
Pagar com o rosto facilitará o pagamento (e faturamento) com mais de 3 milhões de clientes que possuem o C&A Pay
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Como assim pagar com o rosto?
Sabemos que o futuro do varejo aponta para uma experiência de compra cada vez mais prática e segura, principalmente na hora de efetuar pagamentos, ou de ter aprovação e emissão de cartões de crédito. Nesse contexto, a C&A passa a disponibilizar em suas lojas físicas o pagamento por biometria facial para os consumidores que possuem o C&A Pay.
Em poucos minutos, os mais de 3 milhões de clientes do C&A Pay poderão ter sua compra paga apenas com o reconhecimento de seus rostos, sem precisar de documentos. “Aos consumidores, o método proporciona uma melhor experiência de compra com agilidade e fluidez na hora de pagar pelos seus novos produtos. Em um momento em que o consumo é phygital, tornar a compra presencial tão rápida quanto no e-commerce é fundamental”, destaca o CEO da C&A, Paulo Correa.
Outro grande benefício buscado pela C&A é a segurança. Com a biometria facial, a companhia conseguirá prevenir fraudes de identidade, além de garantir a proteção de dados. As transações fraudulentas são um dos grandes problemas para o varejo e, segundo o Serasa Experian, somente em 2020, foram calculados um prejuízo de R$ 27 bilhões no país e a perspectiva é de chegar a R$ 52 bilhões em 2025.
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A chegada da biometria facial ao C&A Pay está alinhada à estratégia de negócios da companhia, chamada C&A Fashion Tech. Para 2023, a companhia continua com o seu objetivo de ser a empresa de moda digital que mais entende o consumidor brasileiro, e por isso, oferece uma experiência de compra cada vez mais personalizada, com a inclusão de fluxo de pagamento cada vez mais simples e fluido.
A C&A é uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, a C&A entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os seus clientes no centro da estratégia. Uma das maiores varejistas de moda do mundo, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a sua primeira loja no shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP).
Atualmente, a companhia opera mais de 330 lojas em todo o território nacional, além do seu E-commerce. Listada na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019, a C&A é pioneira em diversas inovações em seu segmento a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, visando ampliar experiência on e off line dos seus clientes.
Com cerca de 15 mil colaboradores em todo o país e presente na vida de um milhão de clientes por dia, a empresa se destaca ainda por oferecer uma moda jovem, inovadora, diversa e inclusiva para mulheres, homens e crianças, além da sua linha de fashiontronics, que conta com uma ampla variedade de celulares, smartphones e relógios e o Galeria C&A, marketplace que comercializa itens de decoração, pet, joias, entre outros segmentos.
Ainda, a empresa tem iniciativas consolidadas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), sendo uma das empresas mais premiadas e reconhecidas internacionalmente por boas práticas de sustentabilidade em prol de uma moda com impacto positivo. Já no aspecto social, por meio do seu braço filantrópico, o Instituto C&A, a varejista atua no fortalecimento de comunidades por intermédio da moda, no voluntariado corporativo, no fomento ao empreendedorismo de grupos em maior vulnerabilidade social e ajudas humanitárias.
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Mais uma grande empresa do varejo está fechando lojas. Primordialmente, ao que tudo indica o varejo brasileiro enfrenta problemas pelo impacto da crise das Lojas Americanas e também o atual cenário econômico mundial. Bora entender tudo isso! Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia […]
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Mais uma grande empresa do varejo está fechando lojas.
Primordialmente, ao que tudo indica o varejo brasileiro enfrenta problemas pelo impacto da crise das Lojas Americanas e também o atual cenário econômico mundial.
Bora entender tudo isso!
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Uma das empresas que lideram o setor do varejo brasileiro acabou de anunciar o fechamento de diversas lojas.
O real motivo dessa decisão diz respeito a tentar reduzir custos e ampliar lucros em um cenário de desaceleração econômica, segundo especialistas da Bloomberg.
Primordialmente a mudança irá acontecer em lojas localizadas dentro de shoppings que tem apresentado resultados abaixo do esperado.
Ao que tudo indica a Centauro está em um processo de reestruturação do negócio.
O cenário econômico do varejo brasileiro piorou com a crise causada pelas Lojas Americanas, hoje em processo de recuperação judicial e dívidas bilionárias com o mercado.
Conforme notícias recentes, Marisa, Tok&Stok e Livraria Cultura, Saraiva e Ricardo Eletro apresentaram resultados preocupantes, sendo que algumas estão decretando falência.
