
O burnout, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, é um fenômeno cada vez mais comum em nossa sociedade moderna e acelerada. Profissionais que trabalham em empregos que exigem alto nível de estresse e demanda emocional, como médicos, enfermeiros, assistentes sociais, professores, entre outros, são particularmente vulneráveis ao desenvolvimento do burnout. Essa condição pode afetar […]
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O burnout, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, é um fenômeno cada vez mais comum em nossa sociedade moderna e acelerada.
Profissionais que trabalham em empregos que exigem alto nível de estresse e demanda emocional, como médicos, enfermeiros, assistentes sociais, professores, entre outros, são particularmente vulneráveis ao desenvolvimento do burnout. Essa condição pode afetar significativamente a saúde mental e física dos indivíduos, bem como sua capacidade de trabalhar e desempenhar suas funções de forma eficaz.
Neste artigo, vamos explorar o que é a síndrome de burnout, quais são seus sintomas, causas e consequências, bem como medidas preventivas e de tratamento que podem ser adotadas para lidar com esse problema. Acompanhe e aprenda mais sobre esse importante tema de saúde mental e bem-estar no trabalho.
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O burnout, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, é uma condição de exaustão física e emocional que pode afetar pessoas que trabalham em profissões que envolvem alto nível de estresse e demanda emocional, como profissionais da saúde, assistentes sociais, professores, entre outros.
As fases do burnout são geralmente divididas em três etapas:
O burnout pode ter vários efeitos prejudiciais à saúde física e mental das pessoas que sofrem com essa condição. Aqui estão alguns dos principais perigos associados ao burnout:
É importante buscar ajuda e tratamento adequados para o burnout, a fim de evitar esses perigos e recuperar a saúde mental e física.
É importante lembrar que nem todas as pessoas experimentam todas as fases do burnout e que o tempo de duração e intensidade das fases pode variar de pessoa para pessoa.
É fundamental buscar ajuda profissional caso você esteja experimentando sintomas da síndrome.
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fonte:
Algumas referências científicas que fundamentam o artigo:
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A atriz, escritora, empresária, palestrante, digital influencer, ativista brasileira e pessoa com Síndrome de Down, Tathi Piancastelli, acaba de viver o momento mais especial de sua vida: seu casamento com o escritor, palestrante e pessoa com síndrome de Down, Vinicius Ergang Streda. O casamento aconteceu no último sábado, dia 11 de março, num dia de […]
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A atriz, escritora, empresária, palestrante, digital influencer, ativista brasileira e pessoa com Síndrome de Down, Tathi Piancastelli, acaba de viver o momento mais especial de sua vida: seu casamento com o escritor, palestrante e pessoa com síndrome de Down, Vinicius Ergang Streda. O casamento aconteceu no último sábado, dia 11 de março, num dia de fortes emoções para Tathi e sua família.
Tathi Piancastelli é a primeira pessoa com Síndrome de Down do mundo a escrever e a protagonizar uma peça de teatro profissional. Ao longo de sua vida, Tathi passou por diversos países, sempre levando palavras de sabedoria, força e determinação por onde passa. Namoradeira, agora ela junta toda sua jornada, experiências e energias para essa nova fase de sua vida, com planos a dois. “É diferente para mim porque as pessoas têm muito preconceito com a síndrome de Down. Quero também inspirar outras famílias a acreditarem nos filhos.”, comenta Tathi.

Créditos: Marcus Ribeiro
A história de amor de Tathi e Vinicius é um verdadeiro conto de fadas: ambos se conheceram através do Instituto Cromossomo 21. Que gravou a história de cada um, separadamente, para a websérie “Geração 21”, um projeto que traz a história de 12 jovens com síndrome de Down alcançando a autonomia. Eles se apaixonaram e o pedido de namoro aconteceu durante uma live, na pandemia, fato que emocionou todo o público que estava acompanhando o casal.
O casamento aconteceu na Fazenda Marambaia, no dia 11 de março, em Limeira, município de São Paulo e foi transmitido nas redes sociais, com cobertura nas principais revistas e mídias da imprensa brasileira. A cerimônia, muito aconchegante, contou com uma decoração de flores brancas e diversas outras folhagens, em meio à natureza exuberante do local. O resultado foi uma decoração refinada, repleta de natureza, com todo o toque de Fazenda, deixando tudo ainda mais completo.
