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comportamento de consumo – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Thu, 16 Mar 2023 14:05:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png comportamento de consumo – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 Consumidores e lojas cada vez mais “figital” https://sejacriativo.com.br/consumidores-e-lojas-cada-vez-mais-figital/ https://sejacriativo.com.br/consumidores-e-lojas-cada-vez-mais-figital/#respond Thu, 16 Mar 2023 14:05:31 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=18984 Consumidores e lojas cada vez mais "figital"

Consumidores e lojas estão cada vez mais “figital”. A conectividade de consumidores com apps de lojas é cada vez mais “figital”, bora entender o que exatamente significa isso. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos e milionários para […]

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Consumidores e lojas cada vez mais "figital"Consumidores e lojas cada vez mais "figital"

Consumidores e lojas estão cada vez mais “figital”.

A conectividade de consumidores com apps de lojas é cada vez mais “figital”, bora entender o que exatamente significa isso.
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Consumidores e lojas cada vez mais “figital”

Quem nunca passou pelo caixa do supermercado ou de uma loja de departamentos e não ouviu: você já baixou nosso aplicativo? Para muitos consumidores a sugestão é bem atrativa. No primeiro uso do app, descontos ou vantagens são alguns dos benefícios, mas e depois? Este é o desafio dos varejistas: manter o engajamento e atividades do consumidor no app, tendo como retorno as conversões.

Um aplicativo não deve ser apenas bonito, legal, com design diferenciado. Ele deve ser construído e atualizado com o apoio de insights e percepções relacionados aos interesses dos compradores. Ele deve ser uma ferramenta para fortalecer o foco no consumidor, deixando-o sempre em primeiro lugar.

E é interessante notar que os compradores estão abertos às experiências omnichannel. Eles têm cedido sua atenção – e importantes dados e informações pessoais – para as marcas. Esse é um grande trunfo para as empresas darem início e perpetuar a relação, tão desejada por estes usuários.

Porém, quando usam um aplicativo e não recebem informações personalizadas no momento certo ou são “esquecidos”, o consumidor se frustra. Evitar essa frustração é a grande questão das marcas que se renderam à conectividade. Afinal, elas também se frustram ao notarem a inatividade e falta de engajamento no app, além do lucro que não é contabilizado.

A lição de casa dos varejistas vai além de oferecer um app com design moderno, um brinde ou um cupom de descontos. As decisões de marketing devem ser embasadas olhando para o big data e para o analytics. Manter estratégias guiadas por instinto ou intuição não pode estar nos planos de um varejo conectado com visão estratégica. Cada consumidor deixa “pegadas” importantíssimas para as marcas em cada etapa da jornada de compra. É preciso valorizar estes dados e aumentar a vida útil do consumidor, para garantir a retenção e a fidelização.

O que fazer para o varejo ser beneficiado com a conectividade?

1. Aplicativo de compras “figital” (do termo phygital, união de físico e digital)

Unir os universos on e offline é uma tendência. O varejo pode usar seu próprio Wi-Fi ou WLAN para permitir que os consumidores utilizem seus dispositivos móveis para fazer compras via aplicativo enquanto estão na loja. Permitir pagamentos, navegação em catálogos de produtos e outros serviços diferenciados por meio de apps podem ser estratégias de atração e fidelização.

Entre as estratégias, as marcas podem aproveitar os dados obtidos em tempo real para identificar as intenções do consumidor e definir a tomada de decisões. Isso requer um novo nível de segmentação em marketing, que é possibilitado pela análise de dados.

 

2. Segmentar os públicos e perfis

Quando os dados são reunidos da maneira certa, eles direcionam o profissional de marketing para diferentes segmentos. O canal de preferência, o local e os interesses bem analisados e segmentados, tendem a ampliar as oportunidades e impactos de comunicação. Assim, há maior possibilidade de atração e retenção de um determinado conjunto de consumidores.

Segundo pesquisa da Bain & Company, as organizações que aplicam estratégias para aumentar as taxas de retenção de consumidores em 5%, podem obter aumento nos lucros na margem de 25% a 95%. Considerando que a aquisição de novos consumidores pode custar cinco vezes a mais do que fidelizar aquele que já está na base, é importante que o varejo use essa oportunidade para manter o relacionamento com seu consumidor, conhecer seus interesses e fidelizá-lo.

