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blockchain – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Wed, 13 Sep 2023 13:43:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png blockchain – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 Brasil Desce para o 9º Lugar no Mercado de Cripto Global: Quem é o Novo Líder Surpreendente? https://sejacriativo.com.br/brasil-desce-mercado-de-cripto/ https://sejacriativo.com.br/brasil-desce-mercado-de-cripto/#respond Wed, 13 Sep 2023 13:45:18 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=33077 Brasil mesmo com a queda, continua sendo líder no mercado de cripto da América Latina

Brasil mesmo com a queda, continua sendo líder no mercado de cripto da América Latina

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Brasil mesmo com a queda, continua sendo líder no mercado de cripto da América LatinaBrasil mesmo com a queda, continua sendo líder no mercado de cripto da América Latina

O mundo das criptomoedas é um cenário em constante mutação, onde as posições no ranking podem mudar tão rapidamente quanto os preços das moedas digitais. Recentemente, o Brasil viu sua posição no mercado de criptomoedas global retroceder para o 9º lugar, de acordo com um estudo da Chainalysis, uma empresa de análise em blockchain. No entanto, a grande reviravolta está no novo líder global desse setor em constante evolução.

Neste artigo, exploraremos as razões por trás desse declínio, o que significa para o Brasil e quem é o novo líder que surpreendeu a todos. Prepare-se para uma análise reveladora do estado atual das criptomoedas no cenário mundial.

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Brasil Desce para o 9º Lugar no Mercado de Criptomoedas Global

Recentemente, a Chainalysis, uma empresa de análise em blockchain, divulgou um estudo revelando os 20 países que mais adotaram as criptomoedas nos últimos 12 meses. O Brasil, anteriormente na 7ª posição, agora desceu para a 9ª posição, mas ainda é o líder incontestável no mercado cripto da América Latina. A grande surpresa vem do novo líder global: a Índia.

“A popularização das criptomoedas não se resume aos países com os maiores volumes brutos de transações – qualquer um provavelmente poderia adivinhar que os países maiores e mais ricos estão à frente nesse aspecto. Em vez disso, queremos destacar os países nos quais as pessoas comuns estão adotando as criptos”, explicou a Chainalysis no relatório divulgado nesta terça-feira, 12.

criptomoedas
Pinterest

As regiões da Ásia Central, Meridional e Oceania dominam o topo do ranking, com seis dos dez países líderes: Índia, Vietnã, Tailândia, Filipinas, Indonésia e Paquistão. Surpreendentemente, a América Latina está representada no estudo apenas pelo Brasil, Argentina e México.

Os Estados Unidos, que costumam liderar rankings globais em diversas áreas, ficaram em quarto lugar no estudo da Chainalysis. A empresa explicou a metodologia usada:

“Classificamos todos os 154 países para os quais temos dados suficientes em relação a cada subíndice. Ponderamos as classificações com base em características como tamanho da população e poder de compra, tiramos a média geométrica da classificação de cada país nos cinco subíndices e, em seguida, normalizamos esse número final em uma escala de 0 a 1 para determinar a classificação geral. Quanto mais próxima de 1 for a pontuação final do país, mais alta será a classificação”.

Apesar das criptomoedas continuarem sendo um tópico relevante em muitos países, a adoção em massa está atualmente em baixa, após escândalos como o da FTX e ciclos de queda nos preços de seus principais ativos. No entanto, a Chainalysis observa que ainda há países apresentando aumento na adoção, como a Índia, que subiu do 4º lugar para o 1º no último ano.

O Futuro das Criptomoedas no Cenário Global

Mais especificamente, há um segmento crucial de países onde a adoção popular das criptos teve uma recuperação muito mais forte do que em qualquer outro lugar: os países de rendimento médio-baixo (LMI, na sigla em inglês). LMI é uma das quatro categorias utilizadas pelo Banco Mundial para classificar países de acordo com o nível de riqueza, com base na renda nacional bruta per capita.

