
Contêineres queimados representam muito mais do que prejuízo para o município, confira
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Um Olhar Profundo sobre a Onda Crescente de Incêndios em Equipamentos Públicos
Caxias do Sul, uma cidade conhecida por sua beleza e dinamismo, está enfrentando um desafio crescente e preocupante: incêndios deliberados em contêineres de coleta seletiva e resíduos orgânicos.
Nos primeiros três dias desta semana, a cidade registrou alarmantes 14 casos de incêndio, deixando tanto as autoridades quanto os cidadãos preocupados com a segurança e a preservação do patrimônio público. O prejuízo financeiro é evidente, mas o que está por trás dessa onda de destruição?
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O cenário é desanimador. De janeiro a agosto deste ano, a cidade já registrou um total de 102 casos de incêndio em contêineres. Isso se aproxima perigosamente do total de casos registrados durante todo o ano anterior, que somou 109. Esse padrão perturbador aponta para um problema crescente que exige uma análise mais profunda.
O mês de agosto se destaca como um dos mais problemáticos em termos de incêndios em contêineres, com 20 casos registrados até agora. No entanto, a preocupação não se limita aos números; a localização dos incidentes também é uma questão crítica.
A área central e o bairro Rio Branco emergem como os pontos mais afetados por essa nova onda de vandalismo. Juntos, esses dois locais totalizam sete e quatro casos, respectivamente. No entanto, a destruição se estende por toda a cidade, atingindo bairros como São Luiz da 6ª Légua, Cinquentenário, Madureira, Pio X e Jardelino Ramos.
Enquanto as autoridades investigam os casos, a causa subjacente a esses incêndios é uma questão que suscita debate. O delegado Rodrigo Duarte, da 1ª Delegacia de Polícia, observa que embora a possibilidade de mandantes não possa ser descartada, o histórico sugere fortemente a presença de atos de vandalismo. A falta de testemunhas e a dependência de imagens de câmeras de segurança para as investigações tornam o processo ainda mais complexo.
Cada contêiner amarelo danificado representa um prejuízo médio de R$ 2 mil aos cofres públicos. Até agora, o valor total do prejuízo já ultrapassa a marca dos R$ 186 mil. No entanto, os danos não são apenas financeiros. A destruição de infraestrutura pública afeta a qualidade de vida da comunidade e a imagem da cidade como um todo.
Enfrentar esse desafio requer uma abordagem colaborativa. A população de Caxias do Sul é incentivada a participar ativamente na identificação e denúncia de atos de vandalismo. Fotos e vídeos que possam ajudar nas investigações podem ser enviados ao canal de denúncias da Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) pelo número (54) 99215-1788.
À medida que Caxias do Sul se esforça para lidar com essa onda de incêndios em contêineres, a cidade está diante de uma escolha crucial. A ação proativa, a conscientização pública e a colaboração entre as autoridades e os cidadãos são essenciais para deter essa tendência alarmante. Preservar a beleza e a integridade da cidade é um desafio que requer a união de todos os seus habitantes.
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Os participantes das invasões a prédios públicos, ocorridos neste último domingo (08) no Distrito Federal, deixaram um grande rastro de destruição ao patrimônio público. Confira aqui as obras de arte depredadas na invasão em Brasília. Os principais alvos das depredações foram o Palácio do Planalto e a sede do Supremo Tribunal Federal (STF). Assim, o ato […]
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Os participantes das invasões a prédios públicos, ocorridos neste último domingo (08) no Distrito Federal, deixaram um grande rastro de destruição ao patrimônio público. Confira aqui as obras de arte depredadas na invasão em Brasília.
Os principais alvos das depredações foram o Palácio do Planalto e a sede do Supremo Tribunal Federal (STF). Assim, o ato de vandalismo foi bastante criticado não apenas por representantes do Governo, mas até mesmo da própria oposição, que se posicionou majoritariamente contra a depredação promovida durante o protesto.
O ministro da Comunicação, Paulo Pimenta, registrou em vídeo algumas imagens dos prejuízos estruturais sofridos no Palácio do Planalto durante a invasão. Além das vidraças quebradas, computadores derrubados e quebrados, móveis revirados e fios arrancados, é possível ver obras de arte como as do pintor brasileiro Di Cavalcanti rasgadas por objetos perfurantes.
O referido ministro qualificou o ato como um atentado à democracia, orquestrado por marginais:
“São marginais e têm de ser tratados como criminosos porque fizeram isso contra a democracia e contra o Brasil.”
Outras obras, algumas de grande valor histórico, a exemplo do quadro de José Bonifácio de autor desconhecido, foram danificadas. As esculturas de bronze do salão verde e as obras do pintor Athos Bulcão foram pichadas e cortadas. A “Vênus Apocalíptica” da artista Marta Minujin, foi jogada no chão do Palácio.
Alguns retratos de personalidades políticas de destaque no cenário nacional também foram alvos do vandalismo praticado durante a invasão: o quadro de Renan Calheiros no Senado Federal foi rasgado, o retrato de Marechal Rondon, do pintor W. L. Techmeier, de 1953, foi arrancado da parede.
O quadro As Mulatas, de Di Cavalcanti, foi uma das obras criminosamente atacadas por golpistas e vândalos no Palácio do Planalto. pic.twitter.com/MBm5yGDuOj
— Mídia NINJA (@MidiaNINJA) January 9, 2023
Pessoas cultas. O relógio da foto foi presenteado à família real portuguesa por Luiz XIV; foi trazido para o Brasil por Dom João VI. pic.twitter.com/mR2BVb0rOm
— Gladston Mamede (@GladstonMamede) January 9, 2023
A cadeira usada pela presidência do STF, feita por Jorge Zalszupin foi arrancada do prédio. pic.twitter.com/9IYVsNVIeJ
— Nanda Xie (@nandaxxie) January 9, 2023
A escultura "A Justiça", do artista mineiro Alfredo Ceschiatti, inaugurada em 1961, também foi vandalizada pelos terroristas golpistas bolsonaristas. pic.twitter.com/QvvnyZy4BR
— William De Lucca (@delucca) January 8, 2023
Teve um estrupício da baderna de ontem em Brasília hasteando a bandeira imperial em frente ao Palácio do Planalto, enquanto cúmplices dele destruíam objetos herdados do Brasil Império. Quadro de Pedro Américo, relógio, vaso e móveis de Dom João VI, tapete da Princesa Isabel…
pic.twitter.com/wFdhw4ljpK
— Marcelo Delfino
(@mjdelfino) January 9, 2023
'A Justiça', feita pelo artista belo-horizontino Alfredo Ceschiatti em 1961. A frase "perdeu, mané" foi pichada na obra. pic.twitter.com/HLjRBs4YGZ
— Nanda Xie (@nandaxxie) January 9, 2023
Servidores do setor de conservação da Câmara já fizeram uma avaliação dos estragos e a higienização dos locais depredados, possivelmente a ser divulgada.
Já no prédio do STF, o Brasão da República e o Crucifixo foram retirados da parede. Os invasores também arrancaram a porta do armário do Ministro Alexandre de Moraes e o salão nobre da Corte foi completamente destruído.
Essa foto que tirei ao chegar no STF sintetiza o que foi o dia de hoje: escárnio e desprezo à institucionalidade democrática brasileira. Arrancaram o brasão da República e a cadeira em que sentam os ministros. Não há temor algum em ser fotografado. A punição tem que ser exemplar. pic.twitter.com/MjMH7Ghlo4
— Weslley Galzo (@weslley_galzo) January 8, 2023
As autoridades ainda estão apurando e identificando os participantes do ato de vandalismo praticado neste último domingo.
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