3. Engajar os consumidores com abordagem omnichannel

De acordo com a pesquisa Market Research, Connected Retail Solution, 9 em cada 10 consumidores preferem a abordagem omnichannel. Portanto, uma das estratégias de varejo deve ser tornar as compras simples e convenientes, adicionando e integrando mais pontos de contato.

Após a segmentação, deve-se criar conteúdo adequado em todos os canais, como notificações push, e-mails personalizados e campanhas de mídia social. Embora os consumidores também estejam mudando de canal a todo tempo, gerar uma experiência consistente e personalizada só será possível sendo onipresente. Na pesquisa “Customer Engagement Benchmarks – 2022”, da MoEngage, o Whatsapp se mostrou como o meio preferido por 26% dos brasileiros para receber lembretes de renovações de assinatura, por exemplo. Ou seja, preparar mensagens certeiras para este canal é uma forma de fidelizar e ganhar este consumidor.

 

4. Não deixe o consumidor de lado

Ele pode mudar a rota e ir direto para seu concorrente. Um problema na falta de interação é de o consumidor mudar o trajeto de suas compras futuras e se unir ao concorrente. Tal comportamento pode ser evitado ao implementar uma cultura de engajamento do consumidor orientada por dados e insights.

 

Sobre o autor

*Daniel Simões é General Manager da MoEngage para LatAm. Anteriormente em atuação como Country Manager Brasil da AppsFlyer, o executivo tem passagem por empresas como McKinsey & Co, Grupo Estado e Internet Securities. Além de realizar o reposicionamento e turn around do Estadão OESP Mídia para PME, liderando o processo de transformação das “Páginas Amarelas” em um negócio 100%, Daniel também foi o responsável pelo início das operações de startups estrangeiras no Brasil.

O executivo possui MBA em Administração com ênfase em Marketing pela FAAP e é graduado em Administração. Possui mais de 15 anos de experiência nos segmentos de tecnologia, digital, editorial, publicidade, financeiro e serviços.

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Experiência emocional: neuroarquitetura para estimular compras https://sejacriativo.com.br/experiencia-emocional-neuroarquitetura-para-estimular-compras/ https://sejacriativo.com.br/experiencia-emocional-neuroarquitetura-para-estimular-compras/#respond Wed, 15 Feb 2023 18:49:08 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=16924 Experiência Emocional: neuroarquitetura

Com a experiência emocional aplicada pela neuroarquitetura você pode conseguir resultados impressionantes em vendas. Essa ciência pode influenciar positivamente no interesse pelos produtos e nas decisões dos consumidores. Bora aprender um pouco mais sobre como estimular consumidores e comportamentos de compra. Talvez você goste de ler também: Domino’s Pizza no Carnaval 2023! Shopee com novo […]

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Experiência Emocional: neuroarquiteturaExperiência Emocional: neuroarquitetura

Com a experiência emocional aplicada pela neuroarquitetura você pode conseguir resultados impressionantes em vendas. Essa ciência pode influenciar positivamente no interesse pelos produtos e nas decisões dos consumidores.

Bora aprender um pouco mais sobre como estimular consumidores e comportamentos de compra.

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Experiência emocional: neuroarquitetura aplicada em vitrines atrai clientes e estimula compras

Arquiteto e urbanista, Lorí Crízel explica como essa ciência pode influenciar no interesse pelos produtos e nas decisões dos consumidores

Em um universo de alta concorrência, no qual o uso do marketing de forma eficiente é essencial, um velho elemento faz a diferença na decisão do cliente: a vitrine. E a neuroarquitetura, ciência que analisa os impactos do ambiente físico no comportamento humano, tem sido cada vez mais utilizada nos projetos de grandes grifes, promovendo uma “experiência emocional” e influenciando na tomada de decisões dos consumidores.

“Com o advento das redes sociais, nesta época em que são cada vez menores os períodos que temos para a realização das atividades, estamos vivendo em um cenário de processamento informacional com um tempo muito reduzido. O impacto visual deve acontecer em menos de dois segundos para o consumidor. Assim, a gente começa a entender que a vitrine, seja por meio de uma promoção, das cores dos elementos ou dos materiais usados, é o convite e a primeira parte da comunicação para trazer as pessoas para dentro da loja”, ressalta o arquiteto e urbanista Lorí Crízel (foto), especialista em neuroarquitetura.

