
Alô Protegido é a nova criação do Nubank para proteger clientes de golpes, entenda
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Uma Barreira Inovadora Contra Chamadas Falsas
No avanço constante de suas medidas de segurança, o Nubank acaba de introduzir uma ferramenta revolucionária em seu aplicativo: o “Alô Protegido”. Essa camada extra de proteção visa dificultar que terceiros entrem em contato com potenciais vítimas por meio de chamadas fraudulentas, fingindo representar a central de atendimento da instituição financeira. Vamos explorar como essa novidade promete elevar o patamar da segurança telefônica para os clientes do Nubank.
Ao enfrentar a crescente sofisticação dos golpes, o Nubank responde com o lançamento do “Alô Protegido”. Essa ferramenta inteligente bloqueia automaticamente chamadas suspeitas de falsas centrais de atendimento que tentam enganar os usuários, substituindo o número original da chamada pelo contato oficial do Nubank. Essa iniciativa é parte integrante da campanha #PareceMasNãoÉoNubank, que visa alertar para situações que, à primeira vista, podem parecer relacionadas ao Nubank, mas não são.
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O Nubank assume a dianteira como a primeira instituição financeira global a oferecer esse tipo de proteção aos seus clientes. Inicialmente disponível para usuários Android, o “Alô Protegido” representa não apenas uma resposta aos desafios atuais, mas uma inovação significativa no setor financeiro mundial.
A campanha #PareceMasNãoÉoNubank não é apenas uma estratégia de marketing; é um esforço genuíno para educar e alertar os usuários sobre possíveis ameaças. O Nubank está comprometido em ir além das campanhas tradicionais, oferecendo soluções eficazes para combater chamadas fraudulentas e proteger seus clientes.
Ativar o “Alô Protegido” é uma tarefa simples e descomplicada. Basta acessar o menu “Segurança” no aplicativo Nubank e selecionar a opção “Alô Protegido”. Com apenas alguns cliques, os usuários podem desfrutar de uma barreira inteligente contra números suspeitos e falsas centrais de atendimento.
Conclusão: A Segurança que Você Merece Está ao Seu Alcance
O “Alô Protegido” é mais do que uma ferramenta de segurança; é um compromisso do Nubank em oferecer aos seus clientes uma experiência financeira tranquila e protegida. Em um mundo digital cada vez mais complexo, essa camada adicional de segurança não apenas dificulta golpes de engenharia social, mas coloca o poder de proteção nas mãos dos usuários.
Em caso de dúvida, lembre-se: o Nubank não solicita ações específicas por telefone, e a segurança está sempre a um clique de distância.
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Desvendando o segredo do Nubank: Se você é cliente do roxinho, aprenda a ganhar R$ 800 mensais sem nenhum esforço
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Ganhar dinheiro com o Nubank não é um sonho distante; na verdade, é mais fácil do que você imagina. Com algumas etapas simples, os clientes do banco digital podem acrescentar R$ 800 aos seus bolsos a cada mês sem qualquer esforço extra, apenas colocando seu dinheiro para trabalhar por eles. Neste artigo, vamos explorar uma estratégia inteligente oferecida pela fintech que permite aos clientes alcançar essa meta financeira com facilidade.
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Uma das ferramentas que tornam essa conquista financeira possível são as Caixinhas oferecidas pelo Nubank. Essa funcionalidade permite que os clientes economizem dinheiro de forma disciplinada e também aproveitem os frutos de seus esforços de maneira mais rápida. O conceito é simples: você aloca uma parte de sua renda em uma “Caixinha” para um objetivo específico, como comprar um carro novo ou planejar uma viagem. O toque mágico está no fato de que enquanto seu dinheiro está guardado na Caixinha, ele rende 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

O CDI, abreviação para Certificado de Depósito Interbancário, é uma taxa de juros que os bancos usam ao emprestar dinheiro entre si. Atualmente, seu valor é muito próximo à taxa básica de juros do país, a Selic. Enquanto a Selic se mantém em 13,25% ao ano, o CDI fica em 13,15%. Com essa informação em mente, vejamos como você pode ganhar R$ 800 por mês com o Nubank.
Para alcançar esse objetivo, você precisaria ter R$ 100 mil alocados em uma Caixinha com rendimento de 100% do CDI. De acordo com a calculadora de rendimento do Nubank, esse montante geraria R$ 802,01 mensais. Em comparação, se você optasse por aplicar os mesmos R$ 100 mil na poupança durante o mesmo período, o rendimento seria de apenas R$ 644,30, uma diferença notável de quase R$ 158 entre os dois investimentos.