Sobre a cerimônia, a música escolhida por Tathi, para a entrada dos padrinhos e madrinhas, que estavam numa paleta de cores rose e vinho, foi “I’ll Be There for You”, clássica abertura da série de TV dos anos 90 “Friends” e “Let it Go”, do famoso longa da Disney, “Frozen”. Ela, que é apaixonada por cinema e entretenimento, fez as escolhas com muito bom gosto e carinho. O celebrante foi Alex Duarte e os familiares estavam emocionados, principalmente na entrada de Tathi, ao som de um encantador violino. Que trouxe a tradicional música de entrada, com um toque suave e certamente emocionante.

Créditos: Marcus Ribeiro
“Eu já vinha bem ansiosa por esse dia. O frio na barriga me acompanhou até o último minuto (risos). Ver que tudo o que sonhei, estava acontecendo de verdade, foi realmente a realização de um sonho. Não foi fácil, mas acreditamos, tive o apoio dos meus pais e familiares e claro, dos familiares do Vini e deu tudo certo! Espero ser um exemplo para muitas famílias e pessoas com síndrome de Down”, comenta Tathi.
Tathi Piancastelli é atriz, escritora, empresária, palestrante, digital influencer, ativista e a primeira pessoa com Síndrome de Down do mundo a escrever e a protagonizar uma peça de teatro profissional. Ao longo de sua vida, Tathi Piancastelli passou por diversos países, levando palavras de sabedoria, força e determinação por onde passa.
Seu espetáculo, “Menina dos Meus Olhos“, foi apresentado em Nova York nos anos de 2013 e 2015 e no 30° Festival Internacional de Teatro Hispânico de Miami, em 2015. Em 2016, o espetáculo foi apresentado na UNICEF/ONU, em Nova York, além de conquistar o Brazilian International Press Award 2016, na categoria Melhor Teatro/Espetáculo nos EUA.
Um dos momentos mais marcantes na vida de Tathi Piancastelli foi em 2012. Quando ela palestrou e representou o Brasil na sede das Nações Unidas (ONU), no Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado em 21 de março. Sua rotina também inclui palestras em diversos eventos e locais além de ser a estrela de campanhas como influencer, como Arezzo, Boticário, Nubank, Vivo, Nestlé, entre outras marcas.

Créditos: Marcus Ribeiro
Tathi Piancastelli também foi inspiração para Maurício de Sousa, o criador da Turma da Mônica. Em 2008, durante um evento de inclusão, o mesmo criou e batizou uma personagem com síndrome de Down com o nome de ‘Tati’ numa forma de homenagem à Tathi Piancastelli. Logo depois, a personagem “Tati” passou a integrar, oficialmente, a Turma da Mônica.
Neste ano de 2023, Tathi Piancastelli se prepara para o momento mais emocionante de sua vida. Seu casamento com o escritor, palestrante e pessoa com síndrome de Down, Vinicius Ergang Streda. O casamento acontece em 11 de março e certamente será um dia de fortes emoções para Tathi Piancastelli e sua família.
Além disso, ela apresenta “Oi Eu Estou Aqui“ (Hi, I’m Here), um espetáculo solo escrito e atuado por Tathi Piancastelli e coescrito e dirigido por Fabio Costa Prado. Como o título sugere, esta obra coloca a artista desbravadora em primeiro plano, ecoando intensamente no palco e no mundo. Tathi Piancastelli explora suas inquietações em relação ao seu futuro e sua busca por independência e autonomia. Passando por uma jornada que materializa seus desejos de morar sozinha, obter um diploma e se casar. Ela também se prepara para apresentar a exposição “De Dentro para Fora”, onde ela representa, acima de tudo, a força da mulher com síndrome de Down.
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Conhece o efeito Dunning Kruger? Talvez seja a explicação para muitas coisas que vemos hoje em dia. Você sabe o quanto vale a sua opinião de leigo pra maioria dos assuntos do mundo? Vale mais ou menos a mesma coisa que eu ganho pra fazer vídeos no Youtube! É isso mesmo, nada! Tu deve estar […]
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Conhece o efeito Dunning Kruger? Talvez seja a explicação para muitas coisas que vemos hoje em dia.
Você sabe o quanto vale a sua opinião de leigo pra maioria dos assuntos do mundo?
Vale mais ou menos a mesma coisa que eu ganho pra fazer vídeos no Youtube!
É isso mesmo, nada!
Tu deve estar se perguntando, tá mas e aí? Pra que agredir assim, gratuito?
Eu só estou falando a real, pra quase todos os assuntos que envolvem áreas de estudos humanos, a opinião de um leigo não vale nada. E veja que eu usei o termo “LEIGO“.
LEIGO: aquele que é estranho a ou que revela ignorância ou pouca familiaridade com determinado assunto, profissão etc.; desconhecedor, inexperiente.
