
Finalmente chegou a hora de dar tchau pro racismo! É hora de abrir as janelas, soltar os cabelos e dançar sem medo de ser feliz. A diversidade é o que torna o mundo mais bonito, e agora é hora de celebrá-la.
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O racismo é um problema social que permeia a história da humanidade. Infelizmente, este mal ainda persiste nos dias de hoje, causando dor e sofrimento em muitas pessoas. Contudo, é importante destacar que a sociedade está cada vez mais consciente da importância da diversidade e, por isso, o racismo está perdendo força e ficando para trás.
Neste artigo, vamos celebrar a vitória da inclusão e dizer adeus ao racismo.
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O racismo é uma prática preconceituosa que deve ser eliminada da sociedade. Felizmente, a conscientização sobre a importância da diversidade tem feito com que as pessoas sejam mais tolerantes e abertas à inclusão.
O país tem se empenhado para combater o racismo, através de leis e campanhas de conscientização. A sociedade está mais unida na luta contra o racismo e, graças a isso, o mal do passado está sendo deixado para trás.
O Brasil é um país diverso, com uma rica mistura de culturas e etnias. Por isso, é fundamental que o preconceito seja deixado de lado e que a diversidade seja abraçada. Com a união de todas as raças e etnias, podemos construir uma sociedade mais justa e igualitária.
O Brasil tem mostrado sua força ao abraçar a diversidade e colocar o racismo em seu devido lugar: no passado.
A inclusão é uma das palavras-chave na luta contra o racismo. Quando as pessoas são incluídas e respeitadas, o preconceito não tem espaço para se manifestar. Hoje, a sociedade está mais consciente disso e tem trabalhado para criar um ambiente inclusivo e igualitário. Todos nós temos um papel importante nesta luta, e o fim do racismo é uma vitória de todos. Vamos celebrar este momento e continuar trabalhando juntos para que a inclusão seja uma realidade em todas as esferas da nossa sociedade.
O racismo é um problema sério que deve ser combatido todos os dias. Sabemos que a luta é árdua, mas não podemos desistir. A diversidade é uma riqueza que deve ser valorizada e respeitada em todas as suas formas. É hora de dizer adeus ao racismo e abrir espaço para a inclusão e a igualdade. Juntos, podemos construir um mundo melhor e mais justo para todos.
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Vinícius Júnior, atleta do Real Madrid continua sendo vítima de racismo por parte dos europeus. Bora conferir tudinho sobre!
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O talentoso jogador brasileiro Vinícius Júnior foi novamente alvo de ataques racistas durante uma partida do Campeonato Espanhol. O incidente ocorreu ontem, no Estádio de Mestalla, durante o jogo entre Real Madrid X Valencia.

Durante a partida entre Real Madrid e Valencia, Vinícius Júnior, conhecido por sua habilidade e velocidade no campo, foi alvo de insultos racistas vindos de torcedores adversários que gritavam sem parar a palavra “mono“, que significa “macaco” em espanhol. Vinícius Júnior, que já havia sido vítima de atos racistas anteriormente, se revoltou com os xingamentos e foi expulso da partida após começar a discutir com os torcedores e jogadores do Valencia.
Um deles, inclusive, chegou a dar um mata-leão no jogador brasileiro que revidou com o tapa que acabou ocasionando sua expulsão. Vinícius Júnior respondeu ao episódio com coragem e dignidade, destacando em suas redes sociais que essa não foi a primeira, nem a segunda e nem a terceira vez que o mesmo foi alvo de ataques racistas em campo.
“A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi hoje é dos racistas.” – desabafou o jogador em suas redes sociais.
Enquanto Javier Tebas, presidente da La Liga criticou a postura do brasileiro, afirmando que o mesmo era o culpado, já que não havia comparecido a reuniões sobre pautas de racismo no futebol espanhol, o ocorrido gerou indignação e revolta em diversos setores do futebol, incluindo jogadores, técnicos e entidades esportivas que se manifestaram em apoio à Vini Jr.
Neste momento delicado, Vinícius Júnior conta com o apoio não apenas dos fãs e colegas de equipe, mas de todos que acreditam em um mundo onde a cor da pele não seja motivo para discriminação. É importante que as autoridades esportivas ajam com firmeza, investigando o incidente e punindo os responsáveis de acordo com a gravidade do ocorrido.
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Um caso muito triste ocorreu em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Max Angelo, de 36 anos, foi agredido por uma mulher enquanto trabalhava de entregador na região. Sandra Mathias Correia de Sá bateu nele com a guia do cachorro, e os vídeos do ato viralizaram na internet. Toda aquela cena, parecia […]
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Um caso muito triste ocorreu em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Max Angelo, de 36 anos, foi agredido por uma mulher enquanto trabalhava de entregador na região. Sandra Mathias Correia de Sá bateu nele com a guia do cachorro, e os vídeos do ato viralizaram na internet.
Toda aquela cena, parecia que a mulher estava dando chicotadas em Max, e ele descreve que se sentiu “como se fosse um escravo”. Isso gerou uma grande comoção na internet, e Sandra está recebendo retaliações, além de ter sido indiciada pelo crime.