Um aspecto crucial a ser destacado é a segurança do seu dinheiro ao utilizar o Nubank. A fintech oferece a tranquilidade da proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante o saldo das contas em até R$ 250 mil por CPF. Isso significa que, mesmo em situações adversas ou imprevistos, seu dinheiro está protegido, e você não corre o risco de perder seus recursos financeiros. Portanto, ao adotar essa estratégia de investimento inteligente com o Nubank, você não apenas aumenta seus rendimentos, mas também desfruta da segurança proporcionada por essa instituição financeira inovadora.
O Nubank, uma das fintechs mais renomadas do Brasil, tem revolucionado o setor financeiro com sua abordagem inovadora e serviços centrados no cliente. Fundada em 2013, a empresa rapidamente se destacou no mercado por oferecer uma experiência bancária simplificada e descomplicada. O cartão de crédito roxo do Nubank, livre de tarifas anuais e com gerenciamento via aplicativo móvel, tornou-se um símbolo da modernização financeira no país, atraindo milhões de clientes em busca de uma alternativa aos bancos tradicionais.
Além do cartão de crédito, o Nubank expandiu sua oferta para incluir serviços como a NuConta, uma conta digital com rendimento superior à poupança e transferências gratuitas, e diversas outras opções de produtos financeiros. Sua abordagem transparente, atendimento ao cliente de qualidade e foco na tecnologia o tornaram uma figura influente no cenário financeiro brasileiro e um exemplo de como a inovação pode transformar a maneira como as pessoas lidam com suas finanças.
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Consórcio Mycon e FinanZero sem burocracia e planejado para ajudar as pessoas na aquisição de bens como automóveis, motocicletas, imóveis entre outras coisas
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Clientes da FinanZero terão acesso a um crédito mais barato, rápido e sem burocracias para compra planejada
O Mycon, primeira fintech a comercializar consórcio de forma totalmente digital no Brasil, acaba de anunciar a parceria com a FinanZero, fintech pioneira no mercado de crédito no país. Em julho, os mais de 16 milhões de clientes da FinanZero passaram a ter acesso ao consórcio Mycon para aquisição de automóveis e motocicletas, além de imóveis e serviços como festas e viagens.
Com a collab, as empresas oferecem acesso a um crédito sem juros e taxa de 13,99%. Os interessados em adquirir os consórcios Mycon contam com uma taxa 50% menor do que a de outras administradoras (para o mesmo produto, crédito e prazo) e 10 vezes menor que um financiamento. “Além das menores taxas, vamos oferecer aos colaboradores da FinanZero 50% da primeira parcela do consórcio paga por nós”, comenta Rodrigo Coser, head de novos negócios do Mycon.
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Para essa parceria, será oferecido um valor de crédito a partir de R$ 8 mil até R$ 700 mil com prazo de até 240 meses, sem entrada e sem juros. Por exemplo, para uma carta de crédito no valor de R$ 80 mil, no prazo de 84 meses, as parcelas mensais ficam em R$ 1.085,60. No vencimento da primeira, o Mycon paga 50% dela (R$ 542,80), e o cliente paga apenas os outros R$ 542,80, quitando assim o primeiro mês do consórcio.
“A parceria com o Mycon está alinhada à nossa missão como fintech: contribuir com a prosperidade dos brasileiros ao facilitar o acesso a produtos financeiros. Oferecer o consórcio como mais produto do nosso portfólio contribuirá para que nossa base de clientes alcance seus planos e sonhos de maneira diferenciada e sustentável”, comenta Rodrigo Cezaretto, diretor de Operações da FinanZero.
O consórcio pode ser uma excelente opção para quem deseja se planejar financeiramente, com objetivos de longo prazo, como a compra de um imóvel, um carro ou a realização de uma viagem. O Mycon e a FinanZero separaram algumas das principais vantagens do planejamento financeiro por meio do consórcio:
Criado em 2020, o Mycon é a primeira fintech do Brasil a usar tecnologia e oferecer consórcio digital com a taxas competitivas frente a taxa de outros consórcios tradicionais. Tudo isso graças à digitalização de processos de forma simples e ágil no site ou app.
Para facilitar as chances de contemplação nos sorteios mensais, os grupos são formados por, no máximo, 999 participantes, contra a média de 4.000 oferecidos pelos consórcios ligados a instituições bancárias.
O Mycon é uma Administradora de Consórcios autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil. O Mycon faz parte do Grupo Coimex, atuante em diversos segmentos no Brasil com mais de 70 anos de existência.
