
Em meio a crise desses últimos tempos, o PRONAMPE liberou crédito de R$ 108 bilhões para empresas. Bora conferir tudo sobre essa iniciativa que tem dado um gás para empresas do Brasil todo. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de […]
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Em meio a crise desses últimos tempos, o PRONAMPE liberou crédito de R$ 108 bilhões para empresas.
Bora conferir tudo sobre essa iniciativa que tem dado um gás para empresas do Brasil todo.
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Pronampe: Mais de 1 milhão de micro e pequenas empresas contrataram R$ 108 bilhões em crédito
Levantamento da ABDE destaca importância do Sistema Nacional de Fomento para sustentabilidade dos negócios
Levantamento da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), divulgado nesta quarta-feira (22/3), mostra que mais de 1 milhão de micro e pequenas empresas já foram beneficiadas pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Segundo o estudo, ao todo, foram contratados R$ 108 bilhões em mais de 1,4 milhões de operações no país, até março de 2023.
O Senado aprovou, na tarde de terça-feira (21/3), a Medida Provisória 1139, que passa de 48 para 72 meses o prazo de pagamento dos empréstimos feitos por meio do Pronampe, criado por lei, em maio de 2020, para desenvolver e fortalecer os pequenos negócios, em meio à pandemia da covid-19. O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Sistema Nacional de Fomento (SNF), de acordo com a ABDE, foi responsável por 78,7% do valor contratado, o equivalente a R$ 85,1 bilhões. No total, 524,4 mil microempresas foram beneficiadas com R$ 26,1 bilhões, e 544,5 mil pequenas empresas, com R$ 81,5 bilhões. Elas absorveram 24% e 75% dos recursos do programa, respectivamente. O restante ficou com microempreendedores e profissionais liberais.
Na fase mais recente, que iniciou em julho do ano passado, o Pronampe contratou R$ 44,1 bilhões (24,7% para micro e 75,3% para pequenas empresas em mais de 565,9 mil operações). Formado pelas associadas à ABDE, o SNF foi responsável por 79% do total de crédito no semestre, somando R$ 34,7 bilhões contratados.
“A mobilização das instituições de fomento torna o Pronampe acessível para a garantia da sobrevivência dos pequenos negócios. O programa contribui muito para alcançarmos um Brasil mais inclusivo e desenvolvido”, afirmou a presidente da ABDE e do Badesul Desenvolvimento, Jeanette Halmenschlager Lontra.
Criada em 1969, a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) define e executa ações de fortalecimento do Sistema Nacional de Fomento (SNF), composto por 34 instituições financeiras de desenvolvimento (IFDs) associadas em todo o país.
Elas são responsáveis, entre outros pontos, pelo fomento a micro, pequenas, médias e grandes empresas nacionais.
A ABDE aprimora a atuação dos associados para contribuir com um financiamento eficiente e acessível do desenvolvimento brasileiro, por meio de representação nacional nas esferas governamentais, sociais e produtivas do Brasil, da produção e divulgação de estudos e da promoção e disseminação de diversos tipos de cursos e atividades. A instituição é sediada em Brasília.
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fonte: oficina
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A nossa digital é única, e tem o poder de nos identificar e nos diferenciar dos outros seres humanos. Até mesmo gêmeos possuem digitais diferentes, e isso é algo muito interessante do nosso corpo. Veja aqui como são formadas as digitais. Mas algo tão único tinha, até pouco tempo, sua formação desconhecida. Os cientistas não […]
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A nossa digital é única, e tem o poder de nos identificar e nos diferenciar dos outros seres humanos. Até mesmo gêmeos possuem digitais diferentes, e isso é algo muito interessante do nosso corpo. Veja aqui como são formadas as digitais.
Mas algo tão único tinha, até pouco tempo, sua formação desconhecida. Os cientistas não sabem ao certo como elas eram formadas durante a gestação, para ser algo tão singular. Mas um artigo publicado por estudantes da Universidade de Edimburgo nos dá uma ideia de como é dado o processo.
Elas são criadas no útero, quando nossa pele começa a se formar. Isso acontece através de três pontos, que vão se expandindo formando os dedinhos. No princípio são formadas ondas salientes, que acabam se esbarrando com as outras, e formando formatos únicos. É essa colisão que dá as digitais uma identidade singular.