De acordo com dados da Reuters, no período de início de 2023, as ações das empresas de varejo tem apresentado resultados negativos, veja:
O rombo bilionário das Lojas Americanas pegou o mercado de varejo de surpresa, logo, a insegurança e instabilidade ocorrem em bancos e instituições financeiras.
Dos gigantes do varejo apenas Arezzo e Magalu conseguiram se valorizar na Bolsa de Valores nesse período inicial de 2023.
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fonte: seu crédito digital
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock completa 40 anos cheia de novidades! Aplicativos de velhos ricos […]
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Crescimento de marketplaces chineses liga alerta nos varejistas nacionais
Especialistas Rodrigo Giraldelli e Alex Moro analisam cenário com aumento da participação das empresas asiáticas no país e apontam alternativas para o comércio nacional
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Antecipação da moda, baixo custo e inteligência artificial são as principais características que tornaram a Shein a varejista on-line de maior sucesso, em 2022. Não à toa, o crescimento do marketplace chinês, no Brasil, já superou em vendas os maiores nomes nacionais, como Renner, Riachuelo e C&A em vendas. Segundo o relatório do BTG Pactual, a Shein faturou R$ 8 bilhões, em 2022, um salto de 300% em relação a 2021. Outros players asiáticos também estão ganhando espaço entre os consumidores brasileiros.
De acordo com a pesquisa Webshoppers, da NielsenIQ|Ebit e Bexs, em 2021, 56% dos consumidores brasileiros já tinham realizado compras na Shopee, 21% na Shein e 44% no AliExpress. Para o consultor em importação da China, Rodrigo Giraldelli, a competição com as chinesas promete antecipar a modernização do varejo brasileiro quando o assunto é a experiência do consumidor. Já para o especialista em marketplace, Alex Moro, as asiáticas ainda não representam um risco aos lojistas brasileiros, apesar de assumirem uma maior fatia do mercado nacional.
No caso da Shein, a chinesa teve um crescimento dez vezes maior do que a média de todas as empresas brasileiras, em apenas um ano, segundo dados divulgados pelo BTG Pactual. Com sede na China, a empresa tem expandido rapidamente para outros países, incluindo o Brasil, onde está ganhando cada vez mais adeptos. Com rápido crescimento de vendas, a Shein já ultrapassou a projeção anual para todo o Grupo Soma.
Contudo, para o especialista Rodrigo Giraldelli, a competitividade abre um novo olhar para os formatos de negócios tradicionais. “Nenhum varejista brasileiro atua da forma que a Shein faz aqui no país, com uso de inteligência artificial para identificar as roupas similares as das fotos propostas pelos clientes, descontos para indicações e postagens nas redes sociais e até cupons em joguinhos disponíveis no próprio app. Essa competição vai forçar muitos concorrentes a investirem não só em inteligência artificial, como também em marketing de conteúdo, gameficação nas compras e outras estratégias abordadas pela chinesa”, explica Giraldelli.
Já para o especialista em marketplace Alex Moro, apesar do crescimento exponencial dos asiáticos, nenhum concorrente chinês gera ameaça direta aos lojistas físicos ou on-line brasileiros. “Como essas empresas estão sediadas na Ásia, não existe uma competitividade direta com o mercado brasileiro quando o assunto é prazo de entrega. O cliente, muitas vezes, paga mais caro em uma compra no mercado livre ou em outros e-commerce nacionais do que na Shopee ou Shein, porque a entrega é imediata ou em até três dias.
Além disso, quando o assunto são as lojas físicas, vale ressaltar que, por mais que o mercado digital esteja crescendo, ele ainda não representa nem 15% das vendas totais, no Brasil. Por isso, uma boa estratégia é utilizar o negócio físico para potencializar a experiência de compra on-line, seja para o consumidor ver com os próprios olhos o produto, antes de fechar uma compra digital, ou até mesmo como estratégia de marketing, para ficar na lembrança dos consumidores. Foi o que a Shein fez com a sua loja pop-up na Barra da Tijuca, no ano passado”, argumenta Alex Moro.
Contudo, de acordo com um relatório da XP Investimentos as decorrências da presença da varejista no solo brasileiro, o movimento de expansão da Shein é sim prejudicial para as companhias focadas em média e baixa renda, uma vez que a asiática tem planos de aumentar o ambiente já competitivo do setor. Para o especialista em importações da China, Rodrigo Giraldelli, o crescimento da gigante chinesa pode sim acender um alerta para os varejistas, mas não é necessariamente um risco, no momento.