Os países classificados como LMI incluem a Índia, Nigéria e Ucrânia. A Nigéria está em 2º lugar no ranking de adoção cripto, enquanto a Ucrânia ocupa a 5ª posição. O avanço desses países pode impulsionar o otimismo em relação à adoção das criptomoedas, uma vez que eles têm destaque na economia mundial e populações numerosas.

“Os países LMI são frequentemente nações em ascensão, com indústrias e populações dinâmicas e em crescimento. Muitos deles experimentaram um desenvolvimento econômico significativo nas últimas décadas, saindo do grupo de baixos rendimentos. E o mais importante, 40% da população mundial vive em países LMI. Se os países LMI são o futuro, então os dados indicam que as criptomoedas serão uma parte significativa desse futuro”, conclui a Chainalysis em seu relatório.

Considerações finais

O cenário das criptomoedas continua a evoluir, e o Brasil, embora tenha recuado no ranking, mantém uma presença sólida na cena cripto da América Latina. Enquanto isso, a Índia emerge como um líder global surpreendente, demonstrando que o mundo das criptos está repleto de reviravoltas e oportunidades em constante mudança.

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Campari Blockchain: o que é isso? https://sejacriativo.com.br/campari-blockchain-o-que-e-isso/ https://sejacriativo.com.br/campari-blockchain-o-que-e-isso/#respond Mon, 06 Mar 2023 15:09:12 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=17913 Campari Blockchain o que é isso?

A Campari anunciou a nova fase do programa The Campari Blockchain através da coleção Effervescenza. Marca continua com presença na Web3 ao criar coleção de NFTs inspiradas em Campari Tonic e promete mais novidades em 2023. NFTs serão comercializadas através de PIX ou pagamento via criptomoedas a partir de 07/04 Toda a renda será revertida […]

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Campari Blockchain o que é isso?Campari Blockchain o que é isso?

A Campari anunciou a nova fase do programa The Campari Blockchain através da coleção Effervescenza.

Marca continua com presença na Web3 ao criar coleção de NFTs inspiradas em Campari Tonic e promete mais novidades em 2023.

NFTs serão comercializadas através de PIX ou pagamento via criptomoedas a partir de 07/04 Toda a renda será revertida para o fundo de apoio a comunidade de bartenders e artistas criadores das obras.

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Campari Blockchain, o que é isso?

O Campari Group, grande empresa do setor global de bebidas, que comercializa suas marcas em mais de 190 países ao redor do mundo com posições de liderança na Europa e nas Américas, continua sua jornada no universo da Web3 ao lançar mais uma coleção de NFTs, chamada de Effervescenza, através da plataforma The Campari Blockchain.

Após o sucesso da primeira fase do projeto que ocorreu no segundo semestre de 2022 com o lançamento da coleção de Alchimia di Campari e a distribuição de NFTs durante a Negroni Week, a marca, primeira do ramo de bebidas em lançar uma coleção de NFTs focada na coquetelaria, apresentará artes digitais colecionáveis inspiradas no drink Campari Tonic — prático, refrescante, simples e original, perfeito para ser apreciado entre amigos em diferentes ocasiões.

“Esse será um ano muito movimentado em The Campari Blockchain, incluindo o lançamento de outras coleções de obras de arte colecionáveis e a criação de uma plataforma de fidelidade ainda maior para o usuário. Além de democratizar e ampliar nossa comunidade na Web3, nossa ideia também é envolver os bartenders na tomada de decisões sobre a utilização do fundo gerado. Fiquem ligados, porque teremos muitas novidades em breve!”, conta Vinicius Löw, Diretor de Marketing do Grupo Campari .

A coleção Effervescenza disponibilizará até 800 NFT’s, para consumidores amantes da coquetelaria e inovação, que serão comercializados através de pix por um preço de venda iniciando em R$200 ou equivalente em criptomoeda (Polygon) — facilitando o acesso a um público mais amplo – com desconto para quem já é membro da comunidade e participação em pré-venda a partir de 28/03.

