
Bis e Felipe Neto: Parceria que Dividiu Opiniões no Universo Digital No mundo das redes sociais, as parcerias entre marcas e influenciadores são comuns e muitas vezes bem-sucedidas. No entanto, quando o influenciador em questão tem visões políticas que dividem o público, essas colaborações podem causar uma reviravolta. Recentemente, Bis, a popular marca de snacks […]
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No mundo das redes sociais, as parcerias entre marcas e influenciadores são comuns e muitas vezes bem-sucedidas. No entanto, quando o influenciador em questão tem visões políticas que dividem o público, essas colaborações podem causar uma reviravolta.
Recentemente, Bis, a popular marca de snacks da Mondelez, se envolveu em uma parceria com o youtuber e apresentador Felipe Neto, o que gerou reações diversas na internet. Vamos explorar essa parceria, o boicote que se seguiu e a resposta das partes envolvidas.
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Logo após o lançamento de uma campanha estrelada por Felipe Neto, a hashtag #BISnuncamais começou a dominar os trending topics do Twitter. Muitos usuários da plataforma expressaram sua discordância com a escolha de Bis em associar sua marca a Felipe Neto, devido às suas visões políticas. O resultado foi um chamado ao boicote do snack, com muitos prometendo nunca mais consumir o produto.
É importante ressaltar que Bis é um dos patrocinadores da CCXP deste ano, e sua participação no evento era o principal motivo por trás dessa colaboração. A marca lançou uma campanha em que Igão e Mítico, apresentadores do Podpah, jogavam games enquanto desfrutavam de uma caixa de Bis. Felipe Neto, por sua vez, participou da campanha como convidado do Podpah, em um episódio patrocinado por Bis.
Bolsonaristas estão comprando Bis e jogando fora como protesto. pic.twitter.com/55Z9NckUnK
— Pedro Ronchi (@PedroRonchi2) October 15, 2023
Para adoçar a vida… @randolfeap @felipeneto @BisOficial pic.twitter.com/uKzRHfoLz0
— Humberto Costa (@senadorhumberto) October 14, 2023


Diante da reação negativa, Felipe Neto usou sua conta no Twitter para se manifestar. Ele declarou: “A nossa história segue sendo escrita com o nosso suor e a lágrima dos extremistas. Venceremos sempre”. Horas depois, o youtuber comemorou o fato de a hashtag #corujaspedemBIS, que defende a marca, ter confrontado as publicações dos críticos.
A Mondelez Brasil, fabricante de Bis, também se manifestou sobre o caso. Em comunicado enviado à reportagem de Meio & Mensagem, a empresa esclareceu que suas escolhas de influenciadores não têm vínculo político. A contratação de Felipe Neto estava relacionada à sua relevância no universo gamer e de entretenimento. A Mondelez reiterou seu respeito à diversidade de opiniões.
A campanha em questão foi criada pela David São Paulo e teve como objetivo aproximar Bis do universo geek. Além disso, ela prevê o lançamento de games arcades exclusivos para a CCXP 2023, como o 8BIS, que resgata a estética dos jogos dos anos 90. Os participantes terão a oportunidade de ganhar ingressos para o evento por meio de competições. Serão distribuídos 15 pares de ingressos na modalidade ‘prêmio instantâneo’ e outros 15 pares para os cinco melhores classificados nos jogos. O jogo estará disponível no site www.bisnaccxp.com.br.
A parceria entre Bis e Felipe Neto, apesar de ter objetivos de marketing e entretenimento, gerou uma reação intensa nas redes sociais. A hashtag #BISnuncamais representa uma parcela do público que discorda das visões políticas de Felipe Neto e, em resposta, decidiu boicotar o produto. No entanto, a campanha também gerou apoio, refletido na hashtag #corujaspedemBIS.
O caso serve como um lembrete de como as escolhas de influenciadores podem ter implicações significativas no mundo digital e na reputação de uma marca. Para Bis, a parceria continua atraindo atenção, e a empresa reafirma seu respeito à diversidade de opiniões.
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Afinal de contas, quem são as pessoas que influenciam os criadores de conteúdo? O universo dos criadores de conteúdo é cada vez mais diverso e complexo, e muitos fatores influenciam as decisões e escolhas desses profissionais na hora de produzir conteúdo para suas plataformas. Entre esses fatores, destaca-se o papel dos influenciadores, que possuem um […]
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Afinal de contas, quem são as pessoas que influenciam os criadores de conteúdo? O universo dos criadores de conteúdo é cada vez mais diverso e complexo, e muitos fatores influenciam as decisões e escolhas desses profissionais na hora de produzir conteúdo para suas plataformas.