Fundada em 2016, a FinanZero é um correspondente bancário que tem como missão a desburocratização do empréstimo no Brasil. Com mais de 70 bancos parceiros, a Fintech oferece até 10 ofertas pré-aprovadas de crédito para que o cliente compare e escolha a melhor opção.
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A Wise (anteriormente conhecida como TransferWise) é uma empresa de tecnologia financeira que oferece serviços de transferência de dinheiro internacional. Fundada em 2010, a empresa tem sede em Londres, no Reino Unido, e atualmente opera em mais de 70 países em todo o mundo. Talvez você goste de ler também: Descubra como economizar até 30% […]
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A Wise (anteriormente conhecida como TransferWise) é uma empresa de tecnologia financeira que oferece serviços de transferência de dinheiro internacional.
Fundada em 2010, a empresa tem sede em Londres, no Reino Unido, e atualmente opera em mais de 70 países em todo o mundo.
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A Wise oferece uma plataforma de transferência de dinheiro online fácil de usar, que permite aos usuários enviar e receber dinheiro internacionalmente de forma rápida, conveniente e econômica.
A empresa utiliza uma tecnologia inovadora para conectar usuários de diferentes países e facilitar a transferência de dinheiro sem a necessidade de intermediários bancários tradicionais, o que ajuda a reduzir as taxas e o tempo de processamento das transferências.
A Wise também oferece outros serviços financeiros, como contas multi-moedas, cartões de débito internacionais e soluções de pagamento online para empresas. A empresa é conhecida por suas taxas de câmbio muito competitivas e sua transparência em relação às taxas cobradas pelos serviços prestados.
Em geral, a Wise é uma opção popular e confiável para pessoas e empresas que precisam enviar ou receber dinheiro internacionalmente.
Sim, a Wise (anteriormente conhecida como TransferWise) é uma opção muito conveniente e econômica para enviar e receber dinheiro internacionalmente. A empresa oferece taxas de câmbio muito competitivas e cobra uma taxa baixa e transparente pelo serviço. Fontes dizem ser mais barata que o PayPal.
Além disso, a Wise é uma empresa confiável e segura, com uma boa reputação e muitos anos de experiência em transferências internacionais de dinheiro. A empresa também oferece uma plataforma fácil de usar e suporte ao cliente de alta qualidade.
Se você precisa enviar ou receber dinheiro internacionalmente, especialmente em uma base regular, a Wise pode ser uma excelente opção para economizar dinheiro e tempo em suas transações financeiras.
No entanto, é importante observar que a Wise pode não ser a melhor opção para todas as suas necessidades de transferência de dinheiro, dependendo das circunstâncias específicas de sua situação financeira.
Por isso, é sempre recomendável comparar diferentes opções antes de escolher um serviço de transferência de dinheiro.
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Alerta! Demissão em massa atinge empresa de finanças no Brasil Nessa semana diversas notícias negativas surgiram no Brasil e no mundo, entre elas crise, fechamento. No entanto, está ocorrendo demissão em massa em uma grande empresa financeira brasileira. Bora conferir tudo sobre! Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca […]
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Alerta! Demissão em massa atinge empresa de finanças no Brasil
Nessa semana diversas notícias negativas surgiram no Brasil e no mundo, entre elas crise, fechamento.
No entanto, está ocorrendo demissão em massa em uma grande empresa financeira brasileira. Bora conferir tudo sobre!
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Recentemente, uma grande empresa brasileira de finanças anunciou que realizará uma demissão em massa de funcionários.
Nesta última segunda-feira a Creditas, fintech que atua no setor de crédito, anunciou reestruturação no setor de venda e financiamento de veículos.
A empresa não divulgou o número exato de funcionários que serão afetados, mas essa notícia abalou os trabalhadores e gerou incertezas em relação ao futuro da empresa.
Porém, ao que tudo indica, serão aproximadamente 150 postos de trabalho fechados.
Conforme pronunciamento do CEO da fintech, Sergio Furio, a Creditas não vai mais trabalhar com lojas, passando a focar em compra e venda direta entre seus clientes.
A demissão em massa é um momento difícil para todos os envolvidos, tanto para os funcionários quanto para a empresa.
Para os funcionários que perderam seus empregos, é uma situação estressante e angustiante, já que muitos deles dependiam do trabalho para sustentar suas famílias e pagar suas contas. Além disso, eles também podem sentir que estão perdendo a estabilidade financeira e profissional.
Para a empresa, a demissão em massa pode ser uma tentativa de reduzir custos ou reestruturar a organização para torná-la mais eficiente. No entanto, essa decisão também pode ter um impacto negativo na imagem da empresa e na relação com seus clientes e investidores.