Presidente da ANFA (Academy of Neuroscience for Architecture) no Brasil e autor do primeiro livro do país sobre neurociência aplicada à arquitetura, design e iluminação, o especialista lembra que, há cerca de duas décadas, começou a ser trabalhado um conceito no retail design (design de varejo) chamado Design Emocional. Trata-se de uma prática adotada no varejo para promover uma organização espacial, comunicativa e experiencial, com a meta de impulsionar as vendas de bens e serviços ao consumidor. “O design emocional utiliza aspectos de determinados elementos para despertar sensações no público-alvo, que foi estudado e é impactado por este conceito trabalhado dentro do mundo físico”, diz.

Como exemplo, ele cita a compra de um dado produto por um consumidor. “A junção de várias características físicas deste produto fará com que o consumidor escolha por um modelo específico. Essa decisão não está apenas ligada ao preço, mas também ao conceito emocional dessa experiência”, explica Crízel.

O especialista ressalta que o marketing, diante de uma avalanche de informações, começou a valorizar o significado da experiência de a pessoa procurar um produto em uma loja física, que é bem diferente do que ocorre quando o consumidor opta por adquiri-lo na internet e está sujeito a se decepcionar quando o recebe. “Pessoalmente, a visita ao local pode oferecer uma grande carga emocional. E, hoje, tirou-se da mente aquela ideia de cliente fidelizado, mas, sim, a do cliente satisfeito nesta relação entre as partes. Pois, a partir do momento em que você se sentir insatisfeito, vai parar de consumir um determinado produto. Enquanto estiver satisfeito, você continuará tendo uma relação com aquela marca”, explica.

A era do “phygital” e da estética funcional

Muito mais do que apenas expor os produtos, as vitrines das lojas podem ficar em evidência por meio de recursos tecnológicos, que proporcionam uma interação completa com os consumidores. Crízel explica que vivemos a era do “phygital”, ou seja, a união dos universos físico e digital em uma única experiência aos clientes, que passam a desfrutar de um processo de compra mais atrativo e personalizado para atender às suas preferências. Como exemplo, ele cita vitrines com recursos que filmam o cliente, espelham a sua imagem em uma tela e permitem que o consumidor, mesmo fora da loja, possa simular de forma virtual a ação de experimentar uma roupa.

“No vitrinismo, começa a ser usado esse mesmo nível experiencial, com lojas que são expositoras de uma experiência e trabalham com uma interação com o público. Estamos na era do ‘phygital’, e uma das características deste conceito é a valoração que se dá a uma relação interativa. E quem trabalha com vitrinismo tenta traduzir, a partir da vitrine, os valores de uma marca ao consumidor. Nesta interação, existe a busca por gerar uma ‘relação dopaminérgica’, na qual busca-se promover uma sensação de satisfação, de retorno, de recompensa”, explica o arquiteto.

A opinião é compartilhada pelo vitrinista Leonardo D’Avila, brasileiro que atualmente trabalha na área comercial da Givenchy, grife de produtos de luxo e joias, em Miami, nos Estados Unidos, onde também já prestou serviço para a Giorgio Armani, outra gigante deste setor da economia. “A vitrine, muito mais do que vender uma roupa específica, quer passar uma sensação para quem está a vendo. E é essa sensação que vai fazer a pessoa decidir entre entrar na loja ou não. Isso é, com certeza, muito mais evidente nos dias de hoje, após a criação do omnichannel (estratégia que visa centralizar os canais de comunicação de uma empresa para vender produtos), com a possibilidade de o cliente comprar on-line e ter mercadoria entregue na sua casa”, destaca.

“A loja física, além de ser superimportante para quem prefere consumir dentro dela, tem de conseguir uma conexão entre a marca e o cliente, que precisa ter um sentimento não só por meio da vitrine, mas pelo ambiente todo. É por isso que o visual merchandising (prática que valoriza produtos, marcas e o ponto de venda para atrair e estimular compradores) tem causado essas sensações de olfato, visão, tato etc. É a construção de um ambiente”, reforça D’Avila.

