
À primeira vista, toda empresa deveria ter um Manual de Identidade Visual para estabelecer um padrão em sua comunicação. Sobretudo o design de identidade de marca deve conter alguns itens básicos. Definitivamente um Manual de Identidade serve como uma bíblia da marca! Talvez você goste de ler: Você sabe a diferença entre marca, identidade visual […]
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À primeira vista, toda empresa deveria ter um Manual de Identidade Visual para estabelecer um padrão em sua comunicação. Sobretudo o design de identidade de marca deve conter alguns itens básicos. Definitivamente um Manual de Identidade serve como uma bíblia da marca!

Talvez você goste de ler:
Você sabe a diferença entre marca, identidade visual e logo?
15 manuais de identidade da marca para inspirar você
Depois que o designer ou criativo realiza o brief de marca, esse começa o processo criativo de design. Contudo, os melhores designers trabalham com a intersecção estratégica, intuição, excelência de design e experiência.
O manual de identidade de marca serve como um guia para a empresa construir do zero a sua marca, bem como orientar fornecedores sobre as melhores práticas e padronização dessa em qualquer formato.
Segundo Per Mollerup, autor de Marks of Excellence:
O estudo das marcas tem suas raízes em campos tão diversos como antropologia, história, psicologia, marketing, semiótica, teoria da comunicação e, naturalmente o design gráfico.
Conforme Alina Wheeler, o design de identidade de marca deve conter os seguintes itens:
Desde já, uma identidade de marca deve ser tangível e faz apelo aos sentidos. Acima de tudo, você pode ver, tocá-la, agarrá-la, observá-la e ouvi-la. Principalmente a identidade da marca alimenta o reconhecimento, amplia a diferenciação e torna grandes ideias e significados mais acessíveis. Logo, o briefing da marca deve ser capaz de captar ideias, elementos e forças de uma marca.
Antes de tudo, o logotipo é uma palavra (ou palavras) em uma determinada fonte tipográfica. Todavia essa fonte pode ser normal, modificada ou completamente redesenhada. Constantemente um logotipo é confundido com um símbolo em uma relação formal, denominada assinatura visual.

Analogamente os melhores logotipos são resultado de uma pesquisa tipográfica cuidadosa. Em suma, a assinatura visual é a combinação específica e inegociável da marca e do logotipo. Dessa forma, uma empresa pode ter várias assinaturas visuais, para diversas linhas de negócios, incluindo ou não uma tagline.
Do mesmo modo, a cor é utilizada para evocar emoções e expressar personalidades. Ou seja, ela estimula a associação de marca e acelera a diferenciação. Seja como for, como consumidores dependemos da nossa familiaridade com o vermelho Coca-Cola. Em outras palavras não precisamos ler a tipografia da caixa de presentes da Tiffany para saber aonde o presente foi comprado.

Todavia, as paletas de cores de uma marca são desenvolvidas para dar apoio às necessidades de comunicação. Nesse sentido, precisa assegurar a reprodução ideal da cor da marca, padronizando cores em embalagens, impressos, sinalização e mídia digital.
Assim como os demais itens, a tipografia é essencial para um programa de identidade eficaz. Por exemplo, as marcas são facilmente reconhecidas devido ao seu estilo tipográfico distinto, usado com inteligência e propósito em diversas aplicações. Seja como for, a tipografia deve apoiar a estratégia de posicionamento e hierarquia da informação.

O design e a interação do som certo acentuam a experiência de uma marca. Música, voz e som criam experiências entre empresas e consumidores. Desde o surgimento dos smartphones e a internet todo e qualquer espaço potencializa a oportunidade de criação de som, desde uma espera telefônica até uma trilha sonora para construir sentimentos e memórias.
Definitivamente, as pessoas pensam em movimento. Não existe maneira melhor de construir uma marca, contar uma história ou dar vida a uma marca hoje em dia, ainda mais agora que cada vez mais vivemos diariamente das mídias digitais. Tik Tok, Shorts do YouTube e Reels no instagram são bons exemplos disso, ou seja, o movimento entrega mais e acontece para mais pessoas.
É importante sempre escolhermos um grupo de aplicações reais para testar a viabilidade de conceitos que funcionaram no mundo real da marca. Os tomadores de decisão precisam ver a identidade do mesmo modo que o cliente a veria, ou seja, mockups pontuais ilustram novas possibilidades e auxiliam os criativos a consagrarem as suas ideias. De antemão, cartão de visitas, página inicial de site, anúncio, capa de folheto, cabeçalho de papel timbrado, cover e avatar para as redes, fachada com logotipo aplicado por exemplos sugestões típicas.