É importante lembrar que a demissão em massa não é uma solução sustentável a longo prazo para os problemas de uma empresa. É importante que as empresas busquem soluções alternativas, como treinamento e capacitação de funcionários, para melhorar sua eficiência e competitividade no mercado.
Os funcionários afetados pela demissão em massa podem buscar apoio e orientação do sindicato ou do Ministério do Trabalho para garantir seus direitos trabalhistas. Também podem considerar a possibilidade de buscar novas oportunidades de trabalho e se preparar para a transição para uma nova carreira.
Em conclusão, a demissão em massa é uma situação difícil para todos os envolvidos, mas é importante que as empresas busquem soluções sustentáveis a longo prazo para seus problemas, em vez de depender da demissão em massa como uma solução rápida.
Para os funcionários afetados, é importante buscar apoio e orientação para garantir seus direitos e se preparar para a transição para uma nova carreira.
A Fintech e startup unicórnio é uma empresa brasileira, que oferece marketplace de produtos financeiros.
Atualmente possui cerca de 1,5 mil colaboradores e está avaliada em mais de 1 bilhão de dólares.
Opera desde 2012 e em 2016 começou a oferecer crédito com garantia de imóvel e veículos.
Antes de tudo a empresa era conhecida no mercado com BankFacil, mas desde 2016 a Creditas tornou-se uma das principais plataformas de crédito online no Brasil.
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Atualmente, 44% de toda a população brasileira possui uma conta no Nubank. De fato, o Nubank tornou-se um banco de destaque no cenário brasileiro levando em consideração os 70,9 milhões de clientes que possui no território nacional. Porém, o Nubank não se tornou um dos maiores bancos do Brasil da noite para o dia. Você […]
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Atualmente, 44% de toda a população brasileira possui uma conta no Nubank. De fato, o Nubank tornou-se um banco de destaque no cenário brasileiro levando em consideração os 70,9 milhões de clientes que possui no território nacional.
Porém, o Nubank não se tornou um dos maiores bancos do Brasil da noite para o dia. Você quer saber por que o Nubank é a maior fintech do Brasil? Continue lendo que nós vamos te ajudar a entender melhor essa questão! Continue lendo e confira aqui!
Em síntese, pode-se dizer que a fintech teve o seu início no ano de 2013. Na data, David Vélez, empreendedor colombiano que residia em São Paulo, ao precisar abrir uma conta no Banco, acabou se deparando com uma experiência que é extremamente comum para todos os brasileiros.
David experienciou a famosa porta giratória que detecta objetos de metal, seguranças armados e filas longas. Nesse momento, percebeu que o modelo adotado até então pelos bancos não era o melhor, tendo em vista que, no momento, o mercado digital estava em uma crescente significativa.
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Levando em consideração essa experiência, criando junto com Edward Wible e Cristina Junqueira, no ano de 2013, o Nubank. No ano de 2014 o banco digital lançou o seu primeiro produto: um cartão digital de crédito com a bandeira Mastercard. O cartão revolucionário, sem taxa de anuidade e completamente controlado por meio de um aplicativo entregou uma experiência muito mais ampla e livre para os usuários. O grande diferencial do Nubank em um comparativo com os bancos tradicionais.
Inicialmente, o banco não possui uma conta de débito. Na realidade, no primeiro ano de lançamento do cartão de crédito, o Nubank conseguiu atingir 400 mil usuários. Isso tudo graças a gratuidade da anuidade e o acesso facilitado. No início, o Nubank só aceitava usuários por indicação. Ou seja, era muito mais difícil conseguir um cartão do banco em um comparativo com o processo que é feito hoje em dia.
Com o passar do tempo, o banco digital cresceu e atingiu novos usuários. No entanto, somente no ano de 2017, tudo mudou no cenário. O banco digital que até então só possuía o cartão de crédito, fez o lançamento da NuConta. O objetivo da NuConta era suprir as demandas que David observou ao tentar abrir a sua conta em um banco tradicional.
Vale enfatizar, de fato, que um dos grandes motivos pelo destaque e crescimento do Nubank está atrelado diretamente a facilitação do acesso ao crédito. Isso tudo em razão de que o banco digital dispensa a análise de crédito dos clientes.
Como o Nubank tornou-se um banco completo como os tradicionais sendo digital, no ano de 2019, passou a ofertar empréstimos para os clientes. Porém, desde a contratação, simulação e acompanhamento acerca do empréstimo deu-se dentro do aplicativo, o que acabou colocando o banco em destaque novamente. O Nubank também passou a ofertar o cartão PJ (pessoa jurídica).