Em meio a esse panorama, Crízel lembra que as vitrines projetadas com as ferramentas da neuroarquitetura ajudam uma empresa a vender mais também para um perfil de cliente conhecido no mercado como shopper, que realiza a compra, mas não é um consumidor final daquele determinado produto. “A pessoa, muitas vezes, busca algo que não é para si própria e faz parte de um universo que ela não conhece. E a boa vitrine identifica muito nitidamente como aquela marca conversa com o público-alvo que pretende atingir. Assim, mesmo enquanto shopper, um comprador consegue perceber características que estão ligadas às preferências da pessoa para a qual está adquirindo um produto”, diz.

Tipologias de cor e de iluminação, a diagramação das proporcionalidades do espaço exposto através da vitrine, além de questões como a cultura e a geografia de um lugar, são citadas por Crízel como fatores que influenciam os conceitos da neuroarquitetura e que serão aplicados em um projeto. E ele destaca que a procura por esse tipo de ferramenta da neurociência é crescente neste setor da economia. “O aumento dessa demanda é significativo no varejo, pois, hoje, se entendeu que não adianta ser só bonito, é preciso ter uma estética funcional para atender ao propósito daquele projeto. Em alguns casos, uma loja é simples, mas exerce uma atração ao seu público-alvo, e é melhor que seja simples”, finaliza.

Ao comentar essa realidade, D’Avila enfatiza que diversas campanhas de marketing, como as criadas para datas como o Dia dos Namorados e o Dia das Mães, hoje, são muito direcionadas para as pessoas que consumirão um produto como compradoras, e não em quem será presenteado. “Normalmente, são voltadas para causar uma sensação, por exemplo, no filho que se sentirá próximo da mãe de alguma maneira. Sempre as campanhas mostram alguma coisa relacionada ao amor, como o que é sentido em relação ao seus pais. Então, a vitrine é como uma comunicadora, que vai tentar capturar o sentimento dessa pessoa, que é a consumidora, e não o da mãe, que ganhará o presente”, explica.

Sobre Lorí Crízel

Lorí Crízel é arquiteto e urbanista, presidente da ANFA (Academy of Neuroscience for Architecture) no Brasil e membro da ANFA Center for Education Latin America. Professor no Master Degree em Design for Architecture no POLI. Design do Instituto Politécnico de Milão e mestre em conforto ambiental, o profissional é o autor do primeiro livro do país sobre neurociência aplicada à arquitetura, design e iluminação. Especialista em neurociências e comportamento humano, ele também coordena cursos e programas internacionais do IPOG (Instituto de Pós-Graduação e Graduação) no Brasil, é CEO do escritório Lorí Crízel + Partners, além de mentor do programa Design Tank Brasil e membro fundador do projeto Neuro in Lab, além de possuir uma vasta bagagem internacional por meio de imersões em alguns dos mais renomados escritórios de arquitetura do mundo.

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fonte: wgocomunicacao

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Asiáticos estão dominando o e-commerce brasileiro, saiba como https://sejacriativo.com.br/asiaticos-estao-dominando-o-e-commerce-brasileiro-saiba-como/ https://sejacriativo.com.br/asiaticos-estao-dominando-o-e-commerce-brasileiro-saiba-como/#comments Thu, 01 Sep 2022 14:37:45 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=11994 marketplace fenômeno de vendas no Brasil!

À primeira vista, em decorrência a pandemia de covid-19 o e-commerce foi elevado para outro nível. Sobretudo, não há como negar que o conforto de escolher um produto sem sair de casa passou a ser muito atrativo para o público, sem mencionar na oportunidade de monitorar todas as compras realizadas. Além disso, tudo está muito […]

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marketplace fenômeno de vendas no Brasil!marketplace fenômeno de vendas no Brasil!

À primeira vista, em decorrência a pandemia de covid-19 o e-commerce foi elevado para outro nível. Sobretudo, não há como negar que o conforto de escolher um produto sem sair de casa passou a ser muito atrativo para o público, sem mencionar na oportunidade de monitorar todas as compras realizadas. Além disso, tudo está muito mais evoluído e seguro do que nos primeiros momentos do e-commerce.

De acordo com pesquisas, durante o período de pandemia, houve um crescimento no Brasil de aproximadamente 30%, só em 2021 nesta área. Gerando um total de 182,7 bilhões em vendas e 87,7 milhões de consumidores online, isso representa cerca de 41% da população de brasileiros que residem no país. E, um número maior ainda realiza compras em sites estrangeiros.

