
O novo pacote de benefícios do Nubank traz inovações para os clientes premium O Nubank, uma das fintechs mais inovadoras do Brasil, não para de surpreender seus clientes. Desta vez, a instituição financeira lançou um conjunto de soluções voltadas para os correntistas da modalidade premium, conhecida como Nubank Ultravioleta. Com o objetivo de simplificar a […]
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O novo pacote de benefícios do Nubank traz inovações para os clientes premium
O Nubank, uma das fintechs mais inovadoras do Brasil, não para de surpreender seus clientes. Desta vez, a instituição financeira lançou um conjunto de soluções voltadas para os correntistas da modalidade premium, conhecida como Nubank Ultravioleta. Com o objetivo de simplificar a vida financeira dos usuários, essa iniciativa traz inovações que vão muito além de um cartão de crédito.
Entre as novidades, destaca-se o NuTag, uma solução revolucionária que promete eliminar as filas de pedágio e proporcionar uma experiência premium. Neste artigo, exploraremos o que está por trás do Nubank Ultravioleta e como ele está revolucionando a forma como os clientes de alta renda lidam com suas finanças.
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Uma das principais inovações do Nubank Ultravioleta é o NuTag, uma tag de pedágios e estacionamentos que não impõe custos adicionais ou mensalidades, graças à parceria com a Taggy. Essa solução tem como objetivo simplificar a vida dos clientes, poupando tempo em filas intermináveis. A grande diferença é que não é necessário fazer recargas ou se preocupar com valores a serem adicionados à tag. As tarifas são automaticamente cobradas no cartão de crédito do cliente, tornando o processo simples e conveniente.
O programa Ultravioleta não se resume ao NuTag. Os clientes Nubank Ultravioleta desfrutam de uma série de benefícios exclusivos. Entre eles, destaca-se o cashback de 1% em todas as compras realizadas com o cartão de crédito. Além disso, esses clientes têm acesso a suporte prioritário 24 horas por dia, proporcionando um atendimento ágil e eficiente.
Outra característica notável é o Modo Rua automático, que limita as transações a R$ 15 mil sempre que o cliente não estiver conectado a uma rede Wi-Fi segura. Isso garante uma camada adicional de segurança para os usuários, protegendo suas transações.
Os benefícios do Nubank Ultravioleta não param por aí. Os clientes também têm a opção de adquirir cartões adicionais para seus familiares, estendendo todos os benefícios do titular aos membros da família. Isso cria uma experiência de uso única para toda a casa, garantindo que todos desfrutem das vantagens do Nubank Ultravioleta.
Para fazer parte do seleto grupo de clientes Nubank Ultravioleta, é necessário atender a alguns requisitos. Os clientes precisam ter gastos mensais acima de R$ 5 mil em cartões de crédito ou possuir economias e investimentos superiores a R$ 50 mil no Nubank ou NuInvest. Esses critérios garantem a inclusão no programa Ultravioleta, oferecendo acesso a todos os seus benefícios exclusivos.
Para aqueles que não atendem aos requisitos iniciais, o Nubank oferece uma alternativa: a possibilidade de se tornar um cliente Ultravioleta mediante uma mensalidade de R$ 49. O banco realizará uma análise de crédito e notificará os clientes por meio do aplicativo ou e-mail quando essa opção estiver disponível para eles.
O Nubank Ultravioleta representa uma mudança fundamental na forma como os clientes de alta renda lidam com suas finanças. Com o NuTag e uma série de benefícios exclusivos, o Nubank está simplificando a vida de seus clientes, proporcionando uma experiência premium que elimina as complexidades da vida financeira.
Este é apenas o começo de uma nova era de conveniência financeira, onde a inovação e o atendimento ao cliente estão no centro de tudo. O Nubank continua a liderar o caminho para um futuro financeiro mais simples e acessível, um passo de cada vez.
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A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica está combatendo fake news com muita informação sobre o uso do protetor solar
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Você sabe tudo sobre o uso do protetor solar?
Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) esclarece informações falsas que circulam na internet e reforça a importância de usar o protetor solar para a prevenção de doenças como o câncer de pele
O uso do protetor solar é recomendado por pesquisadores e médicos do mundo todo a partir de diversos estudos científicos que comprovam sua eficácia, e deve ser utilizado em todos os períodos do ano, inclusive no inverno e até mesmo em ambientes internos. De acordo com o médico oncologista Rodrigo Villarroel, coordenador do Comitê de Tumores de Pele da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), a recomendação de uso do protetor solar faz parte de um consenso científico sobre fotoproteção no Brasil publicado ainda em 2016 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e chancelado pela própria SBOC.
O especialista afirma que, muitas vezes, informações equivocadas circulam na internet e falsos especialistas costumam adotar o discurso científico para justificar suas afirmações em materiais compartilhados nas redes sociais. “Nessa falácia, geralmente, os supostos especialistas escolhem um único ou poucos artigos científicos, normalmente, de pesquisas pouco abrangentes e sem tanta credibilidade, e ignoram centenas de outros artigos científicos que o contradizem e que estabelecem o consenso científico”, detalha Dr. Villarroel.