Por conseguinte, criou no ano de 2020 um seguro de vida do banco digital chamado de NuVida. Em 2012, por meio da aquisição da EasyInvest, fez o lançamento do Nulvest e, no ano de 2002, lançou o NuCript. Em suma, o banco digital sempre manteve-se inovando e conquistando novos espaços dentro do mercado financeiro.
Em síntese, pode-se dizer que um dos grandes pontos que atribuem destaque ao Nubank nesses anos no mercado está ligado à inovação. O Nubank, pode-se ver isso por meio da sua trajetória, nunca deixou de tentar implementar novas funcionalidades para os usuários, buscando possibilitar novas experiências.
Além disso, tornou-se um facilitador no que se refere às atividades financeiras comumente feitas em bancos. Não é à toa que a partir do seu lançamento, os bancos tradicionais também começaram a ofertar serviços iguais ou semelhantes. Por fim, o Nubank sempre adotou transparência total, abandonando as letras miúdas que os bancos tradicionais geralmente utilizam acerca das taxas de juros e etc.
Também, vale destacar que o atendimento do banco digital é sempre eficiente e possui um alto índice de resolução de problemas com muita eficiência. São todas essas questões que fizeram do Nubank uma das maiores fintechs do Brasil.
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Você sabe o que vai acontecer com os bancos daqui a 10 anos? O futuro dos bancos acaba de ser analisado por especialistas e, acredite, vai mudar muito. Confira a seguir a revolução no setor bancário: previsões para a próxima década. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock […]
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Você sabe o que vai acontecer com os bancos daqui a 10 anos? O futuro dos bancos acaba de ser analisado por especialistas e, acredite, vai mudar muito.
Confira a seguir a revolução no setor bancário: previsões para a próxima década.
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Dificilmente passa-se um mês sem que novas plataformas de fintechs e serviços bancários sejam lançadas. Junto com elas, vemos o aumento de recursos e aplicativos para celulares, a partir das novas necessidades dos consumidores. Gosto de pensar que estamos vivendo uma verdadeira revolução no setor bancário. As indicações da Zion Market Research, contidas em levantamento de agosto do ano passado, apontam que o tamanho do mercado mundial de fintech-as-a-service deve crescer em torno de US$ 949 bilhões até 2028, com uma taxa composta de crescimento anual alcançada 17%.
O modelo de banco como conhecemos hoje assumirá novas formas e padrões regulatórios, mudando nossas experiências digitais cotidianas. Relatório divulgado pelo Departamento do Tesouro dos EUA em novembro de 2022 detalha como empresas de diferentes portes já oferecem uma gama de serviços financeiros focados nas reais necessidades dos consumidores, abrindo um novo campo de atuação para startups, bancos regionais e pequenas empresas expandirem suas operações e portfólios de produtos a ponto de se tornarem competidores relevantes, mesmo para as maiores instituições financeiras. É como se estivéssemos vendo uma nova primavera de inovadores fintech ansiosos para levar serviços financeiros para as massas.
Podemos vislumbrar quatro grandes tendências para o setor bancário na próxima década que transformarão positivamente o setor, com melhorias para os consumidores e para o mercado em geral.
Recentemente, as finanças incorporadas passaram a fazer parte do nosso dia a dia, com novos aplicativos e serviços financeiros sempre que precisamos. São muitos novos métodos de pagamento para compras online, pagamento de apps de transporte em poucos cliques e ofertas de seguros integradas nas suas reservas de viagens e hospedagem.
Em outubro de 2022, a McKinsey divulgou um artigo, em coautoria com seus sócios, revelando que a receita de financiamentos incorporados atingiu US$ 20 bilhões nos EUA no ano anterior, transformando o processo de ponto de venda, gerando uma melhoria na experiência do cliente em empréstimos, seguros e outras ofertas, trazendo mais negócios para os vendedores. A Bain & Company, por outro lado, divulgou um relatório em setembro último apontando que facilitadores e plataformas de empréstimo incorporadas ao ponto de venda aumentarão seus lucros em 75% até 2026.
A infraestrutura financeira incorporada ainda está em seus primórdios, mudando os mercados rapidamente, mas sem supervisão ou controle de qualidade. Com o amadurecimento do setor, os órgãos reguladores estarão mais envolvidos, com ofertas bancárias mais especializadas e produtivas, o que é muito positivo para o consumidor, que terá produtos e serviços cada vez melhores e mais focados em suas reais necessidades.