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Desde já, tudo isso apenas mostra como o brasileiro está se tornando adepto a apostar em novos comércios além do mercado local. Porém, da adição do e-commerce, veio o mobile commerce e ele tem ganhado pontos com muitos brasileiros. Todavia, apenas no mês de julho desse ano, cerca de 74% das compras realizadas fora por uso do smartphone, e um dos sites que acabou se tornando líder no ranking de mais acessados foi a Shopee. Porém, você já parou para realizar uma análise sobre o motivo dessa empresa fazer tanto sucesso com os brasileiros? Vem que a gente te explica mais sobre isso.

Contudo, a grande maioria destas empresas, ao se estabelecerem no país, elas começam a realizar uma análise sobre o mercado e como ele funciona, depois disso passam a fornecer soluções universais, amplas, que podem acabar sendo útil para um grande número de pessoas e, aos poucos, se inserindo na cultura local. Logo, podemos concluir que na grande maioria das vezes os métodos e funcionalidades não mudam muito de país para país, porém, acabam servindo perfeitamente para a ocasião. Seja como for, no cenário brasileiro, os usuários estão aptos para dar continuidade aos seus investimentos para a área de jogos de celular.

Investimentos em jogos e e-commerce

Ainda mais estes jogos consistem na ideia de fornecer ao usuário um conteúdo fácil de concluir, isto é, jogos simples e descomplicados. E, isso tem se tornado a especialidade dos aplicativos chineses, que acabam fornecendo alguns benefícios para o ganhador, como prêmios e demais recompensas, além de alguns códigos promocionais para estimular o indivíduo a comprar.

Porém, há outros fatores que também contribuem para o grande sucesso destes aplicativos chineses, os quais auxiliaram na hora de conseguir expandir ainda mais o domínio pelo e-commerce: registros de contas descomplicados e rápidos, check-out rápido e impeça o abandono de carrinho rapidamente e opções locais de pagamento, no caso do Brasil, o Pix.

Além disso, essas empresas também tendem a expor o benefício de utilizá-las, juntando-se a alguns parceiros regionais. Algo que está muito presente em grandes multinacionais. Mas, para que a empresa forneça um crescimento constante, ela ainda necessitará do auxílio de parceiros que a ajudem a conseguir adentrar ao mercado em regiões certeiras e que fazem parte de um plano estratégico.

Essas e muitas outras razões contribuem nitidamente para o crescimento e o domínio dos asiáticos no e-commerce brasileiro.

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Como a maioria das pessoas avaliam as marcas brasileiras https://sejacriativo.com.br/como-a-maioria-das-pessoas-avaliam-as-marcas-brasileiras/ https://sejacriativo.com.br/como-a-maioria-das-pessoas-avaliam-as-marcas-brasileiras/#respond Mon, 04 Jul 2022 14:18:01 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=8252 avaliação, avaliar marcas, marcas brasileiras, reclame aqui, sejacriativo, destaque

Com o grande crescimento do e-commerce, as marcas passaram a investir nas vendas online, indo em busca de diversas formas de conseguir sucesso e chegar até o cliente. Diante disso, muitas delas acabaram não se preocupando, de fato, com o que poderia acontecer depois que o cliente finalmente fosse alcançado. Sendo assim, muitas das experiências […]

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Com o grande crescimento do e-commerce, as marcas passaram a investir nas vendas online, indo em busca de diversas formas de conseguir sucesso e chegar até o cliente. Diante disso, muitas delas acabaram não se preocupando, de fato, com o que poderia acontecer depois que o cliente finalmente fosse alcançado.

Sendo assim, muitas das experiências vivenciadas pelos consumidores acabavam perdendo totalmente a credibilidade da loja, devido a uma má avaliação do cliente. Porém, você sabe como a grande maioria dos compradores realizam suas avaliações? Caso não saiba, nós trouxemos até você a maneira como os brasileiros avaliam suas marcas.

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Como a maioria das pessoas avaliam as marcas brasileiras

De acordo com pesquisas feitas pela Opinion Box e All in 2022, concluiu-se que: 61% dos consumidores avaliam uma marca por meio dos comentários no próprio site das lojas, enquanto isso 33% utiliza o site “Reclame Aqui”. Já os outros 29% vão diretamente para o instagram da loja, o restante varia entre enviar suas opiniões através do chat, redes sociais, no Google e uma pena proporção pelo telefone.

