
Afinal de contas, remédios para emagrecer como Ozempic e Wegoy causam depressão? Confira
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Duas manchetes, uma dualidade intrigante. Enquanto alguns afirmam que medicamentos como Wegovy podem ser a chave para tratar a depressão, outros os associam a ideias suicidas. Qual é a verdade por trás dessas alegações conflitantes?
Embora ainda não haja uma resposta definitiva, a pesquisa sugere que medicamentos como Wegovy e Ozempic, pertencentes à classe GLP-1, podem oferecer mais do que apenas perda de peso. Eles podem desempenhar um papel fundamental na melhoria da saúde mental.
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Obesidade, diabetes e doenças cardíacas frequentemente andam de mãos dadas. Essas condições compartilham uma base metabólica comum, o que sugere que tratamentos voltados para uma podem ter benefícios inesperados para as outras.
Relatos anteriores de efeitos adversos nos GLP-1s foram raros. Um estudo recente, no entanto, desafia essas preocupações, sugerindo que esses medicamentos podem, na verdade, reduzir o risco de ideação suicida.


Embora a pesquisa inicial seja promissora, ainda há muitas incógnitas sobre como os GLP-1s afetam o cérebro e a saúde mental. São necessários ensaios clínicos em larga escala para confirmar essas descobertas preliminares.
À medida que exploramos as complexas interações entre metabolismo e saúde mental, os GLP-1s emergem como candidatos promissores para revolucionar não apenas a perda de peso, mas também o tratamento da depressão e de outras condições neurológicas.
Embora ainda haja muito a aprender, os GLP-1s representam uma nova fronteira na medicina.
Com mais pesquisas e ensaios clínicos, podemos desbloquear todo o potencial desses medicamentos para melhorar a saúde física e mental de milhões de pessoas.
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Especialista explica sobre os medicamentos Ozempic e Wegovy
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Médico da Liti Saúde explica sobre esses medicamentos que têm gerado dúvidas e despertado a curiosidade dos brasileiros
No início do ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do medicamento Wegovy, nome comercial da Semaglutida na dose de 2,4mg, para o tratamento da obesidade e do sobrepeso associado a outras doenças, como o diabetes e a hipertensão arterial.
Além dessa nova aprovação, o Ozempic (Semaglutida nas doses de 0,25, 0,5 e 1mg) que é aprovado no Brasil para o tratamento do diabetes, vem sendo usado também o-label (sem indicação formal em bula) para o tratamento da obesidade, já que o princípio ativo é a mesma substância do Wegovy, a Semaglutida.
Ambos são fabricados pela empresa, Novo Nordisk e a substância dos medicamentos é um análogo do hormônio GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1). Apesar de já ter sido aprovado pelos órgãos regulatórios, o Wegovy só deve chegar ao Brasil em 2024. Já o medicamento Ozempic pode ser utilizado pelos brasileiros desde 2018.
Especialistas da Liti Saúde alertam sobre as medicações, dizendo como funcionam, o que é preciso entender, para que servem, quais os efeitos colaterais e não usar sem prescrição e acompanhamento médico.
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Quem nunca ouviu (ou mesmo disse) a frase: “Tomei remédio e emagreci. Mas quando parei, engordei tudo de novo”. Sim, isso é um fato que só corrobora o quanto uma medicação bem indicada pode ser efetiva no tratamento da obesidade.
Muitas medicações têm sido desenvolvidas nos últimos anos e com resultados realmente significativos. No entanto, como toda medicação para doença crônica, é importante salientar que seus efeitos só ocorrem enquanto você estiver em uso. O conceito de “remédio para emagrecer” precisa ser abandonado e substituído pelo conceito de “remédio para tratamento da obesidade”.
Dessa forma, o uso de forma contínua pode ser uma realidade para muitas pessoas ( e ainda bem que hoje temos medicações seguras com as quais podemos contar).
As medicações aprovadas para uso no Brasil que apresentam os melhores resultados são o Saxenda (liraglutida) e o Ozempic (semaglutida), ambas de aplicação subcutânea.
Enquanto usando Saxenda 63% dos pacientes perderam mais que 5% do peso corporal, e 33,1% mais que 10% do peso corporal no período de 12 meses, utilizando Ozempic observou-se uma perda média de 14,9% no mesmo período. Para se ter ideia do avanço, medicações mais antigas atingem em torno de 5% de perda de peso.
