
Muitas famílias caíram no golpe da falsa Fantástica Fábrica de Chocolate, confira!
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Um evento que prometia levar os fãs ao mundo mágico da Fantástica Fábrica de Chocolate acabou se transformando em um verdadeiro pesadelo para as crianças e suas famílias na Escócia.
O que era para ser uma aventura imersiva inspirada no universo de Willy Wonka se tornou uma decepção total, deixando os participantes assustados e frustrados.
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As famílias foram recebidas por imagens e decorações descuidadas e pouco atraentes, que destoavam completamente da atmosfera mágica esperada.
Os funcionários e cenários pareciam negligenciados, transformando o que deveria ser um lugar dos sonhos em um verdadeiro pesadelo. Um pai indignado descreveu a experiência como uma “desgraça absoluta”, especialmente considerando o alto preço dos ingressos, que custavam 35 libras.


Para piorar, o evento contou com o uso de inteligência artificial na criação dos cenários, o que os deixou ainda mais distantes das expectativas das crianças.
A decoração, longe de ser encantadora, parecia artificial e sem vida, não condizendo com as promessas feitas aos participantes. Os organizadores, House of Illuminati, emitiram um pedido público de desculpas pelo transtorno causado às famílias.
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Paul Connell, o ator contratado para interpretar Willy Wonka, quebrou o silêncio sobre a caótica organização do evento.
Ele revelou que recebeu o papel de última hora e se deparou com um roteiro absurdo, repleto de diálogos sem sentido gerados por IA. A experiência no evento foi ainda pior do que o esperado, com um ambiente desorganizado e carente da magia prometida.
Diante das críticas e reclamações, a House of Illuminati emitiu um pedido de desculpas e anunciou que irá reembolsar integralmente todos os clientes que adquiriram ingressos para o evento.
O incidente serve como um lembrete sobre a importância da transparência e do cuidado ao promover experiências imersivas para o público.
O evento da Fantástica Fábrica de Chocolate, que deveria ser uma celebração da imaginação e da fantasia, acabou se tornando um exemplo de desorganização e decepção.
Apesar do sucesso do filme Wonka nas bilheterias, essa ativação frustrada serve como um lembrete de que a qualidade e a integridade são fundamentais ao criar experiências para os fãs.
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Fofocar é tão over, minha gente! Mas se ainda não se convenceu, fique atento aos 9 sinais de que está lidando com um fofoqueiro. Não caia mais nessa armadilha, vem comigo!
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Quem nunca foi vítima de uma fofoca? Infelizmente, essa é uma prática muito comum em nosso cotidiano, e muitas vezes ela pode nos prejudicar. Por isso, é importante estar atento aos sinais de um fofoqueiro e aprender a se proteger.
Neste artigo, vamos mostrar 9 sinais inconfundíveis para bloquear os fofoqueiros de sua vida.
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A fofoca pode ter consequências negativas em nossas vidas, desde problemas pessoais até profissionais. Por isso, é importante aprender a se proteger. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a fugir da fofoca:
Agora que você sabe como fugir da fofoca, vamos mostrar nove sinais para bloquear os fofoqueiros de sua vida:
Agora que você conhece esses sinais, é mais fácil identificar um fofoqueiro e se proteger dele. Lembre-se de que a fofoca pode prejudicar a vida de todos, então é importante sempre ter cuidado com o que você fala e com quem você compartilha informações pessoais.
Fugir da fofoca pode não ser fácil, mas é possível com essas dicas. Seja um exemplo de respeito e discrição, e escolha amigos que compartilhem os mesmos valores. Não se envolva em fofocas e ajude a criar um ambiente mais saudável e respeitoso. E lembre-se sempre: a fofoca nunca leva a lugar algum.
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Ao promover notícias falsas, as empresas de mídia social estão prejudicando-se porque a prática pode levar a um envolvimento muito mais fraco do usuário ao longo do tempo, de acordo com as descobertas de Ozan Candogan, da Chicago Booth, e Kimon Drakopoulos, da Universidade do Sul da Califórnia. Muitos sites de mídia social lutam para […]
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Ao promover notícias falsas, as empresas de mídia social estão prejudicando-se porque a prática pode levar a um envolvimento muito mais fraco do usuário ao longo do tempo, de acordo com as descobertas de Ozan Candogan, da Chicago Booth, e Kimon Drakopoulos, da Universidade do Sul da Califórnia.
Muitos sites de mídia social lutam para maximizar o envolvimento do usuário, ao mesmo tempo em que minimizam a quantidade de desinformação compartilhada e reenviada.
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Candogan e Drakopoulos usaram modelos para testar estratégias de equilíbrio entre esses objetivos conflitantes. Seus resultados sugerem que espalhar informações erradas representa um risco de negócio para as plataformas de mídia social, já que os usuários podem começar a acreditar que não podem confiar nas informações que veem.
Nos modelos dos pesquisadores, os cliques caíram mais do que a metade quando as plataformas tinham uma política de “não intervenção”. No entanto, as plataformas que agem com o objetivo principal de minimizar a desinformação podem considerar benéfico direcionar os dois tipos de usuários para longe de conteúdos imprecisos.
Uma limitação da pesquisa é a suposição dos modelos de que as pessoas que usam as redes sociais e os algoritmos que as executam sabem se as publicações são verdadeiras, falsas ou algum lugar entre os dois.
“Essa suposição é uma aproximação à realidade, onde uma plataforma potencialmente tem uma estimativa de erro mais precisa do que os agentes”, escrevem Candogan e Drakopoulos.
Os pesquisadores sugerem que estudos adicionais possam analisar os compromissos entre promover a verdade e promover o envolvimento em um cenário distópico, onde nem as redes nem os usuários sabem quais notícias são falsas e quais são reais.
É fundamental que as plataformas de mídia social ajudem os usuários a identificar notícias falsas, pois ignorar esse problema pode levar a um envolvimento significativamente mais fraco do usuário.
O envolvimento dos usuários é uma importante fonte de receita para empresas como o Facebook e o Twitter, que faturam a maior parte de seus lucros com publicidade.
No entanto, algoritmos de gerenciamento de conteúdo projetados para maximizar o envolvimento do usuário podem promover involuntariamente conteúdo de qualidade duvidosa, incluindo notícias falsas.
Portanto, é crucial que as empresas de mídia social encontrem um equilíbrio entre o engajamento do usuário e a minimização de notícias falsas, a fim de proteger sua reputação e sustentar suas receitas de publicidade.
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Antes de tudo, isso não é um clickbait. Se você assim como eu curte tecnologia, vai achar no mínimo interessante saber que uma Inteligência Artificial tem realizado feitos impressionantes, de certa forma até assustadores no meu ponto de vista. A microsoft realizou recentemente a edição 2020 do Microsoft Build, um evento voltado para programadores. Kevin […]
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Antes de tudo, isso não é um clickbait. Se você assim como eu curte tecnologia, vai achar no mínimo interessante saber que uma Inteligência Artificial tem realizado feitos impressionantes, de certa forma até assustadores no meu ponto de vista.
A microsoft realizou recentemente a edição 2020 do Microsoft Build, um evento voltado para programadores. Kevin Scott, CTO da Microsoft, foi quem liderou a apresentação. Durante o evento online, foi mostrado um novo modelo de Machine Learning por redes neurais. Sucessor do GPT-2, o projeto GPT-3, desenvolvido pela organização sem fins lucrativos OpenAI, é um sistema de geração de textos baseado em IA, que tem incríveis 180 bilhões de parâmetros. Para efeitos de comparação, seu antecessor, o GPT-2 tinha apenas 1 bilhão de parâmetros
Antes, aqui vai uma breve explicação sobre o que é Machine Learning. Basicamente, é um sistema computacional onde uma máquina é alimentada com um grande número de dados sobre um tópico específico, por exemplo: fotos de rostos de pessoas. À medida que os dados vão sendo adicionados, a máquina pode ir utilizando esses dados para executar tarefas, tais como reconhecer um rosto humano. Se pararmos para analisar, dá pra dizer que nós também aprendemos assim, afinal, de tanto ver rostos humanos, nós somos ótimos em fazer isso.
A partir disso então, existem até aqui alguns tipos de machine learning. Entre eles, o Supervised learning, onde é um humano quem valida manualmente os dados e “ensina” o computador o que é um rosto humano ou não. E o Self Supervised Learning, onde quem audita os dados é a própria máquina. E esse último é um jeito muito mais rápido de desenvolver uma rede neural, que é onde um sistema computacional lida com dados simulando neurônios, procurando correlações entre diferentes dados, daí que vem o aprendizado constante.
De uma maneira simples, é a quantidade de parâmetros que ele conseguiu desenvolver. Segundo a OpenAI, o novo modelo foi treinado até agora com quase 1 trilhão de palavras coletadas em artigos na internet, gerando assim um total de 175 bilhões de parâmetros. Seu antecessor, o GPT-2, lançado em 2019 tinha 1,5 bilhão de parâmetros, e era considerado por muitos especialistas “algo perigoso para ser disponibilizado ao público”.