Para ele, ainda existe espaço no mercado nacional para os demais players. “Os lojistas brasileiros deveriam enxergar os diferenciais que levam a Shein e outros grandes marketplaces asiáticos a crescer e aproveitar esse momento para surfar essa onda. Eles não precisam ser concorrentes, mas podem atuar como fornecedores locais, aproveitando a estratégia de marketing e a inovação da própria plataforma”, finaliza Giraldelli, à frente da China Gate, consultoria e escola on-line pioneira sobre importação da China, com mais de dois mil alunos on-line em todo o Brasil.
Formado em Administração de Empresas e Economia, o paranaense Rodrigo Giraldelli é um dos pioneiros na importação de produtos da China para o Brasil. CEO da China Gate, empresa especializada em consultoria e educação sobre importação, Rodrigo auxilia comerciantes que desejam ampliar sua margem de lucro com produtos do país asiático.
Além da consultoria, Rodrigo também ministra cursos on-line para ensinar empreendedores sobre o ofício. Com profundo conhecimento em marketing digital, Giraldelli publica, semanalmente, conteúdos nas redes sociais (@chinagatebrasil) e em seu canal do Youtube sobre importação.
Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil. À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado.
Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial, parceiro Oficial Amazon, Consultor Certificado do Mercado Livre e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.
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A Bel&za C&A e Chupa Chups se unem e lançam divertida e cheirosa collab de beleza. Para atrair os consumidores, a nova linha de beleza aposta em itens de autocuidado e moda com a fragrância nostálgica da marca de pirulitos. Bora conferir! Talvez você também goste de ler: Melhores perfumes masculinos em 2022 ESGOTADO! […]
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A Bel&za C&A e Chupa Chups se unem e lançam divertida e cheirosa collab de beleza.
Para atrair os consumidores, a nova linha de beleza aposta em itens de autocuidado e moda com a fragrância nostálgica da marca de pirulitos. Bora conferir!
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A C&A se juntou à Chupa Chups para lançar uma coleção inédita e limitada de produtos de moda e beleza com a cara e o cheiro do pirulito mais famoso do mundo. A nova collab veio para expandir o catálogo de Bel&za, marca própria da C&A, lançada em agosto de 2022.
A linha conta com itens inspirados na fragrância clássica do pirulito de morango e uma t-shirt com a estampa do logo de Chupa Chups. Na collab, as embalagens dos produtos também levam um toque divertido que remete às pin-ups dos anos 50/60, época em que a marca espanhola de pirulitos, foi lançada.
“Bel&za C&A nasceu para ser uma marca aliada na descoberta do nosso verdadeiro eu, de forma alegre, divertida e dentro do universo fashion. Essa collab com Chupa Chups convida as sonhadoras de todas as idades a despertarem memórias felizes por meio do cheirinho nostálgico do pirulito das nossas infâncias, com itens de moda e beleza que combinam criatividade com muita diversão”, conta Patricia Monteiro, Head da unidade de negócios de Beleza da C&A Brasil.
Ao todo, serão lançados cinco produtos na parceria entre as marcas: desodorante corporal, body splash, sabonete foam, loção hidratante, creme de mãos e uma camiseta. A collab estará disponível para os consumidores a partir de 22 de fevereiro, com preços que variam entre R$19,99 e R$49,99. Os produtos serão vendidos nas lojas físicas, aplicativo e e-commerce da C&A.
A C&A é uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, a C&A entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os seus clientes no centro da estratégia.
Uma das maiores varejistas de moda do mundo, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a sua primeira loja no shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP). Atualmente, a companhia opera mais de 300 lojas em todo o território nacional, além do seu E-commerce. Listada na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019, a C&A é pioneira em diversas inovações em seu segmento a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, visando ampliar experiência on e off line dos seus clientes.
Com cerca de 15 mil colaboradores em todo o país e presente na vida de um milhão de clientes por dia, a empresa se destaca ainda por oferecer uma moda jovem, inovadora, diversa e inclusiva para mulheres, homens e crianças, além da sua linha de fashiontronics, que conta com uma ampla variedade de celulares, smartphones e relógios e o Galeria C&A, marketplace que comercializa itens de decoração, pet, joias, entre outros segmentos.