A Geração Z, com seus hábitos e comportamentos financeiros, moldará o desenvolvimento e as transformações do setor bancário na próxima década e verá sua renda ultrapassar a dos Millennials até 2031, quintuplicando para US$ 33 trilhões até 2030 (quase superior a um quarto da renda global). A inflação do período será responsável por uma geração de jovens aparentemente abastados.
Essa transferência de riqueza fará com que a Geração Z continue investindo em ativos tradicionais, como imóveis ou modelos simplificados de previdência privada, com tolerância ao risco variável, de acordo com sua percepção da cultura. Nascidas na era da internet, essas pessoas vivem no mundo digital e buscam serviços alinhados com seus valores e visões como diversidade, equidade, inclusão, meio ambiente, justiça social e questões de governança. A confirmação desses dados está em uma pesquisa da Stanford Graduate School of Business, divulgada em novembro. A pesquisa, que entrevistou 2.470 investidores, encontrou diferenças marcantes entre as gerações, com investidores mais jovens afirmando que preferem fundos que aderissem aos objetivos ESG.
Observaremos também algumas mentalidades conservadoras, fruto da convivência com os pais que passaram por períodos de recessão, vivenciando os efeitos de uma pandemia mundial e cenário político volátil. Esta experiência, sem dúvida, influenciará as decisões de investimento de muitos.
No entanto, olhando de forma mais ampla, acho que veremos que a maior parte desta geração investe de forma mais agressiva. E como suas demandas vão aumentar, principalmente as de consumo, a customização será o caminho para atendê-las. Bancos e instituições financeiras provavelmente não enfrentarão esse desafio da mesma forma que atendem indivíduos de alta renda. Antecipando esse processo, para fintechs e plataformas BaaS, inovar sempre será a nova rotina. Modalidades de investimento passivo, a partir de produtos de alto retorno, se tornarão mais comuns, inaugurando um mercado de hedge funds democratizado e fácil de usar. Veremos o surgimento de uma nova categoria de fintechs lideradas por tecnologia que atendem exclusivamente à riqueza jovem, com foco no gerenciamento de patrimônio no estilo concierge. Com isso, o setor bancário ficará mais democratizado ao receber esses jovens de braços abertos.
O mobile banking foi fortemente acelerado durante a pandemia. Isso aumentou muito o número de banqueiros. A Pesquisa Nacional de 2021 do FDIC sobre famílias sem banco e sem banco nos Estados Unidos indica que apenas 3% das famílias no país não têm banco – abaixo dos 23% de 2019 e 55% de 2011 (o FDIC define sem banco como não ter banco ou crédito conta corrente de sindicatos).
A área de influência do setor bancário crescerá na próxima década. No entanto, com os Estados Unidos à beira de uma recessão, a diferença de riqueza dos desbancarizados pode aumentar. Com a ascensão das finanças corporativas, mais pessoas estarão dispostas a entrar no sistema bancário, tendo acesso a melhores contas correntes e de poupança, novas oportunidades de investimento, cartões de crédito e novos produtos.
Mesmo com esses esforços, o hiato de riqueza, a desconfiança fundamental e o viés sistêmico permanecerão no sistema bancário. Ainda assim, com tecnologias e abordagens como as descritas, há uma possibilidade muito maior de expansão do campo e o surgimento de uma abordagem mais acessível para gerenciamento de dinheiro e criação de riqueza.
Todos vimos que o ano não foi bom para as criptomoedas — que pode não ter acabado ainda, mesmo com a alta verificada nos últimos dias. No entanto, os fundamentos dos ativos descentralizados ainda se apresentam como um dos futuros das finanças. Nos próximos anos, veremos isso acontecer de algumas maneiras: por meio de títulos e regulamentações, o surgimento do primeiro produto empresarial de consumo e mais casos de uso fora do setor financeiro.
A blockchain oferece alto risco, mas a possibilidade de grandes retornos ao comprar ativos em tecnologia descentralizada. No entanto, embora pareça um ativo, a blockchain é mais como uma mercadoria. Mesmo com a crescente popularidade das criptomoedas, é importante olhar de forma mais profunda e diferente para o seu risco geral. A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA regulamentará em breve o investimento em tokens de empresas privadas e de serviços públicos, que são certificados de patrimônio emitidos na blockchain geralmente vinculados a ações de uma empresa, o que será bem-vindo e trará mais publicidade aos riscos de investimento, mas significará que eles não serão mais acessíveis a todos.
Stablecoins, representação digital de qualquer moeda de qualquer país, é o exemplo pioneiro de sucesso de blockchain no setor bancário. Espero e acredito que as Stablecoins irão melhorar o sistema bancário, oferecendo maior controle e menor volatilidade, ajudando as massas a adotar a moeda digital.