Max é pai de três filhos, é casado, e mora na Rocinha. Há um ano e meio perdeu seu emprego formal, onde trabalhava de carteira assinada e passou a trabalhar como entregador em uma plataforma de entregas em São Conrado.
O homem mora de aluguel, e seu maior sonho é ter a casa própria, onde poderá morar com sua família. No entanto, desde o ocorrido não consegue voltar ao trabalho.
Após conhecer a história de Max, o apresentador Luciano Huck e o ator João Vicente de Castro resolveram organizar uma vaquinha, a fim de conseguir o valor de R$ 190 mil para que o entregador conseguisse comprar sua tão sonhada casa.
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No último domingo (16) a vaquinha atingiu a marca de R$ 225 mil arrecadados, o que é mais do que o esperado. Depois de sofrer humilhações e agressões enquanto trabalhava, o morador finalmente conseguirá realizar seu sonho, o que não apaga o acontecido, mas tranquiliza quanto a segurança habitacional de sua família.
A agressora tem 53 anos, é nutricionista, ex-jogadora profissional de vôlei de praia, e dona de uma escolinha de vôlei na praia do Leblon. Antes de Max, ela já havia agredido outra entregadora da mesma plataforma.
De acordo com a vítima Viviane Maria de Souza, as agressões teriam sido verbais “Ela me xingou de lixo, de favela, de um monte de coisa”, conta a entregadora, que não revidou.
No domingo de Páscoa ela agrediu novamente os entregadores enquanto passeava com o cachorro. Além de xingá-los, ela cuspiu neles, e mordeu a perna de Viviane. Foi nesta mesma ocasião que ela chicoteou Max.
Além de ser indiciada pelas agressões, a Prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu o funcionamento de sua escolinha, a Comissão de Ética do Conselho Regional de Nutrição entrou com um processo administrativo contra ela, e os moradores do seu prédio entraram com o pedido de expulsão dela, já que ela tem uma relação de aluguel.
A motivação para tantas agressões, segundo o que ela fala nos vídeos, é que os entregadores andavam com as motos na calçada. De acordo com o advogado de defesa, ela apresenta várias lesões.
Sandra já foi acusada por lesão corporal em 2007, injúria e ameaça em 2012, por furto de energia em 2021 e responde um inquérito na Polícia Federal por fraude em licitação.
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Você sabe o que é o racismo religioso? No mundo contemporâneo, muito se escuta falar sobre o termo “intolerância religiosa”. Esse tema tornou-se mais frequente nos debates tendo em vista o número expressivo de religiões que existem hoje. Todavia, no Brasil, o termo intolerância religioso não possui a capacidade de dar conta da descrição das […]
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Você sabe o que é o racismo religioso? No mundo contemporâneo, muito se escuta falar sobre o termo “intolerância religiosa”. Esse tema tornou-se mais frequente nos debates tendo em vista o número expressivo de religiões que existem hoje.
Todavia, no Brasil, o termo intolerância religioso não possui a capacidade de dar conta da descrição das violências sofridas em especial pela população negra e que cultuam orixás. Continue lendo e entenda essa questão.

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10 expressões para você parar de usar