Por isso, ele esclarece que é importante ter cuidado com as informações divulgadas na internet relacionadas à saúde, e em caso de dúvidas, sempre procurar um especialista ou uma fonte científica de uma instituição certificada e confiável. “Todo o cuidado ainda é pouco. É preciso antes de acreditar e compartilhar determinadas informações, checar a autoridade de quem diz”, conclui ele.
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Confira a seguir a explicação do especialista sobre alguns mitos e verdades sobre o uso do protetor solar:
Dr. Rodrigo Villarroel: Isso é absolutamente incorreto. No espectro da radiação eletromagnética, existem três tipos de raios Ultravioleta (UV), sendo eles o tipo C, que apesar de ser o mais nocivo, não chega até nós, pois é completamente absorvido na atmosfera; o tipo B, que representa até no máximo 5% dos UV que recebemos, penetrando na nossa pele até a camada da epiderme e estando relacionado à produção de vitamina D e com o câncer de pele; e o tipo A que representa pelo menos 95% dos UV que nos atingem, penetrando na pele mais profundamente (até a derme) e estando relacionado com o envelhecimento da pele e com o câncer de pele também.
Os filtros UV podem ser divididos em inorgânicos (ou físicos), que atuam refletindo a radiação, e orgânicos (ou químicos), cuja ação é absorver a radiação. A maioria dos protetores solares existentes combina, em suas formulações, filtros orgânicos e inorgânicos a fim de atingir o nível de eficácia esperado, caracterizado pelo Fator de Proteção Solar (FPS) adequado e a proteção UVA, bem como a cobertura mais uniforme dentro das faixas UVA e UVB. Por isso, os pesquisadores e médicos recomendam o uso de filtros solares com proteção de amplo espectro, ou seja, com proteção para UVA e UVB.
Dr. Rodrigo Villarroel: Se considerarmos o fato de que o uso de fotoprotetores reduz de forma significativa a quantidade de UVB que atinge a pele, teoricamente, até poderia haver interferência na produção da vitamina D. Entretanto, a dose estimada de UVB necessária para a produção de 1000 UI, isto é, a quantidade de doses conforme a Unidade Internacional, de vitamina D é muito baixa.
Estudos feitos no Brasil, por exemplo, já mostraram que a exposição ao ambiente externo por apenas 10 minutos diários, somente das mãos e face, já é o suficiente para a produção de níveis adequados de vitamina D em uma pessoa de pele mais clara (fototipo II). Portanto, o uso de fotoprotetores, da forma como é habitualmente utilizado pelos usuários, e que muitas vezes não sendo aplicado na quantidade adequada e com a frequência e regularidade recomendadas, não poderia ser considerado como um fator predisponente ao desenvolvimento de deficiência de vitamina D.
Dr. Rodrigo Villarroel: A exposição da pele neste horário sem proteção adequada tem o potencial de oferecer mais riscos do que benefícios, principalmente se ocorrer de maneira prolongada. Como já comentado, para a produção de vitamina D, exposições tão curtas como de apenas cerca de 10 minutos em apenas parte do corpo já são suficientes para a maior parte das pessoas, conforme indicam pesquisadores e médicos.
Dr. Rodrigo Villarroel: A catelicidina é uma substância com propriedades imunomodulatórias, isto é, que atuam no sistema imunológico contra determinados microrganismos como vírus e bactérias, e sua função parece estar relacionada com a vitamina D, como pesquisadores vêm estudando. Através de mecanismos bastante complexos, ela pode exercer efeitos contraditórios, como a promoção ou a inibição do crescimento de tumores.
Existem evidências científicas mostrando que ela pode exercer um efeito tumorigênico (formador de tumor) para câncer de pele, de próstata, de mama, de pulmão e de pâncreas, dependendo de diferentes receptores expressos nas células tumorais. Mas não existem estudos científicos relacionando sua produção com o uso de filtro solar.
Dr. Rodrigo Villarroel: Sim. A radiação ultravioleta tem valores maiores em latitudes geográficas menores, mas outros fatores como altitude, estação do ano, horário do dia e características meteorológicas como a presença de nuvens e mesmo a poluição atmosférica podem influenciar a intensidade da radiação solar. As regiões norte e nordeste tem pouca variação de UV durante o ano, enquanto as regiões sul e sudeste tem maior variação dos níveis de UV entre o verão e o inverno.
A região central do Brasil, por exemplo, eventualmente recebe sua maior incidência de raios UV durante as estações mais secas (outono e inverno), quando existem menos chuvas e uma maior quantidade de dias com céu claro. Apesar destas variações, os níveis de radiação UV em condições de céu claro são sempre muito altas em cada estação do ano em quase todo o território brasileiro, portanto, encorajar a população para as precauções necessárias pode reduzir as consequências indesejáveis de uma exposição excessiva ao sol.
Fundada em 1981, a SBOC representa médicos oncologistas clínicos em todo o território nacional, com associados distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal. Hoje, a Sociedade atua em diversas frentes como o incentivo à formação e à pesquisa, educação continuada, políticas de saúde, defesa profissional e relações nacionais e internacionais, visando contribuir para o fortalecimento da Oncologia no Brasil e no mundo.
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