
Descubra quais são as características e os sintomas dessa condição e como superá-la para alcançar seu verdadeiro potencial. Não se preocupe, você não está sozinho nessa!
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Descobrir as características e sintomas da síndrome do impostor em si mesmo é o primeiro passo para iniciar um processo de cura e desenvolvimento pessoal. Essa condição pode afetar pessoas de todas as idades e áreas da vida, mas com o conhecimento adequado, você pode superá-la e se sentir mais confiante em suas habilidades e realizações.
Neste artigo, vamos desvendar o que é a síndrome do impostor e quais são seus sintomas mais comuns.
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A síndrome do impostor é uma condição psicológica em que a pessoa se sente incapaz de aceitar suas conquistas e realizações como fruto de seu próprio trabalho e habilidades. Em vez disso, ela acredita que seu sucesso é resultado de sorte ou engano, e que a qualquer momento será descoberta como uma fraude.
Essa crença pode afetar todos os aspectos da vida da pessoa, desde sua vida profissional até seus relacionamentos pessoais. A síndrome do impostor é muitas vezes associada a indivíduos altamente realizados, como executivos, artistas e acadêmicos, mas pode afetar qualquer pessoa.
A síndrome do impostor pode ser identificada por um conjunto de pensamentos e comportamentos que incluem auto-dúvida, medo de falhar, dificuldade em aceitar elogios e sentimento de inadequação. A pessoa pode se sentir ansiosa e estressada constantemente, temendo que a qualquer momento sua fraude será descoberta.
Os sintomas da síndrome do impostor incluem sentimento de inferioridade, comparação constante com os outros, medo de desafiar-se e assumir novos projetos, e acreditam que seu sucesso é fruto de sorte ou engano. A pessoa pode se sentir desvalorizada e incapaz de aceitar seus talentos e habilidades.
Além disso, a pessoa pode ter dificuldades em lidar com o feedback negativo e pode se sentir extremamente responsável pelo sucesso ou fracasso de uma equipe ou projeto. Isso pode levar a sentimentos de culpa e ansiedade constantes.
Para superar a síndrome do impostor, é importante reconhecer que seus sentimentos não são únicos e que muitas pessoas enfrentam os mesmos desafios. É importante aprender a aceitar elogios e reconhecer seu próprio valor e habilidades. Buscar apoio de amigos e familiares pode ajudar a superar a ansiedade e a dúvida constante.
Também é importante lembrar que o fracasso faz parte do processo de aprendizagem e crescimento. Assumir novos desafios e assumir riscos é uma parte importante de se superar a síndrome do impostor.
Em suma, a síndrome do impostor é uma condição psicológica que pode afetar qualquer pessoa. É importante reconhecer seus sintomas e buscar apoio para superá-la. Com o tempo, você pode se sentir mais confiante e seguro em suas habilidades e realizações. Lembre-se de que seu sucesso é resultado de trabalho árduo e talento, não de sorte ou engano.
Compreender a síndrome do impostor é o primeiro passo para superá-la. Não deixe que seus medos e inseguranças o impeçam de alcançar seus objetivos. Busque apoio e lembre-se de que você é capaz e valioso.
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Você já ouviu falar na síndrome do impostor? Ao que tudo indica, ela se manifesta nas pessoas por meio de um sentimento de insuficiência, principalmente no âmbito de trabalho. Ou seja, ela faz parecer que o sucesso profissional não tem significado, ou que você não é merecedor daquilo tudo. Além disso, este sentimento pode fazer […]
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Você já ouviu falar na síndrome do impostor? Ao que tudo indica, ela se manifesta nas pessoas por meio de um sentimento de insuficiência, principalmente no âmbito de trabalho. Ou seja, ela faz parecer que o sucesso profissional não tem significado, ou que você não é merecedor daquilo tudo.
Além disso, este sentimento pode fazer com você pense que suas habilidades não são suficientes para aquele trabalho, ou talvez o trabalho não esteja apto para seus interesses.