Não espere que o seu trabalho fale por si. Logo, realizar uma boa apresentação é algo que um profissional aprende com experiência e observação. Comece uma reunião recapitulando briefing e decisões tomadas, como metas para identificação de marca, definição do público-alvo e as declarações de posicionamento.

Uma bela dica de grande empresas de design e publicidade é criar uma marca e expor ela bem no meio, junto com marcas consagradas do setor, para comparar e posicionar o seu projeto.
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Quando conversamos com profissionais de áreas diferentes das nossas é normal ouvirmos termos dos quais não entendemos o significado. Eu, por exemplo, ficava completamente perdida quando falava com minha advogada, pois de 10 palavras que ela falava eu entendia 5. Claro, para ela todas aquelas palavras eram usuais, utilizadas no seu dia a dia de […]
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Quando conversamos com profissionais de áreas diferentes das nossas é normal ouvirmos termos dos quais não entendemos o significado. Eu, por exemplo, ficava completamente perdida quando falava com minha advogada, pois de 10 palavras que ela falava eu entendia 5. Claro, para ela todas aquelas palavras eram usuais, utilizadas no seu dia a dia de trabalho. Mas isso me fez pensar: será que no meu dia a dia eu também uso palavras que muitas pessoas desconhecem o significado, como por exemplo: grid? layout? Pensando nisso, reuni aqui a explicação de 8 termos do design que utilizamos o tempo todo.
Ah! e antes que eu esqueça, esses termos foram colocados aqui por que ao menos uma vez alguém pediu o que significava. 
O grid serve para orientar o layout. Assim dizendo, ele estrutura e organiza qualquer peça gráfica, como por exemplo, livros, jornais e até o panfleto que você pega no supermercado. Tudo que você vê ali, inclusive as margens e os espaços em branco foram pensados dentro de um grid.
Ele é feito a partir de linhas que servem como marcação para um determinado documento. Então, quando um designer falar que seguiu o grid para criar determinada peça, ele está falando, entre outras palavras, que ele seguiu um determinado alinhamento, que foi feito por ele mesmo, claro.
E para desenhar esses grids, muitas vezes, utilizamos algumas regras de composição, como a regra dos terços ou a proporção áurea.

De acordo com o Dicionário Michaelis, a palavra leiaute (sim, existe mesmo e é o aportuguesamento da palavra layout) significa:
1 (PUBL) Esboço, planejamento ou espelho de trabalho tipográfico com a especificação dos caracteres que devem ser empregados, disposição da matéria, claros, medidas e outras minúcias relativas à composição de um livro, folheto, periódico, anúncio ou obra comercial.
…
3 (POR EXT) Qualquer esboço ou projeto gráfico de um trabalho de arte a ser reproduzido.
Resumindo, layout é uma arte. Um folder, possui um layout, assim como um site e uma revista, por exemplo.

O briefing é o ponto de partida de qualquer projeto de design. Ou seja, o processo de briefing é onde o designer entende o projeto que vai desenvolver. As informações mais importantes sobre o que será necessário para desenvolver determinado projeto, bem como entender o objetivo do cliente com aquilo são dadas nesse momento.
Além disso, informações como público alvo e concorrentes também fazem parte dele. Se você quiser se aprofundar mais no assunto, dá uma olhada nesse artigo que explica como fazer um briefing perfeito e nesse que coloca 8 pontos para construção do briefing.
Quando nós criamos uma marca, quase sempre entregamos também um Brandbook ou um Manual de Identidade Visual.
O brandbook, de acordo com Ellen Lupton serve para documentar a linguagem, atitude e expressão de uma marca. Ou seja, ele é um documento direcionado para parceiros, editores, consumidores e investidores de uma empresa. Nele terá um conjunto de elementos que trarão a sensação e o espírito da marca, por meio de formas, texturas, fotografias e palavras.
Por outro lado, o Manual de Identidade Visual, como o próprio nome diz, é um…manual. Isso mesmo, é um documento que ensina como utilizar a marca. Ali estará explicada, por exemplo, em que cores você poderá utilizá-la, sua proporção correta, o que fazer e o que não fazer com ela.
Vale lembrar que tanto o brandbook quanto o MIV trazem informações para aplicações da marca, como: cores, tipografias, espaços de respiro, entre outros. A principal diferença entre os dois é que o MIV é um documento onde encontraremos informações mais técnicas, enquanto o brandbook traz muito mais a experiência e conta a história da criação marca e da empresa.
Quer um exemplo? Então vamos começar grande. Você pode dar uma olhada no brandbook da Oi e no MIV do Spotify, por exemplo.
Ah! Nós colocamos aqui as terminologias (Manual de Identidade Visual e Brandbook) e suas definições, mas no mercado muitas vezes esses termos acabam se misturando.
De acordo com Ellen Lupton, o mockup é uma ferramenta utilizada para simular a aparência e o comportamento que um material terá depois de impresso. Nele, utilizamos cores, texturas e proporções para que o cliente possa entender e visualizar como ficará o seu cartão de visitas, por exemplo.


