
Por mais que tenhamos o hábito de assistir séries e filmes para relaxar, vale ressaltar que sempre conseguimos extrair e aprender algo de qualquer coisa que consumimos. Nesse caso, ao falarmos de séries históricas conseguimos extrair muito mais informações. Contudo, se tratando de ficção e romances, é bom sempre validar as informações para ter certeza […]
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Por mais que tenhamos o hábito de assistir séries e filmes para relaxar, vale ressaltar que sempre conseguimos extrair e aprender algo de qualquer coisa que consumimos. Nesse caso, ao falarmos de séries históricas conseguimos extrair muito mais informações. Contudo, se tratando de ficção e romances, é bom sempre validar as informações para ter certeza dos fatos históricos. No entanto, alguns cenários, figurinos e contextos podem criar uma ideia na nossa mente sobre como era determinado período. E é por isso que hoje queremos trazer 3 séries com contextos históricos para você aprender enquanto assiste.
Apesar de claramente se tratar de uma história de ficção, essa série também conta com alguns fatos reais. Inspirada nos livros de Diana Gabaldon, a série conta a história de Claire, uma enfermeira inglesa da Segunda Guerra Mundial que de forma misteriosa viaja no tempo e vai para a Escócia do século 18. Dessa forma, o plano de fundo da série são os conflitos que acontecem entre Inglaterra e Escócia nesse período.
Ainda, mais do que ver um pouco sobre os hábitos e vestimentas da época, podemos aprender um pouco sobre a história do local vendo alguns acontecimentos da série. Dentre eles, podemos citar a batalha de Culledon, que realmente aconteceu no local, em 1746. A luta foi entre soldados britânicos e rebeldes jacobitas que queriam Charles Edward Stuart como rei britânico. Inclusive, o personagem de Charles também aparece na série.
Da mesma forma, podemos citar os castelos que servem de cenário para a série, que ainda existem na Escócia. A medida que a série avança, a família Fraser (família de Claire) acaba vindo para as Américas. E nessas temporadas, também é possível ver um pouco sobre a colonização inglesa nos EUA. Bem como a chegada de imigrantes escoceses e irlandeses, entre outros que povoaram a o local.
Essa série caiu no gosto popular e vem influenciando muitas coisas entre tendências e consumo, já ouviu falar da estética Old Money, por exemplo? O background dessa série é o período histórico da Regência londrina, época marcada por competitividade. Por sua vez, a série consegue mostrar isso muito bem ao retratar a ‘temporada social’. Entre outras palavras é a temporada em que os jovens da nobreza, em idade para se casar, são lançados a sociedade.
Além de se ter uma ideia sobre todo o contexto da época, assistindo a série podemos ter uma visão clara sobre a vestimenta da época. Ainda, citar o fato de poucos ou quase nenhum personagem usarem perucas (sim, era bastante comum na época). O que acontece é que no período em que se passa a série (1813-1827), ocorreu um aumento no imposto sobre essa peça. Isso fez com que muitas pessoas abandonassem as perucas.
Por fim, embora todos os personagens sejam fictícios, é possível ver semelhanças entre a Rainha Charlotte interpretada na série e a que realmente governou. Ela realmente era de origem africana e governou ao lado do Rei George III. Além disso, o Rei George realmente teve uma doença mental que o impediu de governar, assim como mostra a produção da Netflix.
Como o próprio nome já sugere, essa série conta a história do veneziano Marco Polo, durante suas aventuras na Corte de Kublai Khan, Imperador Mongol. As histórias retratadas na série são inspirada no livro do próprio Marco Polo, intitulado Viagens. Primeiramente, podemos citar a riqueza de detalhes, tanto nos figurinos, quanto cenários, o que é capaz de nos fazer entender bastante sobre aquele período histórico.
O pano de fundo para toda série é a Guerra ente China e Mongólia, durante o século 13. Kublai Khan foi um conquistador mongol, neto do grande Gengis Khan, e que possuía planos para conquistar o mundo inteiro. Na verdade, na época, o exército mongol era realmente um dos mais fortes e Marco Polo, acabou servindo eles por 17 anos.