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“Para criar esses diferentes padrões de arcos, loops e espirais, a chave não são apenas os ingredientes moleculares. É como eles são implantados na anatomia da mão”, disse o coautor do estudo, o biólogo Denis Headon.
Assim, de acordo com os pesquisadores, os genes que são responsáveis pela formação das digitais, são os mesmos responsáveis pelo desenvolvimento dos nossos membros. A pesquisa mostrou que eles servem como base para a criação, mas não agem na formação das saliências.
Recentemente eles também descobriram que a formação é bem parecida com a formação de um folículo piloso, que é toda a extensão de um pelo. A diferença é que a saliência é apenas superficial, sem mais ramificações abaixo da pele.
A natureza é capaz de criar padrões o tempo todo, o que torna todos os seres vivos únicos. Podemos falar isso desde as listras da zebra, como de um tronco de uma árvore.
Assim, isso se deve a moléculas que ativam o processo de criação, e outra que inibe, fazendo com que os padrões sejam criados por estes “acidentes” da natureza, onde linhas vão se colidindo com as outras e fazendo essa magia acontecer.
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Com o passar do tempo, a tecnologia passou a avançar de forma exponencial, alcançando os patamares que conhecemos hoje. No entanto, as pessoas que nasceram entre 1980 e 1975, lembram como eram os aparelhos telefônicos dos anos 2000. A realidade é que os telefones nem sempre foram como os smartphones que conhecemos hoje, com todos […]
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Com o passar do tempo, a tecnologia passou a avançar de forma exponencial, alcançando os patamares que conhecemos hoje. No entanto, as pessoas que nasceram entre 1980 e 1975, lembram como eram os aparelhos telefônicos dos anos 2000. A realidade é que os telefones nem sempre foram como os smartphones que conhecemos hoje, com todos os aplicativos e acesso rápido a diversos meios de comunicação, além do acesso a jogos melhores desenvolvidos, também.
Nesse sentido, com a finalidade de recordar algumas marcas de celulares dos anos 2000, antes do “boom” no mercado dos smartphones, iremos trazer algumas marcas para relembrar os velhos tempos. Confira aqui!
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Esse aparelho celular tinha um grande apelo popular, de fato. Essa marca estabelecia grandes parcerias com operadoras que facilitam a visibilidade e a compra dos aparelhos. O sucesso dele, no entanto, não foi o suficiente e hoje a empresa trabalha com tecnologia industrial.
Essa marca tinha um modelo de celular que era o sonho de consumo de qualquer um que usava o telefone para o trabalho. Na realidade, isso ocorria por causa do teclado físico chamado de QWERTY, que facilitava demais a digitação nas hora de escrever um SMS. A empresa até tentou avançar e investir no sistema Android mas acabou fechando em 2022.
Quando o assunto é excelência em aparelhos da época, a Nokia fazia um sucesso tremendo com os modelos mais resistentes até hoje e mais acessíveis, como o “tijolão 3310” e o Nokia 1100, que vinha com o famoso jogo da cobrinha. Essa marca, no entanto, perdeu muita popularidade e hoje pertence à HMD Global e vende produtos destinados ao Android.
Essa marca nasceu de uma junção entre a Sony e a Ericsson, referências no desenvolvimento de tecnologia quando o assunto é os anos 2000. Na realidade, os modelos dos telefones ofereciam um visual bem moderno e muitos recursos, no entanto, a parceria terminou no ano de 2012 devido a grande prejuízos milionários.
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Certamente você já ouviu a máxima de que tempos difíceis são importantes para que evoluamos. Pois bem, com base nisso, podemos acreditar que o ano passado serviu inteiramente a isso. Durante a pandemia e todos os outros problemas que ela trouxe para nós vimos vários movimento criativos nascendo para solucionar problemas. E é por que […]
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Certamente você já ouviu a máxima de que tempos difíceis são importantes para que evoluamos. Pois bem, com base nisso, podemos acreditar que o ano passado serviu inteiramente a isso. Durante a pandemia e todos os outros problemas que ela trouxe para nós vimos vários movimento criativos nascendo para solucionar problemas. E é por que agora, mais do que nunca, precisamos inovar no design. Sabe por que? Para criar soluções para problemas que até então não existiam. Também para solucionar problemas que sempre estiveram ali, mas que agora se tornaram latentes.
