
Não sou obrigada a ser feminista! Disse a mulher que pode escolher o que fazer da sua vida, vota e se expressa livremente. De fato, você não é obrigada a nada e é para isso mesmo que o feminismo existe, para você simplesmente não SER OBRIGADA A NADA e que bom, né? Atualmente, há bastante […]
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Não sou obrigada a ser feminista! Disse a mulher que pode escolher o que fazer da sua vida, vota e se expressa livremente. De fato, você não é obrigada a nada e é para isso mesmo que o feminismo existe, para você simplesmente não SER OBRIGADA A NADA e que bom, né?
Atualmente, há bastante discussão sobre esse termo na internet, principalmente nas mídias sociais. Algumas pessoas se apropriam do termo sem ter um prévio conhecimento do seu verdadeiro conceito. Dentro disso, vemos mulheres que tem medo de serem taxadas como feministas, pois acreditam que isso é negar a feminilidade que existe no imaginário da sociedade. Ou seja, acreditam que todas feministas não usam maquiagem e não se depilam, por exemplo. Ainda, vemos as pessoas de todos os gêneros usando termos como feMIMIMInismo ou feminazi. Essa deturpação do conceito firmada, principalmente, em algumas atitudes extremas e em fake news de nada contribui para que a gente evolua enquanto sociedade.
Mas afinal, onde foi que esse conceito nasceu e onde foi que ele se perdeu?
Antes de mais nada precisamos deixar bem claro que é exatamente isso que o feminismo prega: você não ser obrigada a nada.
Dito isso, é importante sabermos também que o movimento feminista nasceu com o intuito de ampliar o papel e os direitos das mulheres na sociedade. Vimos em outro post aqui do site que foi só em 1962 que as mulheres conquistaram o direito de viajar, trabalhar fora, receber herança, entre outras coisas sem a autorização do marido. Ainda, em 2002 a falta de virgindade deixou de ser motivo para anular o casamento. Sim, isso só foi anulado no século XXI.
Dados esses exemplos, percebemos o quanto é recente a independência da mulher em vários sentidos. E o feminismo foi fator importantíssimo para que nós pudéssemos viver como vivemos hoje: livres para fazermos nossas escolhas. Caso ainda tenha dúvidas de quão recente são nosso direitos, clica aqui e confere em ordem cronológica como isso aconteceu.
Por fim, o feminismo, de fato, busca igualdade de gênero. Afinal, se os homens podem fazer suas escolhas nós também podemos! Por isso, está tudo bem se você escolher casar, ter filhos e decidir se dedicar exclusivamente ao lar e a família. Por outro lado, também está tudo certo se você quiser trabalhar fora e seu marido cuidar da casa. Ainda, se você decidir não casar e não ter filhos, ótimo! Ou seja, o discurso é sobre liberdade. Você pode viver como quiser, diferente da sua avó que provavelmente não teve muitas escolhas.
Então, não, você não é obrigada a ser feminista. Mas se hoje você pode se expressar como bem entender, consegue votar e fazer tantas outras coisas, agradeça as mulheres que lutaram no passado para que hoje a gente tenha esse(s) direito(s) e essa voz. E, finalmente, lembre-se da importância da sororidade!
Veja aqui 4 podcasts feito por mulheres!
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Hoje comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Ao que tudo indica a data surgiu após 125 mulheres morrerem em um incêndio de uma fábrica em Nova Iorque. Os pedidos das mulheres, na época, parecem básicos: melhores condições de trabalho, direito ao voto, entre outros. Na época, os pedidos e a data conseguiram obter importância. No […]
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Hoje comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Ao que tudo indica a data surgiu após 125 mulheres morrerem em um incêndio de uma fábrica em Nova Iorque. Os pedidos das mulheres, na época, parecem básicos: melhores condições de trabalho, direito ao voto, entre outros. Na época, os pedidos e a data conseguiram obter importância. No entanto, após um tempo o dia da mulher caiu no esquecimento. O assunto foi retomado na década de 60 com o avanço do feminismo e os protestos das mulheres que, novamente, iam às ruas para pedir seus direitos. Por isso, queremos saber, você conhece os direitos conquistados pelas mulheres ao longo dos anos?
Segue aqui, organizado por ordem cronológica alguns dos principais direitos conquistados por mulheres.
Parece inconcebível que há cerca de pouco mais de um século os homens podiam, por direito, aplicar castigos físicos as mulheres, não é? Mas é isso mesmo.
Em 1932 o código eleitoral foi promulgado sem a proibição de votos das mulheres. Mas, não se anime minha guerreira…
No entanto, foi só em 1946 que as mulheres tiveram, por lei, garantido o seu direito de votar e serem votadas. Ou seja, precisamos lembrar desse ano, pois foi uma conquista muito importante!
Nesse ano, o Estatuto da Mulher Casada aprovou que mulheres poderiam viajar, trabalhar fora, assinar documentos, comprar e vender imóveis e receber heranças sem a autorização do marido.
A discriminação contra a mulher foi considerada em desacordo com a dignidade humana.
Surge a Lei do Divórcio. Agora, os matrimônios podem ser desfeitos.
De acordo com o texto da Constituição Federal é proibida diferenças salariais entre homens e mulheres. Também fica proibida diferença de exercício de funções, e de critérios de admissão de acordo com sexo, cor ou estado civil.
O Estatuto da Criança e do Adolescente definiu igualdade nas condições do pai e da mãe na vida da criança. Chamado, na época de pátrio poder.
O termo pátrio poder foi substituído por Poder Familiar, uma vez que pátrio deriva da palavra pai.
Ainda em 2002 (logo ali, alguns anos atrás), a falta de virgindade deixou de ser motivo para anular o casamento.
O termo mulher honesta foi retirado do código penal.
Um grande marco para todas nós, mulheres. A Lei Maria da Penha protege todas as mulheres contra a violência física, moral, sexual, patrimonial e psicológica.
A partir dessa lei o assassinato de mulheres em decorrência de violência doméstica, bem como a discriminação de gênero se tornam crimes hediondos.
As mães ganham o direito de registrar os filhos no cartório sem a presença do pai. (Lei 13.112)
A partir da Lei 13.718 se torna crime a importunação sexual. Como por exemplo: beijos forçado e agarrões sem consentimento.
Quem sofre violência doméstica tem priorização no divórcio (Lei 13.894)
Por fim, há muito ainda o que conquistar, mas podemos dizer que em pouco mais de 100 anos evoluímos bastante. Óbvio que tudo isso era necessário e óbvio também que algumas coisas demoraram um bom tempo para acontecer. Do mesmo modo, essa cronologia de direitos nos faz entender por que vivemos em um mundo muitas vezes patriarcal, onde nos defrontamos com machismos todos os dias. Afinal, algumas conquistas são tão recentes que nossas avós e mães testemunharam.
E se você gostou desse conteúdo sobre os direitos das mulheres, também vai curtir saber que a Pantone lançou, no ano passado a cor Vermelho Menstruação.
Fonte: Canal Meio / @marinaestudando
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