Por fim, é possível se ter uma ideia sobre o contexto da época e sobre alguns personagens. No entanto, é preciso ficar de olho e sempre confirmar as informações em fontes confiáveis. No caso de Marco Polo, além de fortes críticas a série, algumas pessoas ainda apontam que alguns fatos não são tão confiáveis, o que poderíamos até entender como normal, se tratando de uma série de drama e não de um documentário.
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Um estilo vem chamando a atenção, principalmente no Tik Tok: o Old Money. Em uma tradução literal significa ‘dinheiro antigo’, ou seja, estamos falando de um estilo que seria característico da elite herdeira de grandes fortunas. Na Europa esse estilo está ligado a títulos de nobreza. Já nos Estados Unidos, essa estética está ligada a […]
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Um estilo vem chamando a atenção, principalmente no Tik Tok: o Old Money. Em uma tradução literal significa ‘dinheiro antigo’, ou seja, estamos falando de um estilo que seria característico da elite herdeira de grandes fortunas. Na Europa esse estilo está ligado a títulos de nobreza. Já nos Estados Unidos, essa estética está ligada a famílias que conseguem traçar seus ancestrais, até chegar a alguém que realizou um fato importante, como a fundação de uma cidade, por exemplo. Você lembra dos fictícios van der Woodsens em Gossip Girl? Pois bem, essas famílias tradicionais da 5ª Avenida de Manhatan. Conheça agora o que é o estilo Old Money.
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Primeiramente, se falarmos em cenários relacionados a esse estilo são lugares que nós veremos só em filmes. Mansões, carros luxuosos, casas de campo, jardins com fontes e estátuas renascentistas e por aí vai. Mas essa estética sempre esteve presente também na moda das pessoas que possuem esses bens. Roupas feitas com tecidos de seda e cashmere e peças como blazers, ternos sob medida, blusas gola alta, sapatos oxford, entre outros, fazem parte dessa estética. Para completar, temos os acessórios, como broches antigos, luvas de couro, chapéus, lenços de seda, entre outros.
Os cortes e modelos das roupas são inspirados em esportes da elite, como golfe, tênis e hipismo. Ou seja, é um vestir mais elegante, que dá ênfase aos cortes e tecidos. Além disso, cores como off white e bege dominam essa tendência.
Os looks de forma geral passam a ideia de conservadorismo e elegância o que cria um paradigma com a estética y2k. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra? Pois bem, os dois estilos vem sendo levantados e sustentados pela geração Z.
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É realmente irônico ver a mesma geração trazendo de volta duas tendências tão opostas, mas também é claro que existe público para todas elas. Nesse caso, podemos entender que o resgate do Old Money traz a ideia de estabilidade financeira, bem como um fuga da realidade. Além disso, o sucesso de séries como Bridgerton, The Crown e até mesmo Gossip Girl que acabou de ganhar um remake, também acabam por influenciar o sucesso dessa moda.
No entanto, outras pessoas veem esse estilo como desatualizado e desconexo com a maioria das pessoas no mundo. Ainda, ele pode ser entendido como uma resposta ao ‘New Money’, que é uma estética mais extravagante, popularizada pelo ‘novos ricos’. E como já sabemos, a elite sempre usou sinais para simbolizar seu status social. Sinais esses que só quem faz parte da mesma classe social consegue interpretar. Para ter uma ideia de como isso acontece é só olhar a repercussão daquele tênis da Balenciaga.
Nesse caso, o questionamento quanto ao estilo Old Money vai de encontro com os novos milionários que surgiram no início desse século. Artistas, que até então vinham de cenários marginalizados, começaram a ter acesso a marcas de grifes. Até então, essas marcas eram exclusivas de jovens herdeiros brancos.