Entre esses fatores, destaca-se o papel dos influenciadores, que possuem um grande impacto sobre as preferências e comportamentos dos seguidores. Mas quem são as pessoas que influenciam os próprios criadores de conteúdo? Quem são os profissionais, artistas, líderes de opinião e personalidades que inspiram e orientam a produção de conteúdo dos principais influenciadores do Brasil?
Neste artigo de blog, vamos explorar esse tema e descobrir quem são as pessoas mais influentes do país para os criadores de conteúdo.
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Virgínia Fonseca, Bianca Andrade, Carlinhos Maia e Mirella Santos são alguns dos nomes citados em pesquisa inédita realizada pela Squid
O Censo de Criadores de Conteúdo do Brasil (CCCB) realizado e lançado de forma inédita ao mercado pela Squid, empresa de tecnologia líder em marketing de influência baseado em dados, apontou quais são os criadores de conteúdo que mais inspiram os influenciadores brasileiros.
O estudo avaliou a fonte de inspiração dentro e fora das redes sociais e teve como referência nomes nos quais os criadores vislumbram, se identificam e principalmente, se inspiram. Na pesquisa, os nomes foram divididos em duas categorias, sendo a primeira os creatos mais lembrados pelos influenciadores e a segunda, os creators que mais se inspiram.
“Notamos com o desenvolvimento do CCCB que os grandes creators se tornaram ídolos, porque os criadores os veem como uma referência do que desejam ser e acreditam que conseguem se tornar, se inspirando em suas histórias e trajetórias de vida, principalmente em como começaram pequenos como muito deles são, e se tornaram gigantes”, explica Duda Dias, gerente de Market Insights da Squid.
Nessa categoria, que trouxe mais de 1.900 nomes citados espontaneamente, uma das questões abordadas aos participantes da pesquisa e que foram verificadas pelo Censo foi a questão de muitos influenciadores terem iniciado suas trajetórias de forma modesta e tímida e terem chegado onde chegaram. Por isso, acabaram por se tornar uma inspiração.
Uma das percepções do estudo é que na criação de conteúdo os creators se unem para apoiar um ao outro. “Existe entre os creators a ideia de que todos possam crescer e se desenvolver na profissão de forma conjunta, na qual o topo é para todos. É possível verificar uma visão de fortalecimento do segmento, reconhecimento e inspiração nesse setor. Por exemplo, um criador fala sobre o outro e incentiva que ele seja igualmente seguido por sua base”, reforça Duda Dias.
O estudo também ouviu os nomes mais lembrados pelos creators brasileiros. Ao todo, foram citados mais de 1.500 e os 10 nomes mais mencionados foram: Confira o ranking abaixo:
O Censo dos Criadores de Conteúdo do Brasi (CCCB) é o primeiro raio-x completo do criador de conteúdo brasileiro. O estudo proprietário da Squid e foi realizado pelas áreas de Business Intelligence e Market Insights. A pesquisa coletou dados de mais de 4.500 creators brasileiros durante o período de 01 a 31 de janeiro de 2023 apresentando um total de 98.5% de índice de confiabilidade.
Clique aqui para ter acesso completo à pesquisa.
A Squid é uma empresa de tecnologia líder em marketing de influência baseado em dados, especialista em conectar marcas a influenciadores digitais. Fundada em 2014 pelos sócios Felipe Oliva e Carlos Tristan, se consolidou como a maior plataforma de Creator Economy do país executando campanhas nacionais e internacionais para marcas como Ambev, Spotify, Unilever, Bradesco, Natura, Magazine Luiza, Samsung, 99, Ifood, L’Oreal, entre outras. Entrou para o ranking “100 Startups to Watch” desenvolvido pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios & Época NEGÓCIOS, foi selecionada pelos programas InovaBRA do Bradesco, Scale-up da Endeavor, Algar Ventures Open e, em 2021, foi reconhecida pela Folha de S. Paulo e Instituto Datafolha pelo sucesso do cliente OMO, vencedor do prêmio Top Of Mind.
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Ao que tudo indica é apenas o começo. Galvão Bueno começa a transmitir jogos pelo YouTube! Bora conferir como andam os números de audiência do canal de Galvão Bueno, bem como essa experiência. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de […]
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Ao que tudo indica é apenas o começo. Galvão Bueno começa a transmitir jogos pelo YouTube!
Bora conferir como andam os números de audiência do canal de Galvão Bueno, bem como essa experiência.
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Em uma estreia triunfante o maior narrador de jogos de futebol de todos os tempos, Galvão Bueno abocanhou mais da metade da audiência do jogo do último jogo do Brasil.
A seleção brasileira definitivamente deu sorte para o Galvão! 55,9% da audiência entre 18 a 34 anos assistiu ao jogo pelo YouTube. Durante quase 3 horas de transmissão foram contabilizados 10 milhões de views.
