
Este artigo foi feito para quem trabalha com criação de marcas. Confira a seguir 15 manuais de identidade da marca para inspirar você! Talvez você também goste de ler: Por que o Nubank redesenhou sua marca? 4 razões pelas quais um manual de marca economiza tempo e dinheiro para empresas Manual de identidade da marca? […]
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Este artigo foi feito para quem trabalha com criação de marcas. Confira a seguir 15 manuais de identidade da marca para inspirar você!
Talvez você também goste de ler:
Por que o Nubank redesenhou sua marca?
4 razões pelas quais um manual de marca economiza tempo e dinheiro para empresas

Um manual de identidade da marca serve, segundo Alina Wheeler (2010), para normatizarmos todos elementos que compõem ela como: logotipo, assinatura visual, cores, tipografia, manifesto, tom de voz, aplicações corretas e apresentações de materiais.
Tendo um manual podemos aplicar de forma correta o logotipo em materiais, assim como ter a precisão de acertar a cor exata indicada em escala de cores CMYK, hexadecimal ou mesmo em Pantone entre outras situações que devem ser previstas.
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Um manual de marca, manual de identidade visual ou brand book é um conjunto de instruções para usar o estilo visual da empresa de forma correta. Por exemplo, quais são as opções aceitáveis e inaceitáveis para as cores e disposição do logotipo, quais fontes, elementos gráficos e padrões são necessários, opções de design para a […]
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Um manual de marca, manual de identidade visual ou brand book é um conjunto de instruções para usar o estilo visual da empresa de forma correta. Por exemplo, quais são as opções aceitáveis e inaceitáveis para as cores e disposição do logotipo, quais fontes, elementos gráficos e padrões são necessários, opções de design para a mídia principal: cartões de visita, site e outros.
O manual de marca ajuda a criar e manter uma identidade de destaque. Quando uma empresa adquire um manual, você precisa pensar em muitas pequenas coisas e estabelecer uma regra para elas. Para fazer isso, eles pensam sobre o público-alvo e como se comunicar melhor com ele, estudam como são as outras empresas e descobrem como ser diferentes. A presença do brand book mostra que a empresa tomou muitas decisões conscientes em termos de visual e pensou em como se destacar.
O manual de marca deve ser amigável para designers e gerentes, não estamos falando em um livro com muitas páginas, utilize apenas o necessário para deixar tudo claro. É inconveniente passar para o cliente detalhes de produção que não são necessários para o entendimento da marca, para apenas criar dezenas de páginas e transmitir a falsa sensação de qualidade.
Agora que você já sabe o que é um manual, vamos as 4 razões pelas quais um manual de marca economiza tempo e dinheiro para empresas.

Se você criar um design sem amostras e instruções, então dependerá das idéias criativas de uma pessoa em particular, da tarefa e das circunstâncias. Às vezes, isso é bom, mas se for para comunicação regular com os clientes, pode ser um grande problema.
Se cada mensagem tiver uma mensagem e um estilo diferente, os clientes ficarão confusos.
Sem um manual, a comunicação será heterogênea, não será possível construir de forma consistente a mesma imagem. Assim, o público-alvo não conseguirá formar uma percepção correta da empresa, será difícil se destacar dos concorrentes. Construir uma marca forte neste caso é quase impossível.
Assim, quando existe um manual de identidade visual, é mais fácil para um designer fazer um layout uniforme de mídia. Com isso, a empresa tem a mesma aparência em todos os canais, é fácil para o cliente identificá-la e diferenciá-la dos concorrentes.
Se a empresa não possui um manual de marca, o estilo visual é expresso em palavras. O profissional de marketing, diretor de arte ou designer interno sabe como os materiais gráficos devem ser e podem explicar a um iniciante como fazer isso da maneira certa.
O manual de marca não é um guia para todas as questões de design, mas marca os limites dentro dos quais um designer pode encontrar soluções.
Se a empresa empregar vários designers e eles não tiverem um manual de marca, cada um fará de forma um pouco diferente. Sem um manual de marca, o intérprete fica livre em soluções criativas, então ele vai criar seu próprio produto, e não um produto geral. Isso evitará que a empresa mantenha uma imagem coerente e reconhecível.