Os compradores das artes colecionáveis terão acesso exclusivo a um conjunto de 6 copos americanos personalizados para preparar o Campari Tonic perfeito e a venda para o público geral ocorrerá a partir de 07/04. Lembrando que quem comprar um dos NFTs da coleção será convidado para integrar a comunidade exclusiva The Campari Blockchain com acesso a descontos adicionais em próximas coleções e benefícios o ano tudo, com possibilidade de ganhar jantares completos, welcome drinks, encontros com bartenders e experiências inéditas proporcionadas pelo icônico bitter italiano.

Além de oferecer benefícios especiais para seus usuários, ao adquirir os NFTs, o consumidor fomenta a comunidade artística e de bartenders: 10% das vendas é revertida para o artista da coleção e 84% para o fundo criado para ajudar o desenvolvimento da comunidade de bartender do Brasil sob gestão de Campari Academy.

A estratégia web 3.0 e o programa The Campari Blockchain são desenvolvidos com o apoio da Três Ponto Zero, consultoria especializada em estratégia, educação, criação e desenvolvimentos de projetos em web 3.0.

“A coleção Effervescenza reforça a vontade de seguir o caminho iniciado em 2022 por meio do programa The Campari Blockchain e marca o início de um ano em prol da construção de uma comunidade ativa de amantes da coquetelaria. Artes colecionáveis, experiências exclusivas, benefícios, educação, encontros, entre outras coisas, formarão um conjunto de ingredientes fomentando uma comunidade engajada, e apaixonada pela coquetelaria e inovação; processo no qual os bartenders serão nossos embaixadores e principais parceiros”, conta Thomas Rebergue, sócio co-fundador da consultoria.

Sobre Campari

O Campari Group é uma empresa importante no setor global de bebidas, comercializando suas marcas em mais de 190 países ao redor do mundo com posições de liderança na Europa e nas Américas. O Campari Group foi fundado em 1860 e hoje é a sexta maior empresa mundial na indústria de bebidas destiladas premium. O portfólio do Campari Group, com mais de 50 marcas, está dividido em bebidas destiladas (seu principal negócio), vinhos e refrigerantes. As marcas de renome internacional incluem Aperol, Appleton, Bulldog, Campari, Cinzano, SKYY Vodka e Wild Turkey. Com sede em Sesto San Giovanni, na Itália, a Campari possui 22 fábricas em todo o mundo, tem a sua própria rede de distribuição em 22 países e possui mais de 4 mil colaboradores no mundo, sendo 180 no Brasil. A empresa tem sede corporativa em São Paulo e uma unidade fabril em Pernambuco.

Sobre The Campari Blockchain

Lançado em setembro de 2022, The Campari Blockchain é o programa web 3.0 da Campari Brasil. Projeto atemporal que tem como objetivo construir uma comunidade com paixões em comum: a inovação e a coquetelaria assim como apoiar a comunidade de bartenders, através do fundo gerado com gestão de Campari Academy. Após a primeira coleção de NFTs, Alchimia di Campari, inspirada nos drinks elaborados durante a Bartender Competition 2022 e a ação de distribuição de NFTs grátis durante a Negroni Week 2022, The Campari Blockchain seguirá sua empreitada em 2023 elaborando projetos diversos do mundo 3.0, dentre eles o lançamento de várias coleções e ativações para a comunidade.

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As previsões e o futuro dos bancos na próxima década https://sejacriativo.com.br/as-previsoes-e-o-futuro-dos-bancos-na-proxima-decada/ https://sejacriativo.com.br/as-previsoes-e-o-futuro-dos-bancos-na-proxima-decada/#respond Thu, 02 Mar 2023 13:02:27 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=17730 As previsões e o futuro dos bancos na próxima década

Você sabe o que vai acontecer com os bancos daqui a 10 anos? O futuro dos bancos acaba de ser analisado por especialistas e, acredite, vai mudar muito. Confira a seguir a revolução no setor bancário: previsões para a próxima década. Talvez você goste de ler também: “App Velho rico” está enriquecendo mulheres? Marca G-Shock […]

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As previsões e o futuro dos bancos na próxima décadaAs previsões e o futuro dos bancos na próxima década

Você sabe o que vai acontecer com os bancos daqui a 10 anos? O futuro dos bancos acaba de ser analisado por especialistas e, acredite, vai mudar muito.