Como agir diante disso?

Bom, devido aos resultados, temos algumas dicas para você, sobre como trabalhar com essas informações, a final, a opinião do consumidor pode aumentar a confiança em uma loja ou marca. Veja abaixo:

1. Ao olharmos para os 61% de pessoas que avaliam os produtos por meio dos comentários no próprio site, concluiremos que, incentivar o consumidor a deixar sua opinião após o recebimento é uma boa opção para conquistar a confiança de seus clientes.

2. Forneça algum benefício para aqueles que expressarem sua opinião sobre seu produto, a fim de que o povo sinta-se seguro em adquirir algo de sua marca.

3. Fique atento as reclamações, pois em segundo lugar, a maioria dos consumidores expressa sua opinião no site “Reclame Aqui”.

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Fonte: Opinion Box e All in 2022

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Mercado de games chega à plataforma do TikTok, será que vai dar certo? https://sejacriativo.com.br/mercado-de-games-chega-a-plataforma-do-tiktok-sera-que-vai-dar-certo/ https://sejacriativo.com.br/mercado-de-games-chega-a-plataforma-do-tiktok-sera-que-vai-dar-certo/#respond Sat, 28 May 2022 20:30:39 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=6477 tiktok

Durante a pandemia, o TikTok foi uma das principais ferramentas digitais que levaram diversão para a casa das pessoas, crescendo cada vez mais e se transformando em uma verdadeira potência, como é notável na atualidade. Desta vez, a plataforma está realizando testes para que os usuários consigam jogar no aplicativo, abrindo-se portas para o mercado […]

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tiktoktiktok

Durante a pandemia, o TikTok foi uma das principais ferramentas digitais que levaram diversão para a casa das pessoas, crescendo cada vez mais e se transformando em uma verdadeira potência, como é notável na atualidade.

Desta vez, a plataforma está realizando testes para que os usuários consigam jogar no aplicativo, abrindo-se portas para o mercado dos games. As tentativas estão sendo executadas no Vietnã, prevendo chegar a outros cantos do mundo, no próximo trimestre.

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Vale ressaltar, que a escolha do primeiro país a receber esse tipo de conteúdo, foi devido ao alto índice de pessoas especialistas no âmbito tecnológico, sendo a maio0ria delas (70%), com menos de 35 anos de idade, fazendo com que o mercado se torne atraente para outras redes sociais.

Para o TikTok, o mercado de games seria uma estratégia de aumentar a receita das publicidades, promovendo aos usuários, ainda mais tempo de uso na plataforma. A ideia, é que os jogos façam parte do grupo ByteDance, no qual é responsável pela plataforma TikTok e fornece diversos tipos de games, facilitando e impulsionando o sucesso.

Além disso, ao serem lançados, os jogos conterão anúncios, promovendo os conteúdos criados e principalmente, expandindo a publicidade digital da marca, na qual é uma das maiores agora.

Por fim, não são todas as plataformas que aderem a este tipo de sistema, como é o caso da Zoom Out, também conhecida pelas dancinhas.

Já a Netflix, anunciou recentemente a chegada dos jogos ao seu canal digital, se assemelhando ao Facebook, que lançou o Instant Games, em 2016, focando exclusivamente na retenção dos usuários.

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Fonte: Tecmagazine

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PUCPR digital trends: Palestras online, grátis e com certificado https://sejacriativo.com.br/pucpr-digital-trends-palestras-online-gratis-e-com-certificado/ https://sejacriativo.com.br/pucpr-digital-trends-palestras-online-gratis-e-com-certificado/#respond Tue, 17 May 2022 14:19:20 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=5998

A princípio assuntos como inovação, tecnologia e gestão, serão abordados por profissionais, no evento “Pós PUCPR Digital Trends”, dentro da perspectiva que o mundo está constantemente evoluindo. Yuval Harari, Martin Lindstrom, Jurgen Appelo, Luana Araújo, Patrícia Peck, Marina Cançado e Marcelo Leite, serão alguns dos nomes célebres que fornecerão conhecimento entre os dias 30 de […]

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A princípio assuntos como inovação, tecnologia e gestão, serão abordados por profissionais, no evento “Pós PUCPR Digital Trends”, dentro da perspectiva que o mundo está constantemente evoluindo.