Esse é um estilo que pode ser excludente, uma vez que as pessoas que fazem parte dele saberão identificar quem realmente é parte e quem está apenas tentando se encaixar ali. Por outro lado, nós todos somos livres para vestirmos o que quisermos, bem como testar novos estilos. Sendo assim, o mais importante é saber interpretar esse estilo e conseguir aplicar ele no que você veste no dia a dia.
Fonte: Steal the Look e We Fashion Trends
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Round 6 ou Squid Game. Se você está na internet provavelmente já viu um desses dois nomes por aí. Ou, talvez isso também ajude você a se situar: Batatinha frita, 1, 2, 3…É bem possível que você viu alguma criança falando isso enquanto brincava, certo? (vamos deixar esse assunto polêmico para outro momento). Hoje, queremos […]
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Round 6 ou Squid Game. Se você está na internet provavelmente já viu um desses dois nomes por aí. Ou, talvez isso também ajude você a se situar: Batatinha frita, 1, 2, 3…É bem possível que você viu alguma criança falando isso enquanto brincava, certo? (vamos deixar esse assunto polêmico para outro momento). Hoje, queremos entender uma das séries mais vistas da Netflix. Afinal, a série sul-coreana lançada na segunda metade de setembro deste ano, pode ultrapassar Bridgerton e se tornar a mais vista do serviço de streaming.
Antes de mais nada, vamos entender o contexto. Um grupo de pessoas endividadas e sem perspectiva de qualquer melhora em suas vidas são convidadas para participarem de uma série de jogos. O ganhador receberá uma boa quantia em dinheiro: alguns bilhões de wons (moeda sul-coreana), o que dá cerca de 200 milhões de reais, mais ou menos. Eles não recebem nenhuma informação prévia sobre o jogo e descobrem algo muito importante sobre apenas no momento em que começam a jogar: as pessoas que perdem são assassinadas no mesmo instante.
A inspiração para a série veio de dois mangás, de acordo com o diretor, Hwang Dong-hyuk. Um que conta a história de alunos que são forçados a lutar até a morte e outro onde o melhor mentiroso leva um prêmio em dinheiro. Battle Royale e Liar Game são os nomes dos mangás, respectivamente. No entanto, pessoas apontaram semelhanças entre a série e o filme japonês As The Gods Will, lançado em 2014. Ou seja, o diretor sofreu acusações de plágio. Porém Dong-hyuk diz que começou a pensar nesse enredo ainda em 2008.
De todo modo, o sucesso da série pode ter várias explicações. Uma delas é a crítica ao capitalismo. Os participantes se humilham e colocam suas vidas em risco pelo dinheiro (uma alta quantia, é claro). Enquanto isso, os organizadores do jogo se entretêm com isso. Além disso, os jogos são simples. Para sermos mais exatos: são jogos infantis, alguns conhecidos em vários lugares do mundo, muito além da Coréia do Sul. Aqui, no entanto encontramos um paradoxo: jogo super simples, mas muito sangrentos. Ou seja, há um clima muito tenso que se mistura a nostalgia.
Cabo de guerra e bolinha de gude são alguns exemplos de competições que acontecem na série. Segundo o diretor, a escolha por esses jogos tem um propósito bem maior. Com jogos mais simples, os espectadores podem dar maior atenção aos personagens complexos. Afinal, apesar das altas dívidas em comum, eles fazem parte de realidades bem diferentes. O protagonista, Lee Jung-jae, busca, além do dinheiro, respeito por parte da sua família. Quando entra para os jogos ele se aproxima de um imigrante paquistanês, uma desertora norte-coreana, um investidor falido e um idoso muito simpático. Cada um deles com uma história e problemas complexos e diferentes.
Por fim, Round 6 possui nove episódios e todos eles contam com cenas muito violentas. Para os que já assistiram e estão na expectativa: o diretor já avisou que não pretende trabalhar em uma segunda temporada, já que atualmente ele trabalha em um filme. Para os que pretendem ver, um aviso bem importante: esta série pode ser um tanto complicada para quem passa mal ao ver sangue.
Fonte: Carolina Fioratti / Super Interessante
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