundo digital e o mundo real.
Por fim, o resgate dos telefones dos anos 2000 é uma tendência fascinante que reflete a crescente preocupação com o tempo de tela e a necessidade de desconectar.
Se você está procurando uma forma de limitar seu tempo de tela e desfrutar de uma experiência mais simples e relaxante, considere resgatar um telefone antigo e experimentar a “desconexão digital”.
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