Confira a seguir a revolução no setor bancário: previsões para a próxima década.

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O futuro dos bancos

Dificilmente passa-se um mês sem que novas plataformas de fintechs e serviços bancários sejam lançadas. Junto com elas, vemos o aumento de recursos e aplicativos para celulares, a partir das novas necessidades dos consumidores. Gosto de pensar que estamos vivendo uma verdadeira revolução no setor bancário. As indicações da Zion Market Research, contidas em levantamento de agosto do ano passado, apontam que o tamanho do mercado mundial de fintech-as-a-service deve crescer em torno de US$ 949 bilhões até 2028, com uma taxa composta de crescimento anual alcançada 17%.

O modelo de banco como conhecemos hoje assumirá novas formas e padrões regulatórios, mudando nossas experiências digitais cotidianas. Relatório divulgado pelo Departamento do Tesouro dos EUA em novembro de 2022 detalha como empresas de diferentes portes já oferecem uma gama de serviços financeiros focados nas reais necessidades dos consumidores, abrindo um novo campo de atuação para startups, bancos regionais e pequenas empresas expandirem suas operações e portfólios de produtos a ponto de se tornarem competidores relevantes, mesmo para as maiores instituições financeiras. É como se estivéssemos vendo uma nova primavera de inovadores fintech ansiosos para levar serviços financeiros para as massas.

Podemos vislumbrar quatro grandes tendências para o setor bancário na próxima década que transformarão positivamente o setor, com melhorias para os consumidores e para o mercado em geral.

1- Maior regulamentação melhorando todo o ecossistema

Recentemente, as finanças incorporadas passaram a fazer parte do nosso dia a dia, com novos aplicativos e serviços financeiros sempre que precisamos. São muitos novos métodos de pagamento para compras online, pagamento de apps de transporte em poucos cliques e ofertas de seguros integradas nas suas reservas de viagens e hospedagem.

Em outubro de 2022, a McKinsey divulgou um artigo, em coautoria com seus sócios, revelando que a receita de financiamentos incorporados atingiu US$ 20 bilhões nos EUA no ano anterior, transformando o processo de ponto de venda, gerando uma melhoria na experiência do cliente em empréstimos, seguros e outras ofertas, trazendo mais negócios para os vendedores. A Bain & Company, por outro lado, divulgou um relatório em setembro último apontando que facilitadores e plataformas de empréstimo incorporadas ao ponto de venda aumentarão seus lucros em 75% até 2026.

A infraestrutura financeira incorporada ainda está em seus primórdios, mudando os mercados rapidamente, mas sem supervisão ou controle de qualidade. Com o amadurecimento do setor, os órgãos reguladores estarão mais envolvidos, com ofertas bancárias mais especializadas e produtivas, o que é muito positivo para o consumidor, que terá produtos e serviços cada vez melhores e mais focados em suas reais necessidades.

2 – Geração Z trará cada vez mais fintechs

A Geração Z, com seus hábitos e comportamentos financeiros, moldará o desenvolvimento e as transformações do setor bancário na próxima década e verá sua renda ultrapassar a dos Millennials até 2031, quintuplicando para US$ 33 trilhões até 2030 (quase superior a um quarto da renda global). A inflação do período será responsável por uma geração de jovens aparentemente abastados.