Um dos maiores limitantes para a difusão do uso do Ozempic em pacientes com indicação clínica é o seu alto custo. Enquanto a dose máxima recomendada para o tratamento do diabetes é de 1 mg, para o tratamento da obesidade a dose preconizada é 2,4 x maior. Devido ao preço e possíveis efeitos colaterais, grande parte dos pacientes não atinge a dose recomendada, o que ocasiona resultados inferiores aos descritos na literatura.
Além disso, o efeito da medicação se dá através da perda de apetite, o que faz com que as pessoas comam menos e que não necessariamente comam melhor. Dessa forma, embora na balança e nas roupas elas notem a diferença, nem sempre esses resultados se refletem em um metabolismo mais saudável.
Um dos fenômenos que tem acontecido recentemente é a falta de Ozempic nas farmácias. Por ser uma medicação que não necessita de prescrição médica para ser comercializada, muitas pessoas acabam se automedicando, o que fez com que ele sumisse das prateleiras. Esse fato é preocupante, não somente por prejudicar os pacientes que realmente tem indicação clínica, mas também pelo risco que essas pessoas têm de complicações decorrentes do seu uso sem supervisão.
Uma perda de peso não monitorada e não acompanhada de reeducação alimentar e mudança de estilo de vida acarreta em perda de massa muscular, sendo um atalho cujo ponto final já é bem conhecido: reganho de peso muitas vezes superior ao peso inicial.
Uma das promessas para os próximos meses é a chegada no Wegovy. O Wegovy contém o mesmo princípio ativo do Ozempic, a semaglutida. A única diferença é que a caneta do Wegovy já virá preparada para a dosagem preconizada para o tratamento da obesidade, que é de 2,4 mg. A caneta do Ozempic apresenta uma dose máxima de 1 mg, sendo que para atingir 2,4 mg o paciente precisa usar 2,4 doses.
Muito tem se falado sobre o lançamento de uma nova droga, o Mounjaro (tirzepartida). Enquanto que o Ozempic e o Saxenda são medicações conhecidas como análogos de GLP-1 por mimetizarem um hormônio que atua em áreas do cérebro humano importantes para a regulação do apetite, a tirzepatida atua não somente dessa forma mas também como análoga de GIP, uma outra molécula que também tem ação no controle da fome e saciedade no nosso sistema nervoso central. Assim como o Ozempic, ele também é de uso subcutâneo semanal.
Os resultados com o uso da tirzepatida são muito animadores e superiores a todas as medicações já em uso para o tratamento da obesidade. Com uma análise de 2.539 participantes adultos não diabéticos durante um ano e meio, a média de perda foi de 15% do peso, mas alcançou até 20,9% entre os voluntários que receberam doses maiores. Neste último grupo, a diferença representou até 23,6 kg a menos.
Os efeitos colaterais mais esperados são semelhantes aos demais medicamentos com mecanismo de ação semelhante (Saxenda e Ozempic) que incluem náuseas e alterações do trato gastrointestinal.
A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, e o seu tratamento envolve também múltiplos fatores que merecem ser bem conduzidos por uma equipe de saúde especializada e centrada em promover o emagrecimento preservando a saúde do indivíduo como um todo. Esse cuidado pode envolver o uso de medicamentos e com certeza contará com a inserção de novos hábitos e com as mudanças no estilo de vida.
A reeducação alimentar e outras mudanças do estilo de vida são objetivos indispensáveis na jornada por uma vida mais saudável e o uso de medicamentos, quando necessário, são bem vindos e têm o seu importante papel em ajudar o indivíduo nessa jornada.
Sobre a Liti
A Liti é a primeira healthtech que foca em resolver a dor do sobrepeso e da obesidade de um jeito humanizado e completo no Brasil. A jornada é 100% online e conta com o apoio de um time de saúde multidisciplinar (médico, nutricionista, cientista comportamental e educador físico). A empresa possui uma balança de bioimpedância com alto nível de precisão que é capaz de analisar a sua composição corporal (quantidades de gordura e de massa muscular).
Conectada ao aplicativo da Liti, possibilita um profundo entendimento sobre como você reage a diferentes combinações de nutrientes ao longo do dia (dietas com composições diferentes de grupos de alimentos). A Liti une o melhor da ciência para trazer facilidade às pessoas que já testaram outras alternativas ou que estão pela primeira vez nessa jornada e garante ser a última solução a ser testada.