O manual de marca economiza tempo e dinheiro ao trabalhar em equipe. Se não houver pontos de referência, há muita discussão sobre o básico, como metáfora visual, cores e fontes. Isso pode atrasar as negociações e a preparação de um projeto, o que acabará resultando em custos adicionais.
O manual de marca ajuda a resolver questões de estilo. Se o cliente fizer comentários sobre o design, focando apenas no seu gosto, isso é um problema. Em primeiro lugar, eles podem ser desafiados e, em segundo lugar, o seu gosto pode mudar: algo que você gostou hoje pode não gostar amanhã. O manual de marca exclui o gosto e ajuda a argumentar comentários.
O manual de marca ajuda os gerentes que trabalham com agências, mas não sabem muito sobre design. No manual, os gerentes verão o conjunto mínimo de regras e técnicas que devem ser seguidas ao desenvolver layouts. Os gerentes serão capazes de dar feedback fundamentado, mesmo sem experiência e observação.
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Quando conversamos com profissionais de áreas diferentes das nossas é normal ouvirmos termos dos quais não entendemos o significado. Eu, por exemplo, ficava completamente perdida quando falava com minha advogada, pois de 10 palavras que ela falava eu entendia 5. Claro, para ela todas aquelas palavras eram usuais, utilizadas no seu dia a dia de […]
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Quando conversamos com profissionais de áreas diferentes das nossas é normal ouvirmos termos dos quais não entendemos o significado. Eu, por exemplo, ficava completamente perdida quando falava com minha advogada, pois de 10 palavras que ela falava eu entendia 5. Claro, para ela todas aquelas palavras eram usuais, utilizadas no seu dia a dia de trabalho. Mas isso me fez pensar: será que no meu dia a dia eu também uso palavras que muitas pessoas desconhecem o significado, como por exemplo: grid? layout? Pensando nisso, reuni aqui a explicação de 8 termos do design que utilizamos o tempo todo.
Ah! e antes que eu esqueça, esses termos foram colocados aqui por que ao menos uma vez alguém pediu o que significava. 
O grid serve para orientar o layout. Assim dizendo, ele estrutura e organiza qualquer peça gráfica, como por exemplo, livros, jornais e até o panfleto que você pega no supermercado. Tudo que você vê ali, inclusive as margens e os espaços em branco foram pensados dentro de um grid.
Ele é feito a partir de linhas que servem como marcação para um determinado documento. Então, quando um designer falar que seguiu o grid para criar determinada peça, ele está falando, entre outras palavras, que ele seguiu um determinado alinhamento, que foi feito por ele mesmo, claro.
E para desenhar esses grids, muitas vezes, utilizamos algumas regras de composição, como a regra dos terços ou a proporção áurea.

De acordo com o Dicionário Michaelis, a palavra leiaute (sim, existe mesmo e é o aportuguesamento da palavra layout) significa:
1 (PUBL) Esboço, planejamento ou espelho de trabalho tipográfico com a especificação dos caracteres que devem ser empregados, disposição da matéria, claros, medidas e outras minúcias relativas à composição de um livro, folheto, periódico, anúncio ou obra comercial.
…
3 (POR EXT) Qualquer esboço ou projeto gráfico de um trabalho de arte a ser reproduzido.
Resumindo, layout é uma arte. Um folder, possui um layout, assim como um site e uma revista, por exemplo.