Não, não estamos falando da bebida. Sangria é o termo utilizado para designar uma parte extra de área que deixamos quando um arquivo é finalizado para impressão. Ou seja, se estamos trabalhando na capa de um catálogo que possui uma imagem inteira na capa, por segurança, nós deixamos a imagem um pouco maior que o tamanho da capa do catálogo.
A área extra com arte é importante para evitar erros no momento da impressão. Pois se o papel contrair ou expandir ou a máquina for programada errada no momento do corte, pode ficar uma linha fina sem impressão, o que prejudicaria bastante o visual da capa do catálogo, por exemplo.
Após impresso o documento é cortado no tamanho real, se utilizando das marcas de corte.

Nós chamamos de pattern ou padrão visual o design de superfície. Ou seja, é um ‘padrão’ ou uma ‘estampa’ criada para ser utilizado em materiais impressos, como cadernos, bolsas, embalagens, e por aí vai.
Muitas vezes ele é criado dentro de uma identidade visual. Ou seja, ao ser usado junto com determinada marca, o padrão visual, por si só já se torna um elemento identificador daquela marca.
Por exemplo, você reconhece a estampa abaixo? Sabe a qual marca ela pertence?

Acho que você já deve saber, mas, só para confirmar:

Isso mesmo! Esse pattern é da Louis Vuitton e quase todo mundo que vê esse pattern identifica a marca. Claro que o que faz ele ser lembrado são os demais elementos que fazem parte dele como: cores, formas, espaçamentos.
Ah! e antes que eu esqueça chamamos isso de pattern ou padrão visual, por que ele pode ser repetido pela quantidade de espaço que quisermos. Quer mais alguns exemplos, dá uma olhada aqui:



Seu significado em inglês é ‘chuva de ideias’, conforme nosso querido Google Tradutor. Mas o termo Brainstorming foi criado pelo publicitário Alex F. Osborn, em 1957 e significa: atacar um problema de maneira rápida e de todas as direções possíveis.
Essa técnica é praticada em grupo e consiste em lançar um problema, como por exemplo: como incentivar as pessoas a utilizarem máscara facial? E deixar as pessoas livres para elas darem suas ideias acerca o tema. Ou seja, o primeiro e mais importante critério para um brainstorming é não julgar, tanto as suas quanto as ideias dos outros.
Quanto mais livre de julgamento, mais as pessoas poderão pensar ‘fora da caixa’ e trazer alguma solução inusitada para algum problema. Embora bastante utilizada no mundo do design, hoje em dia essa prática é bem comum em vários lugares desde jardim de infância até o meio corporativo.
Alguém do grupo deve anotar tudo, desde palavras aleatórias até formulações mais complexas. A organização e validação dessas ideias é feita em um segundo momento.
Esses termos não são exclusivos do mundo do design, vários profissionais de vários segmentos os utilizam também, às vezes com o mesmo significado e às vezes com um significado diverso.
Sabemos que, cada vez mais, devemos usar uma linguagem que todos entendam. Porém, muitas vezes no nosso dia a dia acabamos usando palavras que já estão tão presentes em vários momentos da nossa vida que esquecemos desse detalhe.
Veja também esse artigo com 10 dicas para aumentar sua criatividade
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A princípio sistematizar e organizar as informações de um cliente ou empresa não é uma tarefa simples. Escrever um briefing significa reuniões, talvez alguns e-mails, arquivos, apresentações e muitas versões. À primeira vista, resumir isso em uma página A3 bem como um sistema em nuvem pode ser um caminho saudável para organizar as ideias e […]
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A princípio sistematizar e organizar as informações de um cliente ou empresa não é uma tarefa simples. Escrever um briefing significa reuniões, talvez alguns e-mails, arquivos, apresentações e muitas versões. À primeira vista, resumir isso em uma página A3 bem como um sistema em nuvem pode ser um caminho saudável para organizar as ideias e realizar projetos mais assertivos.
A seguir mostraremos 8 pontos para você construir o briefing com o seu cliente de forma eficiente.