Yuval Harari, Martin Lindstrom, Jurgen Appelo, Luana Araújo, Patrícia Peck, Marina Cançado e Marcelo Leite, serão alguns dos nomes célebres que fornecerão conhecimento entre os dias 30 de maio e 2 de junho, com início as 19h.

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Os inscritos terão acesso a 7 palestras exclusivas, e também poderão participar da mesa de debates com especialistas, que estarão ao vivo respondendo questões do público.

No entanto, a melhor notícia, é que o encontro será totalmente online e gratuito, sobretudo inscreva-se aqui, tendo ainda a emissão de um certificado. Confira abaixo a programação completa do evento.

Programação do evento

• 30/05 – às 19h: O que esperar do pós? ( Yuval Harari)
• 30/05 – às 20h: Humanização e tecnologia; (Luana Araújo)
• 31/05 – às 19h: Gestão de projetos e metodologias ágeis; (Jurgen Appelo)
• 31/05 – às 20h: A lógica do consumo: branding e inovação; (Martin Lindstrom)
• 01/06 – às 19h: Direito 4.0:fundamentos e aplicações da proteção de dados; (Patrícia Peck)
• 01/06 – às 20h: Tendências ESG de meio ambiente, responsabilidade social e governança; (Marina Cançado)
• 02/06 – às 19h: Como a ciência de dados impacta os negócios; (Marcelo Leite)

Saiba de modo mais detalhado sobre alguns dos temas que virão a ser abordados abaixo:

30/05 – O que esperar do Pós? (19h)

Em primeiro lugar, nesta aula em que Yuval Noah Harari protagonizará, será abordado o destino que está aguardando o trabalho na era digital, dilemas tecnológicos e como será apropriado agir na era da pós-verdade.

Primordialmente pouco depois a aula de Harari, o futurólogo Pieter Krostrmm e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Renato Nogueira, irão debater o tema ao vivo.

30/05 – Humanização e tecnologia (20h)

Além disso, logo após a primeira aula, teremos a participação de Luana Araújo, médica infectologista, que abordará como foi ter contato com a inserção tecnológica na gestão e no cuidado, tensão com novas tecnologias, e a relevância da humanização no mundo digital.

31/05 – Gestão de projetos e metodologias ágeis (19)

Posteriormente e de forma exclusiva, Jurgen Appelo, irá fornecer acesso a um método desenvolvido por ele, referente ao modelo de gestão, e deixará claro sobre algumas práticas para se tornar um líder excepcional.

31/05 – A lógica do consumo: branding e inovação (20h)

 

Definitivamente para encerrar o mês de maio com “chave de ouro”, uma das referências mundiais do neuromarketing e branding, Martin Lindstrom, irá abordar alguns métodos de como aplicar descobertas da neurociência às estratégias de marketing.

01/06 – Direito 4.0: Fundamentos e aplicações da proteção de dados (19h)

Comandado pela advogada e presidente do Instituto iStart de Ética Digital, Patrícia Pinheiro, a aula será sobre: conceitos de Direito 4.0 e Direito Digital. Em suma, uma forma de introduzir aos detalhes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e como ela se aplica a nossa realidade, além das exceções.

01/06 – Tendências ESG de meio ambiente, responsabilidade social e governança ( 20h)

Orquestrada por Marina Cançado, a segunda aula do mês de junho apresentará os conceitos básicos e a legislação que existe nas práticas ESG, além de instrumentos financeiros e algumas estratégias de investimentos.

02/06 – Como a ciência de dados impacta os negócios (19h)

Por último, nesta oportunidade, Marcelo Leite terá o privilégio de abordar sobre a Ciência de Dados à estratégia de negócios, de maneira sábia, ética e responsável. Ele também vai esclarecer alguns dos conceitos de Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina.

Considerações finais

Acima de tudo para ser criativo/a você deve estar atento/a e aberto/a as oportunidades como essa que a PUCPR está ofertando. Do mesmo modo, grandes autores e palestras que definitivamente podem agregar muito conhecimento para o seu dia-a-dia, tanto quanto ampliar as suas referências e horizontes profissionais.

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