Essa transferência de riqueza fará com que a Geração Z continue investindo em ativos tradicionais, como imóveis ou modelos simplificados de previdência privada, com tolerância ao risco variável, de acordo com sua percepção da cultura. Nascidas na era da internet, essas pessoas vivem no mundo digital e buscam serviços alinhados com seus valores e visões como diversidade, equidade, inclusão, meio ambiente, justiça social e questões de governança. A confirmação desses dados está em uma pesquisa da Stanford Graduate School of Business, divulgada em novembro. A pesquisa, que entrevistou 2.470 investidores, encontrou diferenças marcantes entre as gerações, com investidores mais jovens afirmando que preferem fundos que aderissem aos objetivos ESG.

Observaremos também algumas mentalidades conservadoras, fruto da convivência com os pais que passaram por períodos de recessão, vivenciando os efeitos de uma pandemia mundial e cenário político volátil. Esta experiência, sem dúvida, influenciará as decisões de investimento de muitos.

No entanto, olhando de forma mais ampla, acho que veremos que a maior parte desta geração investe de forma mais agressiva. E como suas demandas vão aumentar, principalmente as de consumo, a customização será o caminho para atendê-las. Bancos e instituições financeiras provavelmente não enfrentarão esse desafio da mesma forma que atendem indivíduos de alta renda. Antecipando esse processo, para fintechs e plataformas BaaS, inovar sempre será a nova rotina. Modalidades de investimento passivo, a partir de produtos de alto retorno, se tornarão mais comuns, inaugurando um mercado de hedge funds democratizado e fácil de usar. Veremos o surgimento de uma nova categoria de fintechs lideradas por tecnologia que atendem exclusivamente à riqueza jovem, com foco no gerenciamento de patrimônio no estilo concierge. Com isso, o setor bancário ficará mais democratizado ao receber esses jovens de braços abertos.

3 — Mais pessoas trabalhando com bancos

O mobile banking foi fortemente acelerado durante a pandemia. Isso aumentou muito o número de banqueiros. A Pesquisa Nacional de 2021 do FDIC sobre famílias sem banco e sem banco nos Estados Unidos indica que apenas 3% das famílias no país não têm banco – abaixo dos 23% de 2019 e 55% de 2011 (o FDIC define sem banco como não ter banco ou crédito conta corrente de sindicatos).

A área de influência do setor bancário crescerá na próxima década. No entanto, com os Estados Unidos à beira de uma recessão, a diferença de riqueza dos desbancarizados pode aumentar. Com a ascensão das finanças corporativas, mais pessoas estarão dispostas a entrar no sistema bancário, tendo acesso a melhores contas correntes e de poupança, novas oportunidades de investimento, cartões de crédito e novos produtos.

Mesmo com esses esforços, o hiato de riqueza, a desconfiança fundamental e o viés sistêmico permanecerão no sistema bancário. Ainda assim, com tecnologias e abordagens como as descritas, há uma possibilidade muito maior de expansão do campo e o surgimento de uma abordagem mais acessível para gerenciamento de dinheiro e criação de riqueza.

4 — Criptoativos: um retorno regulado e calculado

Todos vimos que o ano não foi bom para as criptomoedas — que pode não ter acabado ainda, mesmo com a alta verificada nos últimos dias. No entanto, os fundamentos dos ativos descentralizados ainda se apresentam como um dos futuros das finanças. Nos próximos anos, veremos isso acontecer de algumas maneiras: por meio de títulos e regulamentações, o surgimento do primeiro produto empresarial de consumo e mais casos de uso fora do setor financeiro.

A blockchain oferece alto risco, mas a possibilidade de grandes retornos ao comprar ativos em tecnologia descentralizada. No entanto, embora pareça um ativo, a blockchain é mais como uma mercadoria. Mesmo com a crescente popularidade das criptomoedas, é importante olhar de forma mais profunda e diferente para o seu risco geral. A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA regulamentará em breve o investimento em tokens de empresas privadas e de serviços públicos, que são certificados de patrimônio emitidos na blockchain geralmente vinculados a ações de uma empresa, o que será bem-vindo e trará mais publicidade aos riscos de investimento, mas significará que eles não serão mais acessíveis a todos.