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Medo na hora de cobrar? Saiba como cobrar o justo pelo seu trabalho

Entre os tantos fatores associados, o julgamento social é um grande agravante para a síndrome do impostor. Afinal de contas, a sociedade está a todo o momento tentando ditar o que o outro tem que fazer e quais os melhores caminhos tem que seguir. Essas atitudes geral perguntas como:
“Estou fingindo gostar deste trabalho? Tenho as habilidades necessárias para este trabalho apenas para ser bem sucedido perante a sociedade? Eu realmente mereço isso?”
Primeiramente, pessoas que seguem trabalhos criativos, como escritores, pintores, artesãos, podem ser julgados por seguirem hobbies, coisas que muitas pessoas não têm coragem de seguir. Pessoas assim, que fazem o que amam, mesmo sem muito retorno financeiro, ou com um caminho mais difícil até o sucesso financeiro, quebram as normas do sistema, e fazem as outras se questionarem sobre suas carreiras.
Outrossim, a verdade é que a sociedade associa o sucesso na carreira ao sucesso financeira, e não a felicidade e realização no ambiente de trabalho. Desta forma, profissionais criativos concordam que para viver mais feliz nesse âmbito, é preciso criar uma conexão mais forte com sua intuição e valores. Isso quer dizer que, se você está se sentindo um impostor, provavelmente você é.
Algumas pesquisas dos anos 90 mostraram que a síndrome do impostor está relacionada com a projeção dos pais. Afinal, acabavam valorizando mais algumas qualidades de seus filhos, enquanto desvalorizam outras. Ainda, vivemos em uma sociedade que valoriza muito mais o sucesso econômico do que as demais coisas relacionadas.
Precisamos normalizar que o sucesso moderado também é sucesso. Além de entender que pequenas conquistas também são conquistas. Além disso, costumamos elogiar apenas os super empreendedores. E o problema mora aí! Quando uma sociedade valoriza apenas um tipo de sucesso, a grande maioria passará a buscar pelo mesmo.
Outrossim, isso resulta em muitas pessoas procurando por carreiras lucrativas, onde elas podem até ter habilidades para exercê-las, mas não se sentem realmente realizadas, criando pensamentos impostores sobre isso. E, para piorar, a mesma sociedade não acolhe os sentimentos de insegurança causados por essa disfunção de valores.
Se você está infeliz, tente ignorar sua intuição e seguir em frente, quando estiver no topo do sucesso financeiro, tudo isso vai passar. E o problema é que não vai!
E essa disfunção social atrapalha até quem encontrou seu caminho. Por exemplo, pessoas que decidem seguir seus valores e se dedicar a uma carreira criativa, acabam sendo desmotivadas por essa crença do falso sucesso. Se você não ganhar muito dinheiro com suas escritas, com suas artes ou seus artesanatos, você não é uma pessoa bem sucedida – diz a sociedade. Isso é tão consolidado que as pessoas desta área acabam acreditando, e sentindo-se impostoras nas carreiras que antes lhes faziam felizes.
Para combater isso, é preciso de uma boa rede de apoio, com amigos que valorizam seu trabalho e sua satisfação profissional. Além disso, confiar em sua intuição, avançando apenas quando sentir que deve, e não quando alguém diz que deveria, é uma boa medida para não ter sentimentos impostores. Apenda a se sentir e medir seu sucesso a partir de sua satisfação como um todo, e não apenas financeiramente.
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Você sabe como cobrar o justo pelo seu trabalho? Quem aqui nunca sentiu aquela parcela de culpa na hora de mandar um orçamento pro cliente? Mesmo que o valor mandado seja justo ou nem pareça tão grande, isso é mais comum do que você imagina. Vivemos num país em que ganhar dinheiro é visto como […]
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Você sabe como cobrar o justo pelo seu trabalho?
Quem aqui nunca sentiu aquela parcela de culpa na hora de mandar um orçamento pro cliente? Mesmo que o valor mandado seja justo ou nem pareça tão grande, isso é mais comum do que você imagina.