Finalmente, devido ao aumento do escrutínio em torno da negociação de valores mobiliários e serviços financeiros em criptoativos, mais e mais empreendedores desenvolverão jogos, redes sociais e outros produtos não bancários na Web 3.0. Isso acelerará a adoção da blockchain fora das finanças à medida que ela for incorporada, trazendo-a de volta ao zeitgeist.
*Por Sankaet Pathak, CEO e fundador da Synapse
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De fato, no mundo regido pelo mercado, as empresas costumam investir em pesquisa de comportamento de usuários. Nesse sentido, com a finalidade de compreender o comportamento dos usuários de fintechs, a Teads, em parceria com a Kantar, acabou fazendo uma pesquisa em nível mundial para entender um pouco sobre as atividades financeiras desse grupo de […]
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De fato, no mundo regido pelo mercado, as empresas costumam investir em pesquisa de comportamento de usuários. Nesse sentido, com a finalidade de compreender o comportamento dos usuários de fintechs, a Teads, em parceria com a Kantar, acabou fazendo uma pesquisa em nível mundial para entender um pouco sobre as atividades financeiras desse grupo de sujeitos. Quer saber o que esse estudo conseguiu descobrir? Confira aqui! Continue lendo!
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Inicialmente, é importante destacar que o estudo teve como base a plataforma de mídia da Teads, entre os brasileiros. Nesse sentido, de acordo com o estudo, 56% da renda mensal dos sujeitos é comprometida com despesas ou dívidas. Entre os 44% restantes, o dinheiro que sobra é destinado inicialmente à poupança, em cerca de 22% dos casos e os outros 22% destinam-se a diversos tipos de investimentos.
No que tange a gestão dos seus gastos no cotidiano, a maior parte dos brasileiros que são clientes de fintechs, cerca de 78%, fazem uso de cartão de crédito e 69% fazem uso da conta poupança. Além disso, 65% fazem uso de transferências ou transações por meio da internet, na medida em que 65% utilizam cartões de crédito digitais. Por conseguinte, é importante destacar que esse estudo também procurou fazer o mapeamento de como as pessoas pretendem ampliar a utilização dos serviços das fintechs.
Nesse sentido, 70% dos candidatos relataram que estariam dispostos a fazer adquirir cartões de crédito digitais, 38% relataram que fariam algum tipo de investimento online. Por fim, 26% dos entrevistados também relataram ter interesse em fazer investimentos em criptomoedas, enquanto que 25% consideraram fazer empréstimos tanto pessoais quanto digitais.
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Está pensando em fazer um consórcio? Você sabia que o consórcio pode ajudar você a reduzir custos e juros de um financiamento? A fintech Mycon está se destacando nessa área, e talvez seja uma boa opção para você, pois possui taxa de juros muito baixa e utiliza da tecnologia para atender seus clientes. Conheça um […]
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Está pensando em fazer um consórcio? Você sabia que o consórcio pode ajudar você a reduzir custos e juros de um financiamento? A fintech Mycon está se destacando nessa área, e talvez seja uma boa opção para você, pois possui taxa de juros muito baixa e utiliza da tecnologia para atender seus clientes. Conheça um pouco da empresa e veja se é o que está procurando.
A Mycon é uma empresa de consórcios que nasceu em 2018, atuando de forma 100% online e utilizando a inteligência artificial para atender seus clientes. Esse é o grande diferencial da empresa, a operação sem vendedores humanos.
Além de oferecer consórcios, a Mycon serve como um consultor financeiro, aconselhando sobre as propostas e indicando opções mais condizentes com a realidade financeira do cliente.
Suas taxas de juros são quase a metade das taxas encontradas no mercado, e por isso, as propostas apresentadas são um pouco menores que as dos bancos tradicionais.
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Por se tratar de uma fintech, o processo é feito inteiramente online, se tornando um processo fácil e de certa forma rápido. O cliente deve entrar no aplicativo da Mycon e informar o valor que pode pagar mensalmente, e o que procura com o consórcio, dessa forma a ferramenta faz uma análise e sugere os planos disponíveis para o perfil do cliente.
Após apresentar algumas simulações, o cliente escolhe o plano, e entra em um grupo de consórcio de acordo com o produto que deseja financiar. Ele pode optar por imóveis, carros, motos, entre outros. Destes grupos, mensalmente um sorteio é feito, onde um ganhador é contemplado com o consórcio.