Enquanto o coronavírus assolava a Itália em março do ano passado, Carlo Ratti, arquiteto e professor do MIT reuniu mais de 100 colegas de profissão nos quatro continentes. O motivo foi o desenvolvimento de unidades conectadas para doenças respiratórias, ou seja, unidades de terapia intensiva construídas com contêineres reciclados. Toda ideia por trás desse projeto foi de dar um alívio a sobrecarga dos hospitais. A primeira unidade aberta foi em Turim, cidade natal de Ratti, em abril de 2020. Logo após, Canadá e Emirados Árabes também receberam essas unidades.
O projeto é chamado de CURA em inglês, que é sigla para ‘Connected Units for Respiratory Ailments and also’, ou, em português: ‘Unidades conectadas para doenças respiratórios e outros’. Outra explicação pertinente é de que a palavra CURA significa, cura (isso mesmo, do verbo curar) em latim.

Esse projeto, a CURA, mostrou como o design pode ser engenhoso, bem como ajudar com soluções frente a uma grande crise de saúde tal qual estamos vivenciando. Nos Estados Unidos, por exemplo, a falta de um plano para contenção da doença, tornou ainda mais importante o trabalho dos designers (qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência). Eles construíram ventiladores e EPIs mais seguros e confortáveis para trabalhadores da saúde e público em geral. Além disso, enquanto o presidente insistia em dizer, publicamente, que o vírus estava sob controle, designers criaram artes com informações com base científica. Esses layouts mostraram que o presidente, na época, estava mentindo.
Outro exemplo de como o design pode ser um importante aliado é a Newlab, uma empresa de Design da Fast Company. Esse hub de tecnologia localizado no Brooklyn, organizou uma rede de designers, engenheiros, makers e outros profissionais. Todos foram convocados online após um pico de COVID-19 em Nova Iorque. O intuito foi criar soluções para os problemas que ocorriam: desde a falta de suprimentos médicos até a contagem imprecisa dos casos da doença. Um projeto que nasceu ali foi o Spiro Wave, um ventilador de emergência que possui menos partes que o tradicional. Dessa forma, fica mais fácil a produção local bem como a sua distribuição na cidade. Ele se tornou ainda mais importante, em tempos de crise no comércio global. Entre outras palavras, o sucesso da Newlab é a prova da colaboração criativa que valoriza pessoas acima do lucro.
Por outro lado, grandes companhias, como a Nike, também se mobilizaram. Em uma semana a empresa transformou seu métodos a fim de fabricar mais de 360 mil peças de EPIs para profissionais da saúde. Vale lembrar que o desenvolvimento de um produto costuma levar meses. Além do mais, a Nike utilizou apenas suprimentos que já possuíam em estoque. Pois, de acordo com o presidente de inovação da companhia, a ideia era resolver o problema utilizando matéria prima e ferramentas disponíveis. Desse modo, evitaram tirar recursos importantes de outros fabricantes de EPIs em um momento crítico. O resultado disso, foram protetores faciais feitos com acolchoamento e sola de tênis e cordão de calças e jaquetas.
Agora, imagine se todas empresas trouxessem o mesmo empenho que a Nike para outro problema que nos ameaça: a mudança climática. Bom, na verdade temos alguns exemplos disso, como a Unocup: um copo de café que se dobra na parte de cima. Com isso, não é necessário utilizar as tradicionais tampinhas de plástico.
Também temos exemplo de patins de esqui fabricados a partir de compostos de algas. O WNDR Alpine Intention 110 busca, com isso, diminuir a quantidade de plástico em aterros sanitários.
Podemos citar também, um prédio empresarial na Noruega, que gera duas vezes mais energia do que utiliza. O edifício Powerhouse Brattørkaia consegue isso graças a quantidade de painéis solares instalados.
Agora, uma outra tarefa se estende para os designers: trabalhar ao lado de políticos, comunicadores e empresas para imaginar o mundo pós COVID-19. Afinal, durante a pandemia, percebemos outras crises de saúde pública que são presentes na nossa sociedade e que precisam de uma solução.
E por fim, cabe entender que design vai muito além de algo esteticamente agradável. Mas, que ele existe para, junto com outras especialidades, criar soluções que melhorem a vida das pessoas.
Fonte: SUZANNE LABARRE / Fast Company
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