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Você já imaginou se existisse um remédio para emagrecer? Então, parece que isso já virou uma realidade. O Wegovy (semaglutida 2,4mg), remédio criado para poder tratar sobrepeso, como comorbidades e doenças associadas ao excesso de peso corporal, bem como a obesidade mórbida, no território brasileiro, recentemente, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). […]
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Você já imaginou se existisse um remédio para emagrecer? Então, parece que isso já virou uma realidade. O Wegovy (semaglutida 2,4mg), remédio criado para poder tratar sobrepeso, como comorbidades e doenças associadas ao excesso de peso corporal, bem como a obesidade mórbida, no território brasileiro, recentemente, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na realidade, mais precisamente, foi aprovado na segunda-feira.
Esse remédio foi criado pela farmacêutica Novo Nordisk. Além disso, é importante destacar que esse medicamento é o primeiro a ser aprovado no Brasil destinado para o emagrecimento. Em vista disso, com essa aprovação feita pela Anvisa do Wegovy, muitas pessoas passaram a questionar a diferença que existe entre as versões de semglutida já comercializadas no território nacional.
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O remédio que foi aprovado recentemente está dando o que falar. De acordo com estudos que foram feitos sobre Wegovy (semaglutida 2,4mg) mostraram que os pacientes que fizeram uso do medicamento conseguiram uma perda significativa de massa corporal. Conforme apostaram só estudos, a média de peso corporal foi de 17% em 68 semanas de testes em contraponto aos 2,4% que pertenciam ao grupo placebo.
Por conseguinte, é importante destacar que um em cada três pacientes que participaram do estudo, perderam cerca de 20% do seu peso corporal e 83,5% dos pacientes alcançaram uma redução também significativa, de 5% com a utilização do Wegovy (semaglutida 2,4mg), em comparação com 31,1% que pertenciam ao grupo placebo. Vale salientar também que a molécula semaglutida encontra-se disponível no mercado antigo desde o ano de 2018, época em que foi liberada pela Anvisa para o tratamento de diabetes tipo 2.
Quando a empresa foi questionada acerca do valor do remédio pelo JC, a assessoria de comunicação da empresa disse: “Sobre o preço do Wegovy no Brasil, ainda vai passar pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) para definição de preço. Depois, seguirá os demais trâmites de importação e logística para, somente após isso, chegar às farmácias, o que pode atingir o segundo semestre”.
No entanto, é importante destacar que o Wegovy é comercializado nos Estados Unidos da América desde o ano de 2021. De acordo com a Novo Nordisk, “resultados consistentes e animadores entre os pacientes” foram obtidos nos EUA. Por conseguinte, nos EUA, os valores do remédio podem variar entre 1.315 e US$ 1.426 (aproximadamente R$ 7.670) nas farmácias, de acordo com os preços que foram encontrados em buscas feitas por meio da internet.
De fato, podemos dizer que a diferença entre os dois remédios encontra-se na dosagem, bem como no formato dos dispositivos. “O Wegovy é mais moderno e tem a aplicação facilitada porque cada agulha é embutida. O dispositivo de aplicação é mais moderno. Ao encostar na pele, a dose certa é aplicada”, explica Francisco Bandeira, médico endocrinologista. “Quanto à dose, o Wegov pode chegar a 2,4 mg por semana; o Olympic a 1mg por semana. Logo, deve ser individualizado de acordo com a situação de cada paciente”, acrescentou.
O Ozempic pode ser usado para o emagrecimento assim como o Wegovy? Em suma, podemos dizer que mesmo que seja aprovado no território nacional, o Ozempic ainda não é um remédio que foi realmente autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para fins de emagrecimento, mas sim em pacientes que possuem diabetes. No entanto, no dia a dia dos consultórios, os endocrinologistas costumam prescrever sem ser em regime de bula o Ozempic para pacientes que possuem sobrepeso ou obesidade.
Por conseguinte, pode-se dizer que a aprovação do Wegovy baseou-se diretamente em um resultados de estudos do programa de ensaios clínicos STEP (Semaglutide Treatment Effect in People with Obesity). No que se refere à visão do próprio presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Paulo Miranda, a aprovação do Wegovy mostra-se como um marco importantíssimo na indústria brasileira no que tange o combate à obesidade. “A aprovação da sema glutida traz não só mais uma alternativa para o combate a esta doença, como chegar como a medicação com melhores resultados já apresentados em estudos”, disse o presidente Miranda.
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