Para quem deseja acelerar a espera, pode fazer um lance, adiantando algumas parcelas e tendo a chance de ser contemplado mais rápido. Esse lance pode ser livre, onde o cliente escolhe um valor, ou fixo, onde a administradora estabelece o valor em conjunto com o grupo. O melhor de tudo isso é que dá para utilizar o FGTS para fazer o lance livre, e nestes casos, o maior lance vence.
As taxas variam de acordo com produto escolhido, por exemplo, imóveis, construção e reforma, quitação de financiamento e investimento imobiliário apresentam taxas de 0,04% ao mês. Já os automóveis apresentam taxas de 0,12% ao mês, à medida que motos apresentam taxas de 0,16% ao mês.
Já o limite liberado, também é de acordo com o produto escolhido, sendo que, automóveis recebem limite de R$ 120 mil, motos de R$ 50 mil e consórcios relacionados a imóveis de R$ 500 mil.
A empresa apresenta uma ótima reputação entre seus clientes, tanto com seus serviços quanto no atendimento. No Reclame aqui, a maioria das reclamações contra a empresa são da falta de contemplação no consórcio, porém com índice de solução de 91,5%. Ela também recebeu o selo RA1000 pelo seu atendimento de qualidade.
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À primeira vista, em pleno ano de 2022, com a chegada da digitalização tomando conta de praticamente todos os processos operacionais em basicamente todos os setores do mercado, ficar pagando taxas abusivas por serviços bancários é no mínimo um absurdo ultrapassado. Sobretudo, como é já é sabido, com a era da digitalização, novas soluções acabaram […]
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À primeira vista, em pleno ano de 2022, com a chegada da digitalização tomando conta de praticamente todos os processos operacionais em basicamente todos os setores do mercado, ficar pagando taxas abusivas por serviços bancários é no mínimo um absurdo ultrapassado. Sobretudo, como é já é sabido, com a era da digitalização, novas soluções acabaram surgindo em contrapartida aos bancos tradicionais (bancos digitais) e o modelo como funciona a relação entre usuários e bancos.
Nesse sentido, surgiram empresas como o Nubank, Banco Inter, C6 Bank, Banco Neon, entre outros bancos digitais que mudaram completamente o modo como essa relação passou a ser estabelecida. Porém, até mesmo com os bancos digitais, é preciso saber quais são melhores para pessoas físicas e pessoas jurídicas, os PJ. De antemão, se você quer saber quais são os melhores bancos para pessoas jurídicas, você está no lugar certo. Acima de tudo, confira aqui quais são os melhores bancos para pessoas jurídicas!
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De fato, primordialmente o Nubank é uma startup brasileira pioneira no segmento de serviços financeiros digitais. Inclusive, atualmente, o banco é um dos mais populares do mercado. Antes de tudo, no ano de 2019, o banco digital lançou uma Conta PJ, destinada às empresas de um único sócio, como MEI, menor salário inicial, etc.
Contudo, a conta PJ do Nubank possui zero tarifa de manutenção, realização de qualquer operação por meio do aplicativo, transparência das suas movimentações e um excelente atendimento.
Em contrapartida, indicamos o Banco Inter atende desde pequenos profissionais até grandes empresas. Segundo o site parceiro Seu Crédito Digital, a instituição, por sua vez, criou em agosto de 2017 a sua conta PJ.
Da mesma forma que as demais, a conta PJ do Banco Inter possui mensalidade gratuita, com benefícios exclusivos, sendo esses: Pix gratuito e ilimitado, 100 TEDs e boletos gratuitos por mês; Recebimento via QR code gratuito; Convênio com as principais bandeiras de cartão; Extratos por período em vários formatos (PDF, OFX e CSV); Folha de pagamento automática; integração da conta digital com sistema da empresa; Maquininha de cartão, Empréstimo e Investimentos pelo app e internet banking, sem tarifa para saques.
O banco foi criado por executivos do BTG Pactual e hoje está associada a uma das maiores empresas do mercado financeiro mundial, a JP Morgan.
Do mesmo modo, oferece conta digital gratuita, cartão de crédito e débito PJ sem anuidade, PIX gratuito e linha de crédito (empréstimo) para ampliar os seus negócios, maquininha C6 Pay sem mensalidade com vendas acima de R$ 5 mil e plataforma de investimentos.
Em conclusão, a fintech fundada em 2020, especializada em serviços para pequenas e médias empresas. A conta digital é sem anuidade e custo para abertura. Um simples cadastro com: nome; endereço, CNPJ; e-mail e telefone resolvem tudo.
Conta digital grátis, boletos grátis e ilimitados, transferências gratuitas e ilimitadas, gestão de cobranças e cartão de débito e crédito inclusos.
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