Vivemos num país em que ganhar dinheiro é visto como algo negativo, e dá pra entender. Normalmente quem ganha muito dinheiro, na nossa cabeça fez isso de forma ilícita, pelo menos é nisso que acreditamos, e não é por menos. Todo o dia vemos nos jornais e noticiários notícias desse tipo: “Vereador preso após desviar verba de creches”, “depósito suspeito na conta da primeira dama”, “empresário foge do país devendo milhões em imposto”
Tá bem, a gente tende a acreditar que onde tem dinheiro tem treta.
Mas eu convido vocês a esquecerem um pouco isso, afinal, fora desse pensamento, o dinheiro na minha opinião é uma ferramenta, uma das mais importantes que a gente usa pra sobreviver no dia dia.
Então, o primeiro passo pra começar a cobrar o JUSTO pelo seu trabalho é:
O dinheiro (pelo menos pra mim) nunca é um fim. Ou seja, ele nunca é o objetivo final, você usa pra outras coisas – essas sim você discute. Tem gente que curte ter um carrão, e tem gente que prefere investir e ter uma vida com menos preocupações. Essa primeira mudança ajuda a afastar o estigma ruim que as pessoas tem com a ganância (brasileiros ainda mais). Onde quem é ganancioso normalmente se corrompe e faz de tudo pra alcançar o dinheiro.
Depois do primeiro passo, de entender que não é errado buscar o dinheiro. Vem o segundo:
Isso é um ponto muito forte que ainda pesa pra mim de vez em quando. Aquela sensação de que o que você está fazendo não vale o que você cobra, de querer fazer as coisas de graça, por vergonha de cobrar. Tudo isso pode ter a ver com uma síndrome muito conhecida nesse meio: a síndrome do impostor.
A síndrome do impostor é a sensação de que você é um impostor no que faz, que você de alguma forma, mesmo sem querer, está enganando as pessoas e não merece nada que tá rolando de bom no teu trabalho.
Que você talvez não tenha conhecimento ou capacidade suficiente pra assumir o posto que você assume.
Ou até que tudo de bom que acontece no teu trabalho é fruto de sorte, e não de experiência.
A síndrome do impostor acontece por vários motivos, entre eles baixa autoestima, ansiedade, medo, incapacidade mesmo (aqui você realmente precisa melhorar) ou não precisa exatamente ter um motivo, a síndrome do impostor pode ser autossuficiente.
Então, tenta ver se não é a Síndrome do Impostor que tá acontecendo contigo, pra depois tentar corrigir, seja sozinho mudando hábitos ou tomando a iniciativa de procurar ajuda de algum profissional.
Mas claro, tem um terceiro ponto que também é crucial pra perder o medo de cobrar o justo do seu cliente, e é:
Pois é, talvez o problema seja só que você não sabe exatamente qual é o valor justo. E a precificação tem a ver sempre com vários fatores, tanto de oferta e demanda, quanto de custo, mercado, valor, prazo, qualidade, perfil do cliente, etc…
Então, estudando bem todos esses fatores, você está mais próximo de saber qual é o “justo” a ser cobrado pelo seu trabalho.
É bom falar também que, dependendo do trabalho, o justo pode variar de cliente pra cliente.
Com serviços em design, por exemplo, você não vai cobrar de um comércio minúsculo do seu bairro o mesmo que cobraria de uma multinacional milionária, não é? Quanto maior o cliente, maior a sua responsabilidade e maior o impacto que seu trabalho vai causar nesse caso. Então, tenha todas essas variáveis em mente na hora de analisar e definir o preço justo.
Pra finalizar, quero deixar um pensamento final:
É você quem decide qual é o seu preço justo. Mas o mercado só aceita quando o valor percebido é igual ou maior do que o seu preço justo.
Então uma boa dica é se preocupar em gerar valor no que você faz, seja com qualidade, conexão com as pessoas, confiança, atendimento.
Assim vai ficar mais fácil cobrar o justo pelo seu trabalho.
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