O briefing é o ponto de partida de qualquer projeto de design. Ou seja, o processo de briefing é onde o designer entende o projeto que vai desenvolver. As informações mais importantes sobre o que será necessário para desenvolver determinado projeto, bem como entender o objetivo do cliente com aquilo são dadas nesse momento.
Além disso, informações como público alvo e concorrentes também fazem parte dele. Se você quiser se aprofundar mais no assunto, dá uma olhada nesse artigo que explica como fazer um briefing perfeito e nesse que coloca 8 pontos para construção do briefing.
Quando nós criamos uma marca, quase sempre entregamos também um Brandbook ou um Manual de Identidade Visual.
O brandbook, de acordo com Ellen Lupton serve para documentar a linguagem, atitude e expressão de uma marca. Ou seja, ele é um documento direcionado para parceiros, editores, consumidores e investidores de uma empresa. Nele terá um conjunto de elementos que trarão a sensação e o espírito da marca, por meio de formas, texturas, fotografias e palavras.
Por outro lado, o Manual de Identidade Visual, como o próprio nome diz, é um…manual. Isso mesmo, é um documento que ensina como utilizar a marca. Ali estará explicada, por exemplo, em que cores você poderá utilizá-la, sua proporção correta, o que fazer e o que não fazer com ela.
Vale lembrar que tanto o brandbook quanto o MIV trazem informações para aplicações da marca, como: cores, tipografias, espaços de respiro, entre outros. A principal diferença entre os dois é que o MIV é um documento onde encontraremos informações mais técnicas, enquanto o brandbook traz muito mais a experiência e conta a história da criação marca e da empresa.
Quer um exemplo? Então vamos começar grande. Você pode dar uma olhada no brandbook da Oi e no MIV do Spotify, por exemplo.
Ah! Nós colocamos aqui as terminologias (Manual de Identidade Visual e Brandbook) e suas definições, mas no mercado muitas vezes esses termos acabam se misturando.
De acordo com Ellen Lupton, o mockup é uma ferramenta utilizada para simular a aparência e o comportamento que um material terá depois de impresso. Nele, utilizamos cores, texturas e proporções para que o cliente possa entender e visualizar como ficará o seu cartão de visitas, por exemplo.


Não, não estamos falando da bebida. Sangria é o termo utilizado para designar uma parte extra de área que deixamos quando um arquivo é finalizado para impressão. Ou seja, se estamos trabalhando na capa de um catálogo que possui uma imagem inteira na capa, por segurança, nós deixamos a imagem um pouco maior que o tamanho da capa do catálogo.
A área extra com arte é importante para evitar erros no momento da impressão. Pois se o papel contrair ou expandir ou a máquina for programada errada no momento do corte, pode ficar uma linha fina sem impressão, o que prejudicaria bastante o visual da capa do catálogo, por exemplo.
Após impresso o documento é cortado no tamanho real, se utilizando das marcas de corte.

Nós chamamos de pattern ou padrão visual o design de superfície. Ou seja, é um ‘padrão’ ou uma ‘estampa’ criada para ser utilizado em materiais impressos, como cadernos, bolsas, embalagens, e por aí vai.
Muitas vezes ele é criado dentro de uma identidade visual. Ou seja, ao ser usado junto com determinada marca, o padrão visual, por si só já se torna um elemento identificador daquela marca.
Por exemplo, você reconhece a estampa abaixo? Sabe a qual marca ela pertence?

Acho que você já deve saber, mas, só para confirmar:

Isso mesmo! Esse pattern é da Louis Vuitton e quase todo mundo que vê esse pattern identifica a marca. Claro que o que faz ele ser lembrado são os demais elementos que fazem parte dele como: cores, formas, espaçamentos.
Ah! e antes que eu esqueça chamamos isso de pattern ou padrão visual, por que ele pode ser repetido pela quantidade de espaço que quisermos. Quer mais alguns exemplos, dá uma olhada aqui:



Seu significado em inglês é ‘chuva de ideias’, conforme nosso querido Google Tradutor. Mas o termo Brainstorming foi criado pelo publicitário Alex F. Osborn, em 1957 e significa: atacar um problema de maneira rápida e de todas as direções possíveis.
Essa técnica é praticada em grupo e consiste em lançar um problema, como por exemplo: como incentivar as pessoas a utilizarem máscara facial? E deixar as pessoas livres para elas darem suas ideias acerca o tema. Ou seja, o primeiro e mais importante critério para um brainstorming é não julgar, tanto as suas quanto as ideias dos outros.
Quanto mais livre de julgamento, mais as pessoas poderão pensar ‘fora da caixa’ e trazer alguma solução inusitada para algum problema. Embora bastante utilizada no mundo do design, hoje em dia essa prática é bem comum em vários lugares desde jardim de infância até o meio corporativo.
Alguém do grupo deve anotar tudo, desde palavras aleatórias até formulações mais complexas. A organização e validação dessas ideias é feita em um segundo momento.
Esses termos não são exclusivos do mundo do design, vários profissionais de vários segmentos os utilizam também, às vezes com o mesmo significado e às vezes com um significado diverso.
Sabemos que, cada vez mais, devemos usar uma linguagem que todos entendam. Porém, muitas vezes no nosso dia a dia acabamos usando palavras que já estão tão presentes em vários momentos da nossa vida que esquecemos desse detalhe.
Veja também esse artigo com 10 dicas para aumentar sua criatividade
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