Stablecoins, representação digital de qualquer moeda de qualquer país, é o exemplo pioneiro de sucesso de blockchain no setor bancário. Espero e acredito que as Stablecoins irão melhorar o sistema bancário, oferecendo maior controle e menor volatilidade, ajudando as massas a adotar a moeda digital.

Finalmente, devido ao aumento do escrutínio em torno da negociação de valores mobiliários e serviços financeiros em criptoativos, mais e mais empreendedores desenvolverão jogos, redes sociais e outros produtos não bancários na Web 3.0. Isso acelerará a adoção da blockchain fora das finanças à medida que ela for incorporada, trazendo-a de volta ao zeitgeist.

*Por Sankaet Pathak, CEO e fundador da Synapse

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Blockchain: O que é? https://sejacriativo.com.br/blockchain-o-que-e/ https://sejacriativo.com.br/blockchain-o-que-e/#respond Tue, 28 Feb 2023 14:19:28 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=17403 blockchain o que é

Blockchain o que é? Esse é um questionamento que muitas pessoas estão fazendo. Hoje é completamente comum acontecer negociações com criptomoedas. Essas negociações, geralmente, acontecem em distintos nichos das camadas existentes de transações no mercado. Mas você sabe como funcionam essas criptomoedas. Por trás de cada criptomoedas, existe uma tecnologia chamada de blockchain. Mas você […]

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blockchain o que éblockchain o que é

Blockchain o que é? Esse é um questionamento que muitas pessoas estão fazendo. Hoje é completamente comum acontecer negociações com criptomoedas. Essas negociações, geralmente, acontecem em distintos nichos das camadas existentes de transações no mercado. Mas você sabe como funcionam essas criptomoedas.

Por trás de cada criptomoedas, existe uma tecnologia chamada de blockchain. Mas você sabe o que é a tecnologia blockchain Continue lendo e confira aqui que nós vamos te explicar.

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O que é a blockchain?

Em síntese, pode-se dizer que essa é um tipo de tecnologia que funciona como um livro de razão pública, ou seja, um livro contábil. Nela, portanto, é feito todo o registro de transação de uma moeda virtual, mais conhecidas como criptomoedas. Essas criptomoedas podem ser variadas, como o Bitcoin, Ethereum, entre outros. Por meio da Blockchain, esse registro é feito de forma muito mais confiável e imutável.

Nesse sentido, podemos entender a blockchain como um registro de informações como a quantia de Bitcoins, entre outras criptomoedas transacionadas. Na blockchain, fica registrado quem enviou as criptomoedas, quem recebeu, quantas transações foram feitas com a criptomoedas e em qual lugar desse grande livro contábil a moeda virtual está registrada.

Ou seja, no final das contas, isso acaba demonstrando que a tecmologia possui uma transparência de ponta, de modo que as criptomoedas tornaram-se uma maneira extremamente confiável de fazer negociações em distintas escalas do mercado internacional e nacional. Em suma, pode-se dizer que essa é a definição de blockchain.

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Como criar uma NFT? https://sejacriativo.com.br/como-criar-uma-nft/ https://sejacriativo.com.br/como-criar-uma-nft/#respond Tue, 13 Dec 2022 18:33:51 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=15018 mercado de nft's, marcas, nike, destaque, destaques, sejacriativo, sejacriativa

De fato, os tokens não fungíveis (NFTs) encontram-se em alta no mercado desde o ano de 2021. Nesse sentido, com o sucesso desses ativos digitais, muitas pessoas começaram a questionar-se como criar um NFT e comercializá-lo. Embora atualmente o mercado de cripto ativos esteja em queda, os criadores de NFTs já conseguiram lucrar milhões de […]

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De fato, os tokens não fungíveis (NFTs) encontram-se em alta no mercado desde o ano de 2021. Nesse sentido, com o sucesso desses ativos digitais, muitas pessoas começaram a questionar-se como criar um NFT e comercializá-lo. Embora atualmente o mercado de cripto ativos esteja em queda, os criadores de NFTs já conseguiram lucrar milhões de dólares com as vendas dos seus ativos digitais, por isso esse tipo de negócio começou a chamar atenção das pessoas.