Do mesmo modo, se compararmos com outros modelos de geração de texto, vemos uma gritante deformação no gráfico que mostra a quantidade de parâmetros das redes.
Destacado está o Turing NLG, um modelo que foi considerado perigosíssimo, com 17 bilhões de parâmetros. O GPT-3 tem 10 vezes mais parâmetros. E está em crescimento exponencial.
Em um teste realizado com um grupo de 80 pessoas, seus textos foram capazes de enganar os leitores, fazendo-os pensar que foram escritos por um humano, em 50% dos casos.
Com essa imensa quantidade de parâmetros, o modelo pode facilmente ser confundido com um texto de uma pessoa. Seu antecessor precisou de 5000 inputs de parâmetros para desenvolver 5 textos para comerciais que foram utilizados no superbowl. Enquanto o GPT-3, com apenas alguns parágrafos, foi capaz de simular o estilo de escrita do poeta modernista norte-americano Wallace Stevens.

Mas, além de escrever textos, e responder perguntas, o modelo de Machine Learning GPT-3 está aprendendo a fazer algo que para nós pode parecer mais complexo: programar.
Em algumas demonstrações, os desenvolvedores mostraram situações em que era proposto ao modelo que escrevesse códigos simples e complexos em Python e Html. O sistema não só foi capaz de atender aos pedidos, como nunca tinha sido “ensinado” sobre essas linguagens de programação. Tudo o que foi fornecido foram pequenos códigos escritos na hora pelos desenvolvedores que faziam a apresentação.
Como programação não é meu forte, separei aqui dois vídeos que explicam melhor como foram feitas essas demonstrações. Caso você queira entender mais do que se trata essa inteligência artificial, assista aos vídeos abaixo:
Gostou desse artigo sobre a Inteligência artificial que aprendeu a programar? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram e no Facebook. Assim você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade! Você provavelmente vai gostar de ver esse artigo aqui sobre uma máscara facial inteligente que traduz e transcreve.
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