Parece mais óbvio agora, né? Mas eu digo isso, por quê nós, a espécie do polegar opositor, temos dificuldade de nos admitirmos LEIGOS em algum assunto que seja do nosso interesse. Por exemplo, na política. Alguém que se defina como esquerda ou direita, progressista ou conservador, dificilmente vai assumir a ignorância política.
É por que somos hipócritas, e gostamos de parecer que sabemos mais? Em partes, talvez. Mas eu não acho que isso é proposital. Por que na maioria das vezes quem não se acha LEIGO, realmente acredita nisso. Que por ter lido algumas notícias e um ou outro livro, é tão entendedor do assunto quanto pessoas que se dedicaram A VIDA INTEIRA PARA ISSO, ou por muito mais tempo. Porém, é normal a gente sentir isso, é uma herança cultural que praticamente todo mundo tem. Não é exclusividade de “Idiotas”.
A gente tem dificuldades pra assumir que não sabemos de algo, isso nos ajuda a sobreviver, a gente se sente no CONTROLE das situações. Queremos saber que temos a resposta pra qualquer coisa. Se você é incompetente em um assunto, você não tem como SABER que você é incompetente. Além do mais, tudo o que você conhece desse tópico é o que você leu, e não sabe nem que existe a POSSIBILIDADE de ter coisas que você não conhece sobre a área.
Você já sentiu que quanto mais estuda sobre algo, mais parece que você NÃO SABE sobre aquilo? Ou então descobriu que um tema que parecia ser simples, quando você começou a estudar aquilo a fundo, descobriu que é muito mais complexo?
Isso tem uma explicação, e parte dela é algo conhecido com o EFEITO DUNNING KRUGER.
Esse efeito explica por quê muitas pessoas acham que são experts nos tópicos que nunca estudaram. Por quê todo mundo opina sobre política, economia, medicina, biologia, história e diversos outros campos do conhecimento, sem ter referencias pra isso.
Ele basicamente explica por que pessoas relativamente incompetentes ou inexperientes em algum assunto, quando obtém o mínimo conhecimento sobre aquilo, imediatamente acham que são experts na área. Resumindo: Explica como surgem os idiotas.
(Lembrou de alguém?)
E você provavelmente conhece muitas pessoas assim. Pior do que isso, existem muitas chances de você já ter sido essa pessoa (eu mesmo já fui, algumas vezes).
Mas pra explicar melhor como de fato surgiu essa ideia, vamos dar uma pincelada na história que originou tudo isso.
O ano era 1995, numa tarde ensolarada na cidade de Pitsburgo, Pensylvania, McArthur Wheeler, um homem de meia idade, assaltou dois bancos em plena luz do dia. Surpreendentemente, o homem não usava nenhum tipo de máscara ou proteção para cobrir seu rosto, ele até inclusive sorriu para as câmeras de segurança ao entrar nos bancos. Obviamente, no dia seguinte, ele foi preso. Ao ser surpreendido pelas autoridades, ele disse, atônito: “Como é possível? Eu havia passado suco de limão no rosto!”.
Sim caro(a) leitor(a), você leu certo, o Pitsburguense McArthur acreditava que ao passar suco de limão no rosto ele ficaria invisível às câmeras de segurança, já que normalmente, suco de limão é utilizado como “tinta invisível”, e não pode ser visto a não ser que se encontre com uma fonte de calor. Alguns dias depois, as autoridades afirmaram que o homem não era louco, nem estava drogado, ele era… Bom, ele só era burro mesmo.
Acontece que esse episódio chamou a atenção de dois psicólogos, David Dunning e Justin Kruger, que se interessaram por saber o que se passava dentro da cabeça do pobre Wheeler (se é que havia alguma coisa lá). Após alguns estudos, eles concluíram que, enquanto em vários meios sociais e intelectuais, quase todo mundo tem algum grau de “mal-julgamento” de suas próprias habilidades em determinado assunto, alguns erroneamente acreditam que suas habilidades são muito maiores do que realmente são. Essa “ilusão de confiança” foi chamada de “Efeito Dunning Kruger”, e descreve o viés cognitivo que infla a autoestima.
Um dos estudos de Dunning e Kruger foi aplicar provas e tarefas cognitivas para estudantes universitários e logo após pedi-los que estimassem seus próprios resultados. Interessantemente, os estudantes que tiveram os piores resultados normalmente superestimavam (bastante) o quão bem iriam.
Isso fez os psicólogos entenderem que quanto mais você aprende sobre algo, mais você descobre que é ignorante em relação à quantidade de informação sobre aquilo.

E aí? Tem alguma coisa que você acha que é realmente muito bom? Será que você não é mais uma vítima do efeito Dunning Kruger?
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Fontes: QZ, Verywellmind
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