5 milhões de usuários únicos, com pico de audiência de 1,5 milhão de usuários simultâneos.
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“Bem amigos do Canal GB”, assim começou a narração de Galvão Bueno na abertura do jogo entre Brasil e Marrocos no último sábado.
Em menos de 4 minutos a transmissão do Canal GB atingir mais de 1 milhão de aparelhos conectados.
Ao todo foram mais de 10 milhões de aparelhos conectados e cerca de 600 mil inscritos.
O lançamento do canal foi feito em parceria com a Play9, empresa de João Pedro Paes Leme e Felipe Neto. Durante a primeira transmissão Galvão contou com a parceria de Zico, Casagrande e os árbitros Sandro Meira Ricci e Fernanda Colombo.
Ao que tudo indica, a Cazé TV terá companhia nas transmissões da Final do Campeonato Carioca e também o Canal GB negocia as transmissões de Fórmula 1.
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Não, você não caiu aleatoriamente em um script de Black Mirror. Porém, uma nova rede social surgiu em março desse ano. O nome: BitClout. O que ela faz? Transforma pessoas em moedas (e você nem precisar estar lá para isso acontecer!). Enfim, vem saber como funciona o BitClout, a rede social que transforma pessoas em […]
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Não, você não caiu aleatoriamente em um script de Black Mirror. Porém, uma nova rede social surgiu em março desse ano. O nome: BitClout. O que ela faz? Transforma pessoas em moedas (e você nem precisar estar lá para isso acontecer!). Enfim, vem saber como funciona o BitClout, a rede social que transforma pessoas em criptomoedas.
Em um primeiro momento, podemos dizer que o BitClout parece o Twitter, onde pessoas postam texto, fotos, vídeos e links. Porém, se trata de algo que vai muito mais além. BitClout é uma mistura de especulação e mídias sociais. Ao criar um perfil, o usuário recebe sua própria moeda (chamada de ‘moeda do criador’). Se muitas pessoas comprarem essa moeda o valor dela sobe. Da mesma forma, se as pessoas começarem a vendê-la seu valor cairá. Por exemplo, se o Elon Musk lançar um ‘novo carro voador’, sua moeda irá subir. Agora, caso ele se envolva em algum escândalo de racismo, por exemplo, a tendência é que o valor de sua moeda baixe.
E, nesse caso a pessoa nem precisa ter criado um perfil na rede social para acumular dinheiro por lá. Uma moeda do próprio Elon Musk, por exemplo, já vale cerca de US$ 100 mil dólares e ele nem está na plataforma! Ou seja, no momento que ele decidir entrar, já terá bastante dinheiro a sua espera, graças as pessoas que negociam a sua moeda com base na sua influência.
Além dele outros famosos como Felipe Neto também aparecem lá, mesmo sem ter criado o seu perfil. Nesse caso, a moeda de Felipe Neto já está valendo US$ 177,00 e assim que ele entrar na plataforma, vai encontrar US$ 19mil para investir.
Ainda, é possível comprar suas próprias moedas apostando em si mesmo (!!?). Dessa forma, a sua moeda irá se valorizar e você passará a monetizar sua própria influência.
O BitClout possui sua própria moeda, nativa da plataforma. Para entrar no jogo e começar a investir nos perfis que estão lá é preciso comprar BitClouts, que custa, em média US$ 177 dólares cada uma.
Em poucos meses a nova rede social já recebeu 300mil novos perfis. Adolescentes que pretendem ficar ricos dentro da plataforma, artistas famosos e investidores compõem esse grupo usuários. Além disso, um mês após o lançamento, a rede social já estava avaliada em US$ 1 bilhão de dólares, pela New York Magazine.
De acordo com Ronaldo Lemos, estamos falando de algo perverso e genial. Perverso por que a plataforma meio que transforma cada pessoa em um produto a ser negociado. Por outro lado, se essa nova rede social for amplamente utilizada, vai ensinar as pessoas a lidarem com criptomoedas. Da mesma forma que o Orkut, lá em 2004, ensinou as pessoas sobre a internet: como fazer upload de foto, postar e outras atividades que não eram comuns à época.
Olhando por esse lado parece bom, né? No entanto, é importante ressaltar que até agora não existe uma maneira de retirar o dinheiro investido lá. Atualmente, a plataforma trabalhar para ser adicionada as bolsas oficiais de criptomoedas e esperam que isso aconteça no prazo de um mês.
Enfim, aos corajosos e destemidos, aqui está o link para acessar a nova rede social: bitclout.com
Fontes: Melissa Resch, VOZ Colab / Ronaldo Lemos, Folha de São Paulo
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