A história do Brasil é fundamentada sub longos anos de escravidão e de falta de políticas de públicas no que se refere a inserção dos escravizados na pauta social. O Brasil, portanto, foi fundado sob a lógica escravista e racista. Nesse sentido, seria um equívoco pensar que não existe racismo religioso.
Em síntese, entende-se que essa abordagem é o conjunto de práticas violentas praticadas pelos sujeitos que expressam nitidamente a discriminação e o ódio pelas religiões de matrizes africanas. Ou seja, é o preconceito com as religiões dos escravizados, não as religiões idealizadas no ocidente. Na prática, a violência praticada, seja na esfera física ou psicológica, transcende a ideia de intolerância.
Em vista disso, é importante compreender que existe distinção entre o termo “intolerância religiosa” e o “racismo religioso”. A intolerância religiosa é um ato que abrange diversos tipos de religião. No entanto, o racismo religioso está ligado intrinsecamente à questão das populações negras. O racismo religioso basicamente faz parte do racismo estrutural que foi criado ao transcorrer das gerações e pela falta de reparo histórico.
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No mundo, existem muitas expressões preconceituosas que jamais deveriam ter sido usadas. Na realidade, atualmente, muitas pessoas gostam de dizer que o mundo ficou “chato”, enquanto ocorrem termos xenofóbicos aqui, do outro lado um temor machista ou racista, ou aquele discurso atrelado ao capitalismo que menospreza minorias. De uma forma ou de outra, todos esses […]
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No mundo, existem muitas expressões preconceituosas que jamais deveriam ter sido usadas. Na realidade, atualmente, muitas pessoas gostam de dizer que o mundo ficou “chato”, enquanto ocorrem termos xenofóbicos aqui, do outro lado um temor machista ou racista, ou aquele discurso atrelado ao capitalismo que menospreza minorias. De uma forma ou de outra, todos esses subgrupos expressam algum tipo de preconceito.
É importante entender que esse tipo de comentário pode afetar os indivíduos profundamente. O ideal seria que ninguém utilizasse. Mas, com o transcorrer do tempo, alguns termos passaram a ser usados com tanta frequência que o seu “peso”, às vezes, nem é percebido por alguns sujeitos que os proferem. Nesse sentido, iremos trazer algumas expressões que você deveria evitar não usar.
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Esse termo é extremamente machista, não é nem preciso dizer o porquê. Presumir que o lugar de uma mulher é na cozinha por uma questão de gênero é completamente sem nexo é uma inverdade. Essa expressão é o reflexo de uma sociedade patriarcal que não desenvolveu a plena igualdade.
As pessoas geralmente possuem um pré-julgamento e suas mentes que não faz muito sentido. Essa frase, em uma, nem precisa ser explicada de tão imprópria que é. É bem fácil perceber que essas expressões em conjunto comportam estereótipos e desmerecimento sem base argumentativa nenhuma, somente achismo. Hoje, falar esse tipo de coisa é algo inadmissível com a quantidade de conhecimento que as pessoas têm acesso.
Esse termo está ligado diretamente a ideia de que “preto” é algo ruim, que não é agradável. Não é preciso dizer que possui raízes fortes no racismo estrutural, não é mesmo?
Sobretudo não existe um cabelo bom ou um cabelo ruim. Desse modo, o que existem são vários tipos de cabelo e vários tipos de pessoas, etnias, culturas e aspectos. A ideia de um cabelo bom ou ruim é construído socialmente e com o passar do tempo sempre se altera.
Essa expressão tenta vincular o comportamento de uma mulher ao modo como o companheiro está tratando-a. Uma expressão completamente machista.
Quando você chama alguém de mulherzinha ou fala que determinada atitude é coisa de mulher, você automaticamente está se comportando de forma machista, presumindo que mulheres são frágeis, fracas, menos importantes, etc.
Essa frase diz que a mulher só serve para isso, para constituir um relacionamento, casar-se e cuidar do lar. Essa sentença não faz sentido nenhum, uma vez que todo adulto deveria saber cozinhar.
Embora essa frase seja suada para explicar que algo ocorreu em grande quantidade, o que muitas pessoas não sabem é que nos leva ao tempo de escravidão no Brasil, especificamente para os navios negreiros. Nesses navios, as pessoas se recusaram a comer porque preferiam morrer de fome a serem escravas. No entanto, elas eram alimentadas forçada com uma grande colher de pau para não morrer. Não use mais essa expressão.
Muitas pessoas não percebem quando usam esse termo, mas, de antemão, “judiar” está ligado diretamente à ideia de que os judeus eram perseguidos pelos nazistas.
Primordialmente na escola, éramos acostumados a ouvir as pessoas pedindo o lápis “cor de pele”. No entanto, essa expressão é extremamente racista, visto que não existe uma cor de pele, e sim várias cores de pele.
Considerações Finais
Algumas frases infelizmente são ditas populares, logo, por hábito as pessoas acabam falando sem ter noção que essas podem causar mal estar. Acima de tudo, se ligue nessas dicas aqui para aprimorar a sua comunicação e, desde já, evitar causar um sentimento ruim em outras pessoas.
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Respeitando os que sentem desconforto com o termo, a partir deste ano o Grupo Boticário não utilizará mais termo “Black Friday”. Na luta contra o racismo, o período de descontos acontecerá normalmente no final de novembro, porém com um novo nome. A dois meses da Black Friday, hoje, terça-feira (29), o presidente do Grupo Boticário […]
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Respeitando os que sentem desconforto com o termo, a partir deste ano o Grupo Boticário não utilizará mais termo “Black Friday”. Na luta contra o racismo, o período de descontos acontecerá normalmente no final de novembro, porém com um novo nome.
A dois meses da Black Friday, hoje, terça-feira (29), o presidente do Grupo Boticário Artur Grynbaum publicou no LinkedIn o final do uso do termo “Black Friday” dentro do grupo. Em sua postagem, o presidente ressalta o olhar de aprendizagem, admiração e respeito com todos os movimentos em prol da diversidade e inclusão gerados por inúmeras empresas, instituições e grupos. E é em meio a tantas revoltas, mudanças e crescimentos que vem acontecendo em 2020, que o Grupo Boticário reage a tudo isso evoluindo enquanto empresa e sociedade.

A exclusão ou substituição de expressões cotidianas que usam a cor preta como forma pejorativa ajuda a combater o racismo. Visto por este ponto, o termo Black Friday remete a cor preta a produtos com valores reduzidos. Além da própria origem do termo “Black Friday”, que o Grupo Boticário vem pesquisando e estudando há anos. Mesmo assim, não encontraram dados científicos que comprovem que o termo não se relaciona com a escravatura. Assim, respeitando os movimentos e pessoas que não se sentem confortáveis com a utilização do termo, o mesmo não será mais utilizado. Dando início ao “Beaty Week”, nome escolhido para a nova cara da campanha de novembro.
O CEO finaliza ressaltando que existem riscos de perdas para o negócio, mas defende que “melhor que esperar a perfeição, é construir juntos aquilo em que acreditamos”.
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