Para você criar algo para o seu cliente é necessário primeiramente o consenso dos principais decisores da empresa. Para isso torna-se necessária a sua habilidade de entrevistar e coletar informações com os seus clientes.
Você deve propor uma verdadeira imersão na empresa, se inspirando em metodologias de pesquisa qualitativas e quantitativas.
Os briefings são resultado de um processo colaborativo. Do mesmo modo, discutir atributos da marca, posicionamento da empresa são aspectos importantes para essa construção.
Escrever o briefing funciona frequentemente de mapa para a sua equipe de criação. E esse briefing deve ser aprovado junto ao cliente para que o resultado final apareça da melhor forma. Afinal, os melhores briefings são sucintos e estratégicos, aprovados pelos níveis mais altos de uma organização logo no início do processo.
Desde já, apresentamos um diagrama sucinto e estratégico para facilitar o seu trabalho:
Definitivamente vale lembrar que as grandes empresas criam briefings de posicionamento para os segmentos de mercado ou linhas de negócios. Logo, estudos de pesquisa também são resumidos em briefings. Escrever um briefing é um processo interativo, assim é importante você cuidar as versões e atualizações desses. Dessa forma, digitalmente você pode usar ferramentas como trello, asana, pipe drive, google planilhas ou qualquer outra solução que você pode compartilhar com seus clientes e equipe de trabalho.
Enfim, se você for materializar o briefing em uma folha A3 por exemplo, é importante registrar a data da realização desse, assim como datar possíveis alterações que venham a acontecer.
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Muitos criativos precisam brifar os seus respectivos clientes no entanto existem modelos prontos, alguns até brifam baseados em matrizes como o Canva e acabam se perdendo ao longo do caminho. Muitos modelos de agências clássicas e pós-modernas circulam por aí mas continuamos a procura do briefing perfeito! Para fomentar um conteúdo de responsa buscamos referências […]
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Muitos criativos precisam brifar os seus respectivos clientes no entanto existem modelos prontos, alguns até brifam baseados em matrizes como o Canva e acabam se perdendo ao longo do caminho. Muitos modelos de agências clássicas e pós-modernas circulam por aí mas continuamos a procura do briefing perfeito!
Para fomentar um conteúdo de responsa buscamos referências bibliográficas e de empresas como a PENTAGRAM (conhece?) que mandam bem no mercado. Confira a seguir o que mapeamos como um modelo básico e simplesmente perfect de briefing.

Anote tudinho aí… só o que importa é “a procura do briefing perfeito!”
Antes de mais nada é importante você saber qual a visão e missão do seu cliente ou empresa que irá atender. Sim parece óbvio mas deve ser dito e analisado por você, para que as coisas não saiam desalinhadas.
Entender do portfólio de produtos e serviços da empresa torna-se necessário, então em sua coleta de dados, seja pessoalmente ou através de uma call, vale a pena ficar atendo ao mapeamento do sistema produto-serviço do seu cliente.
Aqui é importante pedir para os diretores da empresa ou responsáveis pela empresa a elencarem pelo menos três concorrentes para que você possa analisar quem anda mandando bem no mercado e ver no que pode ajudar o seu cliente a começar a bater um bolão e diferenciar-se no mercado.
Peça para os diretores que participam da tomada de brief destacarem de forma clara qual é a grande vantagem competitiva que o seu cliente possui no mercado em relação aos demais. Comumente ocorrem imprevistos como as pessoas que participam não terem um consenso sobre tais vantagens ou dependendo nunca terem pontuado isso dentro da empresa.
Mapear os públicos torna-se uma atividade muito importante uma vez que uma empresa não possui somente clientes finais ou externos. Existem colaboradores dentro da empresa, assim como uma cadeia de fornecedores e parceiros que podem tornar-se estratégicos ao negócio do seu cliente.
Qual ou quais são os principais valores da empresa que você vai atender com o seu respectivo mercado de atuação. Peça para que afirmem claramente para você.
Mercado-alvo não é todo mundo, uma empresa que foca assim normalmente torna-se miope. Entender dos seus clientes e mercado de atuação muitas vezes passa por informações obtidas por pesquisa de mercado ou mesmo através de análise de dados como analytics do google ou mesmo estatísticas apresentadas nas redes sociais sobre.
Identifique as características da marca e da empresa do seu cliente. Vale a pena esclarecermos o que são esses tais de atributos não é? São aspectos, comportamentos e características próprias e peculiares de alguém ou de alguma coisa, no caso a empresa, seus produtos, serviços e experiências.
E aí, o que achou desses 8 pontos para preencher o seu briefing com o cliente? A procura do briefing perfeito realmente não é uma tarefa fácil viu. Você faz como o briefing com o seu cliente? Compartilha aí com a gente!
Para se obter bons resultados no briefing com o cliente torna-se essencial coletar as informações com as pessoas certas dentro da empresa, e claro uma pitada de organização do tomador de brief em relação as informações que precisa para executar os respectivos projetos com essas informações.
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