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Em suma, para poder criar uma coleção de NFT é preciso antes ter alguns conhecimentos básicos do que é uma NFT é quais são as habilidades necessárias para poder produzir, divulgar e vender o seu token não fungível. Inicialmente, é importante deixar claro que é necessário ter familiaridade com algumas ferramentas de design, além de saber operar sites de comércio de tokens, bem como noção de marketing para poder fazer a divulgação do produto. Ou seja, é inviável criar uma NFT aleatoriamente e tentar vender sem ter estratégias para tal.

Além disso, para poder criar um NFT, é essencial estar ciente do conceito de cunhar, ou “mintar”, como a comunidade brasileira passou a chamar. Na realidade, a criação de um token exige uma blockchain específica, como a Ethereum, a Polygon ou a Binance Smart Chain (BSC).

Não existe nenhuma regra que impeça que uma ou mais NFTs contenham o mesmo arquivo, embora cada token seja único e exclusivo de um determinado proprietário. Algumas NFT são mais raras por possuírem somente 10 cópias montadas, enquanto as demais podem existir milhares de versões iguais registradas em uma blockchain. Os melhores sites apra se criar NFTs são: OpenSea, Rarible, Enjin, Binance, Forge, Proton Mint e Cent.

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Mercado de NFTs em queda, entenda! https://sejacriativo.com.br/mercado-de-nfts-em-queda-entenda/ https://sejacriativo.com.br/mercado-de-nfts-em-queda-entenda/#respond Fri, 25 Nov 2022 13:20:06 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=14735 mercado de nft's, marcas, nike, destaque, destaques, sejacriativo, sejacriativa

Logo no primeiro trimestre de 2022, as negociações de tokens não fungíveis, as famosas NFTs, passaram a ser comercializadas em grande intensidade. No entanto, com o passar do tempo, essas artes digitais e colecionáveis que são registradas em blockchain, caíram 97% em relação ao recorde de janeiro deste ano, de acordo com os levantamentos que […]

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Logo no primeiro trimestre de 2022, as negociações de tokens não fungíveis, as famosas NFTs, passaram a ser comercializadas em grande intensidade. No entanto, com o passar do tempo, essas artes digitais e colecionáveis que são registradas em blockchain, caíram 97% em relação ao recorde de janeiro deste ano, de acordo com os levantamentos que foram feitos pela Dune Analytics. Acontece que, no mês de setembro, o número de negociações envolvendo esses ativos digitais somaram US $466 milhões.

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Mercado de NFTs em queda?

No entanto, embora pareça um número promissor à primeira vista, não chega perto dos US $17 bilhões registrados no início de 2022. Nesse sentido, de acordo com um relatório que foi publicado no mês junho, quando começou a se intensificar a queda de vendas das NFTs, em torno de 94%, o The Block explicou que no mês de janeiro aconteceu um movimento que se chama de wash trading no mercado de NFTs. Essa movimentação é, basicamente, termos leigos, um negociador vendendo e comprando o mesmo ativo para criar expectativas enganosas acerca do valor e liquidez da NFT.

Porém, é fundamental deixar claro que não foi somente essa movimentação que fez com que as NFTs deixassem de ser negociadas. Na realidade, essa queda também está ocorrendo em razão da desaceleração do mercado de criptomoedas que acabou sofrendo uma queda significativa nesse ano, chegando a uma perda de US$ 2 trilhões até o momento.

Além disso, algumas NFTs caríssimas, como o próprio Bored Ape Yacht, caíram em torno de 30% do seu valor desde o início de 2022. Como o mercado cripto está em queda constante e longe de previsões de mudanças positivas, é bem provável que as negociações de NFTs continuem em baixa até que o mercado de cripto ativos volte a se estabilizar.

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