Ainda, a empresa tem iniciativas consolidadas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), sendo uma das empresas mais premiadas e reconhecidas internacionalmente por boas práticas de sustentabilidade em prol de uma moda com impacto positivo. Já no aspecto social, por meio do seu braço filantrópico, o Instituto C&A, a varejista atua no fortalecimento de comunidades por intermédio da moda, no voluntariado corporativo, no fomento ao empreendedorismo de grupos em maior vulnerabilidade social e ajudas humanitárias.
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fonte: maquinacohnwolfe
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Recentemente, nessa última semana, começou a circular um boato acerca do fechamento de uma das lojas mais conhecidas no Brasil: a C&A. Nesse sentido, mesmo estando entre as lojas e departamentos mais famosas do território brasileiro, a empresa realmente fez o anúncio de que irá fechar algumas unidades de suas lojas no Brasil. Ao que […]
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Recentemente, nessa última semana, começou a circular um boato acerca do fechamento de uma das lojas mais conhecidas no Brasil: a C&A. Nesse sentido, mesmo estando entre as lojas e departamentos mais famosas do território brasileiro, a empresa realmente fez o anúncio de que irá fechar algumas unidades de suas lojas no Brasil.
Ao que tudo indica, a loja que efetivamente irá encerrar suas atividades no Brasil encontra-se localizada na Avenida Presidente Vargas, número 282, no estado de Belém do Pará. Vale mencionar que essa unidade em específico é uma das últimas que possuíam as dependências localizadas na rua, sem estar agregada a um grande shopping, por exemplo.
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As lojas Americanas vão fechar? E agora?
De acordo com as informações que foram obtidas, essa loja localizada em Belém do Pará encontrava-se em funcionamento há 10 anos. No entanto, suas atividades foram encerradas no dia 15 de março de 2023. É importante deixar claro que esse não é o primeiro episódio de fechamento, visto que no ano de 2022 a C&A também havia fechado uma franquia no Rio de Janeiro, em Botafogo.
Desse modo, de acordo com um comunicado que foi emitido pela empresa, os usuários que precisem fazer pagamento de faturas de cartões da loja ou que fizeram algum tipo de compra recentemente podem ir até outras unidades para resolver as pendências. Além disso, é possível entrar em contato com a empresa por meio do site oficial ou pelo aplicativo que está disponível tanto para o sistema operacional Android quanto iOS.
Com essa onda de fechamento das lojas, muitos sujeitos começaram a se questionar se pode ocorrer de todas as lojas da C&A fecharem no território brasileiro. Na realidade, essa premissa acabou ganhando muito mais destaque pelo fato de existirem rumores de a loja ter sido vendida e comprada pela Renner, sua principal concorrente no Brasil quando pensamos nas lojas de fast fashion.
Desse modo, de acordo com as informações que foram publicadas pelo então colunista do O Globo, Lauro Jardim, existe um processo de negociação entre as duas lojas para efetivamente decidir se irá existir ou não a compra da C&A por parte da Renner. Outro motivo pelos quais as lojas podem estar fechando é o fato de que a C&A, nos últimos anos, não vem apresentando resultados tão positivos.
Na realidade, a maioria dos resultados foram abaixo do esperado pela empresa. Assim, consequentemente, o lucro da empresa acabou diminuindo significativamente. Quando se analisa o primeiro trimestre de 2022, por exemplo, o prejuízo líquido da loja chegou na casa dos 152,7 milhões de reais. No que tange o terceiro trimestre do mesmo ano, o valor negativo ainda continuou em 61,4 milhões de reais.
Inicialmente, é importante destacar que embora existam sim rumores sobre a venda da empresa para a Renner, até o determinado momento, a C&A não fez nenhum tipo de pronunciamento oficial acerca dessa venda. Além disso, conforme apontam algumas informações que foram publicadas sobre o assunto, a empresa fez uma consultoria dos fundos e grupos estratégicos acerca da venda da empresa.
Porém, no que se refere à comercialização de ativos no território brasileiro, esse assunto não foi mencionado, não pelo menos publicamente. Pode ser que tudo não passe de um boato e a empresa esteja somente tentando novas alternativas para lidar com o cenário negativo. Hoje em dia, a empresa está espalhada pelo mundo todo, em 18 países, sendo que uma parte das lojas se encontra na Europa.
De acordo com o levantamento que foi feito pela Suno, aproximadamente 65% das lojas da C&A encontram-se no Brasil, cerca de 331 lojas. Portanto, as chances de as lojas serem todas fechadas de maneira concomitante são difíceis quando pensamos em grande escala. É preciso aguardar mais para entender todo o desfecho dessa questão da loja. No final das contas, o fechamento da